quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Toda verdade aparece.

Procurador da Alerj trabalha em escritório de advocacia que defende Picciani.

Como toda Casa Legislativa, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) tem um procurador geral - alguém com saber notório na área jurídica e que é nomeado pela mesa diretora da casa. É como se fosse o advogado oficial do órgão.
Desde o início deste mandato, a vaga é ocupada por Hariman Dias de Araújo. Foi ele que cuidou da parte jurídica na elaboração do documento levado ao presidio para soltar, sem mandado judicial, os deputados do PMDB Paulo Melo, Edson Albertassi e Jorge Picciani, menos de 24 horas depois deles terem sido presos.
O RJTV apurou que Hariman também faz parte do escritório de Sérgio Mazillo, um advogado que vem defendendo Jorge Picciani nos últimos anos.
No site do escritório, constam clientes como a Fetranspor e a empresa Agrobilara, que pertence à família Picciani. As duas são alvo da operação Cadeia Velha, desencadeada na semana passada, e que levou à prisão Felipe Picciani, filho de Jorge Picciani e administrador da empresa. Na lista, está também o Comitê o Olímpico do Brasil, o COB, investigado em outra fase da Operação Lava Jato no Rio.
Sérgio Mazillo estava junto dos advogados de Picciani na sessão que decidiu pela prisão do presidente da Alerj e de outros dois deputados, semana passada. Nesta terça-feira, os desembargadores se reúnem mais uma vez e devem discutir o afastamento de Jorge Picciani, Edson Albertassi e Paulo Melo de seus mandatos, além da soltura deles sem um alvará da Justiça.
A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária disse que cumpriu a determinação entregue em mãos pelo a secretário da mesa diretora, Marcus Vinícius Giglio e pelo deputado Iranildo Campos, do PSD.
A Seap informou que por se tratar de uma situação inédita no país, e por não ter orientação externa, cumpriu a determinação de soltura expressa na documentação.
Em entrevista à BBC Brasil, o ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, reagiu com palavras duras à decisão da Alerj de reverter a prisão dos três deputados estaduais.
“Eu entendo que essa é uma decisão lamentável decorrente de uma interpretação incorreta feita em razão da decisão do Supremo Tribunal Federal [de dar ao Senado o poder de rever medidas cautelares contra Aécio Neves], por 6 a 5, apertada maioria. Portanto, entendo que a tese dessa decisão vai voltar ao plenário. Mas eles se basearam nessa decisão para entender que os deputados estaduais têm as mesmas imunidades dos congressistas federais. Entretanto, houve, no caso federal, uma provocação do judiciário e as assembleias estaduais estão utilizando de maneira vulgar e promíscua essa decisão do Supremo sem provocação em relação ao judiciário. É uma decisão lamentável, que desprestigia o poder judiciário, gera uma sensação de impunidade e que certamente será revista pelo Supremo Tribunal Federal”, declarou o ministro.
O ministro também afirmou que a Assembleia Legislativa do Rio não poderia ter libertado os presos, sem consultar o judiciário.
“No meu modo de ver, deveria ter havido uma provocação prévia ao poder judiciário. O Ministério Público, inclusive, já ingressou com uma ação para anular essa deliberação da Assembleia do Rio de Janeiro”, destacou Fux.
Outro ponto que pode ser discutido nesta terça-feira é o fato de uma oficial de Justiça ter sido barrada na porta da Assembleia, como a TV Globo mostrou ao vivo. Ela levava um documento que determinava a participação popular, nas galerias. O repórter Paulo Renato Soares mostrou que as cadeiras foram preenchidas por funcionários da assembleia.
O vereador da oposição Flávio Serafini, do PSOL, também foi barrado, ao tentar ajudar a oficial de Justiça. A oficial só conseguiu entrar com o documento por volta das 16h, quando a soltura dos deputados estava praticamente definida.
O MP pediu a suspensão da sessão na Justiça, porque mesmo em posse do documento os deputados continuaram a votação.
O Jornal O Globo publicou nesta terça-feira que o segurança que estava na porta era Valdeci Bastos da Costa, de 51 anos. Ele é especialista Legislativo, recebe R$ 18,5 mil mensais, e é filiado ao PMDB, o mesmo partido dos deputados Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi.
Sérgio Mazillo disse que não defende de Jorge Picciani na investigação em que foi pedida a sua prisão. Ele não respondeu sobre a atuação outros processos envolvendo a família do então presidente da Alerj e disse que estava na última sessão do TRF 2 como cidadão.
Hariman Dias de Araújo foi procurado pela reportagem no escritório de advocacia de Sérgio Mazillo. Por telefone, a secretária disse que ele tinha saído. Mais tarde, Hariman retornou dizendo que, desde 2010, quando assumiu a procuradoria da Alerj, não assina petição no escritório de advocacia.
A Alerj também informou que não foi o procurador da Casa Hariman Araújo e sim Rodrigo Lopes, o mais antigo da Alerj, quem assinou o parecer que liberou os deputados da prisão.
Até a publicação da reportagem, Valdeci Bastos da Costa não havia sido localizado. A assessoria da Alerj disse que o presidente em exercício na Casa, Wagner Montes, do PRB, mandou apurar os fatos envolvendo o funcionário.



No que eu entendo só quem determinou a prisão pode revoga-la, já que se trata de iniciativa do Judiciário. Se a decisão da ALERJ fosse legal, deveria ser remetida ao TRF-2 para, depois de análise, emitir alvará de soltura. O quer a ALERJ fez foi desrespeitar a independência dos Poderes e buscar para si autoridade que não possui, como também a SEAP que cumpriu.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

A denuncia do MPF que levou à prisão dos dePUTAdos PMDB


Essa é a íntegra da denúncia oferecida pelo MPF e aceita pelo TRF decretando a prisão dos deputados do PMDB Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi. 

Como poderão ver, são provas contundentes. Não deixam dúvida alguma que armaram uma quadrilha dentro da Alerj para favorecer as empresas de ônibus em troca de propina. 

Leia com atenção e veja que, além dos referidos deputados, há inúmeras empresas e fornecedores do estado que participaram de mais esse esquema fraudulento durante o governo Cabral/ Pezão. 


Clique no link abaixo e leia: 


O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, passivo e cumplice por uma década sobre esses assuntos, com as ações do Ministério Público Federal se mexe para tentar mostrar sua função, de mandar investigar denúncias e, comprovadas, denunciar ao TJRJ com pedido de prisão se cabível, o que nunca fez. Ajuizou ação para anular a sessão ALERJ sobre a soltura de seus três bandidos e sobre o impedimento de receber Oficial de Justiça e manter os portões fechados usando força policial.

O MPRJ e TJRJ devem estar muito preocupados, pois, as centenas de denuncias protocoladas sem nenhuma iniciativa, poderiam muito bem ter evitado este caos que acontece hoje. Certamente os denunciantes já devem ter entregue as denuncias ao MPRJ,  com seus respectivos protocolos de recebimento, ao MPF, que saberá muito bem usar como prova de acusação no momento oportuno.

Realmente "sifuderam"!


O Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região determinou nesta terça-feira (21), em sessão extraordinária, que o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Jorge Picciani, e os deputados Edson Albertassi e Paulo Melo voltem para a prisão. O relator Abel Gomes criticou a decisão da Alerj de revogar a prisão dos três, determinada pelo TRF, e votou pelo restabelecimento da prisão das prisões.
Abel Gomes considerou que Alerj extrapolou suas atribuições constitucionais, ao ordenar a libertação dos três parlamentares após votação na última sexta-feira (17), sem sequer comunicar o TRF2 da decisão.
Abel Gomes também defendeu que se oficie ao presidente do TRF2, desembargador André Fontes, caso a ordem não seja cumprida, um requerimento de encaminhamento ao Supremo Tribunal Federal (STF) de pedido de intervenção federal no estado do Rio de Janeiro.
Outro ponto criticado pelos magistrados foi o impedimento de entrada na Alerj, durante a votação, de uma oficial de Justiça que trazia liminar obrigando a abertura das galerias da Casa a manifestantes.
Todos os desembargadores acompanharam o voto do relator. Messod Azulay Neto, Paulo Espírito Santo, Simone Schreiber e Marcello Granado fizeram duras críticas à decisão da Alerj de revogar as prisões. O presidente da 1ª Seção, desembargador Ivan Athié, não votou. O próximo passo é a expedição de novo mandado de prisão dos parlamentares.
Último a votar, Marcello Granato defendeu que a Alerj "jamais" poderia ter revogado a decisão judicial. Simone Schreiber, que não estava presente à votação anterior, foi curta e antecipou seu parecer. Paulo Espírito Santo afirmou que a soltura dos parlamentares, por decisão da Alerj foi "grandiosamente absurda". Messod Azulay Neto defendeu eventual pedido por intervenção federal, caso a Casa Legislativa volte a desobedecer ordem judicial.
Outro lado
O advogado Nélio Machado, que defende Picciani, considerou a decisão do TRF2 "ilegal, inconstitucional e infeliz". Ele disse que irá recorrer à instância superior. As demais defesas saíram da sessão do TRF2 sem falar com a imprensa.
Picciani, Albertassi e Melo haviam sido presos, na última quinta-feira (16), por determinação do TRF, mas foram soltos no dia seguinte, após a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovar a revogação da prisão.
MP quer anular sessão da Alerj
O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) já entrou com uma ação na Justiça para anular a sessão de sexta-feira da Alerj, que determinou a soltura dos três. O mandado de segurança do MP argumenta que, mesmo com liminar concedida pela Justiça determinando a abertura da sessão para o público,  o presidente em exercício da Alerj durante a sessão, deputado Wagner Montes, e a mesa diretora mantiveram os portões fechados, inclusive com a proteção policial.

Na sexta-feira, a juíza Ana Cecilia Argueso Gomes de Almeida, da 6ª Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), determinou a liberação das galerias para o público. Uma oficial de Justiça foi à Alerj com a liminar em mãos, mas foi impedida de entrar pela polícia. 
A ação do MP destaca que a ordem judicial "não foi obedecida em claro menosprezo aos princípios da transparência e da publicidade", o que, de acordo com o subprocurador-geral de Justiça de Assuntos Cíveis e Institucionais, Sérgio Roberto Ulhôa Pimentel, e o promotor Carlos Bernardo Alves Aarão Reis, que assinam o documento, atesta que "não há qualquer dúvida de que os atos praticados pelo presidente em exercício da Assembleia são arbitrários e ilegais". 
Ao vedar o acesso dos cidadãos às galerias da Assembleia, o MP entende que os deputados “camuflaram” a sessão pública e, assim, desrespeitaram “os princípios mais basilares do Estado Democrático de Direito”. 
O mandado de segurança também pede que uma nova sessão seja realizada pela Alerj para analisar a prisão dos três parlamentares, mas “com total acesso a todo e qualquer cidadão interessado”.
Associação de Magistrados vai ao STF contra decisão que livrou Jorge Picciani da cadeia
Além da ação do MP, a sessão da Alerj também será alvo da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), que vai protocolar uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF), até terça-feira (21), questionando as decisões de assembleias legislativas estaduais que liberaram parlamentares da prisão ou do cumprimento de medidas cautelares, como aconteceu no Rio. O presidente da AMB argumenta que os legislativos estaduais estão usando um dispositivo da Constituição que é restrito do Congresso Nacional.
No dia 11 de outubro, o plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu que a aplicação de medidas cautelares previstas no Código de Processo Penal deverá ser encaminhada à Casa Legislativa "a que pertencer o parlamentar". Na ocasião, a decisão envolvia o caso do senador tucano Aécio Neves. Contudo, ela vale para os fins previstos em um artigo da Constituição que dispõe especificamente sobre deputados federais e senadores, e não estaduais ou municipais.
O presidente da AMB, Jayme Oliveira, destaca que, além do Rio de Janeiro, os legislativos do Rio Grande do Norte e do Mato Grosso também estão fazendo uma interpretação equivocada, liberando parlamentares. Segundo Oliveira, o STF em outras situações já entendeu que a imunidade dos deputados estaduais e de vereadores não tem a mesma extensão da imunidade de deputados federais e senadores. Além disso, o presidente da AMB afirma que só um juiz tem competência no Brasil para assinar alvará de soltura e decretar prisão.
Prisões
Picciani, Albertassi e Paulo Melo haviam sido presos preventivamente na quinta-feira (16) por determinação do Tribunal Regional Federal da 2.ª Região (TRF-2). Os três são investigados pela Operação Cadeia Velha, que apura a prática dos crimes de corrupção, associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas pela presidência da Alerj e outros cargos na Casa. Uma hora após a decisão da Alerj, os três foram libertados.
Com a lista de dePUTAdos que votaram pela soltura dos três bandidos do parlamento do Rio de Janeiro, o MPF pode tranquilamente confrontar com sua lista de envolvidos em propina da FETRANSPOR, agora com mais embasamento e mais condições de engaiolar outros.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

A "verdade" mostrada por um só lado.


Há uns dois meses um jornalista amigo, desejando abrir uma discussão para uma matéria jornalística ouvindo ambos os lados, me ligou e pediu para que na nossa visão apresentássemos uma justificativa para o aumento de 30% dos autos de resistência no Rio de Janeiro.

Levamos apenas dez minutos para explicar como chegamos a esses números. A forma de leitura errônea dos dados feita por ONGs, comissões de direitos humanos, pela mídia e opinião pública, faz com que pensem que “a polícia mata muito”. Após a explanação ele concordou que MATAMOS MUITO POUCO em relação ao cenário de violência e criminalidade que impera em nosso País!

Lamentavelmente a editora chefe a qual ele é subordinado vetou a nossa defesa e mais uma vez colaborou com o monopólio da verdade, onde um só lado tem a fala!

De qualquer forma faremos um vídeo falando sobre o tema, tentando mostrar a realidade para a população!

#AcordaBrasil!
#ValorizeQuemTeProtege


Major PMERJ Elitusalem Freitas


É certo que existem jornalistas compromissados com a verdade, sabem que a verdade não é o que a mídia expõe nem os pseudos "especialistas em segurança pública" que nunca vivenciaram a realidade dos embates armados com traficantes.


Infelizmente as entrevistas e matérias verdadeiras, com relados e dados reais, passam pelo crivo de uma corja à serviço da desmoralização policial e satisfazendo as ideias esquerdistas.

Que seja Consciência consciente!


Que consciência é essa que fica passiva com a imagem de um negro sodomizado por dois branco e se manifesta ferozmente numa declaração infeliz de um jornalista conceituado? A "consciência" negra, se séria, deve ser respeitada, mas que haja com respeito aos seus, o que não vem ocorrendo.

Frente Favela Brasil aciona William Waack no MPF por declarações racistas.


Tudo bem que o flagrante registrado atinge o negro, mas vários outros fatos denegrindo a imagem do negro foram e estão sendo tolerados simplesmente por terem partido de movimentos simpáticos a eles. Ora, uma incoerência que tira a credibilidade.


Após a polêmica envolvendo seu salário, a ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois (PSDB), afirmou nesta segunda-feira, 13, que é “preta, pobre e da periferia”. A declaração foi feita em discurso, ao lado do presidente Michel Temer, na cerimônia de lançamento do Programa Emergencial de Ações Sociais para o Estado do Rio de Janeiro e Municípios, numa unidade da Marinha do Brasil na Avenida Brasil, zona norte do Rio.

Segundo a assessoria de imprensa do Ministério do Desenvolvimento Social, o programa emergencial terá investimento total de R$ 157 milhões no Rio, com ações nas áreas de justiça, educação, esporte e direitos humanos. Projetos de vários ministérios estão envolvidos, incluindo a pasta de Luislinda. 


Luislinda protocolou um pedido ao governo no qual alegava fazer trabalho escravo por não receber R$ 61 mil, valor que seria a soma de sua remuneração como ministra com a aposentadoria como desembargadora. Se o pleito da ministra fosse atendido, ela receberia além do teto constitucional, que é de R$ 33,7 mil, violando a legislação.

A ministra em questão não se destacou por ter defendido minorias, manutenção de direitos trabalhistas, retomada da democracia ou por ter gritado contra fim do Bolsa Família, tão importante para milhões de brasileiros, ou mesmo ter se posicionado contra a nova formatação do que é trabalho escravo no país, mas sim que ela pediu ao governo salário de R$ 61 mil, pois que o teto constitucional lhe condena a uma vida de escravidão, pois só ganha R$ 30,9 mil.
Luislinda afirmou que a situação em que vive, com tão pouco, se assemelha ao trabalho escravo, abolido em 1888. E essa condição lhe deixa quase nada sobrando.


domingo, 19 de novembro de 2017

Me diga se não é uma QUADRILHA!


Pra quem não sabe, Edson Albertassi é um dos homens mais ricos do interior do Rio de Janeiro. Dono de TODOS os postos de vistoria do DETRAN e também proprietário da Rádio 88 FM, além do “Pop Sorte”, programa de prêmios semelhante a Telesena do SBT.
De ano em ano realiza o show da 88, onde se apresentam os artistas de maior relevância do segmento gospel. Albertassi é membro da Igreja Assembleia de Deus Ministério Jardim América em Volta Redonda, onde seu cunhado é o pastor presidente.
Sempre discreto e com aparência de piedade, Albertassi era um homem acima de qualquer suspeita, até comandar as megas operações de blitz do DETRAN em todo Sul do Estado do Rio de Janeiro, onde sem dó nem piedade, colocava o DETRAN de greve e a PM nas ruas para rebocar os carros, inclusive aqueles que já estavam com vistoria agendada. Os carros iam para depósito terceirizado onde eram cobradas diárias absurdas de maneira que o proprietário do veículo não conseguia resgatá-lo, indo os carros rapidamente a leilão.

Graças a Internet a máscara dele e dos demais políticos ditos cristãos estão caindo. Que Deus continue nos livrando desses lobos travestidos de ovelhas. Obrigado também a Polícia Federal e ao Ministério Público Federal que têm feito um trabalho impecável, revelando ao povo brasileiro quem são os canalhas que NÒS colocamos no Poder.

Nome de Albertassi é indicado por Pezão para o TCE
O governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) enviou nesta terça-feira (dia 7) para a Assembleia Legislativa (Alerj) a indicação do líder do governo na Casa, Edson Albertassi (PMDB), para o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE). "A opção ora manifestada deriva do fato de se tratar de pessoa altamente qualificada para o desempenho de tão relevantes funções, inclusive sendo parlamentar com seis mandatos eletivos, sendo um de vereador do município de Volta Redonda e cinco de deputado estadual", afirmou Pezão na mensagem enviada.
Tudo entrelaçado, Tanto Pezão como Albetassi são do Sul Fluminense, Com essas origens políticas e enredamento em angariar dinheiro criminosamente, a PM foi posta na berlinda, já que assumia por ordem do chefe do Executivo Estadual a função de rebocar carros, até ilegalmente, com a finalidade de mais dinheiro em seus bolsos. Mete-lhes a "rola" no esfincter anal Ministério Público Federal!

Acho que “sifuderam”


Na pequenez de minha visão, percebo que os Promotores FEDERAIS e a Justiça Federal do Rio de Janeiro, com a competência e maestria que lhes é peculiar, emitiram estes mandados de prisão contra membros do Legislativo Estadual com um propósito. Desmoralizar deputados envolvidos e até então não desmascarados!


Sabiam que a ALERJ se mobilizaria rapidamente, como aconteceu, para libertar seus cúmplices. O que se não fizessem rapidamente corriam o risco de uma delação.
Nas votações e decisões de interesse da sociedade não se vê esse empenho, são protelados indeterminadamente até cair no esquecimento.
Então nada melhor do que provocar uma situação. Boatos, comentários e informes correm sobre uma lista de dePUTAdos  que recebem dinheiro da FETRANSPOR, o que certamente há. E nada mais oportuno do que esperar a lista dos que votaram pela libertação do trio ladrão para confrontar com esta lista e, também coloca-los em cana.
Homens e mulheres diplomados, capacitados e capacitados certamente sabem com quem estão lidando, com uma máfia que se apossou do Poder como se fossem seus donos. Certamente se articulam não considerando com quem estão lidando.

Aguardemos novidades, pois, o MAL nunca vai sobrepor ao BEM!