quinta-feira, 25 de agosto de 2016

OS MORTOS QUE O BRASIL NÃO CHORA LX

Altair Macedo, 22/09/1970, Guarda de Segurança
Altair Macedo era um jovem esforçado. Em apenas sete dias como Guarda de Segurança na empresa Serviço de Segurança às Empresas já fora reconhecido por seus chefes como competente e corajoso. Justamente por isso fora destacado no dia 21/09/1970 para atuar junto à empresa Transportadora Amigos Unidos como segurança no transporte de valores. No dia seguinte, juntamente com o tesoureiro Sebastião Gonçalves Martins (que também era sócio da pequena empresa) e o motorista Antônio Pereira, estava na Rua Cosme Velho, Rio de Janeiro, para acompanhar a substituição dos motoristas e cobradores dos 36 ônibus da Linha Comes Velho – Leblon e a conferência da féria do dia, quando os valores seriam transportados para a sede da empresa que ficava localizada na Rua Faro, 77, Jardim Botânico.
Após o recolhimento dos valores o trio se dirigia para a WV Variant, placas GB 21-03-61, quando quatro homens armados de revolveres e pistolas os cercaram e anunciaram um assalto. O tesoureiro Sebastião entregou a maleta com NCr$ 1.010,00. Porém, um dos bandidos quis levar também a mala do motorista onde estavam guardadas suas roupas e a marmita. Altair, sempre valente, argumentou que na mala do motorista não tinha dinheiro, mas, o terrorista não acreditou. Nesse momento, Sebastião ouviu um tiro e ao olhar para trás viu que Altair havia disparado a sua arma em defesa do motorista Antônio Pereira. Seguiu-se então cerrado tiroteio que só cessou quando Altair tombou crivado de balas. Ele chegou a ser levado para o Hospital Souza Aguiar, mas, já chegou sem vida ao Pronto Socorro.
Os terroristas fugiram então em direção à Rua Marechal Pires Ferreira. As testemunhas ficaram revoltadas com a morte de Altair e houve perseguição de populares contra os quatro bandidos. Na confusão, o despachante da empresa João Jorge Fernandes, conseguiu arrancar das mãos de um deles a maleta com o dinheiro. Nesse momento surgiu a Rádio Patrulha 3/42 do 2º Batalhão da Polícia Militar. Logo depois, os bandidos tentaram roubar um Fusca, placas GB 29-71-82, mas, com a chegada da polícia e os gritos dos populares, eles desistiram e fugiram correndo. Eles se refugiaram na casa localizada na Rua Marechal Pires Ferreira, 61, mas foram cercados pela polícia. Dois conseguiram fugir, escalando o muro dos fundos da casa, mas, os outros foram presos.
Altair Macedo tinha 24 anos e era Guarda de Segurança atuando na empresa Transportadora Amigos Unidos. Era companheiro de Sandra Maria Santos e deixou uma filha de apenas sete anos. Morava no Morro da Mangueira e era integrante da ala da bateria desta Escola de Samba.
Autoria: desconhecida. Atribuída a um dos grupos terroristas que atuava no Rio de Janeiro.

Fontes: Jornal do Brasil, edição 00145 de 23/09/1970, 1º caderno, página 20; edição 00233 de 27/11/1973, 1º caderno, página 16; Diário de Notícias, edição 14.694 de 23/09/1970, 1º caderno, página 11; A Luta Democrática, edição 05144 de 24/09/1970, página 2.
Esclarecimento do autor: este artigo integra uma série intitulada “Os Mortos Que o Brasil Não Chora” e é resultado de minuciosa pesquisa em jornais, revistas e periódicos publicados na época em que os fatos aconteceram. São aproximadamente 120 vítimas. Alguns eram integrantes de Forças de Segurança, outros civis – alguns sem qualquer conexão com um ou outro lado – e os demais eram membros da esquerda que foram “justiçados” (executados) por seus próprios companheiros. A cada publicação contarei a história de um episódio ou de uma vítima. Procurei obedecer a ordem cronológica dos acontecimentos. Todos os artigos já publicados estão disponíveis no site do grupo Ternuma (www.ternuma.com.br) e na página pessoal do autor no Facebook (https://www.facebook.com/robson.meroladecampos).

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

MST executa produtor rural

Estilo Che Guevara, MST executa produtor rural após ele depor na CPI.

A CPI da FUNAI e do INCRA, cuja prorrogação foi negada pelo Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, a pedido do PT, deixará de investigar, entre outros crimes, a morte do produtor rural Gilmar Borges, nas cercanias de Brasília. Gilmar era arrendatário de 247 hectares no Gama (DF) havia 40 anos, mas a terra foi invadida pelo MST e transformou sua vida num inferno, até ser executado aos 78 anos, dias após depor na CPI. A informação é do colunista Claudio Humberto do Diário do Poder.
                             Érika Kokay, à esquerda da foto
O relatório sobre o caso cita a deputada Érika Kokay (PT-DF), que apoiou a invasão do MST, por isso ganhou o carimbo "reservado".
Gilmar contou a CPI que era ameaçado pelo MST e os invasores se reportavam a Érika Kokay que estaria "por trás" das invasões.

VOTAR NULO FUNCIONA?

Em nosso regime democrático, vários partidos políticos exercem o direito de oferecer a seus candidatos a disputa eleitoral. Em contrapartida, cabe aos cidadãos avaliarem e escolherem quais seriam os candidatos mais adequados aos seus interesses e anseios. Mediante a ampla variedade de opções, chegamos à conclusão de que vivemos em um regime político dotado de amplas liberdades, onde o cidadão tem acesso a todo tipo de discurso e proposta.


Contudo, quando nos lembramos do quão grave é o problema da corrupção entre os nossos representantes, acabamos por enfrentar um dilema. Afinal, qual seria o sentido de ser perder tempo avaliando e escolhendo um candidato que, mais cedo ou mais tarde, seria denunciado (ou não!) pela participação em algum esquema de corrupção ou no desvio de verbas públicas? É mediante esse questionamento que vários eleitores acabam fazendo opção pelo voto nulo.

Ultimamente, correram vários boatos de que o voto nulo seria capaz de invalidar todo um processo eleitoral. No caso, se mais da metade dos eleitores votassem nulo, deveria acontecer um novo processo eleitoral formado por outros candidatos. A premissa dessa hipótese se assenta no artigo 224 do Código Eleitoral, que diz que “se a nulidade atingir mais da metade dos votos do país nas eleições, (...) o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias".


Para muitos, esse artigo faz com que o voto nulo se transforme não só em uma arma de protesto, mas também em uma forma de se alterar a configuração do cenário eleitoral. Entretanto, de acordo com uma recente interpretação do TSE, essa nulidade só invalida as eleições quando os votos são anulados por causa de alguma fraude que determine sua desconsideração. Por tanto, se mais de cinquenta por cento dos votos dos cidadãos optam pelo voto nulo, prevalece a escolha daqueles que votaram em algum candidato.

Dessa forma, quando um cidadão vota nulo, ele acaba abrindo brecha para que um candidato ruim acabe vencendo a eleição com um número menor de votos necessários. Assim, acaba sendo preferível depositar suas esperanças em candidato ou legenda que sejam parcialmente satisfatórios do que facilitar a vida de um candidato com perfil questionável. No final das contas, a opção pelo voto nulo acaba se transformando em um ato de passividade mediante o cenário político vigente.

Ainda assim, existem aqueles que persistem em votar nulo por outras razões de ordem ideológica. Os anarquistas, por exemplo, optam pelo voto nulo por não reconhecerem a necessidade de autoridades e políticos capazes de interferirem na vida em sociedade. Dessa forma, expressam o seu repúdio ao Estado, às leis e governantes indicando que não se interessam naquilo que eles têm a oferecer. Certos ou errados, a atitude dos anarquistas também prova outra faceta de nossa democracia: a não escolha.


Por Rainer Sousa
Graduado em História, Brasil Escola 


Não temos um partido que se expresse de direita, a maioria expressiva aponta para o pensamento de esquerda, todos abordam termos como “justiça social”, “distribuição de riqueza” e “igualdade”. Mas nenhum deles cumpre suas palavras. Expressões como “valores morais”, “responsabilidade individual” e “livre iniciativa” raramente são ouvidas pelos corredores do Congresso ou do Palácio do Planalto.  


Já é sabido que eleitores de Direita são a grande maioria neste País, mas se omitem no voto por não verem opções e/ou descontentamento com a política. Então o surgimento de novos personagens neste cenário eleitoral se faz necessário, precisamos depositar confiança no voto, mas não nos mesmos de sempre, que já são bem conhecidos e não merecem continuar.
Imagine um universo de 100.000 eleitores onde a maioria de pensamento de direita, cerca de 60%, onde 40% se omitissem no voto, anulando, votando em branco ou simplesmente faltando a eleição. Significam 40.000 eleitores que ficaram fora do pleito que decidiria o candidato vencedor. Sobrariam 60.000 eleitores, onde a maioria, 40.000 são de esquerda e certamente elegem o candidato com pensamento de esquerda.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Por que Major Freitas 20.911 para Vereador do Rio de Janeiro?


Conheço o Major Freitas desde antes do Jornal EXTRA atuar para que ele não fosse admitido no Comando da UPP Maré. Para quem não se lembra do episódio, o jornal se mostrou “preocupado” com as declarações do Major de que não admitiria mortes de policiais e que, então, “partiria para a guerra”.
Ocorre que a matéria tendenciosa do “jornaleco” abordou o caso dando ênfase a palavra “guerra”, como se, de fato, ela não existisse. E nós, que estamos na pista diariamente, sabemos que ela é real e dolorosa.
Questionado pelos repórteres sobre suas declarações o Oficial não se omitiu, não se preocupou em agradar a ninguém e falou corajosamente em nome do efetivo.
Poderia, como a maioria dos oficiais da ativa, fazer um “mea culpa” com a imprensa, pensando em sua vida futura dentro da Corporação. Não foi o que ele fez.
Por acaso você que esta lendo sabe como é a vida de um oficial superior da polícia militar? Se for policial sabe bem que seria muito mais fácil a vida do Major Freitas se ele se calasse, se omitisse diante das covardias e apenas bajulasse este ou aquele para conseguir um comando ou qualquer coisa.
Talvez ganhasse mais que um vereador, se formos reduzir uma discussão tão importante como a política, ao mero pensamento “farinha pouca, meu pirão primeiro”.


A vida de um oficial superior, todos sabem, é relativamente tranquila, tendo em vista que os mesmos bancaram sua árdua etapa, alguns sendo policiais, outros sendo administradores ou ambos. O Major Freitas sempre foi POLICIAL, aqueles que trabalharam sob seu Comando sabem disso.
Talvez, você que não o conhece, pense: “Ele está botando a cara agora porque visa as eleições”. Mas não é verdade, qualquer um que  conheça um pouco do Regulamento sabe que um major da ativa tem muito mais a perder do que a ganhar num pleito a Vereador. É por isso que só vemos oficiais disputarem eleições depois da passagem para a reserva.
Obviamente você está descrente da política, desconfiado a respeito de candidatos e, principalmente, você vota em quem quiser. Contudo meu caro amigo, vale a sugestão de olhar de perto a postura e os ideais deste que se levanta diariamente em nome da tropa, deste que ruge diante de tudo aquilo que nos deteriora como sociedade e que, bravamente, põe a perder tudo aquilo que conquistou por seus méritos em nome de uma causa justa na qual acredita. Na qual todos nós policiais acreditamos. Por este e por outros motivos eu apoio o Major Freitas 20.911.


Porém, aos policiais deste ou de outros municípios, faço um apelo do fundo do coração: Pesquisem os candidatos da Segurança Pública e votem neles!
Vivemos uma guerra ideológica onde nossas forças são minadas por aqueles que deveriam nos assegurá-las. Como bem disse o “Capitão Nascimento”: “O inimigo agora é outro!”
Portanto, como audazes combatentes que somos, vamos combate-los com suas armas!

PMERJ – PCERJ – CBMERJ – SEAP – DESIPE, TODOS JUNTOS!!!

Roberto Santa Rosa, Policial sobrevivente da guerra

OEA proclama “fim da democracia” na Venezuela

"Foi ultrapassado um nível que significa que é o fim da democracia", disse Luis Almagro, secretário-geral da Organização dos Estados Americanos.
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anuncia que seu país iniciará 'nova etapa de diálogo' com EUA 

 O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, proclamou nesta segunda-feira o “fim da democracia” na Venezuela, cujo governo classificou de “regime”, além de ter chamado a situação que impera no país de “tirania”.

Em carta dirigida ao opositor Leopoldo López, político preso e condenado sem provas o a 14 anos de prisão, Almagro disse que “não há hoje na Venezuela nenhuma liberdade fundamental nem nenhum direito civil ou político”. “Nenhum foro regional, ou sub-regional, pode desconhecer a realidade de que, hoje, na Venezuela, não há democracia nem Estado de Direito”, escreveu Almagro em uma carta aberta a López, a quem chamou de “amigo”.
“Foi ultrapassado um nível que significa que é o fim da democracia. A comunidade internacional é clara ao pedir não mais tirania no céu. Um céu que já não existe”, afirmou Almagro.
Prazo para deixar o governo —  O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, determinou nesta segunda a exoneração, no prazo de 48 horas, de todos os funcionários públicos em cargos de direção que firmaram o pedido de referendo para revogar seu mandato. O dirigente governista Jorge Rodríguez disse que serão entregues listas com “os nomes das pessoas (…) que de forma pública expressaram sua simpatia com a direita venezuelana e participaram do processo de autorização para a ativação do finado referendo revogatório”.
Há dez dias, a presidente do órgão eleitoral, Tibisay Lucena, anunciou que a nova coleta de assinaturas para convocar o referendo será realizada no fim de outubro, mas não deu uma data precisa. O calendário oficial distancia a possibilidade de o referendo ser realizado antes do dia 10 de janeiro de 2017. Se o mandato de Maduro for revogado antes dessa data, eleições devem ser convocadas, mas se for depois, seu vice-presidente completará os dois anos restantes do mandato.
Maduro enfrenta o descontentamento de uma população que sofre com escassez de alimentos e remédios, que atinge 80% do país, e uma inflação de 180,9% em 2015.

OS MORTOS QUE O BRASIL NÃO CHORA LIX

Bertolino Ferreira da Silva, 14/09/1970, segurança patrimonial
Atentado Aeroporto de Guararapes

Com o acirramento ao combate aos grupos terroristas que atuavam no Brasil, muitos integrantes da luta armada resolveram criar uma organização mais ampla, reunindo membros de diversas facções. Este grupo foi denominado de “Frente” e aglutinava terroristas oriundos da ALN, MRT, MRS, VPR e outros.
Em 14/09/1970 integrantes da “Frente” realizaram um assalto contra o carro que transportava valores para a empresa Brinks, no Bairro Paraíso, em São Paulo – Capital. Na ação, foi morto a tiros o segurança Bertolino Ferreira da Silva.
Somente no ano de 1972, começou a ser esclarecida e a existência e a forma de atuação desta nova organização terrorista, com a identificação de seus membros. A “Frente” foi ainda responsável por diversas outras ações terroristas, tais como, assalto ao Banco Bradesco em 24/07/1969 quando morreu o Soldado Aparecido de Oliveira, assassinato do empresário Arthur Bolilessen em 15/04/1971, e outros crimes. Em 1973, trinta e sete membros desta organização terrorista foram identificados e levados a julgamento. 
Devido à gravidade dos crimes cometidos, foi pedida a pena de morte para cinco terroristas. Entretanto, o Brasil nunca aplicou a pena de morte contra qualquer terrorista que participou da luta armada.
Bertolino Ferreira da Silva era segurança patrimonial da Empresa de Transporte de Valores Brinks. Os jornais pesquisados na época não trouxeram maiores informações sobre essa vítima.
Autoria: integrantes da “Frente” oriundos dos grupos terroristas ALN e MRT.
Fontes: Diário da Noite, edição 14273 de 09/06/1972, página 2; edição 14591 de 19/06/1973, página 8; Jornal do Brasil, edição 00073 de 20/06/1973, 1º caderno, página 18.
Esclarecimento do autor: este artigo integra uma série intitulada “Os Mortos Que o Brasil Não Chora” e é resultado de minuciosa pesquisa em jornais, revistas e periódicos publicados na época em que os fatos aconteceram. São aproximadamente 120 vítimas. Alguns eram integrantes de Forças de Segurança, outros civis – alguns sem qualquer conexão com um ou outro lado – e os demais eram membros da esquerda que foram “justiçados” (executados) por seus próprios companheiros. A cada publicação contarei a história de um episódio ou de uma vítima. Procurei obedecer a ordem cronológica dos acontecimentos. Todos os artigos já publicados estão disponíveis no site do grupo Ternuma (www.ternuma.com.br) e na página pessoal do autor no Facebook (https://www.facebook.com/robson.meroladecampos).

Pichadores espancam dentista até a morte em São Paulo

A polícia de São Paulo procura pichadores que espancaram um dentista até a morte. O crime aconteceu no sábado (6), na Zona Norte da capital paulista.



Crime previsto no artigo 65 do Código Penal, e também incitação ao crime, previsto no artigo 286. Jandira Feghali corre o risco de perder sua candidatura à prefeitura do Rio de Janeiro.

No bairro onde o dentista morou a vida toda ninguém consegue entender o que aconteceu. “Um absurdo pensar que uma pessoa consegue agredir a outra a ponto de matar. Pra mim isso é inconcebível. No início, achei que tinha arma de fogo, mas não tinha nada, o rapaz foi morto na agressão física. Isso não é humano. Muito irracional”, desabafa a vizinha Marina Macedo.

Wellington da Silva tinha 39 anos. A família diz que ele foi espancado por um grupo de pichadores. As câmeras da casa mostram os rapazes chegando e pichando a frente da casa.


O pai do dentista, Manuel Antonio da Silva, saiu de casa com um objeto na mão para ver o que aconteceu. Wellington foi atrás do pai.
As imagens não mostram, mas houve discussão com os pichadores. Manuel conta que eram sete homens e uma mulher. A confusão piorou quando pai e filho levaram pauladas e pedradas. O pai desmaiou e Wellington foi arrastado por uma escadaria. Ele morreu poucas horas depois.

“Eles vieram pra cima com tijolo, pedra, concreto, pau, tudo. Foi uma coisa demais”, relata Manuel.

Pai de dentista morto por pichadores tem braço amputado no HC em SP

Manuel da Silva, pai do dentista morto após ser espancado em Pirituba

O aposentado Manuel Antonio da Silva, de 76 anos, teve o braço amputado em cirurgia realizada no Hospital das Clínicas (HC) de São Paulo. O idoso teve o braço quebrado por homens que picharam sua casa, na Zona Norte da capital, em 6 de agosto. Seu filho, que tinha ido tirar satisfações, acabou sendo morto. Nesta segunda-feira (22), ele permanecia internado em estado grave, porém estável, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).


Como Jair Bolsonaro diz, não há diferença entre furto, roubo e latrocínio. Um é decorrente do impedimento do outro. Se a vitima tenta impedir que seu bem seja furtado, haverá o contato físico e a resistência do meliante. Ai se transforma em roubo. Estando o meliante armado ele atira ou esfaqueia sua vitima a matando. Ai é o latrocínio.
Jandira Feghali incentiva este comportamento do meliante resistir à tentativa de impedimento de seu ato ilícito, pois faz questão, como parlamentar, de ao invés de defender as leis criadas por eles, zombar delas.