quarta-feira, 18 de maio de 2011

Policiais homossexuais poderão desfilar em Parada Gay com uniformes.

Policiais homossexuais estão autorizados a participarem da próxima Parada Gay uniformizados. A decisão foi divulgada, nesta segunda-feira, durante a campanha Rio sem Homofobia, que estará nas ruas a partir desta terça-feira, data em que se comemora o Dia Mundial de Combate à Homofobia. O tema ganhou uma data comemorativa desde 1993, e este ano terá a adesão de 102 países, entre eles o Brasil, que vai marcar a luta do movimento GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transexuais).
Sérgio Cabral lançou a campanha nesta segunda-feira

Durante o evento, o governador Sérgio Cabral afirmou que acredita que, assim como fizeram os membros do Supremo Tribunal Federal, aprovando a união civil de pessoas do mesmo sexo, o Senado vai aprovar o projeto de lei 122/2006 que criminaliza a homofobia. Ele também listou uma série de medidas que o Governo do Estado tomou nos últimos anos para diminuir a discriminação que esse segmento da população sofre.

Sergio Cabral apresenta todos os sintomas do Imperador Nero, aquele que pôs fogo em Roma no ano de 64 D.C., no Núcleo Comercial da antiga Cidade, em volta do Circo Máximo.


"E, agora, vamos lançar esta campanha publicitária, para termos o Rio sem homofobia",disse Cabral que autorizou os policiais, inclusive, a usarem as viaturas.

A campanha será veiculada por rádios, televisões, cartazes, outdoors, busdoor, mobiliário urbano, folhetos, além de um site e itens promocionais, como camisetas, barracas de praia e blocos.

Sérgio Cabral apresenta sintomas idênticos ao Imperador Nero, aquele que no ano 64 D.C. é suspeito de atear fogo em Roma.


O reinado de Nero é associado habitualmente à tirania e à extravagância. É recordado por uma série de execuções sistemáticas, incluindo a da sua própria mãe e o seu meio-irmão Britânico, e sobretudo pela crença generalizada de que, enquanto Roma ardia, ele estaria compondo com a sua lira, além de ser um implacável perseguidor dos cristãos. Estas opiniões são baseadas primariamente nos escritos dos historiadores Tácito, Suetônio e Dião Cássio. Poucas das fontes antigas que sobreviveram o descrevem dum modo favorável, embora haja algumas que relatam a sua enorme popularidade entre o povo romano, sobretudo no Oriente.

Tácito relata que, depois do incêndio, a população buscou um bode expiatório e começaram a circular rumores de que Nero era o responsável. Para afastar as culpas, Nero acusou os cristãos e ordenou que alguns fossem jogados aos cães, enquanto outros fossem queimados vivos e crucificados.

O Império Romano foi uma super comunidade gay que fazia conexão com a África, Ásia e Europa.Apesar do grande número de mulheres gostosas que existia no Império, a maioria dos homens romanos preferia a companhia de mancebos. Segundo o pensamento dominante na época, mulher era considerado "coisa de viado", enquanto que o homossexualismo quando praticado entre homens do mesmo sexo não era considerado viadagem, mas uma prova de virilidade. Segundo o filósofo romano Viadus Enrustidus, discípulo dos filósofos gregos (que inventaram essa viadagem chamada de filosofia), "é precisus est muitus machus para ter a coragem de dar us cus". Por isso, em Roma, enquanto os maridos ficavam fora, participando de guerras e agachando-se para pegar os sabonetes que escorregavam nas termas romanas, as mulheres eram obrigadas a diversos artifícios para suprir suas necessidades carnais. Algumas damas romanas acabavam aderindo ao lesbianismo, quando rolava o maior velcro.

Por absurda que seja essa situação, ela não é uma novidade na História. No tempo de Nero e Calígula, as diversões homossexuais dos imperadores estavam sob a proteção da lei, enquanto o cristianismo e o judaísmo mal eram tolerados.

Esse padrão de julgamento ainda não é instituição no Brasil, mas o critério moral que o inspira já é dominante na nossa cultura. Quando uma nova moral se dissemina entre as classes letradas, tornar-se lei é apenas questão de tempo. Ainda viveremos sob a justiça de Nero.

Portanto Bombeiros Militares do Estado do Rio de Janeiro, após a determinação para que PMs gays participem fardados, com suas viaturas, da parada gay, talvez sobrem para vocês apagar o incêndio criminoso que ameaça se propagar no Rio de Janeiro.

Obs: Lembro que pelos anos de 1985, um sargento da PM foi punido por participar de peça teatral com vestimenta que “lembrava” a farda da PM. Hoje, os Regulamentos ainda são os mesmos, mas o Governo determina a participação de PMs gays, fardados e com viaturas da Corporação no evento Gay.

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