sexta-feira, 24 de junho de 2011

Carioca malandro.

Corre pelo mundo a fama do carioca, do carioca malandro. Mas não é não, há anos esse malandro vem sendo traido sem dar um pio, tal qual o marido que é o ultimo a saber.

São tantas as denúncias, que a gente custa a acreditar... Leiam


atentamente...

Quem é Sérgio Cabral?

Leiam! É estarrecedor! Impressionante a riqueza de detalhes!

Sérgio Cabral e o Esquema da Fiscalização no Rio de Janeiro

(Partes I e II)


PARTE I

Parte das inspetorias da Fazenda sempre foi entregue a políticos.

Sempre.

Alguns deputados jamais pediam obras, a não ser uma inspetoria, que dependendo da área de abrangência, poderia render entre 30 a 150 mil reais por mês. Nos últimos dois governos - Marcelo Allencar e Garotinho, bem como o atual, o da Rosinha, o esquema tem sido sempre exatamente igual. Nos últimos 8 anos, os deputados mais encrenqueiros só eram “acalmados” com uma inspetoria.

E em quase todos os casos - exceto as do pessoal do governo - Sérgio Cabral sempre recebe religiosamente metade do que era arrecadado. O trato sempre foi esse: ele levava o pleito do deputado até o governador. “Convencido” da necessidade de nomear um indicado político, o governador “comprava” aquele voto até o fim do seu governo.

O grande “pulo do gato” sempre foi o famosíssimo livro conhecido como “Termo de Ocorrência”, de 50 páginas, onde as primeiras 25 eram destinadas às anotações da empresa, sendo as 25 restantes às anotações dos fiscais.

Invariavelmente, nas regiões onde o nível de corrupção é alto, encontra-se uma típica anotação - padrão - por parte dos fiscais: “não foi constatada irregularidade”. Ao longo dos anos, pode-se observar que não havia rodízio de fiscais, e que a anotação sempre foi rigorosamente à mesma. <>

O ex-deputado Sivuca, por exemplo, citado pelo ex-secretário Sasse como padrinho de uma inspetoria na Barra da Tijuca, recolhia através de seu afilhado, o inspetor-chefe Celso Kastrupp, em torno de R$ 150.000 reais por mês,  dos quais

R$ 75.000,00 eram repassados para o atual Senador Sérgio Cabral.

Existem centros comerciais na Barra da Tijuca (que aliás, é uma belíssima inspetoria) como é o caso do Parque das Rosas, que são campeãs em sonegação há quase  uma década.

É verdade sim, que o deputado Roberto Dinamite indicou um inspetor chefe.

Nome: Dirrago. Inspetoria: da Penha. Faturamento: R$ 50.000,00 (meio a meio com o Cabral, desde o governo Marcelo Allencar)

Albano Reis, o deputado Papai Noel, logo no início do governo Garotinho,  começou a “bater de frente” com o governador e com o presidente da Alerj, Sérgio Cabral. Ninguém entendeu o porquê da raiva que Cabral e Albano Ressentiam um pelo outro pelos idos de 1999. Albano Reis (está-nos anais da Alerj) não saía da tribuna, denunciando o Cabral, particularmente a mansão que o ex-presidente da Assembléia comprara.

Mas a razão da briga tinha sido o critério de se repartir o “lucro” da inspetoria do Catete (inspetor-chefe Nelson Garófilo) com o Cabral. A nomeação não saía. Albano Reis enfrentou o Cabral azucrinando-o até que este fez um acordo em bases menos gananciosas para acalmar o deputado “natalino”.

Só que neste ínterim, Silveirinha já tinha nomeado sua amante - Dona Sônia para o Catete. E Albano foi contemplado em outra região.

Às vezes, o deputado tinha que “entubar”. O ex-parlamentar Paulo Albernaz, por exemplo, líder do Garotinho na Alerj, não conseguiu emplacar o inspetor-chefe de Campos, sua terra natal. Perdeu a indicação - ora vejam só - para Eduardo Cunha, aquele famoso ex-presidente da Cehab que responde inúmeros ações na Justiça por improbidade. Paulo Albernaz nunca “entubou” a perda da inspetoria de Campos, e jamais poupou o governador de seu ressentimento expressado em sonoros palavrões.

E o Noel de Carvalho, quem diria? Existe um posto do ICMS em Rezende (terra natal do deputado) numa localidade conhecida como Inhagapi, logo depois do limite dos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Ali, o “dono do pedaço”  sempre foi o deputado Noel de Carvalho, só que com uma diferença estarrecedora: quem fazia a fiscalização era o pessoal contratado através da Nuseg,  indicado - é claro - pelo Noel de Carvalho. Para se ter idéia, basta buscar a sonegação feita pela Schincariol (alguma coisa em torno de R$1.500.000,00) num mês de verão. Não é preciso dizer que o pessoal da fiscalização de verdade tem ódio mortal do Noel de Carvalho.

O pessoal da bancada evangélica também tinha suas inspetorias desde o governo Marcelo Allencar. Eraldo Macedo, por exemplo, irmão do Bispo Macedo, sempre comandou duas inspetorias: Lagoa (sob a chefia do Edson Godomar) e a de Copacabana (sob a chefia do Jequiriçá). Ambas rendem algo em torno de R$100.00,00, dinheiro religiosamente (sem conotação, por favor)  dividido com o Senador Sergio Cabral... Por falar em religião, sabe aquele famoso “pastor”  do escândalo cheque-cidadão, o Everaldo? Pois é, sempre foi “dono” de três inspetorias: Irajá (sob o comando da Viviane), de Bonsucesso (sob o comando do Guedes) e de Barra do Piraí (sob o comando do filho do ex-verador evangélico Dirceu Amaro).

Esse Everaldo é um craque, pois conseguiu manter pelos menos 2 dessas no governo Benedita... Tudo dividido com o Senador Sérgio Cabral! Paulo Mello sempre comandou a inspetoria de Maricá, desde o governo Marcelo Allencar de quem era líder na Alerj. Maricá comanda toda a chamada região dos lagos, e
apesar de uma abrangência geográfica grande, é uma inspetoria considerada do interior. Nesse caso específico, alguma coisa em torno R$ 70.000,00 mensais. Graça Mattos indicou São Gonçalo a pedido do maridão Ezequiel, ex-prefeito e atual deputado. federal. Às vezes, “bate” R$ 100.000,00. Graça e Ezequiel nunca reclamaram. Só na campanha, Augusto Ariston - o ex-secretário do Gabinete Civil e atual secretário de Transportes, indicou uma das inspetorias do centro da cidade.

Aliás, a respeito dessa região, cabe uma observação: o ex-subsecretário de Fazenda da Bené, Eduardo Campos, conhecido pelos fiscais como um “goelão” (o jargão é deles), fundiu as 2 inspetorias do Centro. O
resultado? Impressionantes 250 mil reais por mês. Repetindo: 250 mil reais todo santo mês! Claro que Cabral não abriria mão dessa metade. É verdade sim que Núbia Cozzolino ganhou uma inspetoria. Durante um tempão gritava,  esperneava e acusava Garotinho, Jonas e seu pessoal dos desmandos no DER. Um
dia, calou. Calou por quê? Por que calou? Ora, ganhou finalmente sua inspetoria. Pequena, é verdade, mas que garantia R$ 30 mil para ela, e R$ 30 mil para o “corretor” Sérgio Cabral.

Nelson Gonçalves participava da inspetoria que cobre Volta Redonda. André Luis, é claro, a de Bangu. O “capo” banguense André Luis chiava e sempre desconfiava de seus afilhados na fiscalização, já que nunca conseguia atingir os R$ 100.000 reais mensais. Nunca passava de R$ 70.000,00! Que chato,  não? O problema era convencer o “sócio” Sergio Cabral que era só isso. Os dois andaram se estranhando por causa de dinheiro, mas depois se acertaram.

PARTE II

Existe um viés no escândalo Silveirinha que propositadamente está sendo deixado de lado pelos deputados da Alerj. E a chave disso chama-se Romeu Sulfan,  um ex-vendedor de camisas de campanha eleitoral na Rua da Alfândega. E que provavelmente, está com os dias contados.

Qualquer deputado ou funcionário daquela Casa sabe que sempre funcionou um esquema de CPIs tocado por 3 parlamentares-chave: Sergio Cabral, Paulo Mello e André Luis. Sempre funcionaram nos assuntos que envolviam empresas e assuntos fiscais.

Como se sabe, é dificílimo criar uma CPI na Alerj, só com o desejo explícito do presidente. Se alguém se der ao trabalho de pesquisar o site da Alerj no tocante às Cpis dos 8 anos (gestão Cabral), descobrirá “coincidências”,  como por exemplo a composição com os mesmos nomes, os mesmos objetivos, entre  os quais a requisição de livros contábeis e notas fiscais dos últimos 5 anos  das empresas que mais tarde seriam extorquidas.

O esquema sempre foi simples. Sergio Cabral e Paulo Mello escolhiam o “setor-vítima”. Supermercados, por exemplo. Depois, incluíam entre os membros da CPI o truculento deputado André Luis, o “braço armado”  (literalmente) do Cabral.

Sergio Cabral pedia à Silveirinha as informações mais importantes que poderiam constranger os empresários. Silveirinha fornecia números e documentos,  digamos,  “básicos”.

Com isso nas mãos, Cabral repassava para seu fiel escudeiro, o hoje também milionário Paulo Mello, os documentos que permitiriam a abertura da CPI. E quem fazia o trabalho “sujo”, o de visitar empresas, de ameaçar pessoas, de se expor e arrecadar o dinheiro? Elementar: o André Luis. Os outros membros, parlamentares do “baixo clero”, que compunham as Cpis, recebiam algumas migalhas da extorsão, mas eram escolhidos a dedo para não criar problemas.

Basta analisar as CPIs da era Cabral. Todas sempre tiveram a mesma característica, como um “serial killer” faz com suas vítimas: eram destinadas a segmentos produtivos que envolvessem grandes empresas e indústrias,  requisição de quantidades imensas de documentação, informações técnicas que só a Secretaria de Fazenda tinha acesso, quase sempre os mesmos membros.

Alguém acredita, sinceramente, que um bobalhão como esse tal de Romeu Sulfan seria escolhido por Silveirinha e sua patota para ser intermediário de extorsões de milhões de dólares? Precisariam dele pra quê? Só se fosse para fazer trapalhadas no melhor estilo Peter Sellers, como foi o caso da Light. Se se buscar os arquivos dos jornais da época da denúncia da Light, vai se descobrir notícias de que esse Romeu estava lotado na Alerj, no gabinete do deputado André Luis, o “capataz” de Cabral e Paulo Mello.

Romeu sempre foi um trapalhão que visitava as empresas em nome das Cpis. O caso Light - o Edésio Quintal, ex-diretor sabe mais do que ninguém – foi armado por Sergio Cabral e Paulo Mello. Todo mundo na Alerj sabe disso. Os  funcionários da Alerj sabem disso. Os servidores das Cpis sabem disso.

O Silveirinha tinha seu próprio esquema, e não precisaria jamais de um bobão como o Romeu para extorquir dinheiro das empresas.

Se for seguido o fio dessa meada, será descoberto um “esquemaço” pior do que o dos fiscais da Secretaria da Fazenda. O que Sergio Cabral e Paulo Mello fizeram durante esses últimos 8 anos é estarrecedor, pois usaram o terror como nenhum outro parlamento o fez. Isso, sem se falar nas privatizações da era Marcello Alencar, quando o filho do ex-governador, Marco Aurélio ainda era carne e unha com Cabral e Paulo Mello (este último líder do governo na época).

E alguém pode dar uma boa razão para Sérgio Cabral ter a mulher de Silveirinha lotada no seu gabinete durante anos? E ainda nomeá-la para um cargo de chefia de 6.000,00? E só a exonerou porque estourou o escândalo na imprensa.

Até hoje está sem explicação a origem do dinheiro amealhado através de extorsões pela dupla Cabral / Paulo Mello, que os fizeram homens ricos, com depósitos gigantescos no exterior.

Essa CPI da Alerj é ridícula. Paulo Mello na presidência? Sem comentários, pois ele está ali para proteger suas alianças: Sérgio Cabral, Jonas (hoje no TCE),  Ariston (ex-chefe do Gabinete Civil e atual Secretario de Transportes)  e, é claro, ele mesmo, Paulo Mello. Graça Matos? Acusada deter sida uma das·> > beneficiárias daquele caso de extorsão de um vereador de São Gonçalo·> > - o Castor·> ela sempre foi uma das parlamentares de confiança do Cabral, tendo sido sua primeira vice-presidente. “Queridinha” da Rosinha, Graça Matos é ideal para uma função dessas. Qualquer um sabe que ela não resistiria a um exame psicotécnico.

Pedro Fernandes na CPI? É outra piada. Idoso, doente, semi-analfabeto,  dorme ao sentar-se em qualquer poltrona do Palácio Tiradentes. Lembra aquela personagem do Ronald Golias, o “Bartolomeu Guimarães”? Pois é. Edmilson Valentim tem seu esquema próprio, sempre ligado ao Wagner Victer.

Suas CPIs tratam de assuntos que dizem respeito à área energética, mas sempre foi um fiel escudeiro de esquerda do Cabral. Recebeu ajuda da Coca-Cola, é verdade, mas tem tantas dívidas contraídas com o ex-presidente da Alerj, que jamais permitiria que essa CPI dos fiscais descambasse para um caminho que viria atingir seu amigo Cabral. Este último, aliás, espertamente sempre se cercou de parlamentares de esquerda para lhe dar aquele ar de seriedade Carlos Minc, Heloneida Studart, Valentim.  Romeu Sulfan sabe demais. Sempre teve acesso aos gabinetes da Alerj onde se decidiam grandes esquemas de extorsão. Era o “apanhador” de dinheiro para Paulo Mello e Cabral.

Acesse o endereço http://www.alerj.rj.gov.br/comissoes3.htm

. Aí tem a relação das

Cpis da gestão Cabral de 1999 a 2002. Estude as Cpis de 1994 a 1998. Em quase todas aparecem Paulo Mello, autorizadas, é claro, por Sérgio Cabral.  Principalmente nas que envolviam dinheiro.


Se você ama o Rio, e não quer ver nosso estado entregue a um bandido desse quilate, passe essas informações adiante. Faça suas verificações.

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Vamos dizer não a estes corruptos malditos!



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