sábado, 24 de setembro de 2011

Governo criminoso com o apoio da mídia e M.P.

Não sei a que destino isso nos levará, mas, não será bom.


O que vimos neste ano, com a aquiescência da mídia e do Ministério Público, demonstra que os atos criminosos praticados pelos representantes do Estado do Rio de Janeiro e a total submissão da Polícia Militar aos desmandos do Governo, caminham cada vez mais para a ilegalidade.

Embora a mídia e o Ministério Público estejam devidamente notificados, não agem para denunciar o desrespeito a Lei. No dia 3 de junho de 2011, Militares Estaduais se manifestaram ordeira e pacificamente, caminhando pela Av. 1º de Março e Pres. Vargas. Tomaram todas as faixas de rolamento sem a mínima intervenção do ínfimo efetivo da PM de serviço no local.


Embora comentários de adentrar as instalações do QG CBMERJ estivessem na Internet há três dias antes do evento, nada foi feito pelas Corporações Militares para impedir que o fato delituoso ocorresse, pelo contrario, facilitaram ao máximo.

Normas, peculiar e especifica, obrigam a PMERJ e o CBMERJ a terem tomado ações preventivo-repressivas para impedir que a “invasão” acontecesse, mas, o que se viu foi a permissividade com o “delito”. Tão ou mais delituoso foi o Estado, na ação/omissão de suas forças militares, com o intuito de satisfazer o governador na tentativa de desmoralizar o movimento reivindicatório.

Estão ignorando o Estado ilegal, que age impunemente sem nenhuma repressão ou punição. Os Bombeiros Militares e Policiais Militares foram presos pela “invasão”. E o Estado que permitiu?

Um Cel. PM foi preso pelo Comandante Geral PMERJ, prisão ilegal e com palavras ofensivas ao oficial. Tudo devidamente notificado à mídia e ao M.P. O que aconteceu? Nada.

"Quando consentimos que a liberdade de uma pessoa de bem seja retirada ilegalmente, abrimos portas para que assassinatos sejam cometidos para satisfazer interesses escusos".
PRECISO "DE" E "DA" JUSTIÇA


As Corregedorias tambem estão inertes aos apelos de justiça pelas punições ilegais. Não emitem seu parecer, deixando cair no esquecimento.

"O militar que abusa da autoridade ou é um mal intencionado que colima fins diversos do bem público, sendo portanto um agente que atua por dolo; ou é um incapaz, que por desconhecer dos recursos que lhe outorga a administração, por culpa, elege indevidamente os meios e recursos para o alcance dos desideratos da administração castrense, agindo também com abuso de poder." MARTINS, O militar vítima..., p. 31.

Em 11 de maio de 2010 protocolei documento na Corregedoria Geral Unificada narrando a inércia da CIntPMERJ em apurar punição sem oportunizar o contraditório e ampla defesa, além de indícios de adulteração de documentos. Para minha surpresa, a CGU até a presente data não adotou seu PODER/DEVER na apuração de responsabilidades, tornando-se mais um elemento pernicioso do “esquema”.

Resta o remédio judicial, no qual não temos a confiança que deveríamos ter.

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