sábado, 30 de julho de 2011

Pra rir... Imagens do dia...

Afinal, estamos acostumados a sacanagem todos os dias e não caimos na gargalhada.



Acidentes de trânsito

A PRINCIPAL CAUSA DE ACIDENTES DE TRÂNSITO

Vocês sabem qual é a principal causa de acidentes?


Não é o GPS...
Não é o Rádio...
Não é a conversa, nem o uso de celular...
Não é por você assistir um DVD dirigindo...
Nem o fato de você trocar o CD ou DVD...

A principal causa de acidentes é...





...USO DE SAPATOS OU SANDÁLIAS IMPRÓPRIAS PARA A DIREÇÃO, COMO EXEMPLIFICADO NAS FOTOS ACIMA.




Vocês já repararam nisso??

MEL E CANELA - SAÚDE

Você sabia que o mel é o único alimento que não estraga?
Além disso, a mistura de mel e canela cura a maioria das doenças. O mel é produzido em quase todos os países do mundo. E, apesar de ser doce, a ciência demonstrou que, tomado em doses normais como medicamento, o mel não faz mal aos diabéticos. A revista Weekly World New, do Canadá, na sua edição de 17.01.1995, publicou uma lista das doenças que são curadas pelo mel, misturado com canela. Confira:
·         DOENÇAS DO CORAÇÃOFaça uma pasta de mel com canela. Coloque no pão e coma-o regularmente no café da manhã, no lugar da manteiga e geléia. Ela reduzirá o colesterol das artérias e previnirá problemas no coração. Também previne novos infartos nas pessoas que já tiveram. O uso regular deste processo diminui a falta de ar e fortalece as batidas do coração.
Nos Estados Unidos e Canadá, se utiliza esta pasta continuamente nos asilos. Descobriu-se que o mel com canela revitaliza e limpa as artérias e veias dos pacientes idosos.
·         ARTRITE E INFECÇÕES DE RINS
Misturar uma xícara de água morna com 02 colheradas de mel e 01 colherinha de canela em pó. Beber uma xícara de manhã e uma de noite. Se tomar com frequência pode até curar a artrite crônica, além de eliminar os germes que produzem infecção nos rins.
Numa pesquisa feita na Universidade de Kopenhagen, os médicos deram aos seus pacientes diariamente, antes do café da manhã, 1 colherada de mel e meia colherada de canela em pó. Em uma semana, de 200 pacientes que seguiram o tratamento, 75 deixaram de ter dor inteiramente. Um mês depois, todos os pacientes estavam livres da dor, mesmo aqueles que quase já não conseguiam caminhar.
·         COLESTEROL2 colheradas de mel com 03 colherinhas de canela misturados em meio litro de água. Tomar 03 vezes ao dia. Isto reduz o colesterol em 10%, em duas horas. Tomado diariamente, elimina o colesterol ruim.
·         RESFRIADOSPara curar completamente sinusite, tosse crônica e resfriado comum ou severo, misturar 1 colherada de mel com 1 colherinha de canela em pó e tomar com frequência.
·         DOR DE GARGANTA
1 colherada de mel, misturada com meia colher de vinagre de sidra.
·         PERDA DE PESO
Diariamente, meia hora antes de deitar e meia hora antes de tomar o café da manhã, beba mel com canela numa xícara de água. Se beber todos os dias, reduz o peso até de pessoas muito obesas.
·         VELHICETambém evita os estragos da idade quando se toma regularmente. Misture 1 colherada de canela e 3 xícaras de água. Ferva para fazer um chá. Quando amornar, coloque 4 colheradas de mel. Beber um quarto (1/4) de xícara, 3 ou 4 vezes ao dia. Mantém a pele fresca e suave, e, diminui os sintomas da idade avançada. Beber este chá alonga a vida e até uma pessoa de 100 anos pode melhorar muito e se sentir como alguém muito mais jovem!
·         PERDA DE CABELO
Os que sofrem de calvície ou estão perdendo o cabelo, podem aplicar uma pasta de azeite de oliva (aqueça o óleo até uma temperatura suportável à pele), 1 colherada de mel e 1 colherinha de canela em pó, no couro cabeludo. Deixar por 15 minutos antes de lavar. Foi comprovado que é eficiente mesmo quem deixar a pasta na cabeça somente 5 minutos.
·         DOR DE DENTESFazer uma pasta com 1 colherinha de canela e 5 colherinhas de mel e aplicar no dente que está doendo. Repita pelo menos 3 vezes ao dia.
·         PICADAS DE INSETOS
Misture 01 colherinha de mel, 2 colherinhas de água morna e 1 colherinha de canela em pó. Faça uma pasta com os ingredientes e esfregue-a suavemente sobre a picada. A dor e a coceira irão desaparecer em minutos.
·         INDIGESTÃOA mistura de mel com canela alivia os gases no estômago, fortalece o sistema imunológico e alivia a indigestão.
OBSERVAÇÃO: O MEL NÃO DEVE SER FERVIDO!
Fonte:
Grupo Alternativo Amor e Luz
Hospital Espiritual Dr. Adolfo Bezerra de Menezes
Rua Brigadeiro Galvão, 684 - Barra Funda - São Paulo - Tel.: (11) 3822-5687

UPP ABRE FRENTES DE TRABALHO

Um projeto audacioso para o Estado, as UPPs. Além de ser um “plágio” dos antigos GEPAEs, não dimensionou o efetivo disponível para sua implantação, obrigando ao CEFAP a se tornar não uma Unidade de Formação Profissional e sim uma “fabrica” de policiais militares, tal qual uma linha de produção que em vista da necessidade rápida de pôr material, muitos saem com defeito de fabricação.


Onde foi implantada, trouxe esperança aos moradores ordeiros da comunidade, onde seus filhos não mais conviveriam com a ostensividade de armas, pois, o trafico, que ainda mantém seus “negócios”, não mais precisariam de “soldados” e “olheiros”, estando o Estado fazendo esse papel a custo zero para os traficantes.

Nas comunidades ocupadas pelas forças de pacificação, várias frentes de trabalho foram suprimidas, a UPP faz bem esse papel. Com isso foi tirada fonte de renda de diversos jovens que, com o rendimento das atividades paralisadas, deixaram suas “famílias”, não tão “ordeiras”, em dificuldades financeiras, pois não mais poderiam prover seu sustento.

Isso gerou insatisfação nos moradores não “ordeiros” que, sempre que possível, hostilizam os militares na tentativa de desmoralização perante a opinião pública. Afinal, emprego decente com salário mínimo não é pra qualquer um, tem realmente que trabalhar.

Bem, até aqui vimos que o trafico continua nas comunidades pacificadas, sendo os gastos com seu “comercio”, reduzido drasticamente, aumentando sua margem de lucro, já que o “produto” final não reduziu seu preço em vista da redução de “custo operacional”.

Mas ainda há a ampliação do mercado, os traficantes excedentes foram para o interior do estado como mostram as diversas reportagens nesse sentido veiculadas nos jornais. O comércio das drogas aumenta consideravelmente e, neste “novo” território abre frentes de trabalho, onde, as famílias “não ordeiras” podem empregar seus filhos “vagabundos”, antes sem colaborar com a manutenção do “lar”, agora colocados no novo mercado que se expande pelo interior do Estado do Rio de janeiro.

Armas apreendidas nas “retomadas” de territórios são inexpressivas em vista das estatísticas de quantos fuzis haviam nas comunidades “pacificadas”, mostrando que migraram junto com o material humanos excedente. Nas novas “frentes de trabalho” elas são ainda úteis na medida em que têm que se estabelecer em novo território, expulsando os pequenos “negociantes”, dominando o “mercado”.

NOVO CICLO QUE SE INICIA

Um boné na soleira

Dora Kramer - O Estado de S.Paulo
29 de julho de 2011

Intrigante a conduta do ministro da Defesa, Nelson Jobim: está no governo, é governo, mas não disfarça sua insatisfação com a parte que lhe coube no latifúndio do governo Dilma Rousseff.


Quando se aventa a hipótese de que esteja com vontade de sair, diz que não há nada a não ser mal-entendidos, mas, não demora, faz de novo algum gesto de evidente sinal de desconforto.

E aqui não se trata das críticas duras que Jobim faz ao governo nas reuniões internas do PMDB, porque nessa seara está na companhia da maioria dos ministros do partido. Tomemos apenas o que o ministro da Defesa diz em público.

Aparentemente sem a menor necessidade, e por isso é que os movimentos causam estranheza e suscitam dúvidas sobre o intuito do ministro. Ainda mais tratando-se de um homem afeto a exercícios de lógica, que nada faz sem que tenha em mente a tese, a antítese e a síntese.

Qual o papel, por exemplo, que procura desempenhar quando afirma em solenidade de homenagem ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que uma das melhores características dele era saber se relacionar bem com subordinados, "sem nunca levantar a voz"?

Falou por iniciativa própria sem que a ocasião lhe oferecesse contexto para tal, a não ser o propagado hábito da presidente Dilma de se dirigir a subalternos justamente levantando a voz.

Na época Jobim cuidou de explicar apenas uma parte do discurso. Aquele em que citava Nelson Rodrigues para dizer que no governo de FH os idiotas eram discretos, mas hoje "perderam a modéstia". Alegou se referir a jornalistas. Mas aquela outra parte sobre o tratamento de governantes com subordinados ficou no ar, à disposição da óbvia ilação comparativa.

Mas, tudo bem, passou. Até que em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo Jobim discorre sobre o já sabido: que votou em José Serra na última eleição. Nada demais, em tese. O voto é livre, abre a posição quem quer.

Mas, como diria petista de triste memória, determinados tipos de transparência não denotam inteligência. No caso de Jobim, não se pode falar em insuficiência mental. Sobra-lhe.

Então para que trazer o assunto à baila, se poderia simplesmente invocar o sigilo constitucional do voto e seguir em frente? Não, fez questão de reafirmar uma posição que sabidamente provocaria reações no PT e criaria um inútil mal-estar para o vice-presidente da República, representante do partido de Jobim em governo a que aceitou servir como ministro da Defesa.

Por que passar o recibo da infidelidade partidária? Para exercitar a transparência é que não foi.

O que parece mesmo é que Jobim está com o boné pendurado na soleira da porta, testando a capacidade de resistência da presidente diante de insolências em série.

Quem é quem. Houve um tempo em que o Palácio do Planalto dispunha de um sistema de triagem de biografias de indicados para cargos na administração pública. Funcionava, ou era para funcionar, no Gabinete de Segurança Institucional da Presidência.

Nunca mais se falou nisso. Mas, agora, quando a presidente Dilma Rousseff diz que vai impor a ficha limpa como pré-requisito para os substitutos dos demitidos do Ministério dos Transportes, valeria a retomada da prática do exame de vidas pregressas antes de o governo oficializar nomeações.

Para todos, os novos e os atuais ocupantes de postos na Esplanada, palácio e adjacências.

Por etapas. A pesquisa que mostra 55% da população contra a união estável entre pessoas do mesmo sexo pode até parecer um dissenso em relação à decisão do Supremo Tribunal, mas, se a gente olhar direito não necessariamente.

Além de um tanto recente na pauta nacional, o assunto ainda não foi devida e completamente compreendido: boa parte dos que são contra se manifestam na verdade contrários ao casamento gay, tema que não está (ainda) em questão no Congresso ou na Justiça. Para uma opinião pública tida como conservadora, 55% é um porcentual baixo.

Candidatos à OAB escrevem "perca do praso" e "prossedimento"

Ordem dos Advogados mostra erros que considera graves para justificar que bacharéis em Direito não devem ser advogados


Agência Brasil
29/07/2011


“Perca do praso”, em vez de perda de prazo. “Prossedimento”, e não procedimento. “Respaudo”, em lugar de respaldo. “Inlícita”, e não ilícita. Erros de português como estes foram constatados no primeiro exame de 2011 da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), por meio do qual os diplomados em Direito buscam aprovação para poder exercer a advocacia. Por causa disso, a entidade defende a manutenção da prova de habilitação para os futuros advogados como obrigatória. Em breve, o assunto deverá ser julgados pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

No ano passado, nove em cada dez candidatos ao exame unificado da OAB foram reprovados. Os resultados não deixam dúvida sobre a formação deficiente dos bacharéis em direito – ou pelo menos sobre como eles estão aquém das exigências da entidade.


A Agência Brasil teve acesso a partes das provas do primeiro exame de 2011 da entidade. Os erros não se restringem à falta de domínio da língua portuguesa. Os inscritos também desconhecem noções elementares de direito e sobre a formação do Estado brasileiro.

Em uma das questões da provas, um candidato responde que o o juiz do Trabalho não pode “legislar sobre falência”. Em outro trecho, o inscrito mostra que ignora o mais alto cargo do Judiciário, o de ministro do STF. A petição simulada na prova pelo candidato é dirigida ao “Exmo. Sr. Desembargador do Supremo Tribunal Federal”. No entanto, não há desembargadores no Supremo.

Para a OAB, estes erros dos candidatos mostram que é preciso uma seleção mínima para que os diplomados em Direito possam exercer a advocacia, diz o vice-presidente da Comissão Nacional do Exame da Ordem e coordenador da comissão de elaboração do Exame da Ordem Unificado, Luís Cláudio Chaves. “O advogado lida com a liberdade, com o patrimônio, com a questão sentimental em um processo de família. Se essa pessoa fizer mal a alguém [por falta de competência profissional], se alguém for preso pela sua baixa qualificação, como se remedia isso? ”

O questionamento sobre a legalidade do exame da OAB chegou ao STF por meio de uma ação impetrada pelo bacharel João Antonio Volante. A ação tem como relator o ministro Marco Aurélio Mello. Na semana passada, o parecer do Ministério Público Federal (MPF) sobre o assunto causou polêmica nos meio jurídicos: o subprocurador-geral da República Rodrigo Janot considerou o exame inconstitucional e argumentou que não cabe a OAB selecionar.

“Se fosse um concurso com restrição de vagas, poderia haver questionamento da constitucionalidade, mas estamos procurando aptidões”, assinala Chaves. “Isso existe até em funções não intelectualizadas. Um motorista, por exemplo, precisa de uma carteira de determinado tipo para dirigir profissionalmente.” Para ele, é melhor que a OAB submete os bacharéis à prova do que constatar o despreparo durante o exercício profissional.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Morador do Alemão deu um chute no peito de militar, diz denúncia

Suspeitos usaram enxada, tijolo e até blocos de cimento para atacar tropas do Exército


Mario Hugo Monken, iG Rio de Janeiro
29/07/2011

As denúncias feitas pelo Ministério Público Militar contra moradores dos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio, revelam que eles também chegaram a agredir fisicamente as tropas da Força de Pacificação e usaram objetos como enxada, tijolo e até blocos de cimento para atacar as tropas do Exército.


Segundo um levantamento feito pelo iG no site do Superior Tribunal Militar (STM), ao menos 49 pessoas foram denunciadas pela Procuradoria Militar pelos crimes de desacato, desobediência, resistência ou ameaça aos integrantes da Força de Pacificação do Exército, crimes previstos no Código de Processo Penal Militar (CPPM).

                                Militares do Exército durante ocupação do Complexo do Alemão
No dia 8 de junho, uma patrulha do 37º Batalhão de Infantaria Leve abordou quatro suspeitos de tráfico de drogas em um bar. Um dos revistados se negou a colocar as mãos na parede, puxou do bolso o telefone celular e a carteira de identidade. Disse que era trabalhador e que iria chamar o seu advogado. Os militares pediram para que ele desligasse o aparelho.


O morador chamou outras pessoas para ajudá-lo. Segundo a denúncia, quando era levado para dentro da viatura, o suspeito deu um chute no peito de um dos militares e subiu no teto do carro do Exército. A tropa, então, teve que intervir. Um spray de pimenta foi usado e um tiro de bala de borracha foi disparado e atingiu o homem na perna. Ele acabou recebendo voz de prisão.

No dia 18 de maio, um morador desacatou militares na Praça São Lucas, na Vila Cruzeiro. Consta na denúncia que a tropa ordenou que ele parasse. No entanto, o mesmo reagiu e pegou uma enxada para agredir os integrantes do Exército.

Um dos militares, então, acionou sua arma com munição não letal. De acordo com a denúncia, o morador largou a enxada, pegou dois blocos de cimento e atirou um deles na direção da tropa, atingindo um militar. Foi dada voz de prisão ao suspeito que, mesmo assim, teria dado chutes nos integrantes do Exército e ainda tentou tomar um fuzil.

Tentativa de atropelamento

No dia 15 de janeiro, militares patrulhavam a Estrada Vicente de Carvalho, perto da casa de shows Olimpo, quando foram desacatados por transeuntes que, segundo consta em denúncia da Procuradoria da Justiça Militar, estavam obstruindo a passagem da viatura.

A tropa insistiu para que eles deixassem o local, mas os suspeitos se recusaram. Além de terem xingado os militares, um deles ameaçou arremessar um tijolo nos integrantes do Exército. Um militar, então, reagiu e atirou spray de pimenta para contê-lo.

Em outro caso ocorrido no dia 22 de abril e que resultou em denúncia, os militares faziam patrulhamento na esquina das ruas Joaquim de Queirós com Bulhufa, no Alemão, e pediram para que um motociclista parasse. Ele estava com duas pessoas na garupa. Consta nos autos que ele furou o bloqueio e jogou a motocicleta na direção de um militar na tentativa de atropelá-lo.

O suspeito foi perseguido e acabou derrapando com a moto. Foi detido e autuado por constrangimento ilegal e desafio para duelo.

Militar foi agarrado e jogado no chão

No dia 19 de junho, na Rua Aristóteles Ferreira, na comunidade Nova Brasília, no Alemão, militares pediram para que um morador parasse para ser revistado. Consta na denúncia que ele se negou e gritou: "Vocês não têm direito, vocês não mandam em mim".

A tropa tentou imobilizá-lo, mas o morador reagiu. Os autos revelam que, ao receber voz de prisão, ele empurrou um militar. Quando era colocado dentro da viatura, o suspeito agarrou um integrante do Exército, o derrubou no chão e tentou fugir. Os militares tiveram que usar spray de pimenta e munições não-letais para contê-lo.


Com certeza é muito boa a sensação de segurança que a população "ordeira" do Complexo do Alemão experimenta com a "pacificação". Mas também é certa a insatisfação das familiar, não tão "ordeiras", que tinham no tráfico sua principal fonte de renda, onde seus "menores" trabalhavam como "olheiros" e os adolescentes como "soldados" para a segurança dos pontos de venda. Esse "material" humanos, hoje foi descartado, já que os militares das FFAA e Policiais Militares, fazem o trabalho a custo zero para os traficantes.
Sendo assim, para certas pessoas não "ordeiras", a ocupação da área trouxe instabilidade financeira, pois seu "ganha pão" acabou. Tentam com ataques, a desmoralização das tropas militares, numa tentativa, creio que inútil, de ter de volta o meio de "sustento" provido pelas vagas de "trabalho" extintas.

MARACUJALH​O

                       Maria Rodrigues de Aguiar Farias mostra sua árvore de MARACUJALHO

Fruto foi plantado no quintal de uma casa em São José de Ribamar (MA).



Quem quiser filmar tem de pagar R$ 20; para fotografar o preço é R$ 15.Glauco Araújo Do G1, em Salvador

A dona de casa Maria Rodrigues de Aguiar Farias, 53 anos, está cobrando uma taxa de visitação ao maracujazeiro que ela plantou no quintal de sua casa, em São José de Ribamar (MA), há dois anos. O interesse pela pequena plantação dela foi motivado pela fruta,que cresce em formato de órgão sexual masculino.

"Desde que descobriram que tinha uma fruta assim no meu quintal, muita gente começou a querer ver com os próprios olhos.

Era muita gente mesmo. O problema é que, para chegar ao quintal, as pessoas tinham de passar por dentro da minha casa.
Em uma dessas visitas, levaram o meu celular", disse Maria ao G1.Depois do prejuízo provocado pelo pequeno furto, a dona de casa resolveu limitar a visitação.
"Passei a cobrar R$ 2 para visitantes; R$ 15 para fazer fotografias; e R$ 20 para fazer filmagem", afirmou ela.
http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/02/maracuja-cresce-em-formato-de-orgao-sexual-masculino-no-maranhao.html

Dona Maria disse que o maracujazeiro está em plena produção. "Tem maracujá demais. Tem mais de 40 frutos lá.


Eles ficam amarelinhos quando amadurecem."Até os primeiros maracujás em formato de pênis surgirem no quintal dela, a vida era pacata e calma, mas depois da inusitada plantação,a dona de casa passou a ser reconhecida nas ruas da cidade onde mora. "Era muita gente na minha casa. Chegava a ficar sem comer para conseguir olhar todas as pessoas que faziam visitas", disse ela.

                                                  Maracuazeiro dá fruto em formato fálico
Perguntada se provou o tal maracujá fálico, dona Maria respondeu, inicialmente, que tinha provado a fruta.


"Comi a polpa, que parece melão ou abacate. Eu cortei de comprido e experimentamos. Não é amargo, nem azedo e nem muito doce, é suave".Mas, depois, dona Maria voltou atrás, em meio a risos, dizendo que nem ela e nem sua família ainda tiveram coragem de experimentar o sabor do inusitado fruto. "Não comemos ainda, não. Mas já que plantei, plantei para comer, não é para deixar na árvore", disse a dona de casa.Pesquisa científica

Pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estão acompanhando, há pouco mais de um mês, o desenvolvimento do maracujá que cresce em formato de órgão sexual masculino."A dona de casa nos disse que o maracujá surge no formato ovalado e depois se desenvolve com aquele formato. É a primeira vez que temos notícias de um fruto com essas características aqui no Maranhão", disse Marcelo Cavallari, pesquisador de recursos genéticos vegetais da Embrapa.Os maracujás que estão no quintal da dona de casa têm a coloração verde. "O aspecto é saudável, não está doente. Tirando o formato, é sadio. O tempo de maturação costuma ser de um mês a um mês e meio, mas está demorando mais para amadurecer", disse Cavallari.Filomena Antonia de Carvalho, coordenadora de Defesa Vegetal da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Maranhão, visitou a casa de Maria Rodrigues ainda em janeiro deste ano. "Não temos condições de avaliar o que aconteceu com o maracujá, por isso acionamos os pesquisadores da Embrapa. Fizemos, então, uma segunda visita ao local com eles.""É bem grande, é bem grosso mesmo. Chega a ter entre 15 e 20 centímetros de comprimento. Não há motivo para que o maracujá não seja consumido por causa do formato, mas também não sabemos como é por dentro", disse Cavallari.Ele explicou que a dona de casa precisa assinar um termo de anuência prévia de provedor, o que permitirá fazer genéticas do fruto.

Se fizermos caipirinha disso, será que vamos chamar de "caipiralho"???

Ateus fazem campanha para mostrar que são vítimas de preconceito.

“Somos a encarnação do mal para grande parte da sociedade”, diz presidente da Associação Brasileira de Ateus e Agnósticos (ATEA)


Danielle Nordi, iG São Paulo
29/07/2011

A campanha era para ser veiculada na parte traseira dos ônibus, mas empresas de São Paulo, Salvador, Florianópolis e Porto Alegre se recusaram a fazê-lo. A saída foi utilizar outdoors. Pelo menos em Porto Alegre, que desde o começo do mês é a primeira cidade brasileira a exibir uma campanha que defende o ateísmo.

                       Originalmente, a associação pretendia usar as peças em ônibus, mas as empresas não aceitaram
Afinal, o que há de tão problemático com os anúncios? De acordo com Daniel Sottomaior, presidente da organização responsável pela campanha, o que incomoda é o conteúdo. Ele diz que as mensagens foram feitas com o objetivo de conscientizar a população de que o ateísmo pode conviver com outras religiões e não deve ser encarado como uma deficiência moral. “Todos os grupos que sofrem algum tipo de preconceito procuram fazer campanhas educativas para tentar minimizar o problema. Foi o que fizemos”, afirma.


Diante das mensagens veiculadas nos outdoors, as reações foram variadas. “Foram interpretadas como provocação por alguns grupos religiosos. Além disso, muitos acharam de mau gosto ou preconceituoso. Acho que isso foi coisa de quem não entendeu ou não quis entender”, diz. Daniel diz que seu objetivo é mostrar que ser ateu é difícil. “As pessoas ficam chocadas quando você revela que não acredita em um deus. Muitos chegam a perder emprego e, principalmente, amigos”.


Punição

Para o sociólogo americano e estudioso das religiões Phil Zuckerman o ateísmo ainda é fonte de muito preconceito. Segundo ele, ateus sofrem até mesmo perseguições. “Mesmo atualmente, em algumas nações, ser ateu é passível de punição com pena de morte. Nos Estados Unidos existe um forte estigma em ser ateu, principalmente no sul, onde a religiosidade é mais forte”, conta.

No Brasil, um país laico, a intolerância pode aparecer nas situações mais improváveis. A professora da Universidade Federal de Minas Gerais Vera Lucia Menezes de Oliveira e Paiva perdeu um filho de dois anos, atropelado. Diante do sofrimento da família no velório da criança, Vera escutou uma frase que a deixou bastante magoada. “Uma amiga me disse: ‘Quem sabe isso não aconteceu para você aprender a ter fé?’. Isso apenas reforçou minha convicção de que eu não queria acreditar em nenhum deus que pudesse levar o meu filho inocente”, revela.

Apesar de tudo, Vera afirma que não se perturba com comentários acerca de sua escolha. “Acho natural que uma pessoa religiosa queira demonstrar sua fé. Entendo e convivo com pessoas bastante religiosas sem problema algum. Só não gosto quando ficam argumentando sobre o quanto é maravilhoso acreditar em Deus. Tenho direito a ter minha crença pessoal.Ou a falta dela.”


Daniel diz que atitudes como estas, vindas de amigos e familiares, fazem com que ateus não “saiam do armário”. Ele afirma que esta expressão, usada inicialmente para descrever homossexuais que ainda não se assumiram, encaixa-se perfeitamente no momento pelo qual o ateísmo vem passando. “Estamos atrasados uns 30 anos em relação à luta contra o preconceito, se compararmos com homossexuais ou negros. Sou bastante cético, mas tenho a esperança de que possamos alcançar o mesmo patamar daqui a algumas décadas”, revela.

Exagero

Há quem veja afirmações como as dada por Daniel como exagero. O filósofo Luiz Felipe Pondé, professor da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), considera ações como as desenvolvidas pela ATEA como marketing. “O preconceito diminuiu muito, principalmente nos meios universitários e empresariais. Acho a comparação de ateus com negros e homossexuais um exagero. Tem um pouco de marketing aí.”

Pondé admite que muitas pessoas ainda têm dificuldade em enxergar a possibilidade de uma vida sem um deus. “Muitos associam moral pública à religião. Isso também é um absurdo. Pessoas matam umas as outras acreditando ou não em Deus. O que acontece é que muitos ateus ficam alardeando coisas assim, mas acho que hoje o cenário já é bem diferente”, afirma.


Apesar de não ser tão enfático, Zuckerman admite que em alguns lugares do mundo o ateísmo não é mais visto como algo depreciativo. “Em muitas sociedades, como no Canadá e na Suíça, ser ateu não tem nada de mais. A Austrália, por exemplo, tem um primeiro-ministro ateu. Cada país tem uma dinâmica diferente.”

PM sem assistencia do Estado

Ontem na matéria sobre o Policial Militar Oswaldo Miranda Dias, no Balanço Geral da Record, mais uma vez é exporta a situação do Militar Estadual quando ferido em ação. O FUSPOM, religiosamente descontado todo mês no contra cheque desses militares, foi instituído pela Lei nº 3465 de 14 de setembro de 2000, alterando a Lei nº 3189 de 22 de fevereiro de 1999.


LEI Nº 3465, DE 14 DE SETEMBRO DE2000

ALTERA A LEI Nº 3189, DE 22 DE FEVEREIRO DE 1999, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

O Governador do Estado do Rio de Janeiro,

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º - A Lei nº 3189, de 22 de fevereiro de 1999, que “INSTITUI O FUNDO ÚNICO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – RIOPREVIDÊNCIA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS”, passa a vigorar com a seguinte alteração:

“Art. 48 - .............................................

§ 1º - A assistência médico-hospitalar aos policiais-militares e aos bombeiros-militares, assim como, a seus dependentes, será prestada com recursos provenientes:

I – da contribuição mensal de 10% (dez por cento) do soldo do policial-militar ou bombeiro-militar;

II – da contrapartida mensal do Estado, mediante dotação orçamentária específica, obedecida a seguinte proporção, desde a data da publicação desta Lei, em relação à arrecadação prevista no inciso anterior:

a) 25% (vinte e cinco por cento) no primeiro ano;

b) 50% (cinqüenta por cento) no segundo ano;

c) 75% (setenta e cinco por cento) no terceiro ano;

d) 100% (cem por cento) no quarto ano;

III – da contribuição mensal de 1% (um por cento) do soldo do policial-militar ou do bombeiro-militar, por dependente, até o limite total de sua margem consignável.

IV – de doações e legados;

V – de indenizações por atendimento conveniado.

§ 2º - Os recursos de que trata este artigo terão destinação específica, com escrituração sob a rubrica “FUNDO DE SAÚDE DA CORPORAÇÃO” e serão geridos por uma comissão designada pelos respectivos Comandantes Gerais, ...VETADO..., em conta vinculada a estabelecimento bancário, com praça no Estado do Rio de Janeiro.


A Emenda Constitucional nº 41/03, que deu nova redação ao § 1º do art. 149 da Constituição Federal, reforçou o caráter compulsório da contribuição previdenciária

Art. 14 - Constituem, dentre outras, fontes de receita do Fundo:

* I – as contribuições de natureza previdenciária dos servidores públicos estatutários, ativos e inativos, do Estado do Rio de Janeiro, suas autarquias e fundações, bem como dos beneficiários de pensão por morte de servidor público estadual estatutário; (NR)

* Art. 18 - As contribuições de natureza previdenciária e quaisquer outras importâncias devidas ao RIOPREVIDÊNCIA pelos servidores estatutários, ativos e inativos, e pensionistas serão arrecadadas mediante desconto em folha, pelos órgãos responsáveis pelos respectivos pagamentos e por estes recolhidas, à conta do RIOPREVIDÊNCIA, até o dia 30 (trinta) do mês em que se efetivar o respectivo pagamento de vencimentos, proventos ou pensões. (NR)

Desconto compulsório só a favor do Rio Previdência.

Fundo de Saúde é facultativo

O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro declarou a inconstitucionalidade dos incisos I e II, do art. 48 da Lei nº 3.189/99.

I – da contribuição mensal de 10% (dez por cento) do soldo do policial-militar ou bombeiro-militar;

II – da contrapartida mensal do Estado, mediante dotação orçamentária específica, obedecida a seguinte proporção, desde a data da publicação desta Lei, em relação à arrecadação prevista no inciso anterior:

a) 25% (vinte e cinco por cento) no primeiro ano;

b) 50% (cinqüenta por cento) no segundo ano;

c) 75% (setenta e cinco por cento) no terceiro ano;

d) 100% (cem por cento) no quarto ano;

A matéria quanto a sua legalidade ou não, é de competência exclusiva do judiciário em analisar sua aplicação, mas, sendo importante destacar a obrigação do Estado em oferecer a contrapartida de recursos para a manutenção da assistência médica prevista na Lei que instituiu o Fundo de saúde.

Lei nº 3189, de 22 de fevereiro de 1999

“Art. 48 –

§ 2º - Os recursos de que trata este artigo terão destinação específica, com escrituração sob a rubrica “FUNDO DE SAÚDE DA CORPORAÇÃO” e serão geridos por uma comissão designada pelos respectivos Comandantes Gerais


COMUNICADO Nº 31 / 2010

Rio de Janeiro, 25 de outubro de 2010.

PAGAMENTO DA DÍVIDA DO ESTADO COM O FUSPOM.

Meus Amigos.

Por lei, para cada um real descontado dos contracheques de Policias Militares

para o Fundo de Saúde da PMERJ (FUSPOM) o Estado deve entrar com outro um

real para composição do mesmo.

Ocorre que, há anos, o Estado não repassa sua parte e ainda contingência a

verba carimbada do FUSPOM, prejudicando o atendimento de saúde à família Policial

Militar.

Tenho cobrado, junto com o Ministério Público, a quitação dessa dívida que, na

realidade, já ultrapassa os R$ 150 milhões, mais do que os R$ 120 milhões constantes

da matéria do jornal Extra, publicada no último domingo (24/Out). (veja abaixo)

Minha expectativa é que seja homologado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para que o débito seja saldado gradualmente, a curto ou médio prazo, bem como os repasses vindouros sejam cumpridos integralmente.

Sigo fazendo minha parte para dar dignidade aos Policiais Militares e seus

familiares.

FLÁVIO BOLSONARO

Deputado Estadual RJ



Como Gestor do Fundo de Saúde, cabe aos Comandantes gerais das Corporações Militares do Rio de Janeiro, cuidar para a efetividade do repasse de verbas sob responsabilidade do Governo, assim não fazendo estão prevaricando em suas funções, trazendo sérios danos à saúde do policial militar, evitando que matéria como a relatada pelo Cabo Oswaldo Miranda Dias no jornalístico da Record, Balanço Geral de 28 de junho, expondo a Corporação ao ridículo perante a opinião pública quando não provê assistência de seu servidor incapacitado por ato de serviço.

O desconto do Fundo de Saúde, FUSPOM, seria amplamente aceito pelos componentes da Corporação se houvesse sua aplicação ao fim que se destina, mas, o que ocorre é sua apropriação indébita (Art. 168 - Apropriar-se de coisa alheia móvel, de que tem a posse ou a detenção) pelo estado com a conivência delituosa dos Comandantes das Corporações Militares do Estado do Rio de Janeiro.

Supervia não tem legitimidade para figurar no polo passivo em ação indenizatória

DECISÃO

A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) excluiu a Supervia Concessionária de Transporte Ferroviário S/A do polo passivo da execução ajuizada por Maria Rita Freitas de Araújo. A Turma, seguindo o voto do relator, ministro Luis Felipe Salomão, considerou que ficou comprovado não haver relação sucessória entre a Supervia e a Flumitrens, empresa que operava na época do acidente que originou o processo de execução.


No caso, a Supervia recorreu de decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) que, ao manter a sentença, reconheceu a legitimidade da concessionária para figurar no polo passivo da demanda. “Empresa que recebe o patrimônio da anterior concessionária e continua na exploração da mesma atividade responde pela dívida judicial constituída antes da transferência”, decidiu.

No STJ, a Supervia alegou sua ilegitimidade passiva para responder por obrigações contraídas pela Flumitrens, uma vez que não é sua sucessora, nem da Central (verdadeira sucessora da Flumitrens), bem como não absorveu parcela do patrimônio destas, tratando-se de empresas sem ligação com ela.

Segundo o ministro Salomão, ficou comprovado não haver relação sucessória entre a Supervia e a Flumitrens, tendo aquela assumido a concessão do serviço público mediante contrato administrativo precedido por licitação, originariamente, razão por que não cabe imputar à Supervia o cumprimento das obrigações da Flumitrens, como as decorrentes de ato ilícito ocorrido durante a concessão anterior.


Coordenadoria de Editoria e Imprensa


http://www.stj.jus.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&tmp.texto=100170

SP dá 1º passo para internação forçada de meninos de rua usuários de droga

Procuradoria alega que menores de idade e viciados são legalmente incapazes de escolher o que querem; decisão está nas mãos de Kassab

29 de julho de 2011
Marcelo Godoy e William Cardoso - O Estado de S.Paulo

       Cracolândia. Proposta prevê recolhimento, triagem e contato com pais, antes de ação judicial
 
Um parecer da Procuradoria Geral do Município é o primeiro passo para a adoção da internação compulsória de meninos de rua usuários de droga em São Paulo. O modelo recomendado é semelhante ao adotado pelo Rio e tem três fases: recolhimento, triagem e decisão judicial de internação.

O parecer desata o nó jurídico em torno da internação e coloca nas mãos do prefeito Gilberto Kassab (sem partido) a decisão política de adotar a medida na capital. "Não estou mais no processo, já superei a minha fase. Fizemos um pequeno estudo. Passamos os conceitos jurídicos, as posições favoráveis e contrárias. O Januário (Montone, secretário da Saúde) e a Alda (Marco Antônio, secretária da Assistência Social) têm de trabalhar o tema", disse Claudio Lembo, secretário de Negócios Jurídicos, pasta por onde passou o projeto, antes de ser encaminhado a Kassab.


Dois pontos são a base da argumentação jurídica a favor da internação compulsória. O primeiro é o da incapacidade civil dos menores, que não teriam plenamente o direito de escolher se querem ou não ser internados. Para a Procuradoria, eles ainda se submetem às escolhas de seus pais. O segundo argumento é de que, de acordo com a lei, os "toxicômanos também são considerados incapazes". O modelo proposto permite que o usuário seja levado à avaliação de um psiquiatra mesmo contra a vontade.

Etapas. O primeiro passo na fórmula de internação será desempenhado por assistentes sociais, que vão constatar que o menor vive na rua. Se houver resistência ao recolhimento, ficaria a cargo do agente a decisão sobre o que fazer. Inicialmente, não há a intenção do uso da força.

A segunda etapa seria a triagem do adolescente. Profissionais da Assistência Social tentarão reconduzi-lo ao ambiente familiar, verificando ainda se os pais são capazes de resgatar o filho. Enquanto localiza parentes, uma outra secretaria entra no processo: a da Saúde. Um médico vai avaliar se o adolescente é ou não dependente químico.

Não sendo possível entrar em contato com a família - ou quando o ambiente familiar é degradado - e constatada a dependência química, o caso será encaminhado ao Ministério Público, que vai pedir à Justiça a internação compulsória do adolescente. Em todos os casos, a internação dependerá de decisão judicial.

O prefeito, por meio de sua assessoria, confirmou que "recebeu estudos sobre a internação compulsória", mas ainda não tomou uma decisão sobre sua adoção ou se o modelo proposto pela Procuradoria será usado.

Durante reuniões com integrantes do Ministério Público, representantes da Prefeitura pediram mais informações sobre o modelo adotado no Rio de Janeiro. O parecer da Procuradoria indica um caminho semelhante ao colocado em prática pelas autoridades cariocas.

Caso seja implementada em São Paulo, a internação compulsória sistemática de dependentes químicos menores de idade exigirá do Município uma megaestrutura no setor de saúde, algo ainda inexistente. A capital conta hoje com 317 leitos em clínicas - 80 de administração própria e o restante em comunidades terapêuticas conveniadas.

Tornar a medida sistemática também deve custar caro. O Estado apurou que cada leito para dependentes custa R$ 2,5 mil por mês à Prefeitura. Levantamento do Departamento de Investigações sobre Narcóticos da Polícia Civil aponta que só na cracolândia, na região central de São Paulo, há uma população flutuante de 2 mil usuários de droga, embora grande parte seja formada por maiores de idade. / COLABOROU BRUNO PAES MANSO







Conluios de empresas de políticos e de servidores em licitações

TCU identifica conluios de empresas de políticos e de servidores em licitações


Auditoria em mais de 142 mil contratos revela que funcionários públicos sócios de empresas contratadas integraram comissões de licitação
28 de julho de 2011
Rosa Costa, de O Estado de S.Paulo

                                            Sede do Tribunal de Contas da União em Brasília
 
BRASÍLIA - Em matéria de negócios públicos, não são só os parlamentares que dão o mau exemplo e burlam a Constituição. A superauditoria feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em 142.524 contratos do governo federal assinados entre 2006 e 2010 mostra que as licitações viraram um jogo de cartas marcadas. A ponto de o TCU ter achado casos em que o governo contratou empresas que têm como sócios os servidores públicos do órgão que fez a licitação.
 
Mais que isso: em meio a licitações de obras e serviços no valor de R$ 104 bilhões, o tribunal encontrou funcionários públicos que além de serem sócios de empresas que fizeram negócios com a União participaram da comissão de licitação que fez a contratação da própria empresa.

Diante desse descalabro, a auditoria do TCU concluiu que "as irregularidades estão disseminadas entre todos os gestores". A auditoria foi feita entre abril e setembro do ano passado no Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais (Siasg) e no Comprasnet, principais instrumentos de gerenciamento de todas as licitações e compras do governo federal.

O relatório do TCU menciona, por exemplo, uma licitação ocorrida no 59.º Batalhão de Infantaria Motorizado do Comando do Exército, localizado em Maceió. Dos sete participantes, três possuíam sócio em comum. O administrador de uma das empresas era sócio administrador de outras duas.

Vício generalizado. As fraudes são tantas, tão explícitas, que o TCU alerta para o fato de que outros órgãos públicos, fora do Siasg e do Comprasnet, "acabaram herdando seus vícios".

A auditoria produziu uma lista sigilosa, enviada à Câmara, ao Senado e ao Ministério Público Eleitoral, com nomes de todos os parlamentares que são sócios proprietários de empresas que têm contratos com o governo - o que vedado pela Constituição.

De acordo com o artigo 54, deputados e senadores não podem firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público e ser proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público, ou nela exercer função remunerada. Apesar da clareza do artigo, o governo aceita esses negócios desde que o parlamentar se licencie e se afaste da administração cotidiana da empresa.



E o Rio de janeiro? Vai bem, obrigado. TCE !!!

Juiz cita pressão ''não republicana'' de Sérgio Cabral

A pedido do governador, presidente do TJ cobrou de magistrado solução em processos de obra do PAC

29 de julho de 2011
Alfredo Junqueira - O Estado de S.Paulo

A pedido do governador Sérgio Cabral Filho (PMDB), o presidente do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, cobrou urgência na solução de pelo menos nove processos de desapropriação de terrenos para o Arco Rodoviário Metropolitano - maior obra em andamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Estado.


A pressão provocou uma reação inusitada do juiz João Batista Damasceno, titular da 7.ª Vara Cível de Nova Iguaçu, onde tramitam essas ações. Ele solicitou a um dos auxiliares do presidente do TJ-RJ que enviasse por e-mail o pedido de urgência. Damasceno elaborou então um documento de 11 páginas e protocolou na presidência do tribunal uma resposta oficial à solicitação de Cabral encaminhada ao desembargador Rebêlo dos Santos.

O texto de introdução do ofício, a que o Estado teve acesso, evidencia o desconforto do magistrado e as ações de cobrança de Cabral e de Rebêlo dos Santos. "Em resposta à mensagem eletrônica recebida nesta data (26 de julho), às 15:54h, sobre processos de desapropriação para construção do Arco Rodoviário Metropolitano, nos quais essa presidência pediu urgência, por solicitação do Exmo. Sr. Governador do Estado do Rio de Janeiro, presto as seguintes informações", escreve o juiz, antes de explicar que os problemas de tramitação das ações ocorrem justamente "por inépcia do próprio Estado".

Damasceno, que é juiz há 18 anos, considera que esse tipo de pedido não é "uma prática republicana". "Isso é conhecido como embargos auriculares nos corredores dos tribunais", disse o juiz em entrevista ao Estado. Segundo ele, o documento é destinado a informar o presidente do TJ-RJ sobre o andamento dos processos de desapropriação. A decisão de oficializar a resposta em protocolo tem como objetivo "tornar transparentes as práticas no juízo do qual sou titular."

"Sinto-me desconfortável com este tipo de abordagem e por isso não costumo ser destinatário delas. Quando o sou, as documento para compartilhar o desconforto com quem as faz", afirmou o juiz.

Defesa. Em nota, a assessoria de imprensa do governador confirmou que pediu urgência no andamento das desapropriações para o Arco Rodoviário e que já solicitou "algumas vezes" prioridade no andamento de processos judiciais. "Pedir prioridade no processamento de uma causa que afeta a vida de milhões de pessoas não interfere na autonomia e na independência do magistrado."

Também por meio de nota da assessoria, o presidente do TJ-RJ informou que nunca interfere nas decisões dos magistrados, mas que "sempre que houver urgência em casos de necessidade para a coletividade recorrerá aos poderes constituídos, em situações especiais, até à própria sociedade". O desembargador Rebêlo dos Santos diz ainda que já atendeu a outros pedidos do governo e cita como exemplo a manutenção de criminosos perigosos em presídios de segurança máxima.

'Oceano' construído na UFRJ

'Oceano' construído na UFRJ simula condições do mar na 'Ilha do Petróleo'
Modelos de plataformas e navios são monitorados por computador em tanque da Coppe

Raphael Gomide, iG Rio de Janeiro
28/07/2011

                                                     Tanque oceânico simula o oceano

Imagine construir uma plataforma de extração de petróleo e só descobrir quando ela está em alto-mar que ela não funciona adequadamente. É para evitar isso, entre outros motivos, que a Coppe fez o Laboratório de Tecnologia Oceânica (LabOceano), no Fundão.


Nos dizeres estampados no imenso prédio amarelo, “a Coppe construiu um oceano para expandir as fronteiras do conhecimento do mar”.

O “oceano” em questão é uma piscina de 40 metros de comprimento, por 30m de largura e 15m de profundidade, que tem um gerador de ondas como equipamento principal, além de complexos sistemas de correntezas e de ventos, com controle de velocidade. Tudo é controlado por seis potentes bombas Rolls Royce a diesel, de 1.000hp. Com 21 milhões de livros d’água, é o maior tanque do gênero no mundo e tem aplicação freqüente, principalmente depois da descoberta do pré-sal.
                        Professor Paulo de Tarso, com maquete usada em testes no LabOceano

Assim como o supercomputador da Coppe, o laboratório oceânico tem como principal cliente a Petrobras hoje – 75% da demanda – e vê o parque tecnológico da UFRJ, a Ilha do Patróleo, como uma oportunidade de maior uso do equipamento, tendo em vista que as empresas atuam no setor de energia. Entretanto a empresa pública deve continuar a ser o cliente primordial.


Um poço central com mais 10 metros de profundidade, totalizando 25m, faz do tanque mais profundo do mundo, destinado à simulação de exploração de petróleo em águas profundas.


Com um computador possante, é possível simular todo tipo de ambiente, como ondas formadas por vento em diferentes áreas do mundo, que variam do Golfo do México, ao Sudeste asiático ao Mar do Norte, por exemplo. “Senão não reproduz adequadamente.” As ondas no laboratório podem atingir até 52 centímetros de altura, e os períodos variam de 0,5 segundo a 5 segundos.

A precisão dos modelos usados também deve ser milimétrica. É o próprio laboratório que fabrica os navios e plataformas em miniatura, em sua oficina, a partir de uma máquina superprecisa, que obedece aos comandos diretos de um computador. “Não podemos errar mais de um milímetro na proporção dos modelos, senão os testes perdem precisão. Chegamos a encomendar modelos artesanais, porém são mais caros e sem precisão”, explica o professor da UFRJ e coordenador do LabOceano, Paulo de Tarso Esperança.

A máquina usada é uma adaptação de um modelo que fazia pranchas de surfe, e o material das maquetes é poliuretano, porque precisa resistir a forças estruturais, como no mar. “Não basta uma maquete de arquiteto, é preciso resistir a forças estruturais, ter estrutura interna. São normalmente feitas de poliuretano, e os lastros são de chumbo e aço”, disse Paulo.

A escala varia de 1:100 a até 1:10, e os modelos de navios e plataformas variam de tamanho, chegando a 3 metros, 4m e até 5m: se o navio tem 300 metros, o modelo tem 3m. Para os testes, monitorados por computador e filmados, são fabricados até os minipropulsores, réplicas dos motores que mantém a estabilidade das plataformas, mesmo com o balanço do mar.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Datena ameaça diretor do IBOPE no ar.

Acabou a rápida lua-de-mel entre José Luiz Datena e a Rede Record. Contratado a peso de ouro para atingir dois dígitos de audiência, o apresentador tem dado médias de 8 ou 9 pontos nos últimos dias. E mais: na última segunda-feira, perdeu a vice-liderança para o seriado mexicano “Chaves”. A pressão é tanta que Datena resolveu se queixar com o diretor do Ibope, Carlos Augusto Montenegro, reclamando que nem quando a concorrência vai para o intervalo seus números cresciam. “Mandou errado, leva porrada”, afirmou Datena. “Meus filhos choram quando você não me dá os pontos a que eu tenho direito”. Assista:

http://colunistas.ig.com.br/natv/category/em-cena/

Nos bastidores, o clima não é dos mais tranquilos. Pegou mal o jornalista confirmar que voltou a negociar com a Band tao logo assinou com a Record. E, por causa disso, a emissora o proibiu de dar entrevistas.

Sexo como remédio para hipertensão.

Ministro indica sexo como remédio para hipertensão


Em evento, Temporão sugeriu relações sexuais como alternativa a atividades físicas
Fernanda Aranda, iG São Paulo
26/04/2010

Para mudar o cenário de crescimento de hipertensão no Brasil, o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, declarou nesta segunda-feira que a população brasileira precisa fazer mais atividade física e sugeriu sexo como uma das alternativas.


A dica foi dada na coletiva de apresentação de um levantamento do Ministério da Saúde que apontou o avanço da hipertensão entre os brasileiros. Hoje, segundo os novos números divulgados, quase 25% da população sofre do problema. Em 2006, eram 21%.

“Dancem, façam sexo, mantenham o peso, mudem o padrão alimentar e, principalmente, meçam a sua pressão arterial com frequência para saber se você precisa de está nos padrões (12 por 8)”, declarou o ministro.

Quando confrontado mais uma vez sobre a lista de práticas para melhorar o quadro de pressão arterial alta Temporão repediu a dica. “Sexo é bom, sempre com proteção”.


No país onde o Ministro da Saúde diz que sexo é o melhor remédio para hipertensão, já tem gente usando a masturbação como genérico.

Falhas no 'PAC da Segurança'

TCU aponta falhas no 'PAC da Segurança'


Falta de fiscalização e uso irregular de verba são alguns dos problemas no Pronasci, diz auditoria
27 de julho de 2011
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,tcu-aponta-falhas-no-pac-da-seguranca,750729,0.htm

Leandro Colon / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo


O Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça, é ineficiente, não cumpre metas, tem falhas de fiscalização e planejamento, além de fazer uso irregular do dinheiro público. É o que aponta auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU).

Segundo os auditores do tribunal, o Pronasci não tem "critérios e parâmetros para sua execução", é ‘vulnerável" e "infringe a norma legal". A investigação atingiu 33 convênios do programa em sete Estados e no Distrito Federal. São R$ 80 milhões os recursos envolvidos.

O Pronasci foi criado em 2007 pelo ex-ministro da Justiça e hoje governador do Rio de Grande do Sul, o petista Tarso Genro. Ganhou o apelido de "PAC da Segurança" em alusão ao Programa de Aceleração do Crescimento, o esteio de obras do governo federal. Teoricamente, o programa busca controlar e reprimir a criminalidade com políticas sociais e ações de proteções às vítimas, incluindo capacitação e ajuda de custo aos beneficiados. Para tanto, o ministério firma parceria com governos estaduais, prefeituras e organizações não governamentais (ONGs).

A auditoria foi realizada entre setembro e dezembro, abrangendo convênios celebrados entre 2008 e 2010. A análise técnica deu base para a decisão tomada pelos ministros do tribunal em junho – e divulgada ontem –, em que uma série de determinações foram enviadas ao ministério.

Convênios. Uma ONG ligada ao PT no Distrito Federal, a Saber Soluções Criativas em Políticas Públicas e Sociais, aparece como foco de irregularidade em dois convênios que somam R$ 6 milhões. A aplicação do Pronasci pela entidade, segundo o TCU, não é fiscalizada in loco pelo Ministério da Justiça e a ONG também não presta contas com regularidade sobre o uso do dinheiro. Isso, alertam os técnicos, gera "riscos de prejuízos em virtude da ausência de fiscalização, da não verificação da boa e regular aplicação dos recursos".

A ONG Saber é dirigida por um irmão do deputado Patrício, do PT, que preside a Câmara Distrital em Brasília. De acordo com o TCU, há um alto índice de evasão de jovens do projeto tocado pela entidade, inclusive com indícios de registros de frequência "sem a devida comprovação".

Ilha do Petróleo

Com ‘Ilha do Petróleo’, UFRJ cria ‘Vale do Silício’ carioca para o pré-sal


UFRJ atrai empresas de ponta do setor e abriga maior parque tecnológico de óleo do mundo, com investimentos privados de R$ 500 mi sobre entulho de obra no Fundão.
Raphael Gomide, iG Rio de Janeiro 28/07/2011

                             Shlumberger é a primeira empresa a se instalar no parque tecnológica da Ilha do Petróleo

Empresas de ponta do setor de petróleo vão estabelecer na Ilha do Fundão, da UFRJ, o maior parque tecnológico de pesquisas em petróleo, gás e energia do mundo, com investimentos privados de R$ 500 milhões. Será a Ilha do Petróleo, voltada para os desafios do pré-sal.


Até 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil, a universidade pretende dar origem a uma espécie de Vale do Silício carioca – mas em vez de computação, como no similar californiano, no Rio as estrelas serão representantes de ponta da indústria do petróleo, energia, além de meio ambiente e tecnologia da informação.

Em área de 350 mil metros quadrados, serão estabelecidos centros de pesquisas e tecnologia de algumas das maiores empresas do mundo no setor, inclusive concorrentes diretas. “É o único lugar no mundo que reúne no mesmo local de desenvolvimento de pesquisas as três principais competidoras de serviços: Schlumberger, Baker Hughes e Halliburton. Você atravessa a rua e está no centro de pesquisas do outro. Houston (em Texas, Estados Unidos, capital mundial do petróleo) também tem isso, mas é mais disperso. Houve até competição de quem viria na frente”, riu o diretor-executivo do Parque Tecnológico, Maurício Guedes.

Cérebros dos homens modernos e os de Neandertal diferem apenas após o nascimento

Comparações entre cérebros de neandertais e humanos mostram que as diferenças aparecem após o 1º ano de vida


AFP 08/11/2010

                         Ilustração mostra homem de Neandertal: pouca diferença com o cérebro do homem moderno

Os cérebros do homem de Neandertal e do homem moderno, similares no nascimento, divergem em seu desenvolvimento a partir do primeiro ano de vida, segundo um estudo conduzido na Alemanha e publicado nesta segunda-feira nos Estados Unidos.


Os cérebros dos recém-nascidos humanos e do homem de Neandertal têm quase o mesmo tamanho e parecem idênticos, segundo esta pesquisa publicada on-line na revista americana Current Biology.

Mas é após o nascimento, e sobretudo durante o primeiro ano de vida, que o cérebro do homem de Neandertal, extinto há cerca de 28 mil anos por razões desconhecidas, e o do Homo sapiens se diferenciam.

A descoberta é baseada em comparações de impressões virtuais, em diferentes idades de desenvolvimento, de circunvoluções cerebrais e estruturas vizinhas do interior dos crânios fossilizados de homens modernos e de Neandertal, incluindo os de recém-nascidos.

As diferenças observadas cedo no desenvolvimento do cérebro refletem provavelmente mudanças nos circuitos e conexões cerebrais, explica Philipp Gunz, do Instituto Max Planck de Antropologia da Evolução na Alemanha, principal autor do estudo.


É, na verdade, a organização interna do cérebro que conta mais para as capacidades cognitivas, acrescenta.

"No homem moderno, as conexões entre as diversas regiões do cérebro são estabelecidas durante o primeiro ano de vida e são importantes para um grau avançado de socialização, emoção e funções de comunicação", expôs o pesquisador em uma entrevista à AFP.

"É improvável que o homem de Neandertal percebesse o mundo da mesma forma que nós percebemos", acrescentou, destacando, no entanto, que nossos primos de evolução não eram burros.

"Eram caçadores sofisticados, altamente especializados. Por isso, é improvável que os homens de Neandertal fossem totalmente privados de linguagem, apesar de ignorarmos o grau de sofisticação dessa capacidade", acrescentou o pesquisador.

Humanos contra Neandertais

Supremacia numérica deu vantagem a humanos contra Neandertais


Estudo mostrou que há 40 mil anos população de homens modernos se multiplicou de 9 a 10 vezes
iG São Paulo 28/07/2011

Maior densidade demográfica de homens modernos pode ter sido chave na extinção dos Neandertais. Na foto, pedaço de crânio neandertal feminino.

O crescimento acelerado da quantidade de homens modernos há 40 mil anos pode ter sido um fator decisivo na competição entre humanos modernos e Neandertais, de acordo com um novo estudo, publicado nesta quinta-feira (28) no periódico científico Science.


No trabalho, os arqueólogos Sir Paul Mellars e Jennifer French, ambos da Universidade de Cambridge, Inglaterra, analisaram a presença de neandertais e humanos em um período que vai de 55 a 35 mil anos atrás. O resultado foi que o número de humanos se multiplicou por nove ou dez neste período. Feita com base em uma análise estatística do número de ferramentas e restos de alimentos em três sítios arqueológicos na França, a pesquisa afirma que “estes dados mostram que a supremacia numérica sozinha deve ter sido um fator poderoso na competição demográfica e territorial entre os humanos modernos e os Neandertais,” escrevem Mellars e Jennifer no artigo.


Já os motivos tecnológicos, econômicos, sociais e biológicos pelos quais os humanos modernos foram capazes de sobreviver em populações muito maiores do que os Neandertais são ainda tema de debate. Cientistas acreditam que o Homo sapiens tinha vantagens claras na caça e processamento de comida, bem como no armazenamento de alimentos, com relações sociais mais complexas e capacidade de raciocínio simbólico e planejamento. “Tudo isso pode ter tido um efeito dramático na capacidade de sobrevivência e competição dos humanos modernos”, dizem também os pesquisadores no texto.


Alguns especialistas argumentaram contra os resultados do artigo. A conclusão, segundo eles, não está necessariamente errada, dizem, embora os métodos sejam ultrapassados. O paleoantropólogo Erik Trinkaus, da Universidade de Washington em St. Louis, no Missouri, disse ter proposto a mesma hipótese há dois anos, mas afirmou que a metodologia de contagem de artefatos para calcular população é rejeitada pela comunidade arqueológica há anos. “O número de sítios tem pouco a ver com densidade demográfica. Por exemplo, um grupo de caçadores-coletores que se movimenta muito vai deixar menos sítios do um grupo sedentário, que fiquei no mesmo lugar por muito tempo e acumule mais lixo”, explicou à AP.


Christopher Ramsey, da Universidade de Oxford, disse que o estudo apenas traz mais provas quantitativas do que já se imaginava que tinha acontecido. Já João Zilhão, pesquisador da Universidade de Barcelona, ecoou Trinkaus nas críticas à metodologia, e afirmou que o que aconteceu não foi uma simples substituição. “Temos provas genéticas e paleontológicas que houve assimilação, e não pura substituição de espécies”.

55% dos brasileiros são contra união gay

Pesquisa revela que 55% dos brasileiros são contra união gay


Mesmo após decisão do STF, 63% dos homens se declaram contra. Mulheres e jovens são considerados mais tolerantes

iG São Paulo 28/07/2011

Pesquisa do Ibope, divulgada nesta quinta-feira, revela que a sociedade brasileira é contra a união estável para casais do mesmo sexo. Segundo o estudo nacional, realizado entre os dias 14 e 18 de julho, 55% dos brasileiros são contra o casamento gay e 45% são favoráveis. As opiniões variam muito em função da religião, idade e escolaridade dos entrevistados. O instituto estimulou o debate após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em reconhecer a união gay.


A pesquisa apontou que as pessoas menos incomodadas com o tema são: mulheres, jovens, os mais escolarizados e as classes mais altas. As regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste se destacaram como as áreas do País com mais resistência às questões que envolvem o tema.

Em maio deste ano, por unanimidade e com placar de 10 votos a 0, os ministros do Supremo reconheceram a união estável para casais do mesmo sexo. Com isso, companheiros em relação homoafetiva duradoura e pública têm os mesmos diretos e deveres das famílias formadas por homens e mulheres.

Leia também: Direitos que os homossexuais ganham com a decisão do STF

Sobre tal decisão do STF, a pesquisa revelou que 63% dos homens ainda são contra, enquanto apenas 48% das mulheres são da mesma opinião. Entre os jovens de 16 a 24 anos, 60% são favoráveis. Já os maiores de 50 anos são majoritariamente contrários (73%). Entre as pessoas com formação até a quarta série do fundamental, 68% são contra. Na parcela da população com nível superior, apenas 40% não são favoráveis à medida.

As regiões Nordeste e Norte/Centro-Oeste dividem a mesma opinião: 60% são contra. No Sul, 54% das pessoas são contrários e, no Sudeste, o índice cai para 51%. O estudo engloba 2.002 entrevistas domiciliares em 142 municípios do território nacional, ouvindo toda a população de 16 anos ou mais. A margem de erro amostral é de dois pontos percentuais.

Luiz André e José Sérgio formam o primeiro casal homossexual oficialmente casado do País, em junho deste ano, na cidade de Jacareí, interior de São Paulo

Adoção de crianças


Sobre adoção de crianças por casais do mesmo sexo, os resultados seguem a mesma tendência: 55% dos brasileiros se declaram contrários. Entre os homens, o indicador é mais alto, com 62%, da mesma forma que também é entre as pessoas maiores de 50 anos, com 70% rejeitando a ideia. A tendência também se confirma entre os brasileiros com escolaridade mais baixa, até a quarta série, cuja contrariedade é declarada por 67%. Já nas regiões do País, os que se declaram contrários são 60% no Nordeste, 57% no Norte/Centro-Oeste, 55% no Sul e 52% no Sudeste.



Amigos gays

Em relação à possibilidade de um amigo revelar ser homossexual, a pesquisa identificou que a rejeição da população é sensivelmente menor. Para a grande maioria de 73% dos brasileiros, essa hipótese não os afastariam em nada das suas amizades. Outros 24% disseram que afastariam muito ou pouco e 2% não souberam responder.

Para as mulheres, 80% não se afastariam. Da mesma forma, 81% dos jovens de 16 a 24 não se afastariam e 85% das pessoas com nível superior de escolaridade também defendem que não haveria mudança na amizade. Em termos regionais, 79% das pessoas do Sudeste dizem que não se afastariam, enquanto estes são 72% no Norte/Centro-Oeste, 70% no Sul e 66% no Nordeste.

Médicos, policiais e professores

A pesquisa ouviu a população em relação à sua aceitação de homossexuais trabalharem como médicos no serviço público, policiais ou professores de ensino fundamental. Apenas 14% se disseram total ou parcialmente contra gays trabalharem como médicos, 24% como policiais e 22% como professores homossexuais. A parcela dos brasileiros que são parcial ou totalmente favoráveis é de 84% para o caso de médicos, 74% para policiais e 76% para professores.

Religião

Foi possível identificar que há maior tolerância nas pessoas cuja religião foi classificada na categoria “outras religiões”, com 60% sendo favoráveis à decisão do STF. Dentre os católicos e ateus há total divisão, com 50% e 51% de aprovação à união estável de pessoas do mesmo sexo, respectivamente. A população de protestantes e evangélicos é a que se manifesta mais resistente, apenas 23% se dizem favoráveis à iniciativa do Supremo.

E Cabral? Vai bem obrigado.


Apesar das inúmeras denuncias contra seu governo, Algumas protagonizadas por ele mesmo, que, sem nenhum censo de moral expôs à critica da sociedade, como no caso da queda do helicóptero na Bahia.


Saiu do cenário, evitando sua exposição, baseado em pesquisas Poe ele mesmo encomendada, perante sua queda de aceitação. Vários casos da ação/omissão criminosa do estado vieram ao conhecimento público, sendo também de conhecimento de quem tem o Poder/Dever de apurar e punir os responsáveis.

Embora as denuncias tenham aparecido, principalmente nas redes sociais, Cabral segue incólume no governo, aparentado ter a certeza da impunidade. Seria esta aparente inércia do Poder Público uma garantia para continuar o saque aos cofres públicos? Se assim for, parece que a rede é bem mais entranhada do que parece.

Qual será o limite que garante sua permanência no governo? Pelo visto, pelo menos para ele, o céu não é o limite.

Mas o limite é a Lei e esta, se não usadas pelos detentores do Poder/Dever, fará outros interesses, como o das mídias televisivas, na busca de recursos do governo preteridos em favorecimento de outrem, expor as ilegalidades e cobrar ações. E isto já começa a contecer.