terça-feira, 30 de agosto de 2011

O QUE NÓS (meia dúzia?) também sabemos de...

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Valmir Fonseca

Sabemos que é inconfiável.

Sabemos que é imprestável, ou seja, se os outros pedirem, negaremos.

Sabemos que não é maior por falta de espaço.

Sabemos que é um embromador.

Sabemos que o seu hobby é a sacanagem.

Sabemos que é um gozador.

Sabemos que é um quiabo.

Sabemos que é metamórfico.

Sabemos que é camaleônico.

Sabemos que é canastrão.

Sabemos que é um crápula.

Sabemos que adora bolsas.

Sabemos que nada construiu.

Sabemos que é um engenheiro de obras feitas.

Sabemos que gosta de inaugurações e reinaugurações.

Sabemos que delira num palanque.

Sabemos que é um aproveitador.

Sabemos que é um melífluo demagogo.

Sabemos que é um mentiroso boca grande.

Sabemos que é cretino demais para ser verdade.

Sabemos que é um preguiçoso.

Sabemos que é chegado a um copo de ...

Sabemos que é um espaçoso.

Sabemos que é um medroso.

Sabemos que é um pulha.

Sabemos que é um enganador.

Sabemos que é um anistiado, mas não sabemos por quê.

Sabemos que recebe indenização pela lei da Anistia, mas não sabemos por quê.

Sabemos que idolatra as mordomias, e muito.

Sabemos que é grosseiro.

Sabemos que é maroto.

Sabemos que adora o poder, demais.

Sabemos que ele se ama de paixão, e muito.

Sabemos que adora sacanear, os milicos.

Sabemos que gosta de manipular os outros.

Sabemos que venera Fidel.

Sabemos que tem receio do Chávez.

Sabemos que gostaria de ser rei ou ditador.

Sabemos que perdeu uma parte (muito importante) do corpo e foi aposentado.

Sabemos que é um espertalhão.

Sabemos que vive de repartir... o que é dos outros.

Sabemos que deixou uma boa herança maldita.

Sabemos que deu emprego para milhões de brasileiros, os filiados e os afilhados.

Sabemos que promoveu as dicotomias sociais.

Sabemos que gosta de viajar, principalmente para o exterior.

Sabemos que inventou a Lei da Impunidade.

Sabemos que sacaneou os aposentados.

Sabemos que não gosta de ler, mesmo quando ditos importantes.

 

Sem comentários.

Como se destrói um País


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Edvaldo Tavares

A política externa americana está baseada no emprego de estratégias que levem a se apoderar das riquezas dos países os quais foram estabelecidos como alvos.

No presente momento os interesses estão focados na manutenção do prestígio dos dólares espalhados pelo mundo, embora os USA não tenham lastro algum, como o ouro ou qaisquer outros tipos de riquezas, que dêem sustentáculo à imensidão de papel-moeda que foi rodada nas maquininhas da sua fábrica de dinheiro.

E, o petróleo é a comoditie que querem, como pode ser deduzido do que aconteceu ao Iraque e do que atualmente está acontecendo à Líbia. Quando o Nióbio for o escolhido, no devido momento, sendo o Brasil fornecedor quase que absoluto, com 98% das reservas mundiais, se houver resistência do povo, governo, entidades nacionais e Forças Armadas Brasileiras, o cidadão brasileiro pode tomar conhecimento do que acontecerá ao Brasil na declaração de um antigo assassino econômico americano - CLIQUE AQUI:
http://aeiou.expresso.pt/assassino-economico-como-se-destroi-um-pais-video=f659998

Cabe a cada brasileiro fazer uma analogia das declarações do antigo assassino econômico com a demarcação de reservas indígenas e a criação de nações indígenas (Reserva Indígena Ianomâmi e Reserva Indígena Raposa/Serra-do-Sol), principalmente na Amazônia, norte da Amazônia (Morro dos Seis Lagos - São Gabriel da Cachoeira na Cabeça do Cachorro) e demarcação de áreas quilombolas. Merece ser citada a aprovação na ONU, Governo Lula, da Declaração Universal dos Direitos dos Povos Indígenas. Que não seja esquecida a destruição do VLS (Veículo Lançador de Satélites) na plataforma, em 2003 e a tentativa que ainda perdura, arquivada na Câmara dos Deputados Federais em Brasília/DF, de apoderação da Base de Lançamento de Satélites, Alcântara/Maranhão, e demais insinuações.

Estou neste momento na Europa (França e Portugal), onde escrevi este artigo e noto acentuada ênfase dada pelas TVs daqui (Paris, Lisboa, Coimbra e Viseu) sobre a queda de Khadafi (irmãozinho do Lula) e a insinuação de que esteja refugiado em Cuba ou Venezuela.

Diante do conhecimento do conteúdo deste vídeo, tomado aqui em Portugal, fico em dúvida se a extinção do atual regime líbio interessa ao povo líbio ou ao império americano ou, em conjunto, americano, inglês e francês e demais países hegemônicos.

Edvaldo Tavares é Médico e diretor executivo da instituição Raiz da Vida –
http://www.raizdavida.com.br/

A PMERJ COMEÇA A TOMBAR. Será sua morte iminente?


Tal qual a arvore de carvalho, grande, robusta e antiga, já apodrecida pelos fungos, a PMERJ aponta para sua queda moral. Queda esta que direciona para seu fim na medida em que não atende seus desígnios constitucionais de preservação da ordem pública, pois, cada vez mais a Corporação ultraja a lei.

Desde que entendo a legislação militar, me contrapunha a várias ilegalidades, sendo uma delas, a escala de subtenentes para exercer função de oficial de dia, que como consta na Portaria do E.B. número 816, de 19 de dezembro de 2003, é privativa de oficiais. Tal expediente serve aos interesses da classe de oficiais que se beneficiam de escala privilegiada com o uso indevido de militar não habilitado.

 
Esta contestação trouxe inúmeros prejuízos profissionais, por qualquer motivo me via envolvido em P.A.D., do qual não era possível me desvencilhar impune, pois, a administração, em seu afã de causar mal injusto, usa de artifícios ilegais e até criminosos para ver seu “contestador” punido. Sendo o prejuízo da ampla defesa e contraditório, os mais usados.

As punições não permitiram ascensão funcional por quatorze anos, excluído do quadro de acesso por merecimento e, mesmo sendo aprovado em concurso, era contra indicado. Apresentava recurso, sendo estes indeferidos pelo objeto das punições, todas aplicadas com requintes ilegais e/ou criminosos.

Dentre vários, apresento um que até hoje a administração disciplinar não se manifestou, creio que pela ausência de argumentação que justifique o comportamento de uma “quadrilha” de oficiais PMERJ que se uniram para infringir a lei com o objetivo comum de punir seu desafeto.


No dia 21 de fevereiro de 2006, estando indevidamente e como de costume, escalado na função de Oficial de Dia em Unidade Operacional, contava com efetivo de um Sargento e um soldado na Guarda do Quartel, efetivo este que segundo o RISG, deve ser de pelo menos um Sargento Comandante, um cabo Auxiliar e três Soldados para cada posto.
 
Na época. Estavam acontecendo invasões de quartéis para roubo de armas e, diante deste risco, indaguei ao oficial supervisor quanto à utilização de componentes de viatura baixada (enguiçada), o que de fato havia. Sem mesmo avaliar meu pedido, o oficial determinou que eu, juntamente com meu adjunto, ficássemos de “permanência” até as três da manhã, possibilitando que o ínfimo efetivo da guarda descansasse.


Ao ser novamente contestado sobre a ilegalidade de sua resposta, respondeu que “é determinação e cumpra”. O quartel ficou sem sua devida “guarda”, estando o “oficial de dia” e seu “adjunto”, responsáveis pessoalmente, pela segurança do aquartelamento.

O ocorrido foi devidamente participado, sendo objeto de Averiguação “sumária” (24 horas). Na solução, foi imputada transgressão ao participe com a seguinte acusação: “por ter censurado ato de superior e ter se ausentado da Unidade”, sendo a segunda devidamente autorizada pelo Sub Comandante para cumprir missão externa.



O oficial "ilegalista", não se deu o trabalho nem de fazer o que é sua obrigação, o LPD da supervisão. Note-se pelas datas, que ele e seu antecessor deixaram de lançar seus serviços no livro.
Na possibilidade de justificar a “fantasiosa” transgressão, retirou o DRD (Documento de Razões de Defesa) no dia 10/04/2006, requerendo de imediato a prorrogação de prazo para juntada de documentos. Ficou surpreso com a publicação da punição por preclusão (Não uso do prazo de defesa de cinco dias), por DRD extraído no dia três, recebido por outra pessoa.

O pedido de prorrogação de prazo foi rechaçado pela administração disciplinar, com aquiescência do Comando, por falta de amparo legal. O amparo para tal pedido encontra-se no verso do próprio DRD, agindo o Comando com ilegalidade e crime para aplicar a punição, tendo em vista que a emissão do DRD foi adulterada.

 
Recorreu à CGU, não tendo a Sindicância nem o IPM instaurados, reparado a injustiça, confirmando a punição, além de responsabilizar o graduado pela falta de efetivo escalado.

Recurso encontra-se na CIntPMERJ desde 08/07/2008 sem resposta, obrigando o Recurso Judicial reparador e informação de crime ao Ministério Público, que está agindo.

Com esta argumentação, dentre tantas outras, omitidas, mostra-se a PMERJ como Corporação criminosa, que não mede conseqüências na infração da Lei, principalmente contra seus componentes. Basta que os contrarie.

Qualquer semelhança com a realidade, não é mera coincidência.