quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Planejar e planejar. Com todo cuidado.


Após os cursos de formação é feito um juramento, este é voltado para a defesa da sociedade, “mesmo com o sacrifício da própria vida”. A situação que hoje se apresenta, com a possibilidade de greve nas instituições de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, fere frontalmente o juramento e quiçá a Lei. Uns querem parar totalmente suas atividades, outros defendem “Operação Padrão”.

É certo que os profissionais de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro lutam desde 2007 para que o governo cumpra sua promessa de campanha, valorizar o servidor público, coisa que não aconteceu. Os militares do Estado do Rio de Janeiro são os mais mal pagos do País.


A PEC 300/2008 parecia ser e é a solução para todas as demandas dos servidores da segurança pública do País, mas o que se viu foi um factóide que mobiliza políticos para não prosseguir em sua votação, uns exploram ser a favor e outros contra sob diversos argumentos. Todos se locupletam do erário público, criando insatisfação e as manifestações por todo o Brasil.

o secretário de saúde, Sérgio Côrtes também tem Mansão e não fica atrás da Mansão do governador não!!!


                                           segunda (NOVA) mansão de Cabral, um absurdo!

                                                            primeira mansão de Cabral

Por qual razão não dignificam os servidores da segurança pública? Dia a dia os manifestantes ganham apoio da sociedade, basta ver a grande freqüência de admiradores e representantes da sociedade civil aos eventos. Ainda assim o governo do Estado do Rio de Janeiro se arrisca em perder aprovação popular ao não ceder aos anseios das corporações.


Um problema que podia estar resolvido há anos, agora se mostra um monstro a se agigantar por todo o Brasil, o preço por ignorar a Emenda Aglutinativa nº 2. Este peso vai recair sobre os governos estaduais e federal.

No Rio de Janeiro, entre tantas desculpas, o governador não disse que não tinha dinheiro, fato que se for usado, será facilmente contestado. O dinheiro deveria existir e este é o problema, deveria estar lá. Mas está? Diante desta pergunta mora o receio do governo PMDB no Rio de Janeiro, a descoberta da verdade.

Diante disso resta discernimento dos que hoje propagam a greve, se será o caminho a seguir e se estão prontos para as conseqüências que podem advir. Sabemos da vaidade do governador em não ser contrariado e de sua confiança em não ser responsabilizado por ações/omissões ilegais, veja a “invasão” do QG CBMERJ.

Não deixemos desamparada a sociedade do Rio de Janeiro, planejar e planejar. O apoio da população vai apontar na direção que almejamos.


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