terça-feira, 24 de julho de 2012

Policiais Militares começam a serem mortos em UPPs


Como era previsível, policiais militares estão sendo abatidos. Muitos tombaram distante de seu local de trabalho ao serem reconhecidos como policial. Sabemos que meliantes migraram para outras áreas menos policiadas da Capital e do Estado, pondo os policiais de UPPs em perigo constante, já que em seu local de residência, vários meliantes estão agindo.
No Complexo da Penha, de forma cinematográfica, militares das Forças Armadas invadiram e ocuparam as áreas dominadas pelo tráfico. O Exército Brasileiro fez um brilhante trabalho durante sua ocupação, filmando e documentando a ação do trafico ainda presente. As várias ações contra os militares federais, se mostraram inócuas, pois, foi provado que eram atos orquestrados pelo trafico ainda presente na tentativa de desmoralizar e desmotivar a presença que combatia a venda de drogas.

Nunca acabou, sabemos disso, o trafico continua tão intenso quanto antes, basta uma caminhada no entorno das comunidades para se observar a quantidades de invólucros de drogas vazios.
Durante a ocupação foi mostrado na TV e em diversos vídeos a fuga desenfreada de meliantes com suas poderosas armas e, ainda reagindo ao Poder do Estado, perdeu-se uma grande oportunidade de efetivamente diminuir seu efetivo e apreender armas em bom estado operacional, e não as sucatas abandonadas durante a fuga.

Viseo de traficantes fugindo com suas armas

Video de traficantes fugindo com suas armas

Pois bem, as FFAA saíram e a PMERJ assume seu papel de “manter” uma aparente tranquilidade nestes locais. Mas será suficiente? Foram preparados para uma área AINDA em conflito constante? Os constantes ataques sofridos apontam que não, que tentarão uma retomada. Mas por qual motivo? É notório que as UPPs trazem uma tranquilidade para o tráfico, já que não utilizam mão de obra armada, tornando o comércio das drogas mais lucrativo.
Já aconteceu em outra comunidade, onde até o comandante estava envolvido com o tráfico, recebendo quantia expressiva diante o que o Estado paga a seus agentes. Uma tentação que deve ser considerada, já que temos a cultura de denominar meliantes como vitimas do sistema. Então vamos analisar a quanto tempo os Policiais Militares estão sendo vitimas deste mesmo sistema que os explora e os expõe à morte diariamente.

                                          Capitão Piedade foi preso pela PF | Foto: Carlo Wrede / Agência O Dia

E só foi preso por que a Policia Federal agiu.

A PMERJ é um meio de vida não de morte.

Momentos antes do ocorrido, os policiais já haviam trocado tiros com bandidos na localidade conhecida como Pedra do Sapo, também no Alemão. Um grupo de bandidos teria enfrentado uma dupla de policiais. Ninguém ficou ferido nesse primeiro conflito. Esta não é a primeira vez que bases da polícia no Alemão são alvos de tiros. Na última semana, militares da unidade da Fazendinha, também no complexo, foram atacados duas vezes por bandidos num período de 24 horas.”
De acordo com o relato acima, os ataques já aconteciam e, o PODER/DEVER de acionar medidas preventivo-repressivas já deveriam ter sido adotado, o que não aconteceu, ocasionando a morte de jovem policial.

                                      A sede da UPP Nova Brasília custou cerca de R$ 1,1 milhão. Servirá de base para 340 PMs.

Segundo reportagem do SBT Rio, os bandidos entraram na comunidade pelo mesmo caminho percorrido quando da fuga durante a invasão, mostrando mais uma vez que a segurança das sedes de UPPs não merecem, por parte das “mentes” pensantes, a atenção necessária.

Nenhum comentário:

Postar um comentário