sexta-feira, 30 de novembro de 2012

“UM POR TODOS E TODOS POR UM”


O inimigo da igualdade é o orgulho. Devemos vir desprovidos do orgulho e de egoismo pára proporcionar o bem comum e este só virá através de “UM POR TODOS E TODOS POR UM”.
Fraternidade significa devotamento, abnegação, tolerância, benevolência, indulgência.”Agir para com os outros como gostaríamos que os outros agissem conosco”.

Ser fraterno é pensar e agir “Cada um por todos e todos por um”, enquanto o egoísmo diz: “Cada um por si”.
 
Nas ultima eleições municipais um grande numero de Policiais Militares concorreram no pleito para Vereador na mais importante cidade do Estado, o Rio de Janeiro. Aliado a leniência da Corporação, o que vimos foi a total bancarrota, nenhum candidato nem sequer chegou perto da possibilidade de um mandato. Se somados os votos dos mais votados e direcionados a um só, este não conseguiria ser eleito. Resultado nenhum.

Com vistas ao ocorrido, resolvemos incrementar um grupo para debates entre os ex candidatos e outros envolvidos no processo, para debates no caminho da escolha de um ou no máximo dois representantes da Corporação PMERJ para Deputado Estadual nas eleições de 2014. Creio que só assim podemos efetivamente colocar representante para somar a tão fraca e frágil representação na ALERJ.
Sabemos que será dificil chegar a um consenso, havemos de abdicar de vaidades pessoais, do orgulho e do egoismo, males que afetam o homem e que certamente fragiliza tentativas como esta.

No primeiro debate, com numero ainda reduzido de membros, foi preciso provocação para que se incentivasse manifestação, e esta, no inicio, alguns mostraram que não entendem ou não querem entender como funciona o proceso político.
O plano é que se eleito um praça, este tenha um Coronel em sua assessoria e se for oficial o eleito, este terá praças em sua assessoria. Assessoria é peça fundamental em qualquer projeto político que se queira sucesso.

De imediato quando se tocou na figura de um Coronel na assessoria veio a pergunta: Porque um coronel na assessoria do praça? Ora, havemos de levar em consideração que o praça não conviveu nos meandros de comando; isso não o torna incompetente, é regra. Da mesma maneira o oficial, em tese, não participou da rotina dos praças e este sabe os meandros pelos quais passou. Se até o Presidente da República tem seus assessores em diversas áreas, por qual motivo esta repulsa? Exclua-se a figura hierarquica do quartel e adotemos o espirito de equipe para o sucesso vir ao nosso encontro.
Com o espirito de equipe temos a possibilidade de alcançar um lugar na ALERJ e ter um representante exclusivo naquela casa. Os dois que defendem a causa do militar estadual, Paulo Ramos e Flavio Bolsonaro, se vêm em minoria, tendo de abdicar por vezes mudando a tragetória.

Os Bombeiros Militares nos derão uma importante lição neste sentido. Com efetivo bem inferior ao da PMERJ e não chegando a 4.000 eleitores no Municipio do Rio de Janeiro, elegeram seu representante com mais de 13.000 votos; o que significa que cada Bombeiro levou mais tres votos.


No dia da elição, passei pela comunidade Cidade de Deus em Jacarepaguá e me deparei com grupos de bombeiros, com suas camisetas vermelhas, se preparando para o dia em busca de votos para o Major Marcio Garcia. Isso é “JUNTOS SOMOS FORTES”, isso é “UM POR TODOS E TODOS POR UM”.

Não podemos como Corporação bi centenária perder o rumo da história, precisamos aceitar e nos preparar para a “briga” por CIDADANIA PLENA, que só será alcançada através da casa do povo, a ALERJ.
Não sou eu que preciso, somos todos nós que precisamos de um representante na ALERJ.

Maracanã pode ter plebiscito em breve

30/11/2012
Jornal do Brasil
Igor Mello

A proposta de plebiscito para decidir se o Maracanã será privatizado, de autoria da deputada estadual Clarissa Garotinho (PR), foi publicada nesta quinta-feira (29) no Diária Oficial (DO) do estado e, com isso, já pode ir à plenário. O projeto foi endossado por 33 parlamentares na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), há duas semanas, e esperava publicação desde então.

O projeto foi publicado no DO depois de negociação da parlamentar com o presidente da Alerj, Paulo Melo (PMDB), que não havia respeitado o prazo regimental de publicação, esgotado na última segunda-feira (26). Entre os colegas, especialmente os de oposição, Melo é conhecido por protelar os projetos que contrariam os interesses do governador Sérgio Cabral e, por isso, não há garantia de que a matéria entre na pauta em breve.

Clarissa terá que contar com a colaboração de Melo se quiser aprovar, em tempo hábil, sua proposta, uma vez que o governo do estado pretende lançar o edital de licitação o mais rápido possível. O último passo para o projeto sair do papel é a votação em plenário. Caso o projeto seja aprovado pela Alerj, o governo do estado fica obrigado a realizar a consulta pública.

Petição pública
Isso porque a outra alternativa é um abaixo assinado popular. Neste caso, teriam que ser reunidas assinaturas de 5% da população do estado do Rio de Janeiro. Segundo o Censo 2012, realizado pelo IBGE, o Rio tem 16,2 milhões de habitantes, exigindo que ao menos 800 mil assinaturas fossem recolhidas rapidamente.

Sabendo dessa dificuldade, os ativistas da ONG Meu Rio desenvolveram a campanha #PlebiscitoJá para pressionar os parlamentares a fazer o projeto andar. Até o momento, cerca de 150 pessoas enviaram emails aos deputados estaduais cobrando a aprovação imediata do projeto.

Dilma sanciona, com veto parcial, projeto de distribuição dos royalties

Presidente vetou o artigo terceiro, que fala sobre os contratos já firmados.

Jornal do Brasil

A presidente Dilma Rousseff fez o veto parcial, nesta sexta-feira (30), ao projeto que muda as regras de distribuição do petróleo. Ela sancionou o projeto aprovado pelo Congresso, mas vetou o artigo terceiro, que citava os contratos já estabelecidos e corrigiu o total da distribuição dos rendimentos dos royalties, antes totalizando 101% em 2017. As novas regras na partilha dos royalties, portanto, valerão para os contratos assinados a partir desta data.

A presidente também editou uma medida provisória que destina 100% dos recursos provenientes de contratos futuros de exploração do petróleo para a educação. O anúncio foi feito na tarde desta sexta-feira (30) pelo ministro o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, a ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, e o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, em entrevista coletiva, no Palácio do Planalto.
"A MP a ser encaminhada ao Congresso tem como premissas o respeito à Constituição, aos contratos, à definição de regras claras para garantir a retomada de licitações, à garantia da distribuição das riquezas a todo o povo brasileiro, nos royalties firmados a partir desta data, e destinar recursos para a educação brasileira", disse a ministra Gleisi Hoffmann.

Segundo o texto aprovado no Congresso, os dividendos do petróleo podem ser destinados aos fundos especiais em infraestrutura, educação, saúde, segurança, erradicação da miséria, cultura, esporte, pesquisa, ciência e tecnologia, defesa civil, meio ambiente, mitigação das mudanças climáticas e tratamento de dependentes químicos.

O projeto sancionado nesta sexta-feira por Dilma Rousseff determina que a União terá a participação nos royalties de 20%, frente a 30% anteriores, a partir do próximo ano. Os estados produtores receberão 20%, cifra que era de 26,25% antes do novo projeto. Já para os municípios produtores os recebimentos caem de 26,25% de hoje para 15% em 2013 e 4% em 2020. No caso dos municípios afetados pela produção, sairá de 8,75% para 3% a partir de 2013 e 2% em 2020.

Em relação à Participação Especial, o novo texto diz que a União reduzirá seus recebimentos de 50% para 43% em 2013 e para 46% em 2020. Os estados produtores passam de 40% para 32% e depois 20% em 2020. Os municípios produtores caem de 10% para 5% em 2013 e 4% em 2020.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Pezão, "Paulinho da cocada" e a DELTA. Porque?

29/11/2012
Jornal do Brasil
Caio de Menezes

Rio, cujo governador é amigo de Cavendish, dono da empresa, é o estado que mais pagou a empreiteira.

Ao visitar a Favela Santa Marta, em Botafogo (Zona Sul) nesta quinta-feira, o vice-governador Luiz Fernando 'Pezão' transformou-se em advogado de defesa das muitas contratações que o governo do Rio de Janeiro fez com a construtora Delta S/A.


"Competência. A Delta sempre foi uma grande empresa, e ainda trabalha conosco no Lote 4 do Arco Metropolitano. No Rio, ela sempre entregou suas obras num custo bem mais baixo. Não vejo problema nenhum. Eles tem preço muito bom", disse o fiel escudeiro do governador Sérgio Cabral, amigo pessoal do dono da construtora, Fernando Cavendish.

O estado do Rio, conforme consta do Relatório da CPI do Cachoeira e foi divulgado pelo Jornal do Brasil, é a unidade da federação que mais dinheiro pagou à empreiteira. O faturamento dela em cinco anos e cinco meses da gestão do peemedebista atingiu 1,49 bilhão. Em 2011, foram R$ 302,8 milhões, a maior parte saiu do Departamento de Estradas de Rodagens local (DER-RJ): R$ 98,7 milhões.

Delta inidônea
Pezão, que foi ao Santa Marta lançar o programa 'Tudo de cor para o Rio de Janeiro", que vai colorir algumas casas da comunidade com a ajuda de uma fabricante de tintas, ao defender a empreiteira e considerar que ela tem "competência" parece ignorar sérios problemas que a Delta teve.

Em junho desta ano, o ministro-chefe da Controladoria-Geral da União (CGU), Jorge Hage, declarou a Delta inidônea para contratar com a Administração Pública. A decisão se baseia na conclusão do Processo Administrativo aberto na Corregedoria-Geral da União (órgão da CGU) para apurar responsabilidades da construtora em irregularidades apontadas pela Operação Mão Dupla (realizada conjuntamente pela Polícia Federal, CGU e Ministério Público, em 2010) na execução de contratos de obras rodoviárias do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).
A empresa de Cavendish teria realizado obras com material de baixa qualidade e superfaturados.

Em um dos contratos, ao custo de R$ 4,4 milhões, a Delta deveria recuperar 218 quilômetros da BR-242, na Bahia. Os auditores encontraram evidências de que os registros fotográficos da obra, que comprovariam o trabalho feito, foram forjados. Outros casos, também no nordeste, apontam para o uso de asfalto que "se esfarela com a água", conforme relatório da CGU.

O Tribunal de Contas da União (TCU) por sua vez, apontou irregularidades na obra citada por Pezão: o Lote 4 do Arco Metropolitano. Além dos questionamentos do TCU com relação ao Arco Metropolitano, a empresa teve gravíssimos problemas ao fazer a recuperação de trecho da BR-101, no Estado do Rio, que consumiu R$ 2,3 milhões, e foi feito com asfalto de baixíssima qualidade.

Coincidência
Em 2010, a empreiteira de Fernando Cavendish doou R$ 1,15 milhão para o diretório nacional do PMDB, de Sérgio Cabral, e R$ 850 mil para o diretório nacional do PT, totalizando R$ 2,3 milhões.

*Diante de tantas evidencias comprovadas pela CGU, Pezão teima em confirmar a idoneidade da DELTA com uma empresa idônea. Também, negar a idoneidade seria comprovar o já comprovado envolvimento em falcatruas envolvendo a DELTA e o PMDB no Rio de Janeiro, do qual ele faz parte.

 
Enquanto isso, outro do PMDB na ALERJ, defende o indefensável.
As contradições do presidente da Alerj na defesa da Delta
O presidente da Assembléia Legislativa do Rio (Alerj), Paulo Mello (PMDB), ao comentar o alto faturamento da Delta Construções no Estado do Rio de Janeiro, entre 2002 e 2012 - mais de R$ 1,9 bilhão, o maior valor entre todos os estados - acabou caindo em fortes contradições.

Marcando sua posição diferente do governador Sérgio Cabral, Mello frisou não ter qualquer ligação com Fernando Cavendish para, em seguida, destacar que a Delta recebeu toda esta grana por ter participado e vencido de "processos licitatórios de forma justa e de acordo com as leis do mercado". E, tal e qual a posição do Estado do Rio na briga pelos royalties, o presidente da Alerj defendeu que "projetos já licitados merecem ser respeitados".

Apesar desta posição, ele, em flagrante contradição, defende que "diante de tudo que foi provado, o estado tem mecanismos para não permitir que a Delta participe novamente de licitações".

Ora, se a Delta conquistou os contratos em licitações limpas e de forma transparente, obedecendo as leis de mercado, como diz Mello a ponto de defender que tais contratos sejam respeitado, que motivos levariam o Estado a impedi-la de participar de novas concorrência?

Ainda mais se levarmos em conta que, até agora, surgiram muitas dúvidas e suposições contra a empresa de Fernando Cavendish, mas nada foi oficialmente provado, mesmo por que nenhuma investigação mais séria sobre a construtora foi realizada.


* Ora, afinal o que o "vendedor de cocadas", agora "latifundiario" em Rio Bonito, entende de moralidade? Seu discurso é desesperado em busca da garantia de seus interesses em recursos provenientes desta empresa em forma de "blindagem" do governador.



STF deve votar pela perda imediata do mandato dos deputados mensaleiros

Pelos cálculos de membros da Corte, ao menos 6 ministros votarão pela cassação imediata; ‘Supremo tem a última palavra’, diz Marco Aurélio


29 de novembro de 2012
Felipe Recondo, Ricardo Brito e Mariângela Gallucci, de O Estado de S. Paulo
 
BRASÍLIA - O Supremo Tribunal Federal deve condenar à perda dos mandatos os deputados condenados no esquema do mensalão. O assunto será decidido na próxima semana pelo plenário do Supremo e criará divergências entre o tribunal e a Câmara dos Deputados. Pelas contas de integrantes da Corte, ao menos seis ministros votarão pela cassação imediata dos mandatos. Outros ministros deverão julgar que a cassação dos mandatos depende da votação do plenário da Câmara.

Os deputados João Paulo Cunha (PT-SP), Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Pedro Henry (PP-MT) perderiam os mandatos como decorrência direta das condenações pelos crimes que cometeram. Neste caso, caberia à Mesa da Câmara apenas declarar a perda do mandato, o que teria de fazer obrigatoriamente.

Os ministros que defendem essa tese argumentam que a Constituição, no artigo 15, prevê a cassação de direitos políticos de quem for condenado pela prática de crime com sentença transitada em julgado, ou seja, não passível de recursos. Se a cassação dependesse da Câmara, o parlamentar condenado e com os direitos políticos cassados poderia continuar a exercer o mandato. Situação que esses ministros classificam como absurda.

Pior seria, disse um dos ministros, se o parlamentar condenado a cumprir pena em regime fechado não tivesse o mandato cassado. Nesse caso, ficaria a dúvida de como ele poderia participar das votações em plenário de dentro da cadeia. Nessa situação se encontra o petista João Paulo Cunha, único dos deputados federais condenado ao regime fechado.

Por outro lado, parte dos ministros argumenta que a Constituição é categórica - em seu artigo 55 - ao definir que nesses casos a cassação depende da aprovação da maioria do plenário. O texto da Constituição define que “perderá o mandato o deputado ou senador (...) que sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado”. Mas vincula a perda do mandato ao voto da maioria absoluta do plenário da respectiva Casa.

A regra foi incluída durante a Assembleia Constituinte com 407 votos favoráveis. E ao longo das discussões, o então constituinte deputado Nelson Jobim, que depois se tornou presidente do STF, argumentou o que poderia acontecer se a cassação do mandato fosse consequência necessária da condenação criminal.

“Neste caso, teríamos a seguinte hipótese absurda: um deputado ou um senador que viesse a ser condenado por acidente de trânsito teria imediatamente, como consequência da condenação, a perda do seu mandato, porque a perda do mandato é pena acessória à condenação criminal”, argumentou Jobim na sessão de 18 de março de 1988.

Conflito. Para contornar a contradição entre os dois artigos da Constituição, alguns ministros afirmarão que cabe à Câmara decidir a cassação de mandatos de parlamentares que cometerem crimes contra a administração pública, por exemplo. Um dos ministros afirmou que o deputado que se envolver num acidente de trânsito e eventualmente for condenado por homicídio culposo não precisaria necessariamente perder o mandato.

O tema, admitiu o ministro Marco Aurélio Mello, pode provocar uma queda de braço entre a Câmara e o Supremo. “No nosso sistema, o Supremo tem a última palavra”, afirmou, ao adiantar como deve votar na semana que vem. “A Constituição é o que o Supremo diz que é”, acrescentou.

Nesta quinta-feira, 29, na posse do ministro Teori Zavascki no STF, o presidente da Câmara, Marco Maia, insistiu que cabe aos deputados decidir pela cassação dos mandatos dos colegas que forem condenados pela prática de crimes. “Na minha avaliação, a Constituição é muito clara quando trata do assunto. Em julgamentos criminais ou em condenações de parlamentares a decisão final é da Câmara dos Deputados ou do Senado de acordo com o caso”, afirmou. “Foi uma votação que contou com o voto de Fernando Henrique Cardoso, José Serra, Luiz Inácio Lula da Silva, Nelson Jobim, Bernardo Cabral, Mauricio Corrêa, que depois também veio a ser ministro do STF. Portanto, não foi uma questão menor”, emendou Maia sobre a regra do artigo 55.

No "FULECO" nosso de cada dia.


Significados de Fuleco :


Fuleco é um apelido para o ânus.
O mesmo que cu.
Exemplo do uso da palavra Fuleco:
Vai tomar no fuleco!
fuleco de bêbado não tem dono.
Quem tem fuleco tem medo
Passarinho que come pedra sabe o fuleco que tem.
fuleco não tem acento.
 
 
Passemos a comentar o "FULECO" que estão nos empurrando "buraco" a dentro, acreditando na total ignorancia da sociedade brasileira e que certamente serviria de deboche entre as diversas delegações estrangeiras e bem instruidas culturalmente. Ainda bem que alguem culto, percebeu e espalhou o "deboche".
 

SÃO PAULO - Brasileiro não pode ver uma bola que já sai chutando, o que não é nada estranho em se tratando do País do futebol. Mas tem uma bola que não deve ser chutada, mas preservada. Estamos falando do tatu-bola, que ganhou notoriedade este ano ao ser escolhido como mascote da Copa do Mundo de 2014.
 
Rodrigo Castro, secretário-executivo da Associação Caatinga, grupo responsável pela campanha da espécie para mascote do Mundial, conta que a intenção de lançar a candidatura surgiu exatamente da necessidade de divulgar mais o tatu-bola e a caatinga, um dos biomas mais degradados do Brasil. O fato do animal se enrolar como uma bola para se proteger foi vista como fator determinante para aliar a imagem dele ao da Copa.
 
Aproveitado a oportunidade dada pela publicidade de Fuleco - o nome é a junção de futebol e ecologia -, a Associação Caatinga criou um projeto que pretende ampliar as pesquisas sobre a espécie, a proteção do hábitat e promover a valorização junto a população. O projeto "Tatu-bola e a Copa do Mundo Fifa 2014 - Juntos marcando um gol pela sustentabilidade" tem a parceria da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) e da Nature Conservancy e conta com o apoio dos Ministérios do Meio Ambiente e do Esporte. "A gente acredita que esta visibilidade pode salvar o tatu-bola da extinção", diz Rodrigo.
Fonte: O ESTADÃO
 
Então, "FULECO" é só a junção de futebol e ecologia, que poderia ser "FUTECO", dissociando assim qualquer relação com outro "BURACO" que não seja o do TATU BOLA.
 
Não o fizeram e vejo uma grande representação do que os políticos pensam a nosso respeito, o cu nosso de todos os dias. Além de nos fazer engolir todos os dias as constantes noticiais de corrupção no governo sem uma minima demonstração de retratamento, usam a copa para nos dar mais uma "estocada" no "FULECO" como não fosse doer.
 
A Copa, superfaturada e que pagaremos por dezenas de anos, atormentanado ainda mais nosso "FULECO" e sem nem ao menos usar um KY para amenizar os já tão doidos 40% de impostos nos bens de consumo, continua em obras aceleradas e com "aditivos" constantes.
 
Como bem comentou uma amiga no face, o nome, se consultada a sociedade, seria "TATUDERRADO", em alusão aos disparates de nossos ainda "representantes" no Legislativo e Executivo.


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Pais desmentem o prefeito Paes

28/11/2012
Iris Marini e Luciano Pádua - Jornal do Brasil

Críticas à escola municipal Friendenreich, no Maracanã, se chocam com opinião dos pais de alunos.



O prefeito do Rio Eduardo Paes fez declarações sobre a escola municipal Friendenreich, no Maracanã, que entram em conflito direto com o relato da Comissão de Pais e Alunos da instituição. Paes disse, nesta quarta-feira (28), que o prédio da escola tem baixa qualidade e será alocado para uma nova estrutura, melhor. A escola é a 10ª colocada no ranking do Ideb para o ensino básico do país.
"Aquele prédio especificamente não é um prédio que se possa dizer que é padrão ideal para a prefeitura do Rio. Pelo contrário, é um prédio de baixa qualidade, que volta e meia sofre quando há eventos no Maracanã", afirmou o prefeito. "Eu sou um dos mais interessados na preservação da escola. Eu nunca falei sobre isso, mas, para mim, escola não é prédio. São professores, alunos, diretores".

Ele também afirmou que fica chateado com o que chamou de "agendas e interesses paralelos", referindo-se a mobilizações contrárias à reforma no Maracanã. "Não estou dizendo que a escola é um interesse paralelo. Sou uma autoridade que trabalho há muitos anos com a prefeitura. Sei o que estou dizendo", disse a jornalistas.

O prefeito "está mentindo"
A afirmação de Paes provocou a ira de Carlos Sandes, representante da Comissão de Pais e Alunos da escola. Sandes informou que o local tem salas com ar condicionado, equipamentos de última geração, como o smartboard (quadro interativo), biblioteca, sala de leitura e toda a acessibilidade que o entorno do local oferece.
"(O prefeito) está mentindo. Já existem as salas de reforços prontas, salas de informática, de leitura. Não tem como ele dizer que não tem estrutura. Já existe e funciona. É uma das poucas escolas da rede municipal que possui uma quadra poliesportiva coberta, feita em 2007, com dinheiro público", vociferou.

Apesar das alegações do prefeito, o Jornal do Brasil teve acesso a fotografias tiradas dentro da escola Friedenreich, nas quais fica exposta a infraestrutura à qual estão submetidos seus alunos. As imagens, feitas entre 2010 e 2012, foram retiradas do blog da escola, mantido por alunos e professores, e nelas é possível ver o quadro negro interativo, a cobertura da quadra poliesportiva, entre outros aparatos de qualidade aparentemente boa.


A a equipe de reportagem do JB, porém, não obteve permissão da Secretaria Municipal de Educação (SME) nesta quarta-feira (28) para corroborar as declarações do prefeito no local. O órgão alegou, por telefone, que as visitas são marcadas em até 48 horas úteis.
  
Segundo Sandes, a comunidade está muito satisfeita com os resultados e a infraestrutura da escola. Além disso, ponderou que não faz sentido gastar dinheiro público duas vezes, na demolição e na construção em novo local.
"Queremos continuar ali. Queremos a acessibilidade que temos ali, não é preciso mudar nada. A comunidade está muito satisfeita com os resultados da escola. Não tem porquê tirar um prédio público que funciona e jogar dinheiro público duas vezes no ralo, para a demolição e a construção do novo", apelou Sandes.


Em relação ao novo local designado para a unidade educacional, em São Cristóvão, no prédio da antiga escola veterinária do Exército, o representante disse ser "totalmente inviável". De acordo com ele, um aluno com necessidades especiais de locomoção e sua mãe fizeram um vídeo mostrando a precariedade do caminho para as crianças na nova unidade. "Não estamos atrás de prédio. Queremos manter a qualidade do projeto pedagógico, que é muito mais importante do que o prédio", afirmou.

MPRJ e ação civil pública
Na última quarta-feira (21), o Ministério Público do Estado do Rio (MPRJ) distribuiu, na Justiça, uma ação civil pública (ACP) contra o município e o estado para manter as atividades da escola e evitar sua demolição. A ação foi proposta pela 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação da Capital e recebida pela Juíza da 1ª Vara de Infância, da Juventude e do Idoso.

Segundo a ACP, estado e município devem "se abster de adotar qualquer medida que impeça, inviabilize, limite ou não proporcione o direito à educação" na escola, sob pena de multa diária de R$ 5 mil em caso de descumprimento, a ser pago por cada ente federativo.

Em 2009, o MPRJ já havia aberto inquérito no qual prefeitura e governo do Rio afirmaram que os serviços previstos no contrato das reformas do Complexo Maracanã não incluíam reformas na escola. Segundo o MPRJ, a informação foi confirmada pela Secretaria de Obras do Estado em agosto deste ano.

Seis décadas e valor das obras no maraca triplica

28/11/2012
Marcelo Auler - Jornal do Brasil

Os dados foram divulgados pelo jornalista Maurício Dias na coluna 'Rosa dos Ventos', da revista Carta Capital desta semana.
 
Em 1950, segundo os documentos que ele analisou da época, a construção do Maracanã custou ao erário público - na época, Distrito Federal - Cr$ 276.876.415,40.
 
 
 
Este valor, convertido naquele mesmo período, correspondeu a 123 milhões de dólares o que, hoje, com a moeda americana avaliada em R$ 2,09, equivale a R$ 257 milhões.
 
Atualmente, como lembra o jornalista da revista Carta Capital, para reformar o sexagenário estádio, o governo de Sérgio Cabral está gastando R$ 900 milhões, isto é, mais de três vezes o que se gastou em 1950 para erguer todo o estádio.
 
 
 
 
E isto em pleno século XXI, quando a tecnologia domina as construções e a torna muito mais fácil do que na década de 50 do século passado.
 

O governo do Rio estima que o consórcio que vencer a licitação para administrar e operar o Maracanã terá retorno do investimento em até 12 anos. O contrato de concessão terá duração de 35 anos, A projeção é que o concessionário possa ter receitas anuais de R$ 154 milhões, diante de despesas que somam R$ 43 milhões, fora o pagamento mínimo de R$ 7 milhões pela concessão, que será repassado ao Estado.

O projeto com as alterações no Complexo do Maracanã foi desenvolvido pela IMX, empresa da área de esportes e entretenimento do grupo EBX, do empresário Eike Batista. As novas áreas para a prática de atletismo e esportes aquáticos ficarão em São Cristóvão, num terreno do Exército, do outro lado da linha do trem que passa em frente ao estádio.
Leia na integra
 
Pois muito bem, além da cifra quase BILIONÁRIA gasta na reforma, o empreendimento deve ser terceirizado para o grupo EBX de Eike Batista, amigo de Sergio Cabral.
 
 
O objetivo é torná-los verdadeiros complexos de entretenimento e lazer, que incluiriam a arena esportiva, shoppings e centros de gastronomia e lazer.
 
O Governo do Rio de Janeiro anunciou na segunda-feira que pretende receber cerca de R$ 7 milhões por ano pela privatização do Maracanã. O estádio e seu entorno serão concedidos a uma empresa por 35 anos, e o que essa companhia pagar ao Estado pelo controle da área servirá para cobrir parte dos investimentos públicos já feitos no local.
 
A parcela desse retorno, no entanto, é pequena comparada ao total já gasto pelo poder público no Maracanã. Tudo que o Rio de Janeiro receberá por repassar o controle do espaço equivale a 18% do custo das últimas três reformas do estádio.
 
Ao privatizar o Maracanã, o Governo deve ganhar R$ 231 milhões. Serão 33 parcelas anuais de R$ 7 milhões. Dos 35 anos da concessão, em dois, a concessionária não pagará nada. Esse período é de carência. Já com as reformas no estádio, o governo do Rio já gastou R$ 1,279 bilhão.
Na integra

Portanto, um "negócio da china" para quem levar o contrato, já que o valor é irrizório em contrapartida com o capital empregado.

 
 

É chegada a hora de nos posicionarmos.


 
Estamos a dois anos das próximas eleições e serão as mais importantes no contexto dos militares, Estaduais e Federais.
De diversos modos tentamos sensibilizar as autoridades constituídas com o intuito de obtermos não só melhorias salariais, mas DIGNIDADE e RESPEITO com tratamento de cidadania plena em Direitos e não só em deveres, os quais somos cumpridores fiéis.

Em todas as tentativas fomos ignorados e as ações revanchistas estão em andamento no País que teve como propósito a reconciliação de um passado negro que não cabe mais comentar.
No Estado do Rio de Janeiro os militares foram reprimidos com uso da ilegalidade, estando os detentores do PODER/DEVER de apurar e punir inertes perante tamanha afronta às Leis vigentes neste ainda Estado Democrático de Direito.




O povo, alimentado pela imprensa omissa em cumprir seu papel de informar a verdade e alimentada por verbas em publicidade, ignora e aceita as mentiras ditas como verdades. Poucos mais esclarecidos gritam por ajuda das FFAA, lembrando um passado que DEVE ser esquecido.
Diante de tudo que vemos e entendemos, com partidos impregnados pela corrupção e não sendo mais eficaz o antídoto da moralidade, algo novo surge a nossa frente com alternativa a ser explorada, os novos partidos político compromissado com os reais valores de uma sociedade organizada, O ARENA e o URNA.



No momento o ARENA desponta em comentários depreciando sua fundadora, Cibele Baginski, com imagens junto a personalidades da esquerda brasileira, como se isso fosse objeto para pejorar sua imagem. As fotos foram fartamente utilizadas para hostilizar a fundadora do ARENA, culminando com resposta em seu blog.
 
quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Resumo da Ópera

De novo... Parece que as pessoas não tem mais o que fazer na vida real e começam a circular fotos minhas desse ou daquele jeito como se fosse um grande achado.

Só pra informar, as fotografias com autoridades políticas, independentemente de vertentes, eu posto, são de meus arquivos pessoais... Sinto desiludir a muitos, mas eu não sou tão carismática e lindona assim pra ter papparazzi atrás de mim catando coisas indecentes, então parem de criar teorias da conspiração, porque francamente, eu já vi cada uma...

Estão de novo surtando por fotografias com o Governador atual do RS, Tarso Genro, de deputados como Raul Carrion, Manuela D'Ávila e outras pessoas. Gente, essas fotos estavam nesse blog, eu só tirei porque eu tenho mais o que fazer da vida pra perder meu tempo respondendo a cada mal educado que me aparecia aqui achando-se o senhor da verdade ou coisa do tipo. Foi um evento na Assembléia Legislativa do RS, que contou com personalidades de vários partidos políticos, civis e militares.

Não me interessa se o governador é o Tarso, a Yeda ou o Chacrinha, é o Governador do Estado, isso significa que ele está ali pra atender a população, e que eu tive a oportunidade de dizer a ele alguma coisa (e no caso, a legenda da foto - da época polêmica em que ele não pagou os professores - era "Tarso, pague o Piso"). Assim como um militar bate continência pro posto e não pra pessoa, não vamos começar com viagens mirabolantes e uma mentalidade soviética de culto à personalidade do tio Stálin, eu estou com a autoridade, e não com a pessoa, ok?

Eu tenho fotos com a minha mãe, e vocês também, o que não quer dizer que concordem 100% com elas sobre política, quanto açúcar vai no café ou qualquer outra coisa.

E antes que alguma criatura venha me encher o saco de novo, já aviso, sim eu tenho fotografias de mais eventos, dos mais diversos, porque não tem como eu reclamar de alguma coisa sem conhecer isso. Isso inclui um evento da UNE, por duas evidentes e óbvias razões, eu sou universitária e quero saber o que o "movimento estudantil" está fazendo, e segundo, vale Horas Complementares no currículo pra que eu possa me formar Bacharel em Direito.

Aos que compreendem a minha indignação com a criatividade absurda de alguns em criar teorias da conspiração, um muito obrigado.

Aos que não entenderam patavinas e não gostam de mim ou do partido, parem de reclamar e trollar e vão lá e façam melhor que eu com suas divinas bundas!

Eu sou Presidente da ARENA pra resolver problemas e não pra ter que ficar ouvindo bobagens, tenho obrigações com as pessoas que confiam em mim e pretendo cumprir isso.

Então, se me dão licença, vou manter esse blog em stand by por mais algum tempo para atender a pessoas que se prestam a fazer algo de nobre por uma causa.
 
 

O ARENA é formado não só pela Cibele, são varias cabeças pensantes em torno dos acontecimentos que sujam a política brasileira. De Operários a Generais, os pensamentos são voltados única e exclusivamente em prol do Brasil.
O site do ARENA teve de ser reformulado devido ao excesso de acessos.
Sabemos que os ataques virão, faz parte da democracia. Desde que não sejam mentirosos, o debate é saudável.

Vários admiradores do Deputado Federal criticaram a fundadora do Partido. A resposta veio rápido com a assinatura do Bolsonaro em apoio a regulamentação.

 
ARENA e ANMB já começam a alinhavar suas costuras em prol do Pais, encontros aconteceram e estão em andamento. Como o ARENA, a ANMB desponta com a união de militares federais, estaduais e simpatizantes, estando no momento em ascensão presencial pelo território brasileiro.



Portanto, a saida é a união de forças para mudar o Pais e assim contruir o futuro de nossos filhos e netos. A "cleptocracia" não deve ser mais tolerada e este é o pensamento de pessoas com capacidade de decidir na apuração e decisão;o Brasil está mudando e mudando para melhor. O desvio para o rumo certo é longo e penoso, mas temos que insistir que volte ao seu curso, do qual NUNCA deveria ter saído.


 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Dia do Engenheiro e Técnico de Segurança do Trabalho




Dia 27 de novembro é comemorado o dia do Engenheiro de Segurança do Trabalho e do Técnico de Segurança do Trabalho



Todos os processos e atividades que envolvem a Saúde e Segurança do trabalhador, inclusive as funções do Técnico de Segurança do Trabalho e do Engenheiro de Segurança do Trabalho, estão registrados nas Normas Regulamentadoras.

A primeira versão das Normas Regulamentadoras foi publicada em 1978, e por elas estabeleceu-se a obrigatoriedade de serviços e programas responsáveis pelas questões relativas a saúde e segurança no ambiente de trabalho.
As atividades desempenhadas pelos Técnicos de Segurança do Trabalho são:
Responsabilidade de aplicar os conhecimentos específicos de engenharia de segurança e medicina do trabalho com o objetivo de reduzir ou até eliminar os riscos à saúde do trabalhador; responsabilidade por orientar e treinar os trabalhadores quanto ao cumprimento das normas regulamentadoras de segurança e medicina do trabalho, o uso e conservação correta dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI). O Técnico de Segurança do Trabalho também deve se envolver nos processos industriais para auxiliar na análise da melhor forma de se executar as tarefas com o maior índice de segurança possível.

A profissão de Engenheiro de Segurança do Trabalho e de Técnico de Segurança do Trabalho é de extrema importância para a saúde dos trabalhadores.

O dia 27 de novembro foi escolhido para lembrar deste profissional e a intenção é homenagear a categoria que sempre se preocupou com o bem estar dos trabalhadores que prestam relevantes serviços à segurança e à saúde do trabalhador, prevenindo acidentes e melhorando as condições de saúde no trabalho. Hoje é o dia do Técnico de Segurança do Trabalho, "o anjo da guardo do trabalhador", tem um papel fundamental no piso de fábrica (empresas, indústrias), mas nem sempre é reconhecido pelo patrão, suas atribuições profissionais é essencial para o andamento de todo o processo de qualquer empresa e/ou instituição. Temos no Brasil uma quantidade grande de empresas omitindo acidentes do trabalho, esquecendo de valorizar o profissional de segurança, e o resultado é que o Brasil gasta com acidente do trabalho, o valor de dois e meio por cento do PIB.

O técnico de segurança do trabalho é um profissional com formação pelo ensino secundário, regulado pela Lei nº 7.410, de 27 de novembro de 1985. Dentre suas atribuições, definidas pela Portaria nº 3.275/89, do Ministro do Trabalho, (Elaborar, participar da elaboração e implementar política de saúde e segurança no trabalho (SST); realizar auditorias, acompanhamento e avaliação na área; identificar variáveis de controle de doenças, acidentes, qualidade de vida e meio ambiente. Desenvolver ações educativas na área de Saúde e Segurança no Trabalho; participar de perícias e fiscalizações e integrar processos de negociação. Participar da adoção de tecnologias e processos de trabalho; gerenciar documentação de SST; investigar, analisar acidentes e recomendar medidas de prevenção e controle), destacam-se a informação do empregador e dos trabalhadores sobre os riscos presentes no ambiente de trabalho e a promoção de campanhas e outros eventos de divulgação das normas de segurança e saúde no trabalho, além do estudo dos dados estatísticos sobre acidentes e doenças relacionadas ao trabalho.

Na Classificação Brasileira de Ocupações - CBO - editada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, o técnico de segurança do trabalho recebe o código 3516-05. A CBO registra que este profissional deve participar da elaboração e implementação de políticas de segurança do trabalho, entre outras funções.
As empresas podem ser obrigadas a contratar técnicos de segurança do trabalho para integrar o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), em razão de seu código na Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE - e número de empregados. A obrigação está prevista no artigo 162 da Consolidação das Leis do Trabalho e detalhada na Norma Regulamentadora nº 4, aprovada pela Portaria nº 33/83

A equipe do SESMT (Serviço Especializado em Saúde e Segurança do Trabalho) pode ser composta também por engenheiro de segurança do trabalho, médico do trabalho, enfermeiro do trabalho e auxiliar de enfermagem do trabalho.
O dia do Técnico de Segurança do Trabalho é comemorado no intuito de que reconheçam o valor de todos profissionais no sistema produtivo do Brasil, tendo sua parcela na redução dos acidentes e doenças profissionais, e acima de tudo amando e respeitando o ser humano como a si mesmo.
Muitos outros podem, contudo, ainda, se perguntar: mas por que preciso de um técnico de segurança do trabalho?! O fato é que a segurança do trabalho é item cada vez mais vital nas organizações a fim de promover o bem-estar físico, social e mental do profissional.

E como atua o profissional de segurança do trabalho nesse sentido? Ele previne os acidentes por meio da conscientização do profissional, mas deve primordialmente fazer um acompanhamento da rotina de cada profissional, de suas tarefas. Um dia de conscientização não é tudo, até porque há uma questão cultural do funcionário achar que nada irá acontecer com ele. A filosofia do “se não aconteceu até hoje, por que é que vai acontecer?”, do profissional operacional ou a do “ah, eu estudei para isso, já sei tudo, não preciso que você me diga como é o meu trabalho”, do profissional de nível superior ainda imperam com intensidade em empresas dos mais diversos ramos de negócio. Essa resistência é um obstáculo a ser considerado, mas a ser superado pelo técnico de segurança do trabalho. Um trabalho árduo porém gratificante. Deixo os meus parabéns a todos os companheiros que estão atuando na área e também aqueles que não estão, um forte abraço e que Deus abençoe a todos nós, nos proteja e nos dê sabedoria para podermos atuar da melhor maneira possível.

Autor: Jenai Ferreira de Souza

Entendemos
  • De segurança do trabalho
  • Da necessidade do nosso cliente
  • De soluções inovadoras em segurança do trabalho

Parabenizo todos os profissionais da área de SST (Saúde e Segurança do Trabalho) e, em especial, no dia 27 de novembro.

Quero sempre homenagear você que se dedica a oferecer melhores condições de segurança para todos os trabalhadores deste país.

Parabéns pelo nosso dia!

Aparições


28 de novembro de 2012
ROBERTO DAMATTA - O Estado de S.Paulo

A democracia promove, sem cessar, aparições. Começa a ficar complicado para quem governa domesticar fantasmas. Os espíritos surgem naquilo que Tocqueville descobriu como sendo o espírito da vida democrática: a opinião pública. Esse poder inventado pela igualdade que ele chamava de força geradora da vida liberal.

Sem opinião pública, as aparições somem ou são controladas. Hitler e sua camarilha domesticavam o fantasma do projeto de extermínio de judeus e de categorias marginais como os deficientes, os ciganos e os homossexuais. Havia suspeição do extermínio, não a prova cabal que apareceu na derrocada do nazismo, em 1945, confirmando as atrocidades. O mesmo ocorreu com as torturas da ditadura militar. As torturas eram negadas, ninguém era responsável e até hoje há quem nelas não creia ou admita e, no entanto, tal como os fantasmas, elas existiram.

O fantasma é parente do boato, do banal "ouvi dizer" que serve como alerta, aviso ou premonição. Os antigos psicólogos sociais escreveram sobre o boato como um desejo secreto (a notícia da morte de uma figura pública repudiada, por exemplo); e pelo menos um antropólogo da minha decadente tribo - Max Gluckman - revelou como a intriga e o escândalo eram elementos fundamentais de controle social. De fato, a igualdade de todos perante a lei era uma fantasia no Brasil. Hoje, graças e uma imprensa livre que honra a reportagem investigativa, pois sabe que falcatruas jamais vão ser impressas no Diário Oficial da União, começamos a assistir ao julgamento e à condenação de poderosos membros do governo do PT. Se eles vão mesmo para a prisão é uma outra história, já que pelo menos um ministro do Supremo defende multas pecuniárias em vez de cadeia para crimes de "colarinho branco", essa excrecência jurídica nacional. Ademais, com a figura da prescrição, é possível que nós, o povo - as pessoas comuns, os governados -, tenhamos que indenizar os responsáveis pela politicalha do mensalão e adjacências cujos responsáveis já teriam cumprido suas penas. Os seus ilícitos seriam fuxicos, fantasias, fantasmas e projeções.

O fuxico é a fumaça, o fato que a concretiza é o fogo. Onde há fumaça, há fogo, diz-se confirmando uma perspectiva de plausibilidade humana sem a qual a vida social seria impossível. O fuxico é a fantasia que configura um ato antes de ele ocorrer ou surgir como fato, daí o seu poder controlador. O boato tem que ser tratado com cuidado, tal como se faz com as fantasias, porque certos eventos despertam o lado nosso vingativo. Inimigos políticos tendem a fuxicar com exagero.

São inventores de fantasmas porque, muitas vezes, suas fantasias são como os 40 moinhos de vento que Dom Quixote via como gigantes. Quem não se lembra da campanha contra o Plano Real e a sua "herança maldita"? Mark Twain, cuja independência de pensamento causava inveja até mesmo na América dos livres e iguais, disse uma vez que as notícias (ou boatos) sobre sua morte eram muito exagerados.

Isso é suficiente para estabelecer o elo entre a projeção que aciona o desejo e a fantasia. O desejo de morte do inimigo surge antes de sua morte. O adversário vira um fantasma antes mesmo de ser enterrado.

O Brasil da era Lula está coalhado de fantasmas e, mais do que isso, de aparições. É o que leio nos jornais com pavor e vergonha. O julgamento do mensalão deixa ver melhor o queijo suíço de falcatruas, nomeações indevidas e das roubalheiras programadas desses tempos. A todo momento uma nova aparição, como é o caso da super-Rosemary Noronha, essa prova de um aparelhamento deslavado do estado pelo partido no poder que, obviamente, quer ser o poder. O partido que eu e milhões de brasileiros supúnhamos que iria liquidar esse estado provedor, mas ao mesmo tempo canalha, que sempre foi pai dos pobres e mãe dos ricos e, hoje, é a madrinha dos correligionários que, com ele e por meio dele, mas em nome do povo pobre, se tornam milionários!

O procurador-geral da República no seu libelo contra os mensaleiros deu uma medida precisa dos atos vergonhosos que fizeram. O fantasma tornou-se aparição e a aparição virou um cadáver que - espero - tenhamos a coragem de sepultar, ao lado dos crimes cometidos contra o espírito humano nos tempos da ditadura militar. Uma coisa tem uma óbvia ligação com a outra. E uma não pode ser tratada como fantasma (o mensalão) e a outra como verdade, ou vice-versa. Cabe a todos nós rasgar esse véu de uma histórica hipocrisia, sempre justificada pela fantasia dos elos pessoais: aos amigos o heroísmo de um passado que lhes permite tudo; aos inimigos o opróbio da falsidade e dos interesses ocultos. O Supremo liquidou essa lógica, colocando-a nos seus devidos termos. Todos, inclusive e principalmente os amigos, são também sujeitos da lei.

A aparição é como os boatos e fuxicos um exemplo da operação da opinião pública. Essa figura que, numa democracia, representa o todo e a alma de um país democrático. Esse modo de existir que não é mais um fantasma, mas uma realidade de nossas vidas.

6 QUESTÕES SOBRE A NR-20: SEGURANÇA COM LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS E COMBUSTÍVEIS


O artigo abaixo é uma compilação de artigos traduzidos do site Canadian Centre for Occupational Health and Safety e de outros na Internet escritos por especialistas no Brasil. Selecionamos 6 questões básicas sobre o assunto.
Liquidos Inflamáveis e Combustíveis são aqueles que não evaporam rapidamente nas condições de temperatura e pressão do local onde se encontram, permitindo o acúmulo de vapor suficiente para inflamar na presença de uma fonte de ignição. A menor temperatura na qual o vapor de um líquido pode ser inflamado por uma chama ou por uma faísca é conhecida como ponto de ignição desse produto químico.
Em primeiro lugar, vejamos como a NR-20 define a questão. Para isso, abrimos a pasta da NR-20 no site www.nrfacil.com.br e selecionamos no Remissivo, o item Definições:
 

 
A foco dessa definição (ponto de fulgor e inflamabilidade) é exatamente o risco de grandes acidentes que levam principalmente a agravos não só aos trabalhadores mas sobretudo ao meio ambiente. Veja mais sobre a nova NR-20, publicada em Março de 2012 e analisada em outro post:Clique aqui

Em seguida, passamos ao estudo de 6 questões selecionadas sobre o tema:


Questão 1:
Quais os conceitos importantes quando se trabalha com gases e líquidos inflamáveis e combustíveis?
Combustão: reação química de oxidação, exotérmica, favorecida por uma energia de iniciação, quando os componentes, combustível e oxidante (geralmente o oxigênio do ar) se encontram em concentrações apropriadas.
Ponto de fulgor: menor temperatura de um líquido ou sólido, na qual os vapores misturados ao ar atmosférico, e na presença de uma fonte de ignição, iniciam a reação de combustão.
Ponto de combustão: é a menor temperatura, poucos graus acima do ponto de fulgor, na qual a quantidade de vapores é suficiente para iniciar e manter a combustão (somente para líquidos e sólidos).
Ponto de auto-ignição: é a menor temperatura na qual os gases ou vapores entram em combustão pela energia térmica acumulada (ondas de calor).
Temperatura crítica: temperatura, característica de cada gás, acima da qual não existe fase líquida dentro do cilindro.
Questão 2:
Porque eu devo substituir por agentes menos perigosos quando possível?
Substituição pode ser a melhor maneira de evitar ou reduzir um risco. Geralmente, é claro, isto não é fácil ou mesmo possível encontrar um substituto não inflamável ou menos inflamável para realizar o trabalho de forma efetiva e segura. O melhor é começar a verificar a legislação e órgãos técnicos para checar todos os possíveis materiais de substituição. É preciso ter todas as informações de riscos (incendio, potencial de lesões, reatividade química) desses materiais antes de fazer qualquer mudança. Escolha o material com menos risco que possa dar conta do trabalho de forma eficiente e segura. Aprenda como trabalhar de forma segura com esses materiais.
Para trabalhar com segurança você precisa estar informado sobre as propriedades e os perigos associados à manipulação de produtos químicos. Este documento ajudará você a identificar os perigos e a entender as Folhas de Informação sobre Produtos Químicos (FISPQ, ou MSDS – Material Safety Data Sheets) que podem ser solicitadas para todos os produtos químicos comercializados. Muitos destes produtos químicos, inclusive, representam perigos múltiplos à saúde, ao ambiente de trabalho e ao meio-ambiente.
Questão 3:
Quais os fatores que podem contribuir para a ocorrência de um incêndio?
A existencia de uma atmosfera oxidante (ar)
Acumulo de gás ou vapor inflamável
Fonte de ignição
Assim, o segredo da redução do risco de incêndio consiste no controle de um ou mais dos fatores causadores, na seguinte ordem de prioridade: 1. controle da fonte de ignição, 2. redução da concentração de vapores inflamáveis e 3. redução da disponibilidade de oxigênio, se possível.
Questão 4:
Quais os riscos envolvendo manuseio de produtos perigosos inflamáveis?
O risco mais significativo diz respeito à possibilidade de vazamento na presença de fontes de ignição. As fontes de ignição podem ser as mais variadas possíveis e podem gerar temperaturas suficientes para iniciar o processo de combustão da maioria das substâncias inflamáveis conhecidas:
Eletricidade estática: Como exemplo de cargas acumuladas nos materiais. As cargas eletrostáticas surgem naturalmente, principalmente devido a atrito com materiais isolantes; as manifestações da eletricidade estática são observadas, principalmente, em locais onde a umidade do ar é muito baixa, ou seja, locais secos;
Faíscas: O impacto de uma ferramenta contra uma superfície sólida pode gerar uma alta temperatura, em função do atrito, capaz de ionizar os átomos presentes nas moléculas do ar, permitindo que a luz se torne visível. Normalmente chamada de faísca, esta temperatura gerada é estimada em torno de 700ºC;
Brasa de cigarro: Pode alcançar temperaturas em torno de 1.000ºC;
Compressão adiabática: Toda vez que um gás ou vapor é comprimido em um sistema fechado, ocorre um aquecimento natural. Quando esta compressão acontece de forma muita rápida, (dependendo da diferença entre a pressão inicial (P0) e final (P1), e o calor não sendo trocado devidamente entre os sistemas envolvidos, ocorre o que chamamos tecnicamente de compressão adiabática. Esta compressão pode gerar picos de temperatura que podem chegar, dependendo da substância envolvida, a mais de 1.000ºC. Isto pode acontecer, por exemplo, quando o oxigênio puro é comprimido, rapidamente passando, de 1 atm para 200atm, em uma tubulação ou outro sistema sem a presença de um regulador de pressão;
Chama direta: É a fonte de energia mais fácil de ser identificada. Algumas chamas oxicombustíveis, por exemplo, podem atingir temperaturas variando de 1.800ºC (hidrogênio ou GLP com oxigênio) a 3.100ºC (acetileno / oxigênio).
Misturas perigosas: Sempre que possível, deverá ser evitada qualquer mistura acidental de líquidos inflamáveis. Por exemplo: uma pequena quantidade de acetona dentro de um tanque de querosene, pode baixar o ponto de fulgor de seu conteúdo devido à volatilidade relativamente alta da acetona, o que cria uma mistura inflamável, quando da utilização desse mesmo querosene. A gasolina misturada com um óleo combustível pode mudar o ponto de fulgor deste, de tal forma que seja perigoso para um uso corriqueiro. Em cada caso, o ponto de fulgor baixo pode fazer as vezes de um detonador para a ignição de materiais que têm pontos de fulgor altos.
Questão 5:
Como podem ser identificados tanques de produtos perigosos?
É obrigatório identificar qualquer tanque contendo produto perigoso colocando o nome do produto existente. Em complemento, os tanques podem ser sinalizados através de cores que permitem identificar os riscos dos produtos contidos. A identificação pelo nome e cores contribui para que a equipe de emergência identifique rapidamente os riscos do produto armazenado.
Uma forma adicional de sinalização por cores pode ser feita através do Diamante de Hommel, previsto na Norma NFPA 704. Vale ressaltar que este tipo de identificação não é obrigatório pela legislação brasileira, tampoucopode ser utilizado nos tanques rodoviários e ferroviários. Líquidos inflamáveis e combustíveis devem ser acondicionados em embalagens de boa qualidade, construídas e fechadas de forma a evitar que, por falta de estanqueidade, venham a permitir qualquer vazamento provocado por variações de temperatura, umidade ou pressão (resultantes de variações climáticas ou geográficas), em condições normais de transporte.
A parte externa das embalagens não deve estar contaminada com qualquer quantidade de produtos perigosos, sejam elas novas ou reutilizadas. Numa embalagem reutilizada, devem ser tomadas todas as medidas necessáriaspara prevenir contaminação.
As partes da embalagem que entram em contato direto com os produtos não devem ser afetadas por ação química, ou outras ações daqueles produtos (se necessário, as embalagens devem ser providas de revestimento outratamento interno adequado), nem incorporar componentes que possa reagir com o conteúdo, formando com este combinações nocivas ou perigosas, ou enfraquecendo significativamente a embalagem.
Toda embalagem nova ou recondicionada, exceto as internas de embalagens combinadas, deve adequar-se a um projeto-tipo devidamente ensaiado conforme Regulamentos Técnicos do INMETRO.
Exceto quando haja prescrição específica em contrário, os líquidos não devem encher completamente uma embalagem à temperatura de 55ºC, para prevenir vazamento ou deformação permanente da embalagem, em decorrência de uma expansão do líquido, provocada por temperaturas que podem ser observadas durante o transporte.
Qualquer vazamento do conteúdo não deve prejudicar significativamente as propriedades do material de acolchoamento, nem a embalagem externa.
Produtos incompatíveis entre si não podem ser acondicionados em uma mesma embalagem externa.
Embalagens contendo substâncias umedecidas ou diluídas devem ser fechadas de forma que o teor de líquido (água, solvente ou dessensibilizante) não caia, durante o transporte, abaixo dos limites prescritos.
Questão 6:
Quais os riscos à saúde de líquidos e inflamáveis?
Os líquidos inflamáveis e seus vapores, podem criar riscos à saúde, tanto por contato como por inalação dos vapores tóxicos.
Muitos vapores tóxicos produzem irritações devido à ação solvente sobre a oleosidade natural da pele e dos tecidos. Em quase todos os casos existe um risco de intoxicação. A magnitude do risco certamente dependerá da concentração do vapor.
Alguns vapores inflamáveis são mais pesados que o ar e se dirigem para os fossos, aberturas de tanques, lugares fechados e pisos rebaixados, contaminando o ar local e criando uma atmosfera tóxica e explosiva. Nos recipientes fechados, pode ocorrer o problema da falta de oxigênio, como por exemplo em um tanque que tenha estado fechado por muito tempo, no qual a formação de óxidos consumiu oxigênio. Antes de se entrar em um tanque nessas condições, o mesmo deverá ser ventilado e medições devem ser feitas, tendo-se assim a certeza de que não há uma atmosfera tóxica ou explosiva ou com deficiência de oxigênio.

Fontes:
Canadian Centre for Occupational Health and Safety
Risco Zero
Fieb.org.br

Tradução, Compilação e Edição:Prof. Samuel Gueiros, Med Trab, Coord NRFACIL




O Contra Protesto no Rio de Janeiro


Como foi divulgado nas redes, o grupo formado para “contra protestar” junto ao evento “convocado” por Sergio Cabral em defesa dos Royalties se reuniu no local combinado. A priori um grupo pequeno e sem recursos que pudesse se contrapor ao imenso gasto feito por Sergio Cabral em defesa dos royalties.




Cartazes de papel e algumas “armas” adversárias foram “tomadas” e passaram a integrar o “arsenal” do pequeno grupo. Esclarece que seus objetivos não eram contra os royalties do Rio de Janeiro e sim na sua aplicação, onde não há a devida transparência.

 
Na chegada já dava para perceber o aparato montado para atrair público, com vários carros de som e componentes de bateria de samba.


Várias mídias demonstraram interesse no Ato, estando registrado em vídeos e fotos este interesse.


No caminhar em direção a Cinelândia começaram os primeiros ataques, grupos entravam na frente para impedir a progressão, provocando empurrões de ambas as partes. Os embates estavam sempre sob foco de várias câmeras, o que impediu que agressões se efetuassem sob o risco de haver registro.



A presença dos índios da Aldeia Maracanã foi destaque, atraindo atenção de uma grande mídia independente a registrar sua presença. Sua manifestação é contra a ânsia do governo PMDB em demolir patrimônio com histórico cultural em nome de especulação comercial sem retorno significativo para a sociedade. Os índios também sofreram diversos ataques verbais, sendo os ânimos acalmados pelos manifestantes com a palavra “pacificado” em alusão a suposta segurança de Cabral no Rio de Janeiro.
 
 
O Ato do Contra Protesto não pode ser interpretado como contra os interesses do Estado do Rio de Janeiro e sim pela transparência na aplicação do dinheiro dos royalties, já que é visível a precariedade dos serviços prestados a população do Estado e do Município do Rio do Rio de Janeiro. Saúde, Educação, Segurança e todos os segmentos do funcionalismo público sofrem com os desvios visíveis de verbas, com doações de cifras milionárias a quem nada trará de retorno à população. (R$ 24.000.000,00 do FECAM para a Rede GLOBO)



O ponto facultativo após as 13 horas, foi um argumento para levar muitos trabalhadores terceirizados, que não tiveram opção entre participar ou ir para casa. Alguns dissidentes entregaram seu material ao Grupo Contra Protesto para que fosse aproveitado no Ato, já que não dispunham de logística que pudesse superar o grande carnaval chamativo e pago, efetivado por políticos que se desesperam com a perda desta receita.


Não foi uma presença expressiva em contrapartida com os mais de R$ 780.000,00 gastos diretamente com o evento pelo governo.




O custo da manifestação, divulgado à noite pelo governo do Estado, foi de R$ 783 mil.

A passeata "Veta, Dilma" teve o curso alterado de modo repentino porque manifestantes que acusavam Cabral de irregularidades foram atacados a golpes de cassetete por policiais militares e seguranças. Com uma enorme faixa com os dizeres "Fora Cabral - Veta Dilma" uma ala participou do evento com guardanapos amarrados na cabeça.



A "alegoria" era uma alusão ao episódio no qual secretários do governo Sérgio Cabral e o empresário Fernando Cavendish, ex-dono da construtora Delta, apareceram assim em uma festa em Paris, em fotos divulgadas em meio a denúncias de ligação de Cavendish com o contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, acusado de liderar esquema de jogos ilegais com participação de servidores públicos. No tumulto armado já na Cinelândia para reprimir os manifestantes que protestavam contra o governo, convidados, como a produtora de cinema Lucy Barreto e o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB), chegaram a ser atingidos.

Apesar do incentivo, o protesto não reuniu sequer um terço das 250 mil pessoas planejadas pelo governador. Um oficial da Polícia Militar (PM), responsável pelo patrulhamento do Centro, disse que não chegava a 30 mil a quantidade de manifestantes. Em nota oficial divulgada às 19h15, porém, a PM relata que havia 200 mil pessoas no protesto. A estimativa parece improvável. Em volta do palco na Cinelândia notavam-se espaços vazios, o que não ocorreria caso houvesse a lotação anunciada


No evento promovido pelo SOS Bombeiros em 12 de junho de 2011, em Copacabana, onde mais de 30.000 pessoas ocuparam a Av. Atlântica em quilômetros de extensão. Num comparativo com o que foi visto, a quantidade dita pelo Oficial PMERJ, acostumado com esta avaliação, é verdadeira. Pela Av. Rio Branco as pessoas estavam dispersas e na Cinelândia a aglomeração não era tão expressiva como foi divulgado pela imprensa tendenciosa.

No momento mais tenso do Ato, ao chegar a Cinelândia, veículos especiais para cobertura de eventos estavam estrategicamente posicionados. Em cima de um deles, na esquina com Evaristo da Veiga, o profissional direcionou sua lente para o Grupo Contra Protesto, esperando um flagrante que desprestigiasse o grupo, que estava sendo provocado e, se não fosse ação preventiva de um Capitão PMERJ que comandava o policiamento no local, seriamos seriamente lesionados pela gravidade da situação que se criava.


Tenho certeza que nosso Ato não será veiculado nas grandes mídias parciais, mas, certamente nas mídias independentes e pequenas mídias haverá postagens significativas deste Ato que representa a verdade sobre a mentira do governo PMDB no Rio de Janeiro, como na fonte citada acima.

Não mais de 21 horas o evento já estava encerrando em vista do pequeno público. Os presentes tiveram o samba gratuito e a cerveja dos bares no contorno, tornando um divertimento seguro e barato, já que o governo arcou com os custos.