quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Mercado atacadista de peixe do Rio de Janeiro é insalubre


No entreposto de peixe da CEASA Rio de Janeiro, circulam cerca de três mil pessoas por dia, fora a grande quantidade de trabalhadores do local, que não conta com condições de higiene, como banheiros para toda essa gente.
Se dentro das instalações de venda, administrada pela Associação dos Pregoeiros de Pescados e Afins do Rio de Janeiro, as condições não são das melhores, no exterior, onde a mercadoria é levada aos mais diversos meios de transporte, á péssima. Sem dotação sanitária, os diversos compradores fazem suas necessidades fisiológicas entre os caminhões e veículos ali estacionados, onde as caixas de peixe são acondicionadas e arrastadas entre poças de mijo. Nesta movimentação há o risco de respingos se misturarem aos peixes que serão consumidos nos diversos pontos de venda do Município.


O cheiro no local é insuportável, sendo sentido à distancia. Efetivamente o local é insalubre, possibilitando contágio do pescado comercializado.
Ações efetivas dos comerciantes e do poder público devem ser tomadas, visto que há anos existe o comercio ali instalado nestas condições.

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