domingo, 26 de maio de 2013

Milícia Bolivarian​a Operária Armada - meta 2 milhões de milicianos








Maduro planeja a criação de “milícias operarias”, grupos armados ligados ao governo.



Após ameaçar cidadãos venezuelanos, afirmando saber quem votou em seu opositor, em meio a denúncias de fraudes nas eleições e violações constitucionais, Maduro anunciou incentivo à criação de milícias operárias uniformizadas, ampliando grupos armados ligados ao governo.

Vale ressaltar que já existe a Milícia Nacional Bolivariana, criada por seu antecessor. O objetivo seria, alega o presidente, fortalecer a aliança operário-militar.


Dilma presta apoio ao Regime "Bolivariano", após a assunção de Maduro (anos após a consolidação da MNB)


Afirmou: "As milícias serão ainda mais respeitadas se tiverem 300 mil, um milhão, dois milhões de trabalhadores e trabalhadoras uniformizados e armados, prontos para a defesa da soberania e da revolução". O efetivo oficial, atualmente, é de 130 mil homens da "Resistência Bolivariana". Vale ressaltar que a população venezuelana é de cerca de 29 milhões de habitantes, o que indica um agudo desejo de militarização e armamento da "revolução bolivariana".

        Milícias bolivarianas em apresentações públicas. Em meio a bandeiras da Venezuela, destaca-se a bandeira de Cuba (canto superior direito)


                                                                                                     Juramento da milícia

                                                                                                    
                                                            Culto de personalidade a Chávez em apresentações de milícias

                                                          
                                                                              Milícias bolivarianas marcham pelas ruas da Venezuela


                                                                             Ala feminina da Milícia Nacional Bolivariana em forma

Qual a razão de, em uma democracia, formar grupos armados partidários? Segundo diversas denúncias, as já existentes estão sendo utilizadas como forma de coação e intimidação de opositores. Para defensores do regime, são um meio de resistir à opressão de adversários internos e externos. Resta lembrar que o regime democrático deve ser pautado pelo diálogo, pelo discurso, pela representação, não pela força física e pela intimidação. 
 
 
                                                                   Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC)
 
 
                                                       Milícia "Camisas Negras",  ligada ao fascista italiano Benito Mussollini
 
Outra questão relevante consiste na razão do apoio prestado por Dilma Rousseff ao regime, inclusive segurando imagens que desvelam o culto de personalidade ao antecessor Hugo Chávez. Não se sabe do apoio à criação das novas milícias, mas, até o momento, a presidente não se pronunciou sobre o caso, sendo mantido, ainda que por inércia e omissão, o apoio ao regime.
Para os governantes brasileiros, inclusive Dilma Roussef, a democracia não é importante? A coação e o uso de milícias são condutas legítimas e dignas de apoio? Por que a omissão?
Leia mais sobre o caráter fascista, militarista, partidarista e totalitarista das milícias bolivarianas: http://www.folhapolitica.org/2013/05/milicia-bolivariana-tem-nitido-carater.html
 
                              A criação de milícias partidárias não é novidade.  Imagem da  Waffen-SS na Alemanha Nazista

                              A criação de milícias partidárias não é novidade.  Imagem da  Waffen-SS na Alemanha Nazista.




Lígia Ferreira é analisa de sócio-mecanismos.
Com informações de France Press, Estadão, Veja, Blog de Fidel Castro e Venezuela Defensa.



A nova guarda pretoriana de Dilma Rousseff


Alteração do decreto de criação da Força Nacional é inconstitucional e quebra pacto federativo, na medida em que confere ao Poder Executivo força policial própria.
05/04/2013

 
 
Instituída por César Augusto, primeiro dos grandes imperadores de Roma, a Guarda Pretoriana foi um corpo militar especial, destacado das legiões romanas ordinárias, que serviu aos interesses pessoais dos imperadores e à segurança de suas famílias. Era formada por homens experientes, recrutados entre os legionários do exército romano que demonstrassem maior habilidade e inteligência no campo de batalha. No seu longo período de existência (mais de três séculos) a Guarda notabilizou-se por garantir a estabilidade interna de diversos imperadores, reprimindo levantes populares e realizando incursões assassinas em nome da governabilidade do império.
 
Veja mais no link: Opinião Brasil de fato

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