segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Não adianta explicar, suas “verdades” se julgam absolutas, incontestáveis.


Como não gostar e respeitar os professores? Sim, gosto e tenho muito respeito. Mas minha referencia não é do professor atual, é da minha época.
Professor que gozava de respeito e dignidade, ministrava seus conhecimentos sem obedecer critérios políticos.


Hoje, diante das manifestações que considero justas, há o envolvimento político visível. Não se dão o trabalho de ler um texto explicativo do comportamento dos policiais militares e se voltam com ofensas, vídeos editados e fotos montadas.

Considero que os professores são bem mais inteligentes em seus comentários e não ficam perdidos em divagações inconsistentes, como por exemplo, dizer que militar perde direito de cidadão, perde direitos civis para fazer parte de uma corporação. Como nos chamados "anos de ditadura", esse conceito era até aceitável, pois, cabos e soldados não votavam. Hoje (há 28 anos), com o advento da C.F./88, todos tem Direito ao voto, inclusive os analfabetos e maiores de 16 anos. Como cobrar cidadania se ainda não aceitam a cidadania dos militares, mesmo que imposta em carta Magna?


O militar, como todo cidadão, contribui com sua cota de impostos, seja no consumo seja no desconto do Imposto de Renda em seu contra cheque.
Estes que se insurgem contra as postagens sobre o comportamento da PM nas manifestações, nem se dão ao trabalho de ler um texto, partem com seu contraditório infundado, com afirmações inconsistentes. Vídeos foram editados, fotos foram montadas, tudo para qualificar uma ação revestida de atos ilegais e provocativos.



                    Fotos montadas sobre um cenário totalmente não condizente com a situação.

Há sim na ação da PM um toque da política PMDB do Rio de Janeiro, como também há o toque de partidos que almejam o governo do estado nas próximas eleições. Este mesmo partido que sai em “defesa” (uso) da reivindicação justa dos professores, é o mesmo que em Estado onde esta no poder, não dá o merecido valor a classe que ensina. Uma contradição.


A PMERJ é uma instituição com estatísticas de desvios de conduta bem abaixo das grandes empresas do Brasil, mas, a exploração pela mídia a faz estar bem mais visível. Nas comunidades pacificadas, estes policiais desenvolvem um trabalho social que não lhes compete. Postei varias imagens deste trabalho, não tendo nenhum defensor de direitos dos “mano” compartilhado.




Mas, ao postar a imagem de um policial imobilizando um marginal sob a mira de uma espingarda calibre 12, ai sim, foi a festa. Logo foi compartilhada com a mensagem de violência. Vão pra PQP! Tá excluído do meu Face.



Gozo de antipatia de alguns policiais militares que não concordam com minhas postagens criticas, mas, enquanto Corporação, amo a PMERJ. Enquanto comando, farei as criticas que julgar necessárias, pois, sou cidadão e pago também esta parcela de custos da segurança pública.

O mal está nos rondando, nem que seja preciso denegrir homens e mulheres de bem, o farão para atingir seus objetivos. São pessoas que fazem de Sergio Cabral, do qual não sou simpatizante, um cordeirinho inocente.








Vejam este vídeo, foi na ultima manifestação dos professores. Garanto que este não é um representante da classe tão digna dos mestres, que merece todo nosso respeito. Já sei, dirão, foi o PM que jogou pedra do teto que fez a filmagem. Sim, foi ele mesmo. Depois querem ser tratados com civilidade.
Peço desculpas pela postagem nojenta.
Por isso tantas acusações sobre o PM estar jogando pedras do alto da Câmara, quando viram que foram filmados, trataram de inventar uma falsa acusação.


"Manifestante" se masturbando para a PM na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro.


Olha a professora, quantos palavrões provocativos. Imagina numa sala de aula.


Por derradeiro, intimo os que se contrapõem aos policiais militares para depor sobre o que fizeram para defender a lei, quando centenas de militares estaduais foram presos, humilhados, ultrajados, violentados, colocados incomunicáveis e expulsos com requintes de ilegalidade. O que têm a dizer? Garanto que NADA! Agora exigem tratamento diferenciado ao que lhes foi dispensado.




Um comentário:

  1. A polícia do Estado tem um histórico muito negativo com a população, o Cabral na sua gestão vem tentando melhorar essa imagem ao mesmo tempo desenvolver uma polícia melhor para todos.

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