terça-feira, 26 de novembro de 2013

CIntPMERJ e CGU, não valem o que custam aos cofres públicos.



Uma pessoa no Facebook me solicitou add e passou a me sondar, percebi que rebatia minhas postagens, que não poupa a inércia e ignorância de praças em recorrer de arbitrariedades, bem como recorrer ao Judiciário no que couber, pensava ser eu alguém infiltrado em grupos PMERJ para “espionar” as postagens. 

Percebemos que temos problemas em comum, as Corregedorias a favor dos culpados em detrimento de inocentes.

Sei que é difícil ter um recurso atendido, como também sei da lerdeza e ineficiência do Judiciário se não estivermos atentos. Mas vejo na única forma de acertar e punir os reais infratores que se alocam de um suposto poder/dever para punir em conformidade com seus interesses ou de outros, nunca o Poder Disciplinar.

Hoje, mais do que nunca, resolvi terminar este texto impulsionado por verdadeiro ódio, digo, não ódio, mas repulsa de Policiais Militares que se valem de suas posições correcionais para proteger infratores em detrimento de quem nada fez de errado. 

Vamos aos fatos. No dia 5 de maio de 2010, após varias tentativas inúteis junto à CIntPMERJ, protocolou na CGU (Corregedoria geral Unificada) Petição com a narrativa dos fatos e documentos comprobatórios de ilícitos administrativos e crimes praticados por aquela Corregedoria que se furtava de seu Poder/Dever em apurar e punir.

Decorrido o prazo legal de despacho, fazendo contato telefônico, teve como resposta que a CIntPERJ já havia sido oficiada e não emitiu resposta. Isso se prolongou por quase dois anos. Ontem, três anos e seis meses após a inicial, voltou a ligar; a CGU, sem nenhuma atenção com este interessado, arquivou os Autos alegando resposta satisfatória da CIntPMERJ.

Hoje, fui àquela Corregedoria, CGU, e protocolei pedido de cópias autenticadas em conformidade com a Lei nº 5427, que estabelece normas sobre Atos e Processos Administrativos no RJ. Com a certeza de obtê-las e comprovar ilegalidade também nos despachos da CGU, a qual também comete crime assim procedendo.

Mas seria só comigo? Não existem  pessoas que não se conformam com abusos e ilegalidades, em ter de se mudar de sua casa, onde sempre foram respeitados e admirados pelos vizinhos por suas condutas ilibadas? Tudo ia bem, até que um dia..................

Tudo começa quando o Sargento Alexis, que Pastoreava numa Igreja Evangélica da Comunidade, começou a receber, junto a outros comerciantes, cobrança de taxas por parte de milicianos, dentre os quais PMs envolvido. Se negando ao pagamento de taxa indevida, passou a ser perseguido, agredido e ameaçado; ele, família e amigos.
Neste vídeo, Alexis e Leonísia são agredidos, levados à delegacia policial, tem seu carro apreendido e na DPJM furtam-lhe direitos.
Sargento PMERJ Alexis e Leonísia, envolvidos num emaranhado de abusos, inércias, complacência e conivência. Prestem atenção no relato do vídeo acima, tudo com comprovação de documentos.
Corremos o risco de morrer fazendo valer a verdade e nossos direitos? Me parece que sim.

PARA ENTENDER TODA HISTORIA VEJA OS VIDEOS.

Neste vídeo o Sargento Alexis demonstra muito bem o sentimento que toma conta dos Praças da PMERJ, que é um "patrimônio", só isso. Instruções de alunos com vassouras em punho, quando deveriam estar usando o escasso tempo para se aprimorarem no saber, tão em falta nos profissionais.
Portanto, como comprova depoimentos de vizinhos, sargento Alexis é um homem de Deus, bem quisto dentro da sociedade.

Neste vídeo, Sargento Alexis demonstra alto conhecimento e denuncia a passagem para a inatividade, indevidamente, de policiais militares, Oficiais.
Video YOUTUBE CIntPM 2

Nós, Policiais Militares, sabemos que nenhuma viatura, principalmente reservada, Sai para uma missão sem que esteja devidamente autorizada e com a finalidade a que se destina, o que não aconteceu quando a Viatura reservada da DPJM fez diligencia no endereço do Sargento Alexis, época em que este estava em tratamento de saúde e sendo submetido a quimioterapia. Embora requisitada pelos ofendidos, Sargento Alexis e Leonisia, este documento nunca foi apresentado,sendo certo que, se agora aparecer, é documento adulterado, pratica comum,nestes casos.

Eles foram a CGU se queixar dos Coronéis Fontenele e Glaucio, que arquivaram suas denuncias sem apuração. Dai, foram enviadas para os batalhões os quais estavam os Oficiais envolvidos para que apurassem. Cadê a imparcialidade?

Por fim, Sargento Alexis recebe o "cala boca", sendo reformado e não sendo punido pelas supostas acusações. Não foram ouvidos Leonisia, os Coronéis nem "Luiz Testão".


Segundo os relatantes, testemunhas e partes nunca foram ouvidas nem chamas, tiveram de mudar de endereço, tendo em vista as ameaças que sofriam. A Corregedoria sempre deu parcialidade em seus atos, privilegiando oficiais sem se importar com a verdade. Abriu diversos procedimentos contra as vitimas e, quando da Reforma do Sargento Alexis, mudaram a postura com o arquivamento de todos os procedimentos. Foi vitima de agressão por parte de policiais militares, pertencendo também à PMERJ e em consequência de seu afã por justiça, foi acusado em oito procedimentos, indo depor em somente um.

Todos conhecem ALEXIS, queriam cobrar dinheiro dele por causa de uma igreja que ele dirigia fazia obras de recuperação de viciados, ele começou a receber avisos de cobrança junto com comerciantes e moradores. Com isso, orientou vizinhos e moradores a representar contra o tal de Luis Testão..e deu no que deu.

Alexis foi interceptado em seu carro, onde havia falsa denuncia de haver no veículo armas de alto poder, como fuzis. Foi também espalhado boato de que Alexis havia assassinado sua esposa, quando na verdade ela morreu de infarto no Hospital Albert Schweitzer.

 Veja o lionk: Jogatina rola solta ao lado da casa de oficial da Corregedoria

Padaria de FACHADA, que alem de pão quentinho, oferece também um COQUETEL DE MAQUININHAS CAÇAS NIQUEIS e JOGO DE BICHO a vontade""!!


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