segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

O livro "Assassinato de reputações", de Tuma Júnior, revela os crimes políticos do governo Lula


Na reportagem com chamada de capa, a revista Veja desta semana publica revelações estarrecedoras sobre o os crimes de Estado cometidos pelos governos do PT. Vai tudo narrado pelo delegado Romeu tuma Júnior, ex-secretário nacional de Justiça, órgão do ministério da Justiça,  presidindo, à época, o Conselho Nacional de Combate à Pirataria, sempre no governo Lula, e filho do ex-senador e também delegado Romeu Tuma. Tuma Júnior conta tudo no livro que lançará dentro de duas semanas. Ele narra um episódio em que foi chamado ao Congresso para reunir-se com um deputado e um senador do PT — este, hoje, é ministro de Dilma — para, supostamente, tratar de projetos de interesse do governo Lula. Na verdade, o encontro se destinava a entregar ao delegado um pendrive que conteria um dossiê (mais um) contra um eminente senador da oposição. “A exigência era que eu plantasse uma investigação em cima dele”. Embora a matéria de capa seja a morte de Mandela, a reportagem-bomba de Veja desta semana que chega às bancas neste sábado, trata das revelações bombásticas do livro do delegado Romeu Tuma Jr, sobre o que viu durante o governo Lula. Ele conta coisas que “nunca antes ocorreram neste país”. Eis aí, portanto, o fio de uma meada que pode ser puxado para que a Nação conheça aquilo que se encontra no âmago do novelo. As informações estão no livro "Assassinato de reputações: um crime de Estado", um depoimento do ex-delegado de classe especial da Polícia Civil de São Paulo Romeu Tuma Jr. ao jornalista Claudio Júlio Tognolli

. A revista não abriu a reportagem até as 9h26min deste sábado, mas ela reproduz muitas revelações feitas no site Consultor Jurídico, que  publicou uma matéria a respeito. Ainda que não vá a fundo, revela que os fatos narrados por Tuma Jr., são mesmo de arrepiar e confirmam que, sob o governo do PT, a Nação já vive sob o tacão de um Estado Policial. Gilmar Mendes não foi o único ministro do Supremo Tribunal Federal que teve escutas instaladas em seus telefones e no seu computador. Quando o episódio veio a público, em 2007, as apurações da Polícia Federal não conseguiram constatar que todos os ministros do STF estavam com seus telefones grampeados ou com escutas ambientais instaladas em seus computadores. E isso tudo feito por delegados da Polícia Federal. Leia mais trechos da matéria do Consultor Jurídico: Conjur

polibiobraga

Nenhum comentário:

Postar um comentário