segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

SOBRE SÉRGIO CABRAL


Sérgio de Oliveira Cabral Santos Filho ou popularmente conhecido como Sérgio Cabral é umfantasminha político brasileiro adepto da lei do menor esforço para tudo e qualquer coisa dentro de seus governos, especialmente quando se trata de coisas em favor da população. É mais conhecido como o senhor das upepês(homenagem à Pepeu Gomes)(auqelas que não prendem ninguém, das upas e dos cevetês, e também por gritar em palanques a favor de idosos no início da carreira política. Mas só nos palanques... 

Cabral também está especialmente empenhado em acabar com o crime no Rio, legalizando-o. Legalizando o aborto, a maconha, o bingo, o tráfico de drogas(já legalizado graças às UPPs), e também em acabar com a hipocrisia. Afinal, quem aí nunca teve uma namoradinha que precisou abortar? 

Cabral é daqueles que choram como uma mocinha quando lhe cortam os royalties do Petróleo, mas que não derrama nenhuma lágrima de crocodilo pelos milhares de mortos nos desabamentos do Rio que ele provocou, pois já havia dito anteriormente que pobre é fábrica de produzir marginal. Quando sua administração for 100% eficiente, todos estarão mortos. ...(Des)Governador do Rio de Janeiro.

Cabral venceu o Denisão com 68% dos votos, e começava assim uma nova era de violênciano Rio. Não hesitou em falar palavras de ordem contra a vagabundagem e a ladruagem que toma conta desse estado, mas logo quando tomou posse e viu a cara de mau de um deles na TV, passou a cagar nas calças só de ouvir a palavra milícia. Por isso tratou de pagar uma cobaia, já poucos meses antes das eleições de 2010, para ir até as principais favelas do Rio. A ideia é simples, e também segue a lei do menor esforço, base da estrutura política de Cabral, os traficantes iam se mudar para a Baixada Fluminense, São Gonçalo e outros lugaresmais fudidos que a capital e não seriam incomodados, enquanto o governo estadual colocaria nas propagandas UPP'S funcionam! Criminalidade no Morro da Bunda da Tanajura caiu mais de 1%!. E não é que os bandidos aceitaram!? Claro, porque a clientela da Baixada Fluminense é maior e lá todo mundo é pobre, ou seja, se alguém morrer ninguém sente falta. E foi fácil: só construiu uma espécie de delegacia com alguns caras que até ontem eram sorveteiros ou mendigos e viraram policiais só para encher a tal delegacia, e alguns gols novinhos e bem pintados em volta. Com as UPA's, a ideia foi tão boa que o professor de Cabral nesse quesito, o presidente Lula, decidiu plagear. São literalmente quiosques(em alguns casos até containers) minúsculos com poucos médicos e mais ou menos equipados(sim, aqui no Rio quiosques substituem os hospitais.Mas o atendimento é um lixo em ambos). Isso foi uma atitude de Cabral para sobrar mais dinheiro para si mesmo e não gastar mais com hospitais. Ideia de gênio! E foi assim que massacrou o candidato verde Fernando Gabeira nas eleições de 2010(será que os eleitores de Gabeira estavam viajando de novo? ou viajaram na propaganda do governo, que Gabeira tanto falou? Bom, vamos esquecer isso...). 
 
Cabral faltou a 52% das votações no Senado

RAPHAEL GOMIDE
DA SUCURSAL DO RIO 

Os dois candidatos que lideram as pesquisas de intenção de voto no Estado do Rio de Janeiro, senadores Sérgio Cabral Filho (PMDB-RJ) e Marcelo Crivella (PRB-RJ), são faltosos no trabalho legislativo.
Cabral faltou a 52% das votações no Senado neste ano. Crivella teve ainda mais ausências: 86,4% -70 de 81 sessões. Em terceiro lugar nas enquetes da disputa ao governo do Estado, a deputada federal Denise Frossard (PPS-RJ) esteve ausente em 6,5% das deliberações da Câmara em 2006.
O senador do PMDB está fora da Casa desde 10 de julho, quando se licenciou sem vencimentos para fazer campanha eleitoral. As ausências a partir de então não foram contabilizadas pela Folha, apesar de constarem do site do Senado (www.senado.gov.br).
Somadas todas as faltas nesta legislatura, desde 2003, Sérgio Cabral não esteve no plenário em mais de um terço das votações (35,8%), o que corresponde a 178 faltas.
Marcelo Crivella participou menos: desde que foi eleito para este mandato, não compareceu a 286 votações, o que corresponde a 54% do total.
Líder na pesquisa Datafolha, com 42% das intenções de voto no Estado e possibilidade de vencer no primeiro turno -Crivella tem 19% e Denise Frossard, 9%-, Sérgio Cabral Filho não vota no Senado desde 22 de março.
Das 50 deliberações neste ano até sua licença eleitoral, faltou mais do que foi. Participou de 24; se ausentou em 26.
Neste ano, só fez um discurso, aquele para parabenizar a iniciativa de um senador de dar título de professor honoris causa da Universidade do Legislativo ao colega Ramez Tebet (PMDB-MS).
Eleitos em 2002 com 4,18 milhões e 3,24 milhões de votos, respectivamente, Cabral e Crivella recebem R$ 12.720 mensais para atuar na Casa. 

Evolução
A ausência dos dois senadores ao trabalho no Senado é reincidente. Acontece desde o início da legislatura, em 2003, mas aumentou com os anos.
Em 2005, Sérgio Cabral faltou a quase a metade das deliberações da Casa (48%), o que corresponde a 77 ausências. Segundo a página do Senado, fez apenas sete discursos no ano.
Em 2004, não compareceu a 41 votações, mais de um terço (37%) das decisões dos seus pares. O ano em que esteve mais presente foi 2003, quando deixou de ir a 19% das votações, quase um quinto do total.
De acordo com o site do Senado, há mais de um mês, desde 4 de julho -dois dias antes do início da campanha eleitoral-, Crivella não vai ao Senado votar. Antes dessa ocasião, fazia quatro meses que não aparecia para deliberar com os pares.
A última vez havia sido em 22 de março. Depois disso, não houve sessões até 24 de maio, quando ele também faltou. Ele também não esteve presente nos dias 7 e 20 de junho.
Em 2005, faltou a 47,8% -77 das 161 sessões de votação. Em 2004, ele faltou a 47,7% das deliberações, e em 2003, se ausentou de 86 votações, 49%.
Em 2005 e 2006, a deputada Denise Frossard (PPS) teve presença em plenário de 83,1% e ausência justificada -maioria das vezes em missão oficial autorizada pela Casa- em 15,4%. Não justificou a falta quatro vezes, em 1,6%.

Nenhum comentário:

Postar um comentário