segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Acho que são PTistas, só pode.


No ano passado relatei caso ocorrido quando eu era sindico do prédio onde moro. Uma senhora que estava há varias gestões como sindica do prédio devido a leniência dos demais proprietários, já se achava a senhora detentora de poderes inexistentes, uma ditadora. Seus parentes faziam todos os serviços do prédio, desde limpeza até obras diversas. Êta família competente!

Um dia, assumi a função de sindico. Como ela infringia a Convenção rotineiramente, foi chamada a atenção. Não obedecendo, foi notificada. Não obedecendo, foi emitida multa. Não cumprindo, foi informada que haveria a devida ação Judicial. Obedeceu.

Obedeceu mas fazia criticas em tom de fofoca pelas dependências do prédio, o que um dia eu ouvi. Fui ao seu encontro lhe chamando a atenção, que as criticas deviam ser feitas por escrito ao sindico, e o que ela fazia era “futricagem”.

Um dia, vi pela minha janela, uma pessoa que chegou de carro. Acionou o interfone e teve a entrada liberada. Momentos depois minha campainha toca, a pessoa se apresentou como genro da senhora que eu chamei a atenção e que estava ali para resolver a questão. Lhe disse que a questão era de trato interno do condomínio e que nada eu tinha para resolver com ele. Me despedi fazendo menção de fechar a porta. O elemento, bem mais novo e de complexão física mais avantajada, entrou com um empurrão na porta me deferindo um soco no rosto. Com grande esforço consegui pô-lo para fora, alertando que não voltasse.
Fiz todo o tramite legal, atendimento médico, registro em Delegacia policial e Exame de Corpo de Delito. Na audiência JECRIM, foi oferecido o “Negócio Jurídico” oferecido pelo MP para que o acusado não se visse processado e condenado. Eu, como vitima, em nada pude me manifestar. O acusado ainda debochou no ambiente da Justiça, dizendo que estava “barato” pagar R$ 1.200,00 para instituição e uma doação de sangue.

Numa reunião de condomínio onde relatei o ocorrido, a esposa do agressor e outra filha da “futriqueira” se manifestaram em dizer que a invasão e agressão foi merecida, fato que foi usado para comprovar judicialmente que a agressão realmente ocorreu e quem foi o autor.

Diante disso, ingressei também com ação indenizatória, onde a sogra do acusado foi apresentada como testemunha. Lógico que a Juíza leiga não aceitou, só a ouvindo na condição de informante, não fazendo nenhuma interferência no mérito da questão. A senhora disse que eu e um amigo a ameaçamos quando estávamos no portão do prédio quando ela ia comprar pão pela manhã, não mencionando que este meu amigo é um senhor, também morador do prédio, de 82 anos e, que como ela também compramos pão pela manhã na passagem do padeiro. Disse também que quando eu a interpelei o fiz a empurrando, com as mãos em seu peito. Esqueceu-se ela que este fato foi presenciado por uma moradora, que ao saber de sua declaração, se ofereceu em contradizê-la.




Mas o Juizado Especial Civil cumpriu bem sua função, condenou o acusado ao pagamento de R$ 1.500,00 por danos morais, com o também não levou em consideração o Contraposto por eu ter chamado o acusado de meliante.  Agora, é a vez da velha “futriqueira” responder por Calunia, injuria e difamação por sua declaração na vã tentativa de justificar o erro de seu genro.

O advogado do réu deve ter aprendido uma lição, não se envolver com a pessoalidade quando no exercício de sua profissão, já que em nada ajudou seu amiguinho, só fazendo perguntas vãs para desmerecer o Autor na sua condição de policial militar.


Ponto para O Juizado Especial. Mas mesmo com Sentença desfavorável se manifestam como vitimas, certamente são PTista.

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