sábado, 26 de abril de 2014

Agitação e propaganda


 
Sergio  A. de A. Coutinho]
No período de 1961 a 1964, todas as organizações de esquerda desenvolveram intenso trabalho de agitação, com inicio nos episódios da campanha pela posse do vice presidente (1961) e4 na campanha para restabelecer o sistema presidencialista, por meio d plebiscito previsto no Ato Adicional que implantou o parlamentarismo (1962)

As grandes bandeiras levantadas foram o nacionalismo, o anti imperialismo, as reformas de base e um alegado golpismo de direita.
No Movimento Sindical, sobressaiu-se o Comando geral dos Trabalhadores (CGT), encabrestado ao governo e ao seu partido, mas sob controle efetivo do PCB. O movimento desencadeou uma intensa onda de graves políticas, a pretexto de reivindicações trabalhistas. O grevismo descontrolado com a conivência oficial assustou e intimidou a sociedade nacional.


O clímax da agitação e propaganda se deu no Comício pelas Reformas, realizado em frente Ada estação da Central do Brasil, em 13 de março de 1964, no Rio de Janeiro. Com artifícios espertos para reunir os trabalhadores, os organizadores concentraram uma multidão de cerca de 100 mil pessoas. Com a presença do Presidente da República e sua esposa, de ministros de estado e dos principais líderes nacionalistas, populistas e nacionalistas, os sucessivos oradores radicalizaram (suas posições), com suas propostas para formação imediata de um governo verdadeiramente popular e de mudanças na Constituição que viabilizassem as reformas de base.

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