quarta-feira, 9 de abril de 2014

Imatura intolerância da ideologia inculta...

Lembrai-vos de MAIAKOVSKI: poeta russo, “suicidado” após a revolução de Lenin. Ele escreveu, ainda, no início do século XX:
 

“Na primeira noite, eles se aproximam e colhem uma flor de nosso jardim. E não dizemos nada. 
Na segunda noite, já não se escondem, pisam as flores, matam nosso cão. E não dizemos nada. 
Até que um dia, o mais frágil deles, entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta.  
E porque não dissemos nada, já não podemos dizer nada”.
Há cem anos Maiakovski lançou esse grito que a história confirmou ser real.
E preciso, continuarmos atentos e denunciando as intransigências ideológicas de grupos, como esse composto por jovens estudantes (?) da USP, porque muitos ainda não perceberam o perigo.
Por fim só uma pergunta: até quando ficaremos sem fazer nada?

Leia o link: Professor da USP trata "golpe" de 64 como revolução.



Não trabalham, não estudam, nada produzem, não querem a polícia no campus, consomem o que  capitalismo pode lhes proporcionar. Como também grandes quantidades de MACONHA.

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