sábado, 24 de maio de 2014

E os comandantes ainda subservientes e omissos.


                                                               Os marionetes do PT.

O descontentamento nas Forças Armadas e Auxiliares é grande, isso é notório. Não só por salários, mas pelo tratamento político que é dado aos militares, não se preocupando com os danos que possam causar aos seus comandados e sim com as Corporações cada vez mais enlameadas por seus comandos, a satisfação ao interesse político vem sempre em primeiro lugar.
Vimos a divulgação de uma brincadeira em alojamento onde um militar, aluno, dançava de cueca. Brincadeira comum entre jovens e não desmerece em nada a corporação a qual pertencem. O militar, segundo informações, foi afastado de seu curso e pode sofrer punição e ser excluído da corporação na qual ingressou através de concurso.

Em contrapartida, estes mesmos subordinados dormem ao relento após exaustiva carga de trabalho, sem higiene, ainda com seus uniformes, mostrando que em breve tempo serão novamente empregados.
 
Mas temos um Secretário de Segurança Pública denunciado por improbidade administrativa e superfaturamento de contratos de terceirização da compra e manutenção das viaturas da polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro que continua no cargo e precisa ser paparicado.

Após dois anos de uso estas viaturas estão inservíveis, não para a polícia, mas para a empresa de manutenção.



No Exercito, o Sargento Feliciano é novamente punido com 12 dias de detenção por ter escalado a estátua de Hermes da Fonseca em protesto. Na oportunidade fui depor em sua Sindicância, onde os Oficiais se mostraram empolgados com meu relato, mas, creio que o Parecer não foi respeitado, prevaleceu a vontade pura e simples de punir na Solução.
 




 
o advogado Eugênio Pacelli explicou que o sargento não protestou contra o Exército e sim a favor: “Ele requereu apenas salário digno.”


Em nenhum momento o Sargento Feliciano denegriu a imagem da Corporação Exército Brasileiro, sai inscrição na camisa, R$ 0,16, só foi percebida no significado pelos que pertencem à corporação, civis não atentaram para isso. Na verdade a punição é merecida pelos comandos que admitem isso com seu efetivo.
 
A faixa, com dizeres Intervenção Militar Já, consta em depoimento não ser de responsabilidade do Sargento Feliciano, mas, ele foi punido.
 
                                                           ‘FOI TUDO RÁPIDO’
A mulher do sargento, que não se identificou, disse que o militar falou que não teve teve direito de defesa. “Tudo aconteceu extremamente corrido. O general não informou se aceitou ou não a defesa”, disse ela, grávida do terceiro filho do casal. “É uma vergonha o soldo militar. O salário família é de apenas R$ 0,16.”
Por fim, a faixa estendida pelo Sargento Feliciano mostra que ele é um só, mas ainda assim faz sua parte, que é muito mais representativa que a dos três patetas comandantes militares.
 "Sou um só, mas ainda sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. E por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o que posso"
Enquanto for só ele, estará sob o jugo opressor da omissão. Mas quando todos nós fizermos a nossa parte, ai sim, faremos valer a legalidade.

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