segunda-feira, 21 de julho de 2014

A esquerda que intimida

Jandira Feghali: "Atitude de juiz demonstra desequilíbrio emocional"

Deputada comenta prisão de ativistas e nota de Flávio Itabaiana de Oliveira Nicolau

Jornal do Brasil
A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB) criticou, neste sábado (19), a postura do juiz Flávio Itabaiana de Oliveira Nicolau, da 27ª Vara Criminal da Cidade do Rio de Janeiro, que decretou a prisão temporária de 26 ativistas no início desta semana. A deputada comentou ainda a nota divulgada na sexta-feira (18) pelo juiz, na qual ele afirma que a representação apresentada contra ele no Conselho Nacional de Justiça teria o objetivo de intimidá-lo: “Está para nascer homem que irá me intimidar”, afirmou Itabaiana. Para Jandira, o juiz mostrou desequilíbrio emocional. “Ele não pode ter uma atitude emocional como teve. Nós apenas agimos com as ferramentas que temos: recorremos ao CNJ. Lamentamos a atitude dele, que demonstra um desequilíbrio emocional em relação ao assunto, mas vamos manter a nossa opinião.”

Na sexta-feira (18), o juízo da 27ª Vara Criminal da Capital recebeu denúncia do Ministério Público e decretou a prisão preventiva de 23 ativistas acusados de formação de quadrilha armada. Segundo a denúncia, os réus integram o grupo que teve prisão temporária decretada no último dia 12, durante a Operação Firewall, e que foram beneficiados por habeas corpus durante esta semana. Os mandados de prisão já foram expedidos. 
De acordo com o juiz Flávio Itabaiana de Oliveira Nicolau, a decisão deve-se  à periculosidade dos acusados, evidenciada por terem forte atuação na organização e prática de atos de violência nas manifestações populares, o que se pode verificar pela prova produzida em sede policial e pelos argumentos presentes na denúncia.
Na quarta-feira (16), parlamentares impetraram uma representação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra o juiz. A representação foi formulada após uma reunião entre os deputados federais Jandira Feghali (PCdoB), Chico Alencar (Psol), Jean Wyllys (Psol) e Ivan Valente (Psol), e pede ao CNJ a instauração de um processo administrativo disciplinar contra Flávio. A representação também pede a cópia integral dos autos e prazo de 15 dias para uma resposta oficial do Conselho.
De acordo com Jandira Feghali, os pedidos de prisões temporárias foram feitos sem quaisquer indícios ou provas que poderiam comprovar as acusações feitas. “Nós não consideramos que as atitudes dele têm sido de acordo com o que diz. Os pedidos foram feitos sem indícios de nada que prove as acusações, algo típico de um Estado de Exceção”, afirmou a deputada neste sábado.


Na representação, o pedido dos parlamentares é justificado: "Por meio da decisão do juiz Flávio Itabaiana de Oliveira Nicolau, em ato de completa arbitrariedade e abuso de autoridade emitiu dezenas de mandados de prisão e de busca a apreensão motivados por "indícios de autoria do delito”. Eles afirmam que “tais prisões e apreensões possuem um nítido caráter intimidatório, sem fundamento fático ou legal que legitime a prisão, destinado a reprimir com o Direito Criminal a liberdade de expressão cidadã”.

A denúncia do Ministério Público contra os 23 ativistas acusados de promover violentas manifestações nas ruas do Rio atribui a eles a elaboração de explosivos usados nos protestos. Segundo o promotor Luís Otávio Figueira Lopes, o objetivo dos jovens era disparar os artefatos em direção aos agentes de segurança.
 O documento assinado pelo promotor aponta a existência de sete grupos de ativistas liderada por Elisa de Quadros Pinto Sanzi, a Sininho, que continua presa.
Os 23 ativistas foram denunciados por associação criminosa, dano qualificado, resistência, lesões corporais, posse de artefato explosivo e corrupção de menores. Dos 23 acusados, 18 são considerados foragidos pela polícia.


RIO — A denúncia apresentada à Justiça pelo Ministério Público contra 23 manifestantes acusados de violência em protestos diz que eles pretendiam incendiar a Câmara dos Vereadores. De acordo com o MP, uma pessoa ouvida no inquérito teria presenciado a ativista Elisa Quadros, a Sininho, incentivando manifestantes a levarem recipientes de gasolina para o local, para que o prédio fosse incendiado.
Ainda de acordo com a denúncia, os 23 ativistas praticaram crimes de associação criminosa, dano qualificado, resistência, lesões corporais, posse de artefato explosivo e corrupção de menores.

O grupo, classificado como quadrilha, vinha sendo investigado desde setembro de 2013. Entre os crimes atribuídos pela polícia a seus integrantes, estão a destruição de ônibus, de uma patrulha da PM na Glória, a morte do cinegrafista Santiago Andrade, da Band (atingido por um rojão durante um protesto em fevereiro passado), e danos a 500 coletivos durante uma greve dos rodoviários. Uma lista com endereços das garagens atacadas foi encontrada na agenda de Sininho, que tinha papel de liderança na Frente Independente Popular (FIP), juntamente com Camila Jourdan, Luiz Carlos Rendeiro Junior e outros.

O juiz Flávio Itabaiana disse que decretou a prisão, que pode durar até o julgamento, para garantia da ordem pública e qualificou o grupo como perigoso. Em nota, afirmou que “uma das hipóteses previstas no artigo 312 do Código de Processo Penal autoriza a decretação da prisão preventiva, qual seja, a garantia da ordem pública.
Procurei não reduzir os textos das reportagens para que fique bem claro que há um intenso interesse da esquerda PC do B e PSOL em defender os ativistas, uma causa impossível. É notório que o Ministério Público fundamentou seu relatório que sustenta a denuncia elementos concretos constantes no Inquérito Policial. A denúncia foi acatada pelo Juiz que fundamentou sua decisão em elementos constantes no CPP, visando a integridade das pessoas que podem ser atingidas.Patrimônio Público
Desde o inicio destes conflitos maquiados de manifestações, o alvo escolhido são os Policiais Militares e o Patrimônio Público, sendo o segundo objetivo para afugentar e desestimular os verdadeiros manifestantes. No caso dos ataques aos policiais,serve unica e exclusivamente ao interesse de desmilitarizar as policias Militares com base em supostas violências praticadas, que no caso se reveste de defesa às agressões sofridas.
"Houve intenção de matar ou ferir. Foi um homicídio intencional. Ele [o que acendeu] queria atingir policiais", relatou o delegado, descartando que o alvo teria sido o cinegrafista. "O que a gente vê pelas imagens é que não foi um atentado à liberdade de imprensa", disse.
Lhes pergunto: E se a vitima fatal fosse um PM? Estejam certos que o acontecido já estaria esquecido, os autores não identificados e estes mercenários ainda em atividade.
Tentaram antes, espancando. Felizmente foram impedidos.

No ultimo sete de setembro eu estava lá, vi quando eles, em formação, entraram na Avenida Presidente Vargas gritando e ameaçando quem estava pela frente. Com a intervenção das Policias Militar e do Exército, as bombas de gás lacrimogênio e de efeito moral, eram relançadas para a arquibancada por eles, os "manifestantes, dentre eles a de vulgo "sininho", onde estavam crianças e idosos que tiveram que ser auxiliados para não despencarem lá de cima. Este é o "modus operandi" desta nova facção criminosa.
Em minhas recentes postagens fui alvo de "defensores" destes meliantes. Seu "modus operandi" é sempre o mesmo. Primeiro fogem do assunto postado e fazem uma série de ofensas e acusações à polícia, só a militar. Depois, se contestados, passam a ofensas pessoais, provocando assim a reação que almejam; indignação seguida de resposta à altura. Tá pronto o prato que queriam. O comentário é "printado" e utilizado para denegrir a imagem do PM, já que é visível que não escondo minha posição de Policial Militar. Abaixo alguns comentários provocativos em postagem que em nada se referia ales, muito pelo contrário, era postagem sobre o que eles dizem defender.
LinK: http://rvchudo.blogspot.com.br/2014/07/grandes-eventos-boa-seguranca-e-depois.html
Comentários:
"Qualquer um que diga estar preocupado com a violência nas manifestações sem exigir a investigação e punição dos abusos policiais não passa de um hipócrita", "a ajuda que o governo da as vossas famílias, depois que uns de vcs vem abatido, como passarinho... hahahahahahaahahah Que ajuda...!!!", " pq seus amigos policiais corruptos e violentos, e ladroes, e assassinos, nao???", "é sò bater e matar, que funciona na nossa PMERJ... AH, o roubar tbm, ja tava esquecendo... \o/", "militar nao pensa, sò obedece... entao, seria impossivel poder continuar com uma discussao com vc. A.C.A.B!!!  (sò nao vale querer mandar matar, ok!!)", "vai fazer seu lanchinho, aquele cheio de mufa... estragado, azedo... é o que o governo da a nossa puliça pra comer... " Acrescento que houve comentário sugerindo a morte do autor, mas foge de finalidade postar aqui, foi apagada. 
Os membros da quadrilha estão em ação e se mostram tão ou mais perigosos que o PT. Parlamentares, abertamente, se contrapõem a decisões respaldadas em informações e na lei, acusando autoridade de desequilíbrio em suas ações. Presos que afirmam que seu objetivo é ferir/matar policiais "MILITARES" e não omitem suas declarações de ódio às pessoas da sociedade que pertencem a Corporação Policial Militar do Estado do Rio de Janeiro.

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