domingo, 14 de setembro de 2014

Matando oficiais, tá na história.


A história dos snipers começara na guerra de independência americana quando milicianos locais conseguiam acertar formações inglesas a distância. Os alvos preferidos eram os oficiais que tinham uniformes bem diferenciados dos soldados.

Alguns batalhões ingleses chegaram a perder todos os oficiais. Antes desta época as armas eram muito imprecisas para que o sniper fosse viabilizado. Fuzis com projeteis encapsulados permitiram aumentar a precisão e distancia de tiro. Acoplados a lunetas permitiram que as técnicas e táticas dos snipers se desenvolvessem. A função dos snipers não é só bater alvos inimigos. Uma missão típica geralmente é penetrar as linhas inimigas, matar oficiais, artilheiros ou metralhadores, ou atrasar avanço inimigo em uma retirada de tropas, sendo um meio para conseguir superioridade de fogo.

A identificação de alvos é crucial com o sniper tendo que distinguir oficiais, mensageiros, operadores de radio, operador de armas pesada e tripulantes. Os snipers inimigos são os mais importantes e os soldados comuns estão no fim da lista de prioridade. Como arma sua função é diminuir a moral inimiga, criar confusão e atrasos.
Fonte: Táticas de combate

Tirar o comandante do combate influencia no psicológico dos combatentes e desestimula a continuidade da ação.

O capitão Uanderson Manoel da Silva, de 34 anos, comandante da Unidade de Polícia Pacificadora Nova Brasília, no Complexo do Alemão, morreu, nesta quinta-feira,após ser baleado num confronto com traficantes na favela, ele foi atingido por um tiro no peito numa localidade conhecida como Largo do Vivi, por volta das 17h30m. 

Neste horário dificilmente ele estaria em ação, pois seu trabalho na comunidade se dá em expediente, que se encerra as 16 ou 17 horas. Há de se pensar que estivesse indo embora, razão de estar sem o colete anti balístico.

Nove policiais lotados nas UPPs do Alemão foram mortos desde 2012, sendo seis só este ano. 

Curioso o aumento de conflitos com mortes de policiais este ano, coincidente com as eleições para o governo do Estado.


Sabemos e já foi bastante exposto o acordo feito entre políticos, comunidades e traficantes com a intenção de um projeto de pacificação em que não houve confronto, apreensão,mortes e feridos à altura do poderio bélico nas mãos dos bandidos que infestavam e ainda infestam estas comunidades. UPP ainda é um ponto positivo desta administração que se finda, o com seus aspectos negativos, ainda é um ponto forte a ser explorado e, cabe aos partidos opositores, com candidatos próprios, se encarregarem da depreciação deste item perante a opinião pública.

Três meses antes, traficantes mataram o aspirante a oficial Leidson Acácio Alves Silva, de 27 anos, subcomandante da UPP Vila Cruzeiro. Ele levou um tiro na cabeça quando patrulhava a Rua Dez.

Durante o sepultamento do oficial, ocorrido nesta sexta-feira no Jardim da Saudade, em Sulacap, colegas de farda fizeram um protesto e estenderam uma faixa com imagens de outros policiais mortos em ataques e os dizeres: “SOS polícia. Somos todos vítimas, mudança na legislação já”. O pedido foi reforçado pelo comandante-geral da PM, coronel José Luís Castro Menezes, e pelo comandante da Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), coronel Frederico Caldas.

É justo que policiais se manifestem em defesa de suas vidas, no dia 25 de março deste ano, uma mobilização foi organizada e realizada em Copacabana, mas, os principais interessados, os Policiais Militares, compareceram em minoria. A grande presença foi de vitimas sobreviventes, parentes dos mortos, sociedade vitima da violência e policiais da Reserva e Reformados. Os da ativa, propensos a serem as próximas vitimas, foram minoria no evento que reuniu cerca de 300 pessoas.


Um "suspeito" foi preso, mas, se seguir nesta proporção de um preso para cada PM morto, o efetivo será eliminado sem que estes bandidos estejam fora de ação. A pacificação só será efetiva com a "ELIMINAÇÃO" dos traficantes e seu poderio bélico, bem como a exposição da política que os usa.

O capitão foi atingido NO PEITO por um tiro de pistola 9mm, este tiro para ser preciso deve ter uma distancia de 50 metros. Ou teria sido uma cagada acertar o peito do capitão?


2 comentários:

  1. Tá parecendo um VIETNÃ.....

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  2. o camuflado é para isso dificultar a identidade do cmt, mais o orgulho é tanto que algumas pms do brasil exibem estrelas e divisas ostensivamente,a pmes, imaginem um primeiro sargento com um balde de divisas no uniforme camuflado, as platinas dos oficiais parece uma prancheta!qualquer cheira cola sabe que é quem, aliás essa tática foi usada em todos os conflitos pelo mundo,como nosso pais aceita todo refugiado de qualquer lugar,estão ai trabalhando angolanos,coreanos,chineses,colombianos,bolivianos,haitianos,libaneses,muçulmanos,nigérianos,moçambicanos ,congoleses,todos com vasta vivencias nas guerrilhas de onde vieram,nas futuras passeatas vcs.verão bastante sangue nas ruas, faz parte da vida deles,alvo deles é sempre o condutor de vtrs, isso é bem antigo!! vide CANUDOS,um bando de maltrapilhos dizimou as tropas do governo josé lucena nosso snaiper brasileiro, a história se repete, mais quem vai prestar atenção nisso? e para quê? alguém lembra do micro da pm que acertaram só o motorista? na av.brasil? depois de tombado conseguiram abater uns tres pm,cansados do jogo do maracanam é tem gente que nem se lembra+ 3 sóis no céu do brasil!! eram do juruna.

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