domingo, 12 de outubro de 2014

SAIBA QUEM É DILMA ROUSSEF

DILMA  ROUSSEF                                                                  Renato Lemos         

        Você sabe quem é Dilma Roussef?  É a atual presidente da República. Antes, era chefe da Casa Civil de onde saiu candidata à Presidência por escolha do então presidente Lula. O que você talvez não saiba é quem é, de fato, Dilma Roussef. Mas é bom saber, para não se deixar enganar.

      O nome completo dela é Dilma Vana Roussef Linhares. Além deste, ela tem outros nomes. Durante o regime militar, quando fazia parte das organizações terroristas que lutavam para implantar no Brasil um regime idêntico ao que malogrou na União Soviética, ela circulava com os nomes de “Estela”, “Luiza”, “Patrícia” e “Wanda”. Com essas identidades falsas acobertava sua participação em assaltos, atentados, sequestros, assassinatos e outras atividades dos grupos terroristas em que militava.

     Dilma nasceu em Belo Horizonte em 1947. Seu pai, um militante do Partido Comunista búlgaro, chamava-se Pétar Russév, mas, ao chegar ao Brasil, mudou o nome para Pedro Roussef. Viveu em Salvador, Buenos Aires e São Paulo e, já casado, foi morar em Belo Horizonte, onde nasceram os três filhos: Igor,
Dilma – a terrorista – e Lúcia.

     Depois de concluir os estudos, primeiro, no Colégio Sion e, depois, no Colégio Estadual Central, Dilma, já com vinte anos, passou a militar na organização marxista Política Operária – POLOP. Foi recrutada pelo noivo, e depois marido, Cláudio Galeno de Magalhães Linhares, especialista em fabricar bombas com produtos da farmácia de manipulação do pai. Era conhecido na época pelos codinomes de “Aurélio” e “Lobato” 

      Dilma trocou Belo Horizonte pelo Rio de Janeiro quando tinha 21 anos e fez isto para escapar da polícia, depois do malogrado assalto à agência do Banco da Lavoura em Sabará.

     Com as primeiras prisões de terroristas, abandonou o POLOP e, com o marido, aderiu ao Comando de Libertação Nacional – COLINA, outro grupo da guerrilha marxista. Ensinou marxismo, participou de três assaltos a banco e, em abril de 1969, tornou-se membro do comando nacional do COLINA.

     Há uma proeza dela nessa época que merece destaque: pôs chifres no marido. Quando ainda vivia com o marido, apaixonou-se por Carlos Franklin Paixão de Araújo, um militante da Vanguarda Popular Revolucionária - VPR, que, entre os comparsas, gozava da fama de sedutor de mulheres. Até aquela época já havia enganado sete e, mais tarde, quando ainda vivia com a Dilma, envolveu-se num tórrido romance com a terrorista Bete Mendes.

     Com Carlos, Dilma participou, em Mongaguá SP, da fusão do Colina com a VPR, que deu origem à Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares – VAR-P, liderada pelo desertor e terrorista Carlos Lamarca. No Art. 1º do estatuto da VAR-P, ficou definido com clareza o objetivo da organização: A Vanguarda Armada Revolucionária-Palmares é uma organização político-militar de caráter partidário, marxista-leninista, que se propõe a cumprir todas as tarefas da guerra revolucionária e da construção do Partido da Classe Operária, com o objetivo de tomar o poder e construir o socialismo”.

      Nessa reunião foi planejado o assalto e roubo do cofre da casa da amante de Ademar de Barros em Santa Teresa no Rio de Janeiro. O plano, executado em 18 de julho de 1969,  colocou nas mãos dos terroristas 2 milhões e 800 mil dólares, que Ademar mantinha escondidos para não explicar sua origem. O destino desse dinheiro é cercado de dúvidas e perguntas até hoje sem respostas. A cobiça humana parece ter sido mais forte do que as convicções ideológicas de alguns terroristas.

      Numa dessas reuniões da VAR-P, o tempo esquentou e um dos participantes ameaçou não comparecer a novas reuniões se Dilma estivesse presente. O motivo foi a prepotência e arrogância com que tratava os companheiros. Os que hoje convivem com ela dizem que ela não mudou. É grosseira no trato com os subordinados e até com os que não são. Confunde liderança com arrogância e prepotência. É centralizadora, dotada de uma personalidade com características de alguns tiranos do passado
      Dilma, acompanhada de Carlos, foi viver e militar no Rio Grande do Sul e, logo depois, em São Paulo, onde, em 1970, dedurada por José Olavo Leite Ribeiro, com quem mantinha três contatos semanais, foi presa num bar da rua Augusta. Na ocasião, estava armada, acompanhada de Antônio de Pádua Perosa, que também foi preso.

     Condenada em  três processos, ficou presa no presídio Tiradentes. Em depoimento ao Tortura Nunca Mais disse que foi torturada durante 22 dias, o que faz dela uma mulher singular  e muitos estranham que o nome dela não tenha sido incluído até agora  no Guiness, pois, caso raro, conseguiu sobreviver aos diferentes tipos de tortura a que alega ter sido submetida durante 528 horas!...Seus antigos comparsas da VAR-P a acusam de ter traído o grupo ao entregar Natael Custódio Barbosa.

     Em 1974 foi libertada em circunstâncias consideradas muito estranhas até mesmo pelos seus companheiros de terrorismo. Sem seqüelas físicas e muito bem de saúde, mudou-se neste mesmo ano com seus companheiro Carlos Franklin Paixão de Araújo para o Rio Grande do Sul, onde, em 1977, antes, portanto, da anistia, concluiu seu bacharelado em Economia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS. Depois da anistia, bem de saúde, simpática e fagueira, militou durante algum tempo no PDT, para ingressar, depois, no PT em 2001.

     Folha corrida de terrorista, hoje, é sinônimo de currículo e isto ajuda a entender muita coisa que acontece atualmente. Graças à folha corrida invejável de que é detentora, toda recheada de proezas na luta armada, ela ascendeu rapidamente no governo. Esteve à frente do Ministério das Minas e Energia, de onde foi levada para a Casa Civil, a fim de preencher o buraco aberto com a queda de José Dirceu. A escolha foi do Lula que tenta vender à imagem de “o homem mais moral e ético de toda a História do Brasil”. O trecho entre aspas é do próprio... Ele e a quadrilha por ele chefiada nada tem a ver com o “mensalão” e outras façanhas dos “cumpanheros”!...

     Desde que se colou ao Lula, o hábito que tinha de enganar os outros com nomes falsos ganhou nova forma. Deu para mentir em tom solene e oficial, apoiada na autoridade e exemplo do chefe. O elenco de suas mentiras é bem amplo e variado. Aí vão algumas. Mentiu no caso do “dossiê” contra Fernando Henrique Cardoso montado pela Casa Civil. Mentiu ao declarar, em documento oficial, que faziam parte de seu “Curriculum vitae” os Cursos de Pós Graduação, Mestrado e Doutorado, que nunca havia feito. Mentiu ao afirmar que não se reuniu, em seu gabinete, com a então Secretária da Receita Federal, Lina Vieira. Mentiu e mente quando sustenta que aderiu ao terrorismo para ver restabelecida a democracia no país, pois este nunca foi o objetivo das organizações terroristas em que militou.

      A prática de assumir diferentes identidades para enganar os outros tem efeitos colaterais e provoca distorções psíquicas. Dilma é um exemplo disto. Apesar de o regime militar ser passado, ainda acredita que é “Estela”,  “Luiza”, “Patrícia” e “Wanda”. O mesmo acontece com José Dirceu, conhecido como “Daniel”, quando militava nas organizações terroristas, e como chefe da quadrilha do mensalão, quando esteve à frente da Casa Civil no governo Lula.

     Como mentalmente ainda vivem em época anterior à queda do Muro de Berlim e à dissolução da União Soviética, Dilma e Dirceu ainda crêem que assaltar, executar atentados, assassinar e pegar em armas para lutar pelo comunismo é tarefa nobre. 

     Na entrevista que concedeu à Folha de S. Paulo, antes de assumir a Casa Civil, até então ocupada por José Dirceu, ela fez apologia de seus tempos de terrorista e defendeu sem restrições os ideais da guerrilha. Em nenhum momento condenou os atentados e assassinatos de que ela e os terroristas daquela época foram responsáveis. Em compensação descreveu com riqueza de detalhes as torturas que alega ter sofrido.

        Na cerimônia de posse da Casa Civil, os camaradas “Daniel” e “Estela” jogaram flores um no outro para evocar os tempos e os feitos da guerrilha. “Camarada de armas” – saudou o camarada “Daniel”, como se estivesse participando de uma reunião da VAR Palmares. E a camarada “Estela” – ou “Luiza”, “Patrícia” ou “Wanda”, como preferirem – devolveu no mesmo tom: “Conheci meu querido companheiro de lutas há 40 anos, como líder estudantil".

         Sob influência dessas idéias e da tentativa de reviver o passado, vemos terroristas serem glorificados como heróis. Tivemos a promoção do desertor e terrorista Carlos Lamarca. E como se não bastasse, meses atrás Dilma recebeu a medalha do Mérito da Ordem Militar, numa afronta aos militares da ativa e reserva das Forças Armadas. Certamente, quem lhe concedeu a medalha quis exaltar os méritos da camarada “Estela” por ter participado de três ações de roubo de armas em unidades do Exército no Rio de Janeiro durante sua militância terrorista.

      É este, meus amigos, o retrato de corpo inteiro da preidente da República, Dilma Rousseff, ou, se preferirem, “Estela”, “Luiza”, “Patrícia” ou “Wanda”. Deus salve o Brasil !

3 comentários:

  1. Quando a verdade é inconveniente, simplesmente é ignorada. Ainda existem muitos que tem uma visão ingênua do comunismo, ainda acham que a esquerda existe para dividir a riqueza e acabar com a fome... Infelizmente, são professores ou teóricos de qualquer espécie, e geralmente transitam entre carenciados. O povão não sabe nada e nem quer saber. Por isto teve copa , tem festa, tem carnaval. E o PT conta com estas pessoas, do tipo que idolatram Lennon e outros parecidos.

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  2. É BOLA da vez.....
    Será?

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  3. Se ela fosse durona como dizem,jamais seria capacho do Lula.Ela mais parece coco do cavalo do bandido.Sonhadora!!!!!!!!!!!Acorda muié vc já tá véia e feia.Caia na real.

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