sábado, 11 de outubro de 2014

Somos otários ou incompetentes democráticos?

Fica difícil entender como o filho de Sergio Cabral alcançou esta expressiva votação, com 119 mil votos, eleito deputado federal.

Fica difícil acreditar que, apesar da rejeição do pai, que foi afastado da campanha de Pezão, este rapaz, sem nenhuma referência política, alcance esta expressiva votação.

Fora o filho, uma "putada" PMDB, envolvida em escândalos e falcatruas se reelege sem nenhuma dificuldade.
Eduardo Cunha (PMDB), Pedro Paulo (PMDB), Felipe Bornier (PSD), Washington Reis (PMDB) e o ex-secretário de transportes no estado, Julio Lopes (PP). (http://rvchudo.blogspot.com.br/2011/08/o-bonde-assassino.html)

Na prefeitura, onde ganha R$ 2.500 por mês (fora a mesada dos pais) e vai trabalhar de relógio Rolex, Marco já passou por quatro áreas. Agora, está num setor responsável por gerenciamento de projetos. 
Só não sabemos se é concursado ou "pendurado" numa das boquinhas do PMDB, o sabemos?

Marco não chega a ser um aluno brilhante em todas as matérias da faculdade. O coeficiente de rendimento do período anterior foi 5,6. Suas duas melhores notas até hoje foram "Direito Eleitoral" (dez) e "O Humano e o Fenômeno Religioso" (9,7). As piores: Direito do Trabalho II (2,8) e Direito Processual Penal (3,6). No Centro Acadêmico de Direito da faculdade, a chapa da qual fez parte perdeu duas vezes as eleições. 
Fonte: EXTRA

Uma campanha para Deputado Federal é milionária, alcançando cifras inimagináveis sem a certeza de sucesso. Será que algum "hacker" ficou milionário com esta eleição do filho de Cabral


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