domingo, 16 de novembro de 2014

Manifestações repercutem no governo


Dilma: não concordo com teor dos atos por impeachment.

Estadão - Por Fernando Nakagawa | Estadão Conteúdo
A presidente Dilma Rousseff diz que não concorda com o teor das manifestações populares que pedem o impeachment da ocupante do Palácio do Planalto e até uma intervenção militar. Mas que respeita a manifestação popular. Para Dilma, o Brasil chegou a um estágio democrático que permite até que alguns cidadãos defendam a volta de um golpe.

"O Brasil não se abala por um escândalo. Nós temos hoje uma opção democrática consolidada. Não somos um país que se chegou ontem à democracia. Eu não concordo com o teor das manifestações, mas com a manifestação em si eu nada tenho contra ou a favor", disse Dilma em entrevista após o encerramento da reunião de cúpula das 20 maiores economias do mundo, o G-20.
                                                                     Estadão Conteúdo - Presidente Dilma Rousseff

"O Brasil tem espaço para a manifestação que for mesmo uma que signifique a volta do golpe. Porque somos hoje de fato um país democrático", afirmou na cidade australiana de Brisbane. "Reconhecer isso é entender que faz parte da nossa história seremos capazes de tolerar inclusive as manifestações mais extremadas. Um país democrático absorve e processa até propostas mais intolerantes. O Brasil tem essa capacidade de absorver e processar".

Após o polêmico protesto pedindo o impeachment da presidente Dilma Rousseff e a volta da ditadura militar no dia 1º de novembro, manifestantes aproveitam o dia da Proclamação da República para realizar novos protestos

video

Video original no yahoo

Um comentário:

  1. INTERVENÇÃO MILITAR CONSTITUCIONAL, A ÚNICA SOLUÇÃO PARA DERROTAR A MÁFIA-PETISTA-COMUNISTA QUE ESCRAVIZA OS TRABALHADORES E ENRIQUECE POLÍTICOS E BANDIDOS.

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