sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Campanha de ódio contra militares


Esquerdistas sempre dizem que, ao denunciarmos a doutrinação escolar marxista em salas de aula, estamos sendo “exagerados”. Alguns dizem que não não existe essa doutrinação. A coisa se torna constrangedora para eles quando encontrarmos peças de propaganda, baseadas em violência psicológica absurda, financiadas com o dinheiro público. O que os esquerdistas farão contra isso? Vão dizer que não existiu?
Vejamos o que nos mostra o site Um dia ainda viro cartunista, que pertence a alguém de extrema-esquerda, e que pede clamorosamente para que o conteúdo do qual vou tratar aqui seja usado para lavagem cerebral de alunos em sala de aula. Leia a mensagem lançada na época das manifestações de Junho do ano passado:
Devido aos últimos acontecimentos e manifestações no Brasil de junho de 2013, resolvemos distribuir para download e visualização digital completa a publicação“Brasil: ditadura militar – um livro para os que nasceram bem depois…”, da qual sou ilustradora, escrito por Joana D’Arc Ferraz e Elaine Bortone, pesquisadoras da memória da ditadura e integrantes do Grupo “Tortura Nunca Mais” do Rio de Janeiro. Acreditamos que ele pode ser uma ótima ferramenta para trabalhos de educação popular sobre a nossa história, que não podemos esquecer!!! POR FAVOR DIVULGUEM, o livro é didático e de simples entendimento (ele é infanto juvenil). Estamos em um momento que conhecer a história da ditadura sob uma ótica militante é importantíssimo! Vale lembrar que esse livrinho é fruto de um trabalho árduo de pesquisa e dedicação, ou seja, disponibilizamos na internet para ampliar seu acesso, mas se quiserem nos ajudar comprando um exemplar original escrevam para brasilditaduramilitar@gmail.com.
Note que não dá mais para esquerdistas negarem o fato de que produzem material para doutrinação em sala de aula. Material este que, mesmo recheado de mentiras e propagandas desonestas, é apontado como “a verdade dos fatos”. Eles não apenas reconhecem que usam este material em sala de aula como também pedem “ajuda na divulgação” do material, para que mais professores utilizem o conteúdo em salas de aula.
Vamos avaliar algumas imagens deste caderno ilustrado:
Este tipo de imagem é bastante reveladora, e explica o motivo pelo qual os esquerdistas não se sentem obrigados a cumprir a lei. No desenho de abertura (que apenas expande o desenho já utilizado na capa), o confronto com a polícia é considerado legítimo.
Muitos esquerdistas dirão: “mas a polícia também é violenta”. Ao conter manifestações, que em muitos casos fecham vias públicas (prejudicando outros cidadãos), é obrigação da polícia desobstruir essas vias. E nenhum regime é burro de atacar manifestações pacíficas. Fica claro que, enquanto fazem manifestações, esquerdistas entendem que não precisam seguir as leis, e o ato de quebrar as leis (inclusive jogando bolas de gude para derrubar os cavalos da polícia) é “heróico”. É isso que está sendo ensinado às crianças! E tudo financiado com dinheiro público (FAPERJ), o que aumenta a amoralidade de toda a situação…
Esse tipo de propaganda explica por que muitos usuários de crack se sentiram autorizados a proteger traficantes da ação policial. Eles se sentem em pé de igualdade com as autoridades policiais. Mais ainda, sentem-se em um nível moral superior. Será que esta é uma ética produtiva para a nossa sociedade? Claro que não…
O discursinho acima é o bate-estaca de sempre. Mesmo que os terroristas fossem adeptos do marxismo (cuja aplicação sempre resultou em miséria para todos, com a concentração do poder na mão de uma elite que controla o estado), eles dizem que “um país sem desigualdade”. Essa propaganda principal do esquerdismo, mais falsa que o sorriso da Val Marchiori, não deve enganar a qualquer leitor deste blog,
Como sempre, também temos a mentira padrão de dizer que os Estados Unidos patrocinaram o regime militar brasileiro. O problema é que Ladislav Bittman já confessou o truque tempos depois: a ideia de que a CIA aliou-se ao governo brasileiro não foi nada além de uma propaganda inventada por marxistas, assim como eles faziam propagandas dizendo que os americanos jogavam besouros de batata nas fazendas russas.
Desculpem aí, mas essa não dá…
Conheço pessoas que foram exiladas no regime militar, e nenhuma delas teve que proteger sua família dos militares. Há outras imagens no caderno vendendo a ideia de que o governo militar “perseguia esposas e filhos” dos terroristas presos, mas isso não passa de ficção. Mas se eles possuem evidências do que alegam, que tragam as provas…
Que ato falho esse hein!
Eles simplesmente confessam que os tais “movimentos revolucionários” que apoiam são inerentemente genocidas, verdadeiras máquinas de extermínio, como as “revoluções” de Cuba, China e Rússia. Quer dizer, sem querer, confessaram que os sistemas que eles apoiavam eram focados no extermínio de pessoas. Claro que na hora da doutrinação das crianças, vão omitir essa parte. Citarão os 400 terroristas mortos no regime militar, mas ignorarão os mais de 100 milhões de vítimas civis que eles já causaram. (E eles continuam apoiando esses massacres até hoje!)
A imagem acima é um exemplo de como os marxistas destroem a capacidade de raciocínio de seus doutrinados. Pela imagem, temos o seguinte frame: coibir manifestações populares é anti-ético. Mas o governo petista promete coibir manifestações contra a Copa. Basicamente, eu acho que vandalismo, tanto na época da Copa, como na época do regime militar, devem ser coibidos. Não faz sentido fazer quebra-quebra para reclamar do preço das refeições na USP, por exemplo. Mas como eles defendem um, mas criticam outro, fazem com que seus doutrinados percam a capacidade de raciocinar por meio da lógica. O raciocínio é apenas por imagens que impactaram o seu cérebro. Logo, para essas vítimas de doutrinação, a proibição de manifestações violentas na USP é abominável (pois ele está impressionado por imagens que o ensinaram a achá-la abominável), e a proibição de manifestações na Copa é lícita (pois ele está apegado emocionalmente ao governo que faz isso). Desse jeito, não há como fazê-los pensar logicamente mesmo. A mente do aluno doutrinado se transforma em um “bolo” confuso de percepções, nenhuma delas justificada racionalmente.
Só faltou eles explicarem que toda a propaganda do governo brasileiro atual sobre seu novo “milagre econômico” vai pelo mesmo caminho, sempre fazendo uso da contabilidade criativa para omitir seus resultados pífios. E o apego à Copa do Mundo voltou novamente. E não é que esse livinho aí é bom? Se o desconstruirmos adequadamente, podemos ver que há confissões fortíssimas dos marxistas, agora mostrando que o comportamento deles é similar ao dos militares no poder. Exagerei, reconheço. Até por que a história mostra que quando marxistas conseguem implementar uma ditadura, suas vítimas vão para a casa dos milhões…
Detalhe: o livrinho é útil quando avaliado pela perspectiva da investigação de fraudes intelectuais. Já os alunos do ensino fundamental geralmente são vítimas indefesas, pois não tem a estrutura intelectual para encontrar o amontoado absurdo de fraudes lá contidas.
Aqui é a justificação apriorística de crimes, técnica na qual a esquerda se especializou. Usando eufemismos como “expropriação” para rotular seus assaltos a bancos, eles novamente mostram que estão comprometidos com o enlouquecimento de crianças. Para existir uma expropriação, é preciso de um procedimento legal, que inclui indenização. Um assalto a banco jamais é uma expropriação.
Note a gravidade do que estamos falando: eles estão simplesmente ensinando às crianças que assalto é uma expropriação, e, portanto, justificada. Também estão defendendo o uso de sequestros, sempre que se consiga um discurso para adornar o ato. Os efeitos deste tipo de doutrinação são geralmente devastadores…
Aliás, a violência armada, inclusive no campo, ocorria bem antes da implementação do regime militar. Fato também omitido pelo livrinho…
Faltou aqui mostrar que terroristas passaram a receber polpudas indenizações do governo, enquanto os militares não tiveram nenhuma forma de indenização. Ou seja, em um conflito, só pessoas de um dos lados podem ser julgadas, configurando a absoluta falta de ética dos terroristas que defendiam a implementação do marxismo no Brasil.
Aha, como não poderia deixar de ser, a agenda. O objetivo principal de todo esse trabalho (além de fazer propaganda marxista) é dizer que a Comissão da Verdade é legítima, e, por isso, Dilma Rousseff merece parabéns por sua implementação.
Mas qualquer um que não tenha sofrido doutrinação com este tipo de material, sabe que não faz sentido apurar abusos apenas de um lado. Se é para levantar os fatos, queremos saber quem financiava os terroristas, quais as alianças, de onde vinha o dinheiro, e que tipo de crimes eles cometeram também.
O próprio caderninho já mostra indícios de que eles apoiavam governos genocidas, e recebiam verbas de países, digamos, não muito apegados à ética. Mas, a partir do momento em que esse lado está imune à investigação, a Comissão da Verdade perde todo seu sentido.
Por fim, a conclusão do livrinho é básica: eles estão sendo conclamados a ridicularizar publicamente os militares daquela época. Logo, nos autorizam moralmente a ridicularizá-los pelo apoio e promoção a governos genocidas, assim como uma série de atrocidades morais, especialmente o uso de violência psicológica em salas de aula (hoje em dia) para criar uma legião de zumbis, incapazes de raciocinar sobre os fatos.
É imperativo partirmos para o escracho público deste tipo de baixeza cometida pela extrema-esquerda. O que eles fazem com as crianças em sala de aula está no mesmo nível do abuso sexual. Esta é a mensagem que devemos propagar: nós não pagamos impostos para ver o dinheiro ser usado em terrorismo psicológico praticado contra as crianças que frequentam essas aulas.
Este post trouxe evidências fortíssimas do que eles estão fazendo em salas de aula, com base em dinheiro público (para aumentar a afronta). Minha questão: vocês vão engolir isso?

Quando viajar para fora e lhe perguntarem sobre o Brasil você...

"Quando você viajar ao exterior conte um pouco sobre as leis brasileiras ao seu amigo norte-americano ou europeu e até argentino. Explique para ele assim:


Se você for com sua esposa, seus filhos, noras, genros, netos, almoçar fora no domingo e tomar 1 ou 2 chopps, ou 1 ou 2 copos de cerveja no almoço e for parado numa blitz, você paga uma multa de R$ 1.960,00, tem a carteira cassada por um ano, o carro apreendido e vai preso.

Se você comer 1, 2 ou 3 bombons de licor, tomar xarope para a tosse ou tomar alguns comprimidos de homeopatia e for parado numa blitz, você paga uma multa de R$ 1.960,00, tem a carteira cassada por um ano, o carro apreendido e vai preso. Se tens dúvidas tome conhecimento da lei que estabeleceu estas punições.

Se você fumar maconha, fumar crack, cheirar cocaína, tomar comprimidos de "extazy", tomar injeção de heroína ou ópio e for parado numa blitz, nada vai acontecer. 

Se você roubar, assaltar, estuprar, atropelar e até matar alguém, com um bom advogado, o máximo que vai acontecer é você esperar o julgamento em liberdade e se for condenado como réu primário, ir para o regime semi-aberto. E se tiver bom comportamento só vai cumprir um terço da pena. 

Já se você roubar milhões de reais do povo ou dos cofres públicos, várias coisas podem acontecer: 

Vai se eleger deputado ou senador, vai passar 15 dias num resort na Bahia em companhia da amante, vai ser eleito presidente do Senado, vai ser nomeado ministro ou presidente de uma agência controladora.

E mais um detalhe: 

Se você tiver menos de 18 anos completos, aí você pode beber e dirigir como quiser, roubar, assaltar, estuprar e matar à vontade Quantas pessoas quiser, é verdade mesmo acredite que não tem problema algum. Você só pode ser "apreendido" porque é criança e pega no máximo 3 anos. 

Agora o melhor de tudo: 

Se você tem uma arma em casa, comprada regularmente depois de passar por todas as dificuldades da compra, com todos os atestados, testes e documentos apresentados e tiver a infelicidade de atirar em um bandido que entrou na sua casa para roubar o que é seu, será preso por tentativa de homicídio e terá que pagar indenização ao bandido por danos físicos e morais. Pior ainda se o bandido for menor. Aí você está lascado mesmo. E se por acaso ele estiver desarmado, aí é caso de tentativa de homicídio qualificado, sem possibilidade de defesa da vítima. Portanto cuidado: se um bandido entrar na sua casa, antes de atirar pergunte educadamente o que ele deseja, pergunte se ele está armado e pergunte se ele é menor. Agora,se ele te matar e for preso,vai receber R$ 922,00 mês x filhos/mês. 

Agora veja a cara do seu amigo estrangeiro. Ele vai estar pensando se você é gozador, mentiroso ou ignorante mesmo. Mas, afinal, você é brasileiro mesmo.

Ele só vai te chamar de mentiroso se você disser que precisa trabalhar 5 meses e 8 dias para pagar os impostos de um ano.

Talvez comece a achar você louco e seu país um hospício, se disser que dois políticos condenados pela mais alta corte do pais, e sem direito a recorrer, estão como deputados na Câmara Federal, e diga mais, que eles são membros da (CCJ) Comissão de Constituição e Justiça."

SÃO  AS LEIS CRIADAS PELO PT, QUE DESTRUIU OS VALORES MORAIS E TRATA O CIDADÃO COMO BANDIDO!!!!!!!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Oportunidades de mercado e planejamento em SST


INDICADORES DE MERCADO EM SST
Em um Estudo publicado na Internet sobre as categorias de trabalho onde ocorrem um maior número de acidentes atingindo cabeça, olhos e face, observou-se que são aquelas relacionadas a indústria de manufatura, construção, e comércio; instalação, manutenção e reparo, construção e extração, além da área de serviços.
Um detalhe importante do Estudo foi a constatação de que são essas as categorias econômicas que experimentam maior dinamismo e que tem relação direta com o aumento do nível de emprego, inclusive para profissionais em SST. Ou seja, quando maior a empregabilidade, maior a probabilidade de acidentes e assim maior a probabilidade de os profissionais de segurança arrumarem emprego e os de consultoria conseguirem contratos.
OPORTUNIDADES
Constata-se que o aumento do nível de emprego constitui um momento importante para que as empresas valorizem o planejamento estratégico e consequentemente comecem a pensar em segurança e saúde dos trabalhadores mostrando-se mais receptivas para contratar profissionais em SST. Assim, é nesse contexto que os profissionais devem mostrar às empresas que elas precisam estar familiarizadas com os modos em que se pode proteger trabalhadores de lesões por acidentes, especialmente atingindo cabeça, face e olhos bem como sobre a conformidade legal, evitando auditorias fiscais com autos de infração. Conseguir emprego e contrato não é só distribuir currículo, mas sobretudo demonstrar conhecimento da atividade da empresa e de como ela pode melhorar a sua segurança, quando ainda não tem profissionais em atividade.
Uma fonte acessível consiste nas estatísticas produzidas pelo IBGE, verificando-se as categorias econômicas que estão experimentando incremento e nas quais está ocorrendo um maior nível de empregabilidade, além, é claro, de ampliar-se os conhecimento da legislação correlata, com o objetivo de um posicionamento mais adequado no mercado de trabalho.
Um bom profissional ou consultor deve ter em mãos um planejamento antecipado para a execução de projetos em segurança e saúde dos trabalhadores dessas categorias econômicas principalmente relacionados à proteção de cabeça, olhos e face.


GESTÃO EM SST: CONHECIMENTO TÉCNICO E NORMATIVO
Fazer Gestão em SST, dentro do SESMT, significa o domínio do conhecimento técnico específico (Medicina do Trabalho, Eng de Segurança, Técnico de Segurança, Enfermagem do Trabalho) bem como da conformidade legal (CNAE, NRs e ABNT). Esses conhecimentos podem ser complementados com a posse de informações estratégicas analisando-se dados estatísticos de nível de emprego e de maior desempenho de algumas categorias industriais para assim buscar uma colocação com boas perspectivas de resultado positivo.

ESTATÍSTICAS E SEGURANÇA EM EPIs
Em relação aos EPIs para a prevenção de lesões relacionadas ao trabalho, não resta dúvida quanto aos locais mais atingidos: olhos, face e cabeça, em cerca de 69%, requerendo maior atenção do SESMT no que se refere aos equipamentos de proteção. Lesões nos olhos ocasionados por acidentes de trabalho ocorreram em 37% de todas as lesões na cabeça, resultando em dias de afastamento do trabalho. Encontrou-se tambem que 62% de todas as lesões de face relacionava-se a homens entre 25 a 44 anos de idade, ou seja é uma faixa etária onde há o maior contingente de trabalhadores principalmente nessas atividades como indústria da construção, soldadores, cortadores, bombeiros e os da indústria química. Ao lado dos riscos específicos, os trabalhadores da indústria química estão expostos a aerodispersóides, incluindo poeira O mesmo Estudo aponta que mais de 90% das lesões nos olhos podem ser prevenidas se óculos de segurança apropriados forem utilizados. Conhecendo os riscos envolvidos e as estruturas anatômicas vulneráveis do trabalhador a esses riscos, não fica difícil desenvolver um bom projeto para prevenção e controle de riscos.
CONFORMIDADE LEGAL De acordo com essas informações, é necessário que o profissional do SESMT saiba em primeiro lugar identificar o CNAE ou CNAEs da empresa além de um bom conhecimento da NR-6 no que diz respeito à proteção da cabeça, olhos e face. O próximo passo é o dimensionamento da CIPA e do SESMT. O software NRFACIL realiza essa tarefa de forma automática. Solicite uma demonstração via download. E quanto ao EPI sabemos que diferentes riscos podem exigir diferentes dispositivos de segurança. Embora outras NRs estejam necessariamente envolvidas no processo de Gestão, destacaremos abaixo alguns itens da NR-6, especificamente sobre EPIs.
Ao abrir a pasta da NR-6 do site NRFACIL, procura-se no Remissivo o assunto desejado. No primeiro quadro, veja o tipo de epi e para que proteção ele está dimensionado (imagens capturadas do site, veja com mais detalhes e resolução em www.nrfacil.com.br.)  No quadro abaixo, os EPI para proteção da cabeça:
EPI PARA PROTEÇÃO DA CABEÇA
MARCAÇÃO
Outro requisito muitas vezes passado despercebido é a marcação do EPI sobre a data de fabricação e a necessidade de se comprovar por meio de laudos técnicos os requisitos de resistência mecânica apropriados às condições de uso. Veja abaixo ao se clicar no item do Remissivo relacionado ao Anexo I:
EPI E CAMPO VISUAL
E, finalmente, o quadro abaixo mostra no mesmo Anexo I o item 2.2 com a necessidade de que o EPI em nenhum momento possa restringir o campo visual  e a prevenção de embaçamento.
Finalmente, não resta dúvida de que teremos de lançar mão da consulta de outras NRs relacionadas a um sistema de gestão adequado para empresas mencionadas. A NR-6 representa apenas um bom começo para essa tarefa.
Boa Leitura!

Volkswagen up! é a verdadeira volta do Fusca

Em 22/08/2011 este blog já noticiava o lançamento do up no Brasil: VW mostra o up.

27-01-14 

WebMotors revela tudo sobre o popular que chega em fevereiro por cerca de R$ 28 mil


Chegar para ser referência. Nem todos têm o privilégio, e muito menos a capacidade para tal façanha. O Volkswagen up!, nova aposta da montadora alemã para o segmento de entrada no Brasil, parece reunir as duas qualidades para se tornar uma saborosa exceção. WebMotors visitou o restrito centro de design da VW em São Bernardo do Campo (SP) para conhecer de perto as seis versões disponíveis do hatch e principal aposta da marca para 2014.

Quer ter uma ideia da responsabilidade do carrinho? Com a palavra, o gerente executivo de design da Volkswagen do Brasil, Luiz Veiga: “Minha visão é de que esse carro é o Fusca do presente, o verdadeiro carro do povo em tudo que ele se refere”. A comparação não é nenhuma loucura, muito pelo contrário. Assim como o carro mais vendido de toda a história em uma única geração, o up! será o carro mais em conta da montadora nos próximos anos, com versões que devem variar entre R$ 27 mil e R$ 40 mil. E, claro, todos sabemos que a nova geração do Fusca é um esportivo de luxo.

De acordo com a Volkswagen, o up! foi concebido para ser um produto global, e teve suas vendas iniciadas em 2010 na Europa como um produto premium, um compacto estiloso e bem equipado para jovens solteiros. Ao longo destes pouco mais de três anos, foram vendidas cerca de 250 mil unidades em mais de 50 países. Uma média inferior a 7 mil unidades mensais, números que a Volkswagen certamente deseja superar no Brasil. Embora não abra o jogo sobre a expectativa de vendas, fontes ligadas à montadora falam em mais de 100 mil unidades produzidas por ano na fábrica de Taubaté (SP).

“Aqui a proposta do up! é ser um carro para toda a família, por isso ouvimos atentamente os consumidores durante as clínicas”, explica o gerente executivo de desenvolvimento de produto, José Loureiro.  Itens como o vidro traseiro do tipo basculante, porta-malas compacto e tampa traseira de vidro foram bastante criticados e saíram de cena no projeto de adaptação ao mercado brasileiro, que durou pouco menos de dois anos para ser concluído.

O grande desafio nessa adaptação coube à engenharia que precisou “esticar” o up!, que ganhou uma coluna C maios comprida que o projeto original, com o objetivo de aumentar o espaço interno,  porta-malas e tanque de combustível. O up! nacional dispõe de 285 litros para bagagens, ou 64 litros a mais que o europeu. O tanque de combustível passou a abrigar 50 litros de gasolina ou etanol, contra os modestos 35 litros do up! europeu. 

Muitas versões, pouco conteúdo
O up! estará disponível em seis versões, todas com nomes em inglês e dispostos antes do nome do veículo: take up!, move up!, high up!, red up!, white up! e black up!. As últimas três possuem exatamente do mesmo conteúdo, alternado apenas as cores: vermelha, branca e preta. 

Todos virão com o motor 1.0 12V de 82 cv, quatro portas, câmbio manual de 5 marchas e os obrigatórios airbag duplo e freios ABS. Modelos de duas portas e o câmbio automatizado i-Motion chegam mais pra frente.. Itens de conforto como ar-condicionado, por exemplo, só será de série no topo de linha. Confira o conteúdo de cada uma das versões:
take up!: Entre R$ 28 mil e R$ 32 mil de acordo com os opcionais. Será a versão mais simples e possível alvo de frotistas. Traz rodas de ferro aro 13” e pneus 165/80, painel e laterais de porta em cinza escuro, quadro de instrumento com velocímetro, limpador e desembaçar do vidro traseiro, banco do motorista com ajuste de altura. Entre os opcionais estão: aquecedor, ar-condicionado, direção elétrica, travas e vidros elétricos, e prateleira no porta-malas. 

move up!: Entre R$ 32 mil e R$ 35 mil. Esta é a versão que a VW projeta como a mais vendida, com 30% do mix total. Tem os itens do take, com adição de rodas de ferro aro 14” e pneus 175/70, computador de bordo, prateleira e abertura elétrica do porta-malas e marcador de temperatura externa. Os opcionais são: aquecedor, ar-condicionado, direção elétrica, sensor de estacionamento, faróis de neblina, bancos em couro sintético e preparação para som. 

high up!: Entre R$ 34 mil e R$ 38 mil. É o topo de linha, mas itens como ar-condicionado e som continuam sendo opcionais. Traz direção os itens de take e move, além de rodas de liga aro 15” e pneus 185/60, direção elétrica, sensor de estacionamento, painel na cor do carro, chave canivete e vidros elétricos na frente. Tem como opcionais bancos de couro sintético, som e o sistema de entretenimento Maps & More.

white, black e red up!: Entre R$ 40 mil e R$ 43 mil. Traz tudo que as demais versões oferecem, mas acrescenta rodas com detalhe na cor da carroceria, som com Bluetooth e entrada USB e auxiliar, além de logotipos com os nomes das versões. Como opcionais, dispõe de bancos em couro sintético e sistema de entretenimento Maps & More.

Como é o up!Tivemos contato com todas as versões do up! durante apresentação na fábrica e não foi difícil lembrar do velho Fusca, a começar pelo tamanho realmente compacto do up!, que ora parece um hatch, ora parece um monovolume graças aos minúsculos capô e para-lamas dianteiros. São 3,60 m de comprimento e 1,64 m de largura, com incríveis 2,42 m de entre-eixos, conquistados graças à posição das rodas nas extremidades da carroceria.

O design também é simples como o do velho carro do povo, mas extremamente marcante. “O up! foi tratado desde o início para ser ícone e para conquistar esse posto, ele precisa ser simples”, explica Luiz Veiga. Ele também lembra que o up! e o novo Fusca são os dois únicos modelos da marca que fogem ao atual padrão de design da VW, criticado por muitos por deixar a maioria dos modelos parecidos graças aos retangulares faróis dianteiros. 

As modificações na carroceria em relação ao europeu consistem basicamente em uma coluna C 6,5 cm mais comprida e uma carroceria 2,6 cm mais alta em relação ao solo, ganho que ocorreu por conta de pneu mais alto e suspensão elevada. Trata-se de uma espécie de proteção a mais diante das esburacadas vias brasileiras.  E se existe uma versão que lembra o velho Fusca é a de entrada take up!, por conta do acabamento extremamente simples, com plástico de boa qualidade por todos os lados. O revestimento dos bancos também é extremamente simples nesta configuração.

A versão intermediária move up! já possui um acabamento minimamente satisfatório para o tão sonhado carro 0 km. Ainda há  possibilidades de customização, como painel na cor do carro e outros itens, algo iniciado no mundo dos compactos de entrada com o Fiat Uno. Ao todo, são possíveis 46 configurações diferentes do up!, com direito a diversos desenhos de rodas, revestimentos dos bancos e adesivos..

Mas basta revirar o up! e encontrar soluções inteligentes e outras de economia. No porta-malas, um sistema de prateleiras chamado s.a.v.e. torna o espaço ampliável e dividido. O banco inteiriço na dianteira, sem encosto separado, é uma denúncia da economia do projeto, mas não incomoda. Quatro adultos viajarão com bom espaço dentro do compacto, mas os vidros traseiros serão sempre manuais, não há opção elétrica nem mesmo no topo de linha.

Para não ficar para trás diante das centrais multimídia dos concorrentes, a Volkswagen apresenta junto do up! o sistema de entretenimento Maps & More, que é na verdade um navegador da marca Navigon integrado ao computador de bordo do compacto. A possibilidade de retirá-lo do painel e utilizá-lo em outros automóveis o torna um alvo fácil dos ladrões. 

Desempenho premiado
Sob o capô, o up! trará o moderno 1.0 12V de três cilindros presente no Fox, dotado de 82 cv de potência a 6.250 rpm e 10,4 kgfm de torque a 3.000 rpm. Segundo a VW, o motor garante ao compacto uma aceleração de 0 a 100 km/h em 12,4 segundos (etanol) e uma velocidade máxima de 165 km/h. 

Outro ponto positivo do modelo é o consumo do modelo. A montadora afirma que o up! tem média de 9,1 km/l  e 9,9 km/l na cidade e estrada, respectivamente, com etanol, e de 13,2 km/l na cidade e 14,3 km/l na estrada com gasolina. Além de ir bem no asfalto, o compacto também teve bom desempenho em testes e avaliações. Ele levou a melhor classificação nacional no Programa Brasileiro de Etiquetagem, do INMETRO, na categoria de veículos compactos com ar-condicionado e direção assistida.

O up! também se saiu bem em outras duas avaliações. Trata-se do primeiro compacto a obter 5 estrelas na proteção de adultos e 4 estrelas na proteção de crianças no Latin NCAP, que avalia os modelos produzidos no mercado Latino Americano. Por fim, o compacto conquistou o melhor índice geral no CAR Group 2014, pesquisa realizada pelo Cesvi Brasil, e que calcula o custo e tempo de reparo dos modelos vendidos no país. Três “prêmios” que aumentam ainda mais a responsabilidade do up!. Se ele será capaz de atender a expectativa dos consumidores e também da Volkswagen, só poderemos saber a partir do próximo mês.

Fonte: webmptors

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Passado a limpo


29 de janeiro de 2014
Dora Kramer - O Estado de S.Paulo
Não está claro quando a verdade saiu contundida: se no presente ou no passado.

Mas, tenha maquiado a realidade antes ou esteja agora adaptando o discurso às circunstâncias eleitorais, fato é que o governo apresenta versões diferentes daquelas que divulgava meses atrás sobre os protestos de junho e o grau de dificuldade da reeleição da presidente Dilma Rousseff.

Todo mundo tem direito a mudar de opinião. Desde que, principalmente em se tratando de governos, fique bem explicado e justificado que se trata de uma mudança de posição. Do contrário, o que se tem é um exercício de "apagamento" da memória coletiva, a falta consentida de compromisso com a palavra dita.

Na sexta-feira passada, o secretário-geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, disse no Fórum Social, em Porto Alegre (enquanto Dilma falava no Fórum Econômico, na Suíça) que houve perplexidade no governo federal e até um sentimento de "ingratidão" em relação aos manifestantes do mês de junho de 2013.

Segundo Carvalho, levou-se "um susto" em Brasília. "Nós ficamos perplexos". E, por "nós", explicou, falava do governo e dos "movimentos tradicionais". Sentiram "dor", como quem diz, "fizemos tanto por essa gente e agora eles se levantam contra nós", relatou o assessor presidencial à plateia.

Perplexo e assustado certamente ficou, ao ler a declaração, quem se lembrava das declarações de governistas à época dos protestos. Nada a ver com o que disse o secretário-geral agora.

A avaliação corrente entre esse grupo era a de que as manifestações ocorreram devido aos êxitos das administrações do PT, pois elas melhoraram a vida das pessoas e aumentaram o nível de exigência dos incluídos. Além disso, os protestos, afirmavam com razão, não eram contra o governo federal, mas contra todos os partidos e políticos.

A presidente Dilma, especificamente, disse mais de uma vez que entendia e ouvia a voz das ruas, que o "Brasil acordou mais forte" e que as queixas e os queixosos mereciam todo respeito e consideração. Onde a mágoa? Onde o sentimento de ingratidão? Onde a sensação de que "fizemos tanto por essa gente e agora eles se levantam contra nós"? Onde a verdade? Neste caso, provavelmente na fala atual de Gilberto Carvalho. Maquiados estavam os discursos oficiais da época.

Reportagem de João Domingos publicada na edição de segunda-feira do Estado, tendo como personagens vários petistas importantes, mostra que na avaliação do partido a disputa eleitoral será muito difícil e sem perspectiva de vitória no primeiro turno.
Os analistas citados: Gilberto Carvalho, o ex-presidente Lula da Silva, o presidente do PT, Rui Falcão, e o vice- presidente da Câmara, André Vargas.

Eram os mesmos que juntos a outros tantos até recentemente ironizavam a oposição, menosprezavam os oponentes, provocavam, davam a entender que a eleição seria praticamente uma formalidade. Apenas por acidente Dilma não seria reeleita no primeiro turno.

O jornalista João Santana, tido como 40.º ministro tal a sua influência como arquiteto das magias palacianas e eleitorais, disse em altaneiro tom após a primeira grande queda da presidente nas pesquisas, ao prever a recuperação: "A Dilma vai ganhar no primeiro turno, porque ocorrerá uma antropofagia de anões. Eles (os adversários) vão se comer lá embaixo e ela, sobranceira, vai planar no Olimpo".

Onde a verdade? Nas palavras de Santana, na arrogância anterior das lideranças ou nas avaliações mais comedidas de hoje? Aqui, tudo indica que as circunstâncias atuais recomendaram uma conciliação entre realidade e humildade. Pela razão prática do recuo estratégico para abrir espaço ao avanço tático.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

NR-3 (EMBARGO E INTERDIÇÃO) E NR-8 (FISCALIZAÇÃO E PENALIDADES: UMA BRIGA NO MINISTÉRIO DO TRABALHO


Uma proposta tramita na Camara dos Deputados propondo que apenas o Superintendente Regional do Trabalho e Emprego tenha as prerrogativas para interditar estabelecimentos, setor de serviços, máquinas ou equipamentos e embargar obras e assim retirando essa prerrogativa dos Auditores Fiscais. 
Para estudar o problema, abrimos a pasta da NR-28 no site NRFACIL, acessamos o REMISSIVO e no item Embargo e Interdição observamos que de fato o Auditor pode apenas PROPOR ao Superintendente a interdição ou embargo. Veja o infográfico capturado da NR-18 abaixo:

Na mesma pasta da NR-28 encontra-se o RIT (Regulamento da Inspeção do Trabalho) com texto similar (item XIII):

Ou seja, aparentemente a prerrogativa de interdição e embargo dependeria sempre da sanção da autoridade administrativa, ou seja, não se constata nas NRs nenhuma norma que permita uma ação autônoma do Auditor no que diz respeito ao Embargo e Interdição.
A Convenção 81
Por outro lado, veja-se o que diz a Convenção 81 da OIT que estabelece as bases para a Auditoria Fiscal do Trabalho:
2. Nenhuma outra função que seja encomendada aos inspetores do trabalho deverá dificultar o cumprimento efetivo de suas funções principais ou prejudicar, de forma alguma, a autoridade e imparcialidade que os inspetores necessitam nas suas relações com os empregadores e os trabalhadores.
Artigo 18
A legislação nacional deverá prescrever sanções adequadas, que deverão ser efetivamente aplicadas nos casos de violação das disposições legais por cujo cumprimento zelam os inspetores do trabalho, e naqueles em que se obstrua aos inspetores do trabalho no desempenho de suas funções.
Ou seja, aparentemente os dispositivos acima justificariam uma ação isolada dos Auditores para coibir grave e iminente risco.
Entretanto, vejam-se os artigos abaixo:
Artigo 4 1. 
Sempre que for compatível com a prática administrativa do Membro, a inspeção do trabalho deverá estar sob a vigilância e controle de uma autoridade central.
2. No caso de um Estado federal, o termo autoridade central poderá significar uma autoridade federal ou uma autoridade central de uma entidade confederada.

Portanto, a discussão é complexa e contraditória.
De fato, podem existir abusos tanto da parte da Auditoria para a adoção de uma medida radical, quanto dos Superintendentes, no sentido de aliviar a barra das empresas. Por exemplo, até mesmo alguns simples autos de infração dos Auditores acabam sendo derrubados na própria instância controladora do Ministério e outros são impugnados na Justiça do Trabalho quando a empresa recorre. Ou seja, “embargo” e “interdição” às ações dos auditores existem dentro do próprio órgão central e na Justiça do Trabalho, e não apenas por parte dos Superintendentes.
OS SINDICATOS REAGEM
Mas os Sindicatos dos Auditores estão brigando para que a prerrogativa seja dos Auditores e que não dependam dos Superintendentes. Os Superintendes são indicados politicamente e assim tendem a favorecer as empresas. No Rio de Janeiro, Paraná e Paraíba, os superintendentes retiraram essas competências dos auditores, por meio de portarias. Em Rondonia, agora em dezembro o Superintendente voltou atrás, restabelecendo a delegação de competência aos Auditores.
Para a Confederação Nacional a Indústria a criação de norma específica dando autonomia aos Auditores-Fiscais do Trabalho para procederem essas atividades é necessária para combater os abusos cometidos por superintendentes Regionais do Trabalho e Emprego, que vêm inviabilizando o trabalho da fiscalização em alguns Estados em benefício de grandes empresas.
ENQUANTO ISSO
Aí estão os exemplos dos acidentes recentes nas obras dos estádios em que se constatou grave desrespeito à ação dos auditores tendo sido necessária a intervenção do Ministério Público. Até mesmo Termos de Ajustes de Conduta, o que já implicava em reincidencia e má fé,  estavam sendo desrespeitados de forma ampla. Além disso, o valor das multas é atualmente irrisório para grandes empresas, as maiores responsáveis por grandes acidentes. 
Portanto, se já era precária a atuação da Auditoria Fiscal no sentido de fiscalizar e impor o controle legal dos riscos no trabalho, a situação pode ainda piorar mais, caso os Auditores não disponham dessa prerrogativa para interdição e embargo de forma imediata a depender ainda da sanção do Superintendente.  Na prática, o controle de riscos vai ficando mais precário em vista das limitações da legislação e do reduzido número de auditores, o que enseja cada vez mais uma crescente atuação do Ministério Público neste vácuo. O resultado pode representar uma desmoralização dos Superintendentes que se posicionavam previamente contra uma mais eficaz repressão nos casos de grave e iminente risco e que ensejaram a eclosão dos acidentes. E, com a atuação do Ministério Público, um evidente esvaziamento do Ministério do Trabalho como órgão público a defender interesses sociais.


Urna eletrônica fraudável, meus pêsames


O sistema de votação das eleições no Brasil é fraudável? pelo apresentado aqui é. As urnas eletrônicas, assim como o PT não são confiáveis.

Vamos às provas e evidencias.

Saiba mais sobre urnas eletrônicas:

Deputado recebe ameaças de morte após denunciar que urnas eletrônicas brasileiras são uma fraude.

Mais de 50 países já rejeitaram as urnas eletrônicas brasileiras devido à baixa confiabilidade.

Fabricante das urnas eletrônicas brasileiras é investigada por fraudes em caixas eletrônicos de Bancos.

Procurador federal dos EUA diz que fabricante das urnas eletrônicas brasileiras tem 'padrão mundial de conduta criminosa'.

Ex-programador da NASA e da ExxonMobil admite que fraudou urnas eletrônicas; assista.

Especialista e professor da UNB, Diego Aranha diz que urna eletrônica é insegura; assista.

Hacker de 19 anos revela como fraudou urnas eletrônicas e eleição.

EUA multam Diebold, fabricante das urnas eletrônicas brasileiras, em R$112 milhões por corrupção.

Urnas eletrônicas: Tema repleto de acusações, fraudes, ameaças e denúncias.

Tribunal alemão considera urnas eletrônicas inconstitucionais.

94 municípios têm registro de supostas fraudes em urnas eletrônicas em 2012. Veja a lista.

Roseana Sarney é acusada de fraudar eleição no Maranhão.

Documentário da HBO denuncia fraudes, manipulações e fragilidades em urnas eletrônicas; assista.

O sistema de votação com urnas eletrônicas do Brasil é seguro?

'Otário' faz vídeo crítico às urnas eletrônicas; assista.

Reportagem mostra urnas eletrônicas violadas e manipuladas no Maranhão.

Os Simpsons fazem piada com urnas eletrônicas; assista.

Urna eletrônica tem falhas que permitem ataques e manipulações, afirmam especialistas.

Supremo julga inconstitucional comprovante de voto impresso nas eleições.

Urna eletrônica argentina dá goleada na similar brasileira.

Especialistas defendem voto impresso.

OAB diz que sistema de votação eletrônico precisa ser transparente.

E então? As suspeitas parecem ser de conhecimento de todos, por qual motivo ainda aceitam entrar num jogo para perder? Um parlamentar ameaçado de morte, um Supremo que não quer mudar a regra, então não vejo outra saída, é preciso por ordem na casa.