segunda-feira, 31 de março de 2014

Solenidade em homenagem ao Grupo TERNUMA na ALERJ


Atendendo ao convite do Deputado Estadual Flavio Bolsonaro, compareci à ALERJ para ver, aprender, ouvir, saber, me admirar com o evento e me decepcionar com a ALERJ, uma Casa que não mais merece ser chamada de a Casa do Povo. É a casa de uma quadrilha organizada de meliantes que de tudo fazem para que seus interesses sejam atendidos, até censurar a TV ALERJ.
 
 
Deu-se inicio com o cântico do Hino Nacional, como é de costume em ocasiões onde Patriotas estão presentes.

Após as palavras de Flávio Bolsonaro, apresentando o General Valmir Fonseca Azevedo, do grupo TERNUMA e o Ten Cel Lucio Augusto Ribeiro, que lutou na guerrilha do Araguaia, foi exibido um vídeo com depoimentos dos que se propuseram a luta armada, declarações estas que depunham que o que queriam não era a Democracia e sim a implantação de um regime do proletariado.

 
Logo após o início, a TV ALERJ saiu do ar, terminando a exibição. Flavio Bolsonaro pediu informações do que ocorrera, sem resposta. Foi até o estúdio da TV ALERJ onde os técnicos não responderam sobre o que aconteceu, limitando-se a dizer que as informações deveriam ser prestadas pelo Diretor.

"Os heróis da esquerda, que tanto admiram e enaltecem, mostraram suas verdadeiras personalidades, estão na maioria presos no Presidio da papuda"

Estava implantada a censura na casa do Povo, a ALERJ. Pelas próximas duas horas a TV ALERJ não mais exibiu o vídeo, como também não transmitiu a Solenidade que acontecia no plenário. Informa que a TV ALERJ nunca enfrentou problemas técnicos que perdurassem por mais de dois minutos.
O Deputado Flavio Bolsonaro ainda tentou ligar para o presidente da Casa, DePUTAdo Paulo Melo, que estava com seus telefones desligados, em total conluio com a censura. Esclarecendo que no inicio do evento Flavio teceu agradecimentos ao presidente da Casa por não se opor a Solenidade, inclusive fazendo referencia que aquela casa era a Democracia; lógico que diante deste episódio o agradecimento foi desfeito.

Outro ocorrido percebido é que o ar condicionado estava ligado no máximo, fazendo daquele ambiente um lugar desconfortável diante do frio dentro do plenário. Eu tremia, acarretando fotos e vídeos tremidos.
O Ten Cel Lucio Augusto Ribeiro deu seu depoimento sobre os fatos na guerrilha do Araguaia, inclusive como foi morto um menor, filho de gente humilde da região, que foi acusado pelos guerrilheiros de havê-los denunciado. Teve seu corpo mutilado ainda vivo e por fim deram-lhe uma facada no peito, tudo diante de seus pai e irmãos.

O general Valmir Azevedo também discursou sobre os fatos daquela época e sobre a importância do Grupo TERNUMA (Terrorismo Nunca mais).
Por fim, o Deputados Flavio e Jair Bolsonaro, Estadual e Federal, Falaram sobre a saída do ar da TV ALERJ, um desrespeito a Casa do Povo e aos que ali estavam presentes. Mostraram o quanto temem que a VERDADE seja mostrada e provada, pois, nada do que se disse ali é improvável, é realidade documentada que só os tolos não vêem por não querer.

Parabéns a Família Bolsonaro, mesmo com a censura da TV ALERJ, prestou a justa homenagem ao Movimento Democrático de 1964, o qual as verdades a esquerda tanto teme sejam divulgadas.


domingo, 30 de março de 2014

Mensagem aos "Novos Camaradas"


Momentos decisivos

Neste mês comemoramos o aniversário do Movimento Democrático de 31 de março de 1964. Você, "Novo Camarada", não era nascido nessa época e por certo já ouviu muitas histórias a respeito daqueles acontecimentos, a maioria dos quais, infelizmente, não corresponde a verdade histórica e constitui uma releitura distorcida dos fatos, com a finalidade de confirmar, sob um falso manto de pretensa veracidade, as posições e convicções políticas dos derrotados em 1964.
Não pretendo, neste curto espaço, lembrar todos os acontecimentos da época, os quais você pode reler nos principais jornais de 1963/64, na biblioteca de sua cidade ou na internet. Quero apenas, rememorar três momentos decisivos que levaram a Intervenção das Forças Armadas, num contexto de sério risco para a sobrevivência do regime democrático brasileiro, respondendo ao clamor público que cobrava um basta à situação alarmante em que o País mergulhava. Oram eles o Comício da Central do Brasil, o motim dos marinheiros no Sindicato dos Metalúrgicos e a reunião do Presidente da República com os sargentos no Automóvel Clube.

Tais eventos ocorridos em março de 1964, culminaram uma série crescente de greves parciais, gerais e de “solidariedade”; aumento do papel político dos sindicatos, alçados à condição de verdadeiros partidos políticos, quando não passavam de centrais de agitação e propaganda esquerdista; cerco e intimidação de todos os contrários as mudanças em andamento; aliciamento de civis e militares por meio de palavras de ordem, ameaças veladas aos não aderentes e premiação ostensiva aos simpatizantes da baderna; paralisação quase total da vida política e econômica do País; surgimento de sindicato de praças da Marinha e dos generais e almirantes do “povo” em oposição aos “gorilas”, em nome pejorativo que procurava identificar e isolar os militares que não concordavam com o descalabro que só fazia aumentar; dúvidas nas mentes, exigindo decisão entre a lealdade ao governo, à cadeia de comando legal cada vez mais dominada pelas idéias esquerdistas e a resposta ao clamor público do povo e das forças democráticas políticas, econômicas, sociais, civis, militares e religiosas aos desmandos governamentais.
Os sindicatos, os partidos políticos de base governamental, parte da imprensa (sempre dependente da benevolência do governo para importar papel e receber publicidade dos órgãos públicos) , os grêmios estudantis, os movimentos sociais, todos estavam infiltrados e “aparelhados” pelos esquerdistas que, em suas próprias palavras, “já haviam tomado o governo, só faltava o poder”.

Nos três eventos que citamos, as Forças Armadas foram atingidas em seus valores mais fundamentais, a hierarquia e a disciplina.
No Comício da central do Brasil, os cartazes alardeavam: “Reformas, na lei ou na marra!” – “Paredón para os gorilas” – “Partido Comunista com o povo e com o Presidente”   “Desta vez o povo será governado através de seus sindicatos” – “República sindicalista para o Brasil”.

Ministros de estado, inclusive os militares, congressistas esquerdistas, militares fardados carregando aos ombros o Almirante Aragão, o Deputado Brizola instigando a assistência, fomentando a revolta popular, apresentando o Presidente da República, que chegava ao palanque, como salvador da Pátria e Presidente da República Sindicalista do Brasil, esse era o cenário. No final de seu discurso inflamado, o Presidente João Goulart afirmou: “...advirto o Congresso, os Governadores reacionários, a minoria retrógrada e capitalista. De que o verdadeiro Chefe de Estado, quando circunstâncias excepcionais lhe impõem medidas excepcionais, adota-as. E este que vos fala não recuará. O povo está a mostrar-me o caminho. Eu os conduzirei por este caminho!”.
Pouco depois, no Sindicato dos Metalúrgicos, um verdadeiro motim acontecia, promovido pela espúria Associação de Cabos, Marinheiros e Fuzileiros Navais e liderado, entre outros, pelo tristemente famoso Cabo Anselmo. As tropas de Fuzileiros navais enviadas para conter o movimento aderiram parcialmente ao mesmo. O Ministro da Marinha foi substituído. Finalmente os amotinados, chefiados pelo Almirante Aragão, pelo novo Ministro e pelo Cabo Anselmo, os três carregados sobre os ombros, embarcaram em viaturas do Exército e foram conduzidos até o quartel do Batalhão de Guardas, onde foram liberados, com a promessa do governo de que ninguém seria punido. A hierarquia e a disciplina, enxovalhadas neste episódio, exigiam a reação dos militares conscientes.

Finalmente, no dia 30 de março, o Presidente da República, acompanhado de seus Ministros, compareceu ao Automóvel Clube, onde lhes seria prestada uma homenagem pelos sargentos das Forças Armadas  e da Polícia Militar, coroando a tática subversiva de separar oficiais e praças, a fim de dividir e enfraquecer as forças militares, último bastião que se opunha à comunização do País.
As palavras, os chavões, as bravatas, tudo lembrava os discursos do Comício da Central do Brasil, que ocorrera apenas dezessete dias antes. Na mesma linha de discurso, o Presidente da República prometia (ameaçava?): “Prometo para cumprir dentro em breve, que as reformas sairão, quer queiram ou não os reacionários do Congresso. Quer queiram ou não os generais fossilizados e ultrapassados. Quer queiram ou não os políticos traidores, que há muito tempo deveriam estar banidos da política nacional”.

Não havia mais dúvida possível: Um golpe sindicalista e comunizante estava em marcha, para ser desencadeado em breve. O Presidente da República, por convicção ou por oportunismo, embarcara nesta aventura. Os fundamentos das Forças Armadas estavam seriamente abalados pela ação ou pela inação dos que deveriam defendê-los.
A contra revolução Precipitou-se e, na manhã de 31 de março, iniciou-se o deslocamento das tropas de Minas Gerais, em direção ao Rio de Janeiro.

A sorte estava lançada e o aparentemente sólido castelo da subversão, inflado pela demagogia e pela propaganda, acreditando numa força que era apenas retórica, desmoronou ao primeiro combate. A Nação estava salva.

Após tanto tempo, Novo Camarada, rememoremos os graves acontecimentos daqueles idos de 1964. E homenageemos a memória dos bravos patrícios que venceram suas dúvidas e tiveram coragem de ficar ao lado do verdadeiro interesse nacional, evitando que a nação mergulhasse na treva comunista que ainda infelicitaria tantos povos.
Sobretudo, permaneçamos atentos.

*O autor é General de Divisão e Assessor Especial do Presidente do Clube Militar.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Editorial do jornal “O Globo” de 2 de abril de 1964, celebrando o Golpe Militar

Capa do jornal O Globo, celebrando o "ressurgimento da democracia", um dia após o Golpe Militar.

Editorial de “O Globo” do dia 02 de abril de 1964:
“Ressurge a Democracia”
Vive a Nação dias gloriosos. Porque souberam unir-se todos os patriotas, independentemente de vinculações políticas, simpatias ou opinião sobre problemas isolados, para salvar o que é essencial: a democracia, a lei e a ordem. Graças à decisão e ao heroísmo das Forças Armadas, que obedientes a seus chefes demonstraram a falta de visão dos que tentavam destruir a hierarquia e a disciplina, o Brasil livrou-se do Governo irresponsável, que insistia em arrastá-lo para rumos contrários à sua vocação e tradições.

Como dizíamos, no editorial de anteontem, a legalidade não poderia ser a garantia da subversão, a escora dos agitadores, o anteparo da desordem. Em nome da legalidade, não seria legítimo admitir o assassínio das instituições, como se vinha fazendo, diante da Nação horrorizada.

Agora, o Congresso dará o remédio constitucional à situação existente, para que o País continue sua marcha em direção a seu grande destino, sem que os direitos individuais sejam afetados, sem que as liberdades públicas desapareçam, sem que o poder do Estado volte a ser usado em favor da desordem, da indisciplina e de tudo aquilo que nos estava a levar à anarquia e ao comunismo.

Poderemos, desde hoje, encarar o futuro confiantemente, certos, enfim, de que todos os nossos problemas terão soluções, pois os negócios públicos não mais serão geridos com má-fé, demagogia e insensatez.

Salvos da comunização que celeremente se preparava, os brasileiros devem agradecer aos bravos militares, que os protegeram de seus inimigos. Devemos felicitar-nos porque as Forças Armadas, fiéis ao dispositivo constitucional que as obriga a defender a Pátria e a garantir os poderes constitucionais, a lei e a ordem, não confundiram a sua relevante missão com a servil obediência ao Chefe de apenas um daqueles poderes, o Executivo.
As Forças Armadas, diz o Art. 176 da Carta Magna, “são instituições permanentes, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade do Presidente da República E DENTRO DOS LIMITES DA LEI.”

No momento em que o Sr. João Goulart ignorou a hierarquia e desprezou a disciplina de um dos ramos das Forças Armadas, a Marinha de Guerra, saiu dos limites da lei, perdendo, conseqüentemente, o direito a ser considerado como um símbolo da legalidade, assim como as condições indispensáveis à Chefia da Nação e ao Comando das corporações militares. Sua presença e suas palavras na reunião realizada no Automóvel Clube, vincularam-no, definitivamente, aos adversários da democracia e da lei.

Atendendo aos anseios nacionais, de paz, tranqüilidade e progresso, impossibilitados, nos últimos tempos, pela ação subversiva orientada pelo Palácio do Planalto, as Forças Armadas chamaram a si a tarefa de restaurar a Nação na integridade de seus direitos, livrando-os do amargo fim que lhe estava reservado pelos vermelhos que haviam envolvido o Executivo Federal.

Este não foi um movimento partidário. Dele participaram todos os setores conscientes da vida política brasileira, pois a ninguém escapava o significado das manobras presidenciais. Aliaram-se os mais ilustres líderes políticos, os mais respeitados Governadores, com o mesmo intuito redentor que animou as Forças Armadas. Era a sorte da democracia no Brasil que estava em jogo.

A esses líderes civis devemos, igualmente, externar a gratidão de nosso povo. Mas, por isto que nacional, na mais ampla acepção da palavra, o movimento vitorioso não pertence a ninguém. É da Pátria, do Povo e do Regime. Não foi contra qualquer reivindicação popular, contra qualquer idéia que, enquadrada dentro dos princípios constitucionais, objetive o bem do povo e o progresso do País.

Se os banidos, para intrigarem os brasileiros com seus líderes e com os chefes militares, afirmarem o contrário, estarão mentindo, estarão, como sempre, procurando engodar as massas trabalhadoras, que não lhes devem dar ouvidos. Confiamos em que o Congresso votará, rapidamente, as medidas reclamadas para que se inicie no Brasil uma época de justiça e harmonia social. Mais uma vez, o povo brasileiro foi socorrido pela Providência Divina, que lhe permitiu superar a grave crise, sem maiores sofrimentos e luto. Sejamos dignos de tão grande favor.”

Finalizando, como os atuais diretores deste Jornal puderam ser, atualmente, tão hipócritas? Traem a memória de seu pai e consequentemente a Nação Brasileira.

Palavras do Presidente do Clube Militar


Capa do jornal O Globo, celebrando o "ressurgimento da democracia", um dia após o Golpe Militar
 
O Clube Militar relembra os acontecimentos que culminaram com o Movimento Democrático de 31 de março de 1964, ocasião em que a maioria de brasileiros patriotas, extremamente preocupados com os rumos que a subversão dos princípios éticos, morais, disciplinares, hierárquicos de ordem e progresso, da lei e do direito implantada no País, reforçada por omissão e interesses eleitoreiros, inclusive das mais altas autoridades do governo – já comemorando a próxima tomada definitiva do poder – resolveu agir. E soube fazê-lo de maneira rápida e decisiva, desmontando as pretensões que a fanfarrice comuno-sindicalista acreditava ser uma sólida fortaleza.
O Clube Militar, participante ativo de tantos acontecimentos históricos de nosso País, também naquela oportunidade estava presente, cerrando fileiras com aqueles que souberam impedir mais essa tentativa de tomada do poder que iria de encontro aos ideais democráticos da nossa população.

O Movimento de 31 de Março foi a resposta altiva e digna dos militares à convocação das forças vivas da Nação, representadas pela imprensa, partidos políticos, religiosos, empresários, donas de casa e brasileiros comuns, os quais anteviam a Nação cada vez mais próxima de amesquinhar-se em satélite do mundo comunista, o qual abrangia quase metade do globo, naqueles tempos de guerra fria.
A esquerda, todavia, orquestra versão deturpada dos fatos históricos, procurando impor a prevalência de suas “verdades”. Apregoam ter sido uma “quartelada”, um “golpe articulado na caserna”. Isso não resiste a uma pesquisa isenta e séria.

Meio século já passou. Já há um distanciamento temporal para que verdadeiros historiadores comecem a estudar o período, embasados em fontes primárias e não em discursos deturpados de propaganda esquerdista, os quais infestam, inclusive, livros escolares e publicações de órgãos oficiais. Persistem ainda admiradores desse anacronismo que estagnou e arruinou todas as nações que foram subjugadas e tiveram esse regime implantado.

O Clube Militar, com seus artigos e fotos de publicações da imprensa da época, procura colaborar na difusão de uma visão realista dos acontecimentos de 1964 – isenta das distorções provocadas pela releitura da História – lembrando o cenário reinante no País e a reação popular, política e militar ao assalto do poder pelas esquerdas.

General de Exercito Renato Cesar Tibau da Costa
Presidente do Clube Militar

quinta-feira, 27 de março de 2014

Já pensou se este Homem comandasse o BRASIL? Que limpeza que seria!

 





Sr.. Lee Kuan Yew
Assumiu com mão de ferro o comando do país, que é Singapura e, em seis meses, dos cerca de 500 mil presidiários sobraram somente 50. Todos os outros, criminosos confessos, foram fuzilados. Todo homem público (político, policial, etc.)  corrupto foi fuzilado, pois existiam muitas provas contra eles. 

Todos os empresários ladrões foram fuzilados ou  fugiram rapidamente do país.

Aquela multidão de drogados, que ficava dormindo nas ruas, fugiu desesperadamente para a Malásia,para não ter que trabalhar,  ou seriam fuzilados. 

Havia uma mensagem na televisão onde o novo governo avisava que o país estava com câncer e que a única solução era extirpá-lo, tipo "se algum parente seu foi extirpado, compreenda, ele era um câncer para a nação".


Depois de ter feito toda a limpeza no país, reorganizado o sistema político, judiciário e penal, esse militar convocou eleições diretas e se  candidatou para presidente. 

Venceu as eleições  com 100% dos votos. 
  
Hoje, Singapura é um dos países mais seguros de se morar, e um dos mais desenvolvidos, 
e mais seguros do que os Estados Unidos, a Inglaterra ou Israel.

Já no avião, a ficha de desembarque tem um 
"DEAD" (morte) bem grande em vermelho e a explicação da penalidade sobre o porte de drogas. 
Qualquer droga.
Com zero vírgula alguma coisa de cocaína encontrada, o sujeito ou é sumariamente fuzilado,
ou é condenado à prisão perpétua com trabalhos forçados.


Lembra-se daquele surfista brasileiro que tentou entrar em Singapura com uma prancha de surf recheada de cocaína? Óbvio que ele determinou sua própria morte.  A mãe do jovem traficante apareceu na TV pedindo para o Lula interceder pelo filho. 
Não adiantou nada. 
Nem mãe, nem Lula, nem protestos, evitaram o cumprimento da lei.

De acordo com o jornal indonésio, em seu pedido final, Marco quis uma garrafa de uísque.
O GLOBO

Marco Archer foi preso em 2003, quando tentava entrar no país com13,7 quilos de cocaína

Nos hotéis, 
os "Guias da Cidade" têm uma página explicando que a polícia de Singapura garante a integridade física de qualquer mulher 24 horas por dia. 
(isso porque na antiga Singapura, sem lei e ordem, as mulheres que saíam sozinhas eram estupradas e, ou, mortas).
O chiclete é proibido em Singapura, pelo simples fato de que, se jogado no chão, suja as calçadas da cidade. 
Distribuir panfletos, sem chance! 
Só em lojas, e não devem ser entregues às pessoas, que, se os quiserem, pegam-nos num suporte. 
Jogar no chão então... dá multa alta.
No ano retrasado, uma secretária, que estava fazendo um trabalho por lá, foi seguida pela polícia desde sua casa até o trabalho. Quando chegou ao trabalho ligou a seta d
o carro para entrar no prédio. 
A polícia deu-lhe sinal para que  parasse. 
Um dos policiais veio até a janela do seu carro e disse: "Como a Sra. sabe, estamos fazendo uma campanha de civilidade no trânsito. 
Multando os infratores e dando bônus a quem dirige corretamente. 
E a Senhora, em todo o trajeto da sua casa até aqui, não cometeu nenhuma infração.
Parabéns!..

Aqui está um cheque de 100 dólares singapurianos (equivalente a cerca de R$ 128,00) e pediria

para a Sra. assinar o recibo, por favor. 
.

Pelo visto, BRASIL tem SOLUÇÃO... 
O problema é que a população diminuiria muuuito!
 
 
 
 

50 anos do Movimento Democrático de 31 de março de 1964, Sessão Solene no Clube Militar


 
Atendendo o chamado fomos prestigiar a Sessão Solene pelos 50 anos do Movimento Democrático de 31 de março de 1964 no Clube Militar, não permitiríamos que, como ocorreu em 2012, nossos Heróis não fossem maculados e agredidos.

 
Chegamos mais cedo, uma “ronda” foi necessária para avaliar possíveis aglomerações “esquerdistas”. Como nada foi encontrado, adentramos ao Clube. No início foi, por todos os presentes, cantado o Hino Nacional, sendo emocionante ver aquelas pessoas, de várias idades, cantar com tanto vigor.
 
 
O palestrante, Gen. Luiz Gonzaga Schroeder percorreu a história, discernindo sobre os pontos que levaram ao Movimento Democrático de 31 de março de 1964, uma verdadeira aula pata todos, principalmente para os que desconhecem, pois quem conhece aprendeu muito mais.

“Amamos nosso Deus e nossos soldados nos momentos de perigo, não antes. Passada a refrega, eles são recompensados: Nosso Deus é esquecido, nossos soldados desprezados...”

Há muito o que falar sobre a belíssima narrativa do palestrante, mas deixo para postar em partes posteriormente para não tornar a leitura extensa.

A esquerda também esteve presente, facilmente identificada por seu sorriso de deboche para os que ostentavam símbolos ou roupas que homenageasse o Brasil e suas Forças Armadas, riam durante a fala do palestrante e se comunicavam com alguém externamente através de celulares modernos e computador portátil. Nos apressamos a passar a informação para a segurança da Casa e registrá-los em fotos, das quais tentavam esconder seus rostos quando percebiam.

Com as atenções voltadas para eles, viram que havia um aparato montado para neutralizar qualquer ação que viesse a ocorrer, dentro ou fora daquele Clube, que ofendesse a integridade física ou moral dos presentes. Aquietaram-se permanecendo sem seus debochados sorrisos e, ao final se retiraram sob nossos olhares.

Na saída, ao invés das ofensas, nossos Heróis foram homenageados pelo decorrer dos 50 anos do Movimento Democrático de 31 de março de 1964. Faixas foram postadas e os aplausos aconteceram espontaneamente. 







 
 
As Forças Armadas Brasileiras nunca foram intrusas na História. Legalistas por natureza, sempre que tiveram que intervir na vida nacional foi a chamado na Nação.
General de Exercito Pedro Luiz de Araujo Braga.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Presunção de culpa


26 de março de 2014
Dora Kramer - O Estado de S.Paulo
Na tentativa de afrouxar o nó em que se enroscou ao dizer que, quando ministra da Casa Civil, aprovara um negócio milionário na Petrobrás com base em relatório incompleto, a presidente Dilma Rousseff complica a cada dia a narrativa do Palácio do Planalto.
É a tal história dos equívocos em série cometidos para tentar corrigir o erro de origem. A explicação dada por Dilma na semana passada se contrapôs à versão oferecida anteriormente pela presidente e pelo ex-presidente da Petrobrás para a compra da refinaria de Pasadena. Os dois disseram que o negócio foi feito porque na época pareceu bom.
Depois, a presidente resolveu pedir o afastamento de Nestor Cerveró da diretoria da BR Distribuidora. Não ficou claro o motivo. Ele foi o responsável pelo aludido relatório, cujas falhas a presidente disse ter tomado conhecimento em 2008. Levou seis anos para ser punido antes de ter sido promovido.
Ainda assim, fica a dúvida: foi demitido por que, se o negócio era bom segundo Graça Foster, Sérgio Gabrielli e vários integrantes do Conselho de Administração que aprovaram a compra e já se pronunciaram? Ficou parecendo que o Palácio do Planalto precisava arrumar um culpado e uma demissão para dar verossimilhança à sua versão.
Agora, a fim de evitar a criação de uma CPI para investigar a Petrobrás e desestimular a convocação de Graça, Gabrielli, Cerveró e mais o ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa, acusado e preso por suspeita de corrupção, o governo tenta criar uma atmosfera de intimidação geral disseminando versões segundo as quais congressistas teriam muito a perder se insistirem em mexer nesse vespeiro.
A manobra obedece à dinâmica de sempre: circulam histórias de que alguém ouviu dos ex-diretores que estão prestes a explodir ao molde de homens-bomba, dispostos a contar o que sabem e, com isso, envolver e constranger boa parte da República. Será verdade?
Em relação a Paulo Roberto Costa não há como conferir, pois ele está em poder da Polícia Federal. Corre na capital que seu poder e trânsito eram "gigantes" entre parlamentares de partidos governistas. Um tanto vago, mas o suficiente para amedrontar quem tem a temer.
Quanto a Nestor Cerveró, sua volta ao Brasil (está em férias na Europa) é aguardada para a semana que vem. Segundo um amigo parlamentar que conversou com ele, está absolutamente tranquilo, não dá o menor sinal de que pretenda explodir. Afastado da diretoria da BR, continua funcionário de carreira da Petrobrás e nessa condição voltará, conversará na empresa para tomar pé da situação e, se convocado pelo Congresso, irá prestar esclarecimentos.
Para repetir o que já disseram Sérgio Gabrielli e Graça Foster: que a compra da refinaria foi baseada em estudos técnicos bem fundamentados. Ou seja, vai desmentir a presidente da República, já devidamente desmentida pelo silêncio da atual e pelo pronunciamento do ex-presidente da Petrobrás.
A tentativa de impedir a criação da CPI pela via da intimidação não parece ser a estratégia mais inteligente para ninguém. Joga tanto o Legislativo quanto o Executivo na vala comum da suspeição geral. Parte do pressuposto de que todos são culpados até prova em contrário.
O governo, porque usa desse instrumento de chantagem para impedir a abertura de uma investigação no Parlamento. E o Congresso, pela ideia de que esse tipo de ameaça seja eficaz mesmo quando dirigida a deputados e senadores da oposição.
Pode dar certo, mas pode dar muito errado. Vai depender da disposição do Legislativo de aceitar ou não a regra do jogo em que é posto, a princípio, na condição de devedor com a faca no pescoço e convidado a compartilhar da lei da Omertá.
O governo tem maioria para impedir a CPI, com suavidade. Mas, pode acabar em minoria se insistir em atuar com brutalidade.

 

terça-feira, 25 de março de 2014

Caso sério


25 de março de 2014
Dora Kramer - O Estado de S.Paulo
A ideia de usar a Petrobrás para fins políticos já podia ser identificada claramente no primeiro grande encontro do PT logo após a eleição de Luiz Inácio da Silva, no Hotel Nacional, em São Paulo. Nos bastidores travava-se uma batalha pela presidência da empresa e os interessados comentavam o quanto o posto lhes seria útil para os planos futuros de eleições a governos de Estados.
A falta de cerimônia naqueles comentários soava a bravata à época. Hoje fazem todo sentido, como um indicativo da ação premeditada agora exposta sem a menor sombra de dúvida na série de fatos relatados sobre os prejuízos que o manejo político da empresa vem causando à Petrobrás.
A cada dia tomamos conhecimento de um pior que o outro. O último diz respeito à Refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco, um negócio já qualificado pela presidente da estatal, Graça Foster, como algo a não ser repetido. De acordo com documentos obtidos pelo Estado, a Petrobrás perdoou um "calote" da Venezuela e assumiu o investimento de cerca de US$ 20 bilhões. Em nome da amizade bolivariana, em detrimento dos acionistas.
Há, portanto, motivos de sobra para se investigar o que ocorre nas entranhas da Petrobrás. Apenas talvez a comissão parlamentar de inquérito proposta pela oposição não seja o instrumento mais eficaz frente aos dados da realidade.
O principal deles, a maioria governista no Congresso, que nesta hora não faltará ao Palácio do Planalto.
Seja motivada por razões de pressão ou por proteção sincera. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o ex-governador José Serra podem não ter sido eleitoralmente espertos quando se postaram contrários à CPI, mas foram sensatos.
Ambos sabem como funcionam as coisas no Congresso. O governo, se não tiver condição de barrar, aceitará a comissão e fará dela um circo.
Seus integrantes procurarão ampliar ao máximo o leque das investigações, usarão a tribuna para lançar suspeições para todos os lados e ainda posarão de defensores da estatal procurando dar a impressão de que quem quer investigar pretende, na verdade, destruir a imagem da Petrobrás. O PT é exímio nesse tipo de inversão.
O episódio da CPI sobre os negócios do bicheiro Carlos Cachoeira está aí para demonstrar como uma investigação de mentirinha pode ser desmoralizante. Muito mais eficiente seria a oposição se postar com seriedade no acompanhamento e cobrança dos trabalhos do Tribunal de Contas da União e do Ministério Público.
Faz menos barulho, mas pode produzir mais resultados concretos.

segunda-feira, 24 de março de 2014

JAPONESA COMPRADA NOS MESMOS MOLDES COMPLICA DILMA

DEPOIS DE PASADENA

Publicado: 22 de março de 2014
Diario do Poder


                  Dilma sabia da existência de cláusula Put Option
Líderes de partidos de oposição afirmaram neste sábado que a situação da presidente Dilma Rousseff se “agrava” com a revelação, publicada neste sábado, 22, pelo jornal O Estado de S. Paulo, de que a então presidente do Conselho de Administração da Petrobras tinha conhecimento de uma das cláusulas na compra de parte de uma refinaria no Japão em 2007.
Ao contrário do caso japonês, Dilma disse que desconhecia a existência da cláusula Put Option, que obriga uma das partes da sociedade a comprar a outra em caso de desentendimento, quando aprovou a aquisição de parte da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), um ano antes.
Em texto assinado pela Secretaria de Comunicação do Palácio do Planalto e encaminhado ao jornal, Dilma disse ter autorizado a compra da refinaria japonesa Nansei Sekiyu com base num “resumo” elaborado pela diretoria internacional da Petrobras, na época comandada por Nestor Cerveró, no qual “está referida a existência de cláusulas contratuais que materializaram o Put Option, bem como as informações técnicas correspondentes”.
No caso da refinaria de Pasadena, a presidente havia informado ao Estado que o resumo que recebeu do mesmo Cerveró, demitido ontem de um cargo de diretor na BR Distribuidora, era “falho” e omitia condições do contrato como as cláusulas de Put Option e Marlim (que garantia à sócia da Petrobras um lucro mínimo independentemente da situação do mercado). Ela informou que, se soubesse das cláusulas, não apoiaria o negócio.
Em 2012, a estatal pagou US$ 1,18 bilhão por toda a refinaria de Pasadena, que, sete anos antes, havia sido negociada por US$ 42,5 milhões à ex-sócia belga. A compra da unidade está sob investigação do Tribunal de Contas da União, Polícia Federal e Ministério Público Federal. A oposição vai se reunir na próxima semana para decidir se apoia a criação de uma CPI para investigar a transação.
“Eu acho que, diante do fato posto, qualquer tentativa de explicação só agrava a situação”, afirmou o vice-líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias (PR). “Falar que não sabia dos detalhes, compromete. Falar que sabia, compromete também. Não tem alternativa para o governo não ter tomado nenhuma providência para apurar os fatos desde o final de 2012 e demitir os responsáveis”, completou o tucano, referindo-se à falta de respostas ao pedido de explicações que apresentou sobre a operação de Pasadena.
Para o presidente e líder do DEM no Senado, Agripino Maia (RN), a revelação de que um ano depois, em uma operação semelhante, Dilma avalizou uma operação com a cláusula Put Option só reforça a necessidade de se apurar o caso da refinaria comprada pela estatal nos Estados Unidos.
“Em jogo, está a palavra da presidente da República. É um jogo gravíssimo”, afirmou Agripino. “É um assunto grave e impõe esclarecimentos sob pena de alguém estar mentindo. A coisa está a cada dia que passa mais enrolada, mais cheia de mistério”, completou.
O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), saiu em defesa de Dilma e disse que a oposição quer transformar a operação de compra da refinaria em “instrumento de disputa política”. O petista disse que não houve descaso da presidente na operação de Pasadena. Segundo Costa, ela pode ter tomado conhecimento da cláusula no caso da refinaria japonesa e não, um ano antes, quando tratou da unidade localizada no Texas. “Estão tentando destruir a imagem da presidente como boa gestora que ela é”, criticou o líder do PT. AE
 

Cabral quer tropa federal no Rio até o fim do ano

Proposta é uma das que serão discutidas hoje entre os governos federal e estadual

23 de março de 2014
O ESTADÃO
 
Tânia Monteiro
BRASÍLIA - O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), chegou à reunião com a presidente Dilma Rousseff, na sexta-feira da última semana, no Palácio do Planalto, com um pedido, no mínimo, inusitado, que deixou as Forças Armadas em uma verdadeira "saia justa": que as forças federais entrem imediatamente no patrulhamento das áreas mais sensíveis da cidade e só saiam de lá apenas no final do ano de 2014, depois, não só da realização da Copa do Mundo, como também do primeiro e segundo turno das eleições.
A proposta surpreendeu e desagradou autoridades das Forças Armadas pelo extenso e indevido período. Estas e outras propostas serão negociadas nesta segunda-feira, em reunião entre os governos federal e estadual, no Rio. Dilma, segundo informações obtidas pelo Estado, foi cautelosa e prometeu que tudo ia ser estudado, para ver o que será possível atender.
Sérgio Cabral quer as Forças Armadas assumam o Complexo de Favelas da Maré, localizada na zona norte do Rio, onde a população ultrapassa os 140 mil habitantes, e onde o Batalhão de Operações Especiais (Bope) já está presente, desde a semana passada, quando houve ataques de bandidos às Unidades de Polícia Pacificadoras (UPP). O Exército, principalmente, substituiria os homens do Bope. A região foi escolhida pela posição estratégica, já que a favela fica na área das vias de entrada e saída da cidade, cortando, a Avenida Brasil, além das linhas Amarela e Vermelha, pontos cruciais de escoamento durante a Copa do Mundo.
Planejamento. A entrada das Forças Armadas não deverá ser tão imediatamente como deseja o governo ou até a população, que esperava que isso já fosse ocorrer nesta segunda-feira. Ela terá de ser precedida de um planejamento e um trabalho de inteligência e logística.
Embora as Forças Armadas já estejam preparadas e trabalhando para entrar no Rio em maio, permanecendo em suas ruas até o final de julho, compreendendo o período pré e um pós Copa, a antecipação do desembarque das tropas em mais de um mês é um problema. Os próprios militares reconhecem que a estratégia política usada por Cabral e a forma como o apelo foi feito será impossível não atender, até porque criou-se uma enorme expectativa e este é um desejo no governo federal, da população local e até da presidente Dilma.
O fator facilitador é que, como o Comando integrado de controle e apoio para a Copa já está em funcionamento no Rio, com generais participando diretamente de tudo, isto facilitará a entrada em operação dos militares. A operação dependerá ainda de um pedido do governo do estado a Dilma para que ela assine um decreto autorizando a entrada das tropas, por tanto tempo, em tal lugar, com tal objetivo. E tudo ainda está sendo negociado.
Todo o trabalho das Forças Armadas será feito com base na legislação para Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que prevê regras de engajamento específicas. Essa operação será semelhante a ocorrida em anos anteriores, nos morros do Alemão e da Penha. Embora não tenha havido definição ainda de número de militares a serem empregados neste tipo de operação, a expectativa é de que seja da ordem de 2400 homens.
Uma das queixas dos militares em missões como esta, quando uma operação das Forças Armadas acontece em conjunto com a Polícia Militar dos estados, é em relação à carga horária de trabalho. Nas PMs, em muitos casos, o regime de trabalho é de 24 horas de trabalho, por 36 ou até 48 horas de folga, dificultando a mobilização de pessoal, o que não acontece nas Forças Armadas.