quarta-feira, 30 de abril de 2014

Pra calar a boca de quem acusa a Polícia.



Idosa morta no Alemão teria dito que foi ferida por traficantes

Arlinda Bezerra de Assis tentou salvar sobrinho-neto de tiros e foi baleada.
Caso ocorreu no Alemão, no domingo; polícia investiga origem dos tiros.
Como ocorre morte de inocentes nos confrontos com a polícia, sempre há convocados para se apressar acusando as forças de segurança, mesmo sabendo que traficantes despreparados e descompromissados, fazem seus disparos em todas as direções sem se preocupar com os moradores das comunidades. Tiros até proposital ocorrem por estes elementos contra moradores, se esta for uma opção para deter o avanço da polícia e possibilitar sua fuga.
 
Tá ai mais um caso de acusação infundada e irresponsável, sabem que nenhuma medida vingativa será feita por estas acusações, enquanto que se acusarem os reais responsáveis, serão severamente sacrificados. Assim como ocorre em países com regime ditador, como no Brasil.
A Divisão de Homicídios da Polícia Civil (DH)  investiga a origem dos disparos e recolheu as armas dos policiais para fazer a perícia, o que deixa em falta armamento para outros possíveis confrontos. Estão desarmando a polícia com acusações falsas, já que dezenas, centenas e possivelmente até milhares de armas estão apreendidas para a perícia fazer seu trabalho, o que pode demorar mais tempo que o necessário.
De acordo com o delegado adjunto da DH, Alexandre Herdy, moradores relataram que Dona Dalva disse ter sido atingida pelos 'meninos' pouco antes de morrer.
"São informações nos autos de que ao dar entrada ainda viva na UPA ela teria relatado de que foi vítima dos meninos, fazendo alusão a integrantes do tráfico de drogas do Complexo do Alemão", 
 
Em “protestos” arquitetados, vários ônibus, carros e bens foram destruídos e queimados, não havendo vitimas fatais destes atentados terroristas devido a ação da mesma polícia que é sempre acusada indevidamente pelos crimes praticados por traficantes das comunidades, com imensa cobertura mentirosa da mídia, “direito dos mano” e uns políticos e partidos FDP que agem na surdina buscando alcançar às próximas eleições.


Sanatório geral (Perdoai vós, é caso de eletrochoque nas têmporas)

 
Acompanhem a excelência do português da nossa presidente.
 
“Uma das pessoas, inclusive, me disse: ‘o médico não me toca’. Ela queria que o médico lá tocasse… porque aquilo que a gente… pelo menos meu médico sempre me apalpou”.
Dilma Rousseff,  aproveitando a passagem pelo Rio Grande do Norte para avisar que as pacientes do Mais Médicos serão respeitosamente apalpadas pelos jalecos importados.
 
“É importantíssimo que o ensino médio, no Brasil, não seja um ensino pura e simplesmente livresco. Tem de ser livresco porque todo aprendizado é livre, mas tem de ser técnico também”.
Dilma Rousseff, em entrevista coletiva dada a rádios mineiras e transcrita pelo Portal do Planalto, internada por Celso Arnaldo ao atribuir à palavra livresco um sentido tão estapafúrdio que é preciso dar-lhe o benefício da dúvida: pode ter havido um erro de transcrição ─ se bem que esse livresco em dilmês faça o maior sentido.
 
“Estamos fazendo tudo isso para evitar a maldição do petróleo, e todos aqueles que teorizaram a maldição do petróleo foram os países que criaram a Opep, que é um país rico com nação e povo pobre, essa era maldição”.
Dilma Rousseff, durante a assinatura de um contrato para construção de duas plataformas de petróleo, mostrando o que acontece quando o neurônio solitário fica sem combustível
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                                      Neurônio irrecuperável
“Os meninos têm tanta importância quanto as meninas, e eu sempre disse que é. É, sabe por quê? Uma vez uma moça me disse o seguinte: tá certo, nós mulheres somos mães, porque não tem homem na Terra, nessa Terra, que não tenha uma mãe. Então, na verdade, está tudo em casa e em família. Então, a importância das mulheres é uma coisa que beneficia todos os homens também”.
Dilma Rousseff, na cerimônia de formatura de alunos do Pronatec, em Uberlândia, internada por Celso Arnaldo ao demonstrar mais uma vez que, no Brasil governado pelo lulopetismo, educação básica e capacidade mínima de raciocínio deixaram de ser requisitos até para se chegar ao mais alto posto do país.
 
“Eu sempre lutei pelo CAPS AD 24 horas, sabe por quê, o 24 e todos os dias da semana? Por causa do seguinte, não dá para a gente acreditar que a pessoa não fica passando mal de madrugada. Às seis horas da tarde, se fechar o CAPS AD, o que é que a pessoa faz se passar mal às sete, às oito, às nove e às dez?”
Dilma Rousseff, em entrevista coletiva dada hoje a rádios mineiras, internada por Celso Arnaldo ao demonstrar que finalmente compreendeu por que os serviços de saúde de emergência devem funcionar dia e noite.

‘Eu sou presidenta de todos os brasileiros. O governador é governador de todos os moradores do estado do Rio de Janeiro, e o prefeito é prefeito de cada uma das populações da sua cidade”.
Dilma Rousseff, durante anúncio de investimentos para implantação da Linha 3 do Sistema Metropolitano do Rio de Janeiro, em São Gonçalo, internada por Celso Arnaldo ao apresentar sua versão em dilmês do
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princípio fundamental da Teoria Geral do Estado.  
“Estou com o ministro Edison Lobão, de Minas e Energia, porque nós vamos lá em Itaboraí… desculpa, eu não vou em Itaboraí, eu vou lá em Inhaumá. Em Itaboraí eu ainda irei. É que eu vi… como eu vi o Comperj, eu vi o prefeito, eu falei assim para mim mesma: eu vou lá no Comperj. Mas hoje, viu prefeito, eu não vou no Comperj, não, eu vou lá em Inhaúma, no estaleiro, por isso que eu estou aqui com o ministro Lobão”.
Dilma Rousseff, em São Gonçalo, internada por Celso Arnaldo ao comprovar que, na presença perturbadora do ministro Lobão, ela nunca sabe onde está, nem para onde vai.
 
“Porque, para se reservar água, é necessário ter onde reservar água”.
“Esse processo é um processo que ele é muito importante porque passa por uma compreensão diferenciada da situação. Isso que foi dito aqui: que não é necessário combater a seca, essa é uma visão errada, que nós todos concordávamos que nós temos que conviver com ela, e conviver com ela significará domá-la. É, na verdade, isso: conseguir gerenciá-la, conseguir fazer com que a população não tenha as consequências danosas que a seca produz”.
Dilma Rousseff, internada por Celso Arnaldo depois de dois grandes momentos durante o anúncio do “Água para todos” ─ o primeiro programa contra a seca no Nordeste que não é contra a seca do Nordeste

Por essas e por outras que ela é presidANTA.

terça-feira, 29 de abril de 2014

COSTA RICA = o exemplo


Como vai reagir o maior bandido do Brasil e do mundo?

 
COSTA RICA DEU UM GRANDE EXEMPLO...  

 
Na sofrida América Latina de governos militares, sempre tivemos o exemplo da Costa Rica.
Uma democracia consolidada, onde o voto e alternância de poder são fatos corriqueiros.
A Costa Rica não tem exército, abolido constitucionalmente.


Prevaleceu a visão do investimento em outras áreas de atuação governamental.

Passados muitos anos, a Costa Rica continua a nos dar exemplos. Se no passado era uma referência democrática,  hoje ─ vergonhosamente para nós – passa a ser uma referência da miopia que se abateu sobre o Brasil..

A presidente Laura Chinchilla convocou uma rede de TV no país para anunciar o cancelamento da concessão dada à  OAS - Empresa de Engenharia Brasileira, para reforma e exploração de uma autoestrada por 20 anos. 

O povo e o parlamento enxergaram no acerto o maior caso de corrupção da história do país.
Uma vergonha nacional.
O lucro era absurdamente indecente. Uma privatização (“concessão”, ensina a novilíngua petista) que renderia bilhões a uma empresa brasileira.

Qual foi a lição? A revogação da concessão.
E não só.
Este contrato contou com a participação direta, presencial e ativa de Luiz Ignácio Lula da Silva!

O mitômano embriagado esteve em San Jose, em viagem paga pela OAS, usando o jatinho da empresa, com diretores da empreiteira, para se reunir com representantes do governo costa-riquenho e solicitar o favorecimento aos novos parceiros.  (A mesma San José abriga o Tribunal Interamericano de Direitos Humanos, que José Dirceu pretende recorrer. Desista, José Dirceu.  Todos por lá já conhecem o modo petista de ser.  Seu chefe maior fez-nos o favor de demonstrar como é o Brasil da corrupção impune..

A oposição da Costa Rica vê com estranheza e indignação o papel desempenhado por Lula,  envolvido ostensivamente no maior roubo do gênero já ocorrido naquele país.
E provocou a manifestação do Ministério Público de lá, que pretendia ouvir o ex-presidente do Brasil sobre o episódio em que se meteu.
Mais um.
A Costa Rica tem história. O pequeno país caribenho tem nas instituições democráticas o maior valor reconhecido por todos.
Lula despreza esses valores. O que preza são acertos com empresários (os que mais combatia quando ainda pretendia implantar o lulismo com seita no Brasil) e mordomias ofertadas por quem sabe qual é o preço do ex-presidente.

A imprensa da Costa Rica credita a Lula o contrato danoso ao país.
E a presidente se viu obrigada a cancelar o mesmo, em rede de televisão, para garantir a paz social.
A que ponto chegou o Imperador de Garanhuns!
O Brasil agora exporta corrupção? Não basta o assalto aos nossos próprios cofres?
Teremos que nos ver humilhados em todo o mundo por levar a países sérios a expertise do lulopetismo em matéria de roubalheira?
Até quando o lobista que paga a amante com o dinheiro público será incensado pelos que idolatram a figura cada vez mais repugnante deste co-presidente a quem – no Brasil – tudo é permitido?
Nem mesmo a reprimenda pública na Costa Rica será didática a estes adoradores de corruptos?

É esse o maior presidente da historia? O “deus” de Marta Suplicy? O intocável de Dilma?
O pai dos pobres (e digo eu, dos corruptos, empresários e empreiteiros)?

Na Costa Rica, Lula é somente um lobista barato envolvido naquilo que o povo chama de “o maior escândalo de corrupção em toda a história”.
Eles não sabem que a frase que Lula adotou é “nunca antes neste país!” e aplica-se literalmente à Costa Rica.
Mas já conhecem o método - e o personagem!

Um dia pediremos – nós, os brasileiros! – desculpas à cubana Yoani Sanches pela ignorância nazista, com que foi aqui recebida,  liderada por essa corja petista que tomou de assalto esse (desGoverno.


Hoje temos que voltar a pedir desculpas ao povo costa-riquenho.

Não, o Brasil não é assim. Lula é assim - Sempre foi e sempre será.
Por favor, não nos confundam com ele.

Jornalista Augusto Nunes/SP.

O “bagulho” esquentou, tá na ponta. Falando sobre minha postagem.


A GLOBO aprontou, mais uma vez endeusando um elemento nocivo que fazia parte do elenco de um programa de pouca qualidade e de outro elenco também nocivo, o tráfico de drogas.
 
A genitora deste elemento foi às ruas, junto com bandidos que não se limitaram em se manifestar e acusar o Estado e a Polícia pela morte do jovem “dançarino”, isso não bastava. Tinham também que destruir, saquear e agredir.

Mas a ação da mesma polícia que acusam os impediu de cometerem danos maiores, que certamente transformaria Copacabana num inferno real, com consequências drásticas em vista as características do bairro.

O texto O “esquenta” só é quente na ponta do “bagulho” explodiu em acessos e comentários. Foram até hoje, dois dias após sua postagem, 95.000 acessos, com incontáveis comentários favoráveis ao contido no texto. Lógico que houve comentários negativos, mas todos calçados na mesma mentira veiculada pela GLOBO e pelas manifestações em torno do assunto. Acusam a PM antes mesmo de um laudo pericial e tornam culpados antes de sentença transitada em julgado. As acusações jogam com um fato importante. Sempre há acusações de disparos e “inocentes” atingidos, ocasionando cada vez mais armas da polícia e de policiais apreendidas para perícias. Pronto! O desarmamento em andamento.

Ontem, dia 28, a genitora do “dançarino” declarou ter sido ameaçada de morte quando caminhava numa ciclovia. Um carro, com um homem branco, “marombado”, com uma tatuagem de dragão no braço e olhos castanhos lhe apontou uma pistola calibra “360” (Ops! Esqueceu o texto. Este calibre não existe, o que existe é o 380 e, se sua vontade for acusar novamente policiais, hoje só o calibre 40 está em uso) proferindo as seguintes palavras: “se você não calar a boca, eu vou calar”. Poxa! Com tantos detalhes observados, qual é a cor, modelo e placa do carro?
Tudo que foi dito nas manifestações e no “esquenta” caíram por terra. O “dançarino”, segundo o Delegado responsável pela investigação estava junto aos traficantes quando da chegada da polícia, podia até estar armado o que justificava sua correria pulando muros e casas. Várias fotos já foram veiculadas que era intimo dos traficantes, que suas postagens confirmam isso, como também as inscrições com sua iniciais pelos muros da Comunidade.

Já dá para prever o próximo passo da genitora do elemento, “dançarino”, dirá que foi estuprada por um elemento com um órgão sexual enorme, tatuado, “marombado” com uma “360” e com um dragão sendo possuído, dragão que é ela. Puxa! Parece tara.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Você sabia disso? Se não sabia bastava ler O Globo da época!

 
Assunto: Relação de Vítimas
PARA PUNIR SÓ ALGUNS, NÃO É JUSTIÇA VERDADEIRA. A COMISSÃO DA VERDADE SÓ ENXERGA UM LADO.
PERDOEM-SE TODOS,  OU PUNAM-SE TODOS!!!!
MAS A ANISTIA, AMPLA, GERAL E IRRESTRITA, INCLUSIVE TAMBÉM APOIADA PELO “GLOBO” NÃO PERDOOU TODOS!!!!
SÃO UNS COVARDES. BENEFICIARAM-SE COM A ANISTIA E AGORA QUEREM REESCREVER A HISTÓRIA!!!

Noblat
Você hoje publicou em sua coluna os nomes dos 362 mortos e desaparecidos durante a luta armada que teve início com o atentado no Aeroporto dos Guararapes em 1966, que matou duas pessoas e feriu 17, Então, ainda não havia AI-5. Você deveria publicar também que o terrorismo teve início em 1961, ainda no governo Jânio Quadros, quando o primeiro grupo de terroristas foi enviado à China para receber treinamento de guerrilhas. Você sabia disso? Se não sabia bastava ler O Globo da época!  Você deveria publicar também os nomes das 130 vítimas do terrorismo aloprado. Para saber seus nomes bastaria ler O Globo! Você sabia que os terroristas praticaram sequestros de aviões e de autoridades estrangeiras (embaixadores da Alemanha, da Suiça e o Cônsul do Japão) e brasileiras (Salles, Alonso, Beltran Martinez, Olivetto e Abilio Diniz), assaltos, assassinatos e justiçamentos, alguns de seus próprios companheiros? Se não sabia, como o Lula, bastaria ler O Globo da época"!  Você não publicou que a Organização VPR, à qual pertencia a presidentA da República mandou pelos ares o Soldado Mario Kosel Filho, sentinela de uma Organização militar em SP, que trucidou a coronhadas o Ten Mendes, da PMSP, no Vale da Ribeira, o Capitão Chandler, na frente de sua mulher e seus flhos, em São Paulo - um dos matadores, anistiado e recompensado financeiramente, não se cansa de dar entrevistas a jornais, inclusive ao O Globo -, do Major da Alemanha, aluno da ECEME, na Praia Vermelha, do marinheiro inglês (que não me lembro o nome, mas Você pode buscar no google). Você sabia disso? Se não sabia, bastava ler O Globo da época. Você deveria escrever também sobre os justiçamentos, como os de Hening Boilesen, e dos próprios companheiros, como Marcio Leite Toledo,
metralhado nas ruas de São Paulo por um seu companheiro da ALN que nunca foi preso. Se não sabia, bastava ler O Globo da época. Você deveria escrever sobre a insana Guerrilha do Araguaia, onde o primeiro a ser morto foi um militar do Exército, Se não sabia, bastava ler O Globo. Enfim, O Globo perdeu credibilidade, alegando que o apoio - inclusive em artigo assinado pelo próprio Roberto Marinho - foi "um erro editorial". Agora, como a (C) Omissão da Verdade, o jornal atira em uma única direção para posar de bom moço para o Partido dos petralhas que atualmente desgoverna o país (basta ler O Globo). O Globo transformou-se em um jornal escroto graças a seus redatores de agora. que ignoram o passado e o seu fundador Roberto Marinho!
Tudo isso eu escrevi ontem em carta para o Globo, mas como a carta não continha elogios, não foi publicada.Carlos Ilich Santos Azambuja
Rio de Janeiro

A Ruptura da Disciplina nas Forças Armadas


Sergio  A. de A. Coutinho
O Governo por influência e sugestão dos populistas e comunistas, montou o que se denominou Esquema Militar para sua sustentação e para garantia contra os militares golpistas e reacionários. Este esquema se fazia, basicamente, pela colocação de oficiais generais nacionalistas e progressistas em certos pontos chave e pela mobilização e politização de sargentos e marinheiros em torno da legalidade, do nacionalismo e das reformas.

Também o Partido Comunista Brasileiro tinha o setor militar, o mais secreto da organização. Segundo um ex-oficial comunista, era inexpressivo em número, nas muito ligado a Prestes. Estima ele que, em 1964, havia cerca de mil militares (oficiais, sargentos e outras praças) reformistas (nacionalistas de esquerda) e cerca de 150 comunistas ativistas em todo o Exército.
O movimento nacionalista popular do ex governador Leonel Brizola foi a principal linha de aliciamento de militares, exercendo grande influência sobre sargentos e praças desde sua Campanha da legalidade em 1961.

O ativismo no meio dos sargentos e praças acabou por provocar sérias manifestações de indisciplina e rebeldia. Em setembro de 1963, os sargentos de Brasília, a maioria da marinha e da Aeronáutica, se rebelaram contra decisão do Tribunal Superior Eleitoral que considerou inelegíveis os sargentos que concorreram às eleições parlamentares de 1962. Os amotinados ocuparam vários pontos da Capital Federal. Esperavam a adesão em outros locais do País, o que não aconteceu. A rebeldia foi dominada por tropas do Exército em menos de 24 horas, sem resistência dos amotinados.
 
Em março de 1964, se deu uma demonstração de indisciplina mais grave: em assembleia no Sindicato dos Metalúrgicos no Rio de Janeiro, cerca de mil marinheiros exigiram a suspensão das punições aplicadas aos dirigentes da Associação de Marinheiros e Fuzileiros Navais do Brasil. Presentes lá, também estavam, solidários e insufladores, dirigentes do CGT e militantes de várias organizações de esquerda. Além do mais, contaram com o apoio de dois almirantes, um dos quais, Comandante do Corpo de Fuzileiros Navais. O Ministro da Marinha solicitou tropas do Exército que cercaram e evacuaram o Sindicato. O Pre4sidente, para contornar a crise e cedendo às pressões das esquerdas, exonerou o Ministro da marinha e nomeou um novo titular, almirante da reserva, nacionalista, concordando ainda em anistiar os insubordinados. O ultimo acontecimento, demonstrando a qu7ebra da hierarquia e disciplina, se deu na noite de 30 de março de 64, na sede do Automóvel Clube do Brasil, no Rio de Janeiro: comemoração do aniversário da Associação de Sub-Oficiais e sargentos da Guanabara. Se reuniram cerca de 2.000 pessoas, tendo como convidado especial o próprio Presidente da república. Na Assistência, dois ministros militares, o Comandante do Corpo de Fuzileiros Navais, o líder da rebelião dos marinheiros e representantes de toda a esquerda, populistas e comunistas. Os discursos foram inflamados e revolucionários, inclusive a fala do Presidente da República. Mas, naquele momento, já estava em movimento a revolução de 31 de março de 1964.

A crescente agitação política e social, o desgoverno e a evidência de um movimento comunista em marcha acabaram por gerar uma sensação de insegurança geral. Embora o centro de inquietações e de crescente oposição estivesse principalmente na classe média, também os trabalhadores em geral se sentiam insatisfeitos e inseguros. A desorganização geral, a inflação, o desabastecimento, a corrupção e a ameaça da ruptura da ordem política e social atingiam toda a sociedade.
 
O anseio de reversão do quadro era generalizado e a esperança se voltou naturalmente para as únicas instituições que ainda guardavam os princípios de autoridade, a coesão interna e a capacidade de agir com firmeza e serenidade: a Igreja Católica e as Forças Armadas.

domingo, 27 de abril de 2014

O “esquenta” só é quente na ponta do “bagulho”


O programa Esquenta da famigerada GLOBO, que diariamente é humilhada, rejeitada e expulsa de alguns eventos jornalísticos no Brasil e no exterior, vai homenagear seu “dançarino” que morreu pulando muros e casas fugindo não sei de que na comunidade onde era adorado. Certamente, os mesmos hipócritas de sempre comparecerão ao programa procurando atingir a polícia militar, esta mesma polícia que já colocou seus componentes no programa para dançar e cantar “funck” e uma oficial para dançar com um (ex) traficante que sabemos já trocou tiros com a polícia e até pode ter morto alguns.
 
Vários atores estarão presentes valorizando o teatro em choros de cenário, afinal, o “dançarino” era um avião, quero dizer, voava no seu “dançar”.

Não é a primeira vez que “dançarinos” deste programa estão envolvidos em ocorrências policiais, há pouco temo atrás um outro foi pego com farta quantidade de drogas, mas, incrivelmente nada se acha nos jornais. Ainda bem que sempre tem alguém atento para “printar”, sempre será útil no futuro.
 
A morte de Douglas, o queridinho do morro, incentivou muita gente a descer para o asfalto para protestar, digo, quebrar, incendiar e agredir. Se não fosse a ação enérgica da PM, certamente muitos ônibus e carros estariam em cinzas.


Pois bem, em outra manifestação pelo mesmo queridinho do morro, já não se exaltaram tanto, as redes sociais já anunciavam o que a imprensa omite, o aproveitamento político da situação. Até a “sininho”, tão visível no assassinato do cinegrafista, se fazia presente. Agora entendo o resultado similar da manifestação destrutiva em Copacabana.
 
 
Um deficiente mental foi morto, também se colocando a culpa na PM. Mas, nas imagens do corpo sendo carregado, era visível que da posição em que os policiais estavam, era impossível atingir aquele alvo. Mais um morto útil no cenário.

Agora, graças a pessoas que investigam incessantemente noticias deturpadas, aparecem imagens do mundo real do “dançarino” Douglas, não dançando, mas empunhando uma perigosa arma de guerra tão comum nas mãos de traficantes, seus amigos. Entendo agora o por que do tráfico local homenagear ele após sua morte. O "santinho" da Regina Casé como ele é.
 

Em 18 de janeiro, o traficante “cachorrão”, foi morto numa troca de tiros. O dançarino do “esquenta” Douglas Rafael, postou em sua página numa rede social “PPG TA DE LUTO, E OS AMIGOS CHEIO DE ODIO NA VEIA, MAS TARDE O BICO VAI FAZER BARULHO…. 

Passando a limpo a tradução de um policial civil:

- “PPG” é a dita “comunidade” Pavão, Pavãozinho e Galo.
- “Bicos” são fuzis de uso restrito das forças armadas, de grosso calibre (7,62mm e 556mm) e altíssima letalidade, como COLT AR 15, M-16, AK-47, G3 e outros.
- “Os amigos” são os integrantes das quadrilhas que traficam drogas, cometem homicídios, sequestros, roubos e crimes variados.
- “Fazer barulho” é efetuar centenas de disparos, aterrorizando a população ordeira.
- “Cheio de ódio na veia” eu preciso explicar? Não é decerto o sentimento lindo de “miguxos” que querem obedecer a lei naquela noite e nos dias (meses e anos…) seguintes.
 

Toda grande empresa não se nega em dar trabalho a pessoas carentes, desde que sejam idôneas, trabalhadoras. O passado do “dançarino” não o colocava de maneira nenhuma no pedestal que a GLOBO tentará colocá-lo hoje. Mas, falta algo para a sociedade declara seu respeito às suas verdadeiras vitimas, os policiais.


 
Campeonato Internacional de Acesso por Corda e Resgate


Petzl Rope Trip Brasil – 2014
Piracicaba, 15 de Abril de 2014.

 A Spelaion, distribuidora exclusiva Petzl no Brasil – marca francesa, líder mundial em equipamentos de trabalho em altura e acesso por corda – realiza pela 1° vez na América Latina o Petzl Rope Trip.

Trata-se de um campeonato, realizado entre equipes, que exigirá dos participantes conhecimentos técnico e habilidade nos procedimentos de segurança em acesso por corda e resgate em altura.

Iniciado na França em 2012, este ano será realizado em diversas partes do mundo, como Suíça,  Suécia e Malásia. No Brasil, ocorrerá na cidade de Piracicaba, interior de São Paulo, dia 24 de Maio de 2014 (sábado), a partir das 8h.

O evento conta com a presença de competidores nacionais e também estrangeiros, o que traz para o Brasil e o setor de trabalho em altura, a oportunidade de trocar experiências e fazer intercâmbio de  ideias, mantendo um ambiente que muito tem a agregar tanto aos participantes, quanto aos visitantes.

Os primeiros colocados receberão muitos prêmios em Equipamentos Petzl, e durante o evento serão sorteados diversos brindes.

Será aberto aos visitantes, com entrada gratuita mediante 1 kg de alimento (não obrigatório).

Saiba mais assistindo o vídeo abaixo com o evento realizado na França em 2012.


Link: Vídeo

Link das fotos: fotos

Mais informações e formulário para inscrição: spelaion


sábado, 26 de abril de 2014

Agitação e propaganda


 
Sergio  A. de A. Coutinho]
No período de 1961 a 1964, todas as organizações de esquerda desenvolveram intenso trabalho de agitação, com inicio nos episódios da campanha pela posse do vice presidente (1961) e4 na campanha para restabelecer o sistema presidencialista, por meio d plebiscito previsto no Ato Adicional que implantou o parlamentarismo (1962)

As grandes bandeiras levantadas foram o nacionalismo, o anti imperialismo, as reformas de base e um alegado golpismo de direita.
No Movimento Sindical, sobressaiu-se o Comando geral dos Trabalhadores (CGT), encabrestado ao governo e ao seu partido, mas sob controle efetivo do PCB. O movimento desencadeou uma intensa onda de graves políticas, a pretexto de reivindicações trabalhistas. O grevismo descontrolado com a conivência oficial assustou e intimidou a sociedade nacional.


O clímax da agitação e propaganda se deu no Comício pelas Reformas, realizado em frente Ada estação da Central do Brasil, em 13 de março de 1964, no Rio de Janeiro. Com artifícios espertos para reunir os trabalhadores, os organizadores concentraram uma multidão de cerca de 100 mil pessoas. Com a presença do Presidente da República e sua esposa, de ministros de estado e dos principais líderes nacionalistas, populistas e nacionalistas, os sucessivos oradores radicalizaram (suas posições), com suas propostas para formação imediata de um governo verdadeiramente popular e de mudanças na Constituição que viabilizassem as reformas de base.

A Manobra Revolucionária Comunista


 
Sergio A. de A. Coutinho
O Partido Comunista Brasileiro, por sua vez, tinha uma concepção consistente para a tomada do poder. Seu primeiro objetivo seria a conquista do governo pela via pacifica para implantar transitoriamente um governo popular democrático. As circunstâncias favoreciam a tentativa de realizar esta meta pelo domínio do governo, antecipando a alternativa da via eleitoral já que estava na ilegalidade. Para tanto, teria que aprofundar os compromissos com o Presidente Goulart e fazê-lo parte do empreendimento. Por esta razão, apoiou decisivamente a sua posse quando contestada pelos ministros militares e a campanha do NÂO no plebiscito que repudiaria o parlamentarismo, apenas seis meses depois de implantado, restabelecendo o presidencialismo e restituindo os plenos poderes ao Presidente.

Na própria narrativa do Secretário geral do PCB, Luiz Carlos Prestes, a manobra do partido seria a seguinte:
“Um poderoso movimento de massas sustentado pelo poder central e tendo em seu núcleo um dos partidos – (PCB) – mais sólidos do continente, instalado no seio do aparato estatal (...) Um exército penetrado dos pés à cabeça por um forte movimento democrático e nacionalista (...) A tomada do estado burguês do seu interior para fora”. “Finalmente, uma vez a cavaleiro do aparelho do estado, converter rapidamente, a exemplo de Cuba de Fidel ou do Egito de Nasser, a revolução nacional e democrática em socialista” (Apontamentos do líder comunista, citados por Luiz Mir, op. Cit).
Para alcançar esse objetivo, os comunistas se infiltraram no governo e nas Forças Armadas, a partir de onde tomariam, por dentro, o poder.

As reformas de base também eram bandeira do PCB, porém vistas por uma ótica revolucionária e não meramente populista. Concepção do secretário Geral do Partido em seus apontamentos e entrevistas:

“A luta pelas Reformas de Base constitui um meio de acelerar a acumulação de forças e aproximar os objetivos revolucionários”.
“Não lutamos (ainda) por uma revolução socialista. Lutamos por um governo revolucionário anti imperialista que, dentro do regime democrático, dê inicio às reformas indispensáveis ao país. Essas reformas sendo cada vez mais profundas, provocando elas próprias a abertura do caminho para a socialização” (citado por Luiz Mir, op cit).

As reformas de base, como ideologia intermediária, simulavam o jogo democrático e assim mascaravam as verdadeiras intenções do Partido.
O Presidente da República tentou fortalecer sua oposição com alguns expedientes políticos. Inicialmente, em conluio com o seu cunhado. Todas as iniciativas, porém, fracassaram, rejeitadas até pelas esquerdas.



O Presidente não teve outra alternativa: negociou com o PCB. Ele “apresentaria a plataforma de um governo nacional e democrático, anti imperialista e reformista”; O Partido “lançaria oficialmente a candidatura (do Presidente) à elição de 1965”. O lider comunista “pregava publicamente a continuidade do Presidente, com golpe” (Luiz Mir, op cit). O continuísmo permitiria o prosseguimento do trabalho de domínio do governo em curso e a consolidação das posições já alcançadas pelo Partido.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

As Manobras Golpistas da Esquerda Populista.


Na onda esquerdista, animada com a campanha pela legalidade e pela posse de João Goulart, despontaram três lideranças de esquerda que não estavam vinculadas às organizações comunistas, embora com elas mantivessem as mais convenientes ligações.
O primeiro movimento, de natureza nacionalista populista, foi criado por Leonel Brizola, quando ainda governador pelo Rio Grande do Sul. Continha vagos conceitos socialistas e sua bandeira nacionalista era de caráter meramente anti-imperialista e de oposição ao processo de espoliação do capital estrangeiro e das multinacionais no Brasil. O Presidente Goulart tinha semelhante posição, rivalizando-se com seu cunhado.

O segundo movimento de esquerda foi de Miguel Arraes, então Governador de Pernambuco. Era uma liderança local que se preocupava em se manter em evidência para garantir condições de uma candidatura à Presidência da República nas eleições de 1965, pelo mesmo partido do Presidente (que Presidente? – parece referir-se ao Presidente de então, Goulart) e de Brizola.
O terceiro movimento foi o das Ligas Camponesas. Fundadas em Pernambuco, nos anos 50, visava à mobilização dos trabalhadores rurais em defesa da reforma agrária e da extensão dos direitos trabalhistas ao campo. Seu líder era Francisco Julião.

Os cubanos viram nas Ligas camponesas a possibilidade de implantar a guerrilha no Brasil.
O esquema guerrilheiro das Ligas durou cerca de um ano. Em 1962, na área em que estava sendo implantado em Dianópolis/Go, foi desbaratado por tropas fderais, por determinação do próprio Governo Goulart, que tinha posição coincidente com a do PCB, que opunha à via campesina do movimento.

Em resumo, desde a renuncia de Jânio Quadros, em 25 de agosto de 1961, até a eclosão do movimento cívico militar de 31 de março de 1964, estavam em andamento dois projetos contra a democracia brasileira: um golpe nacionalista popular e uma revolução comunista. O primeiro, liderado pelo próprio Presidente e pelo seu cunhado, ex- governador do Rio Grande do Sul. O segundo, conduzido pelo Partido Comunista e seu secretário Luiz Carlos Prestes. Em torno destes projetos, toda a esquerda restante agitava, apostando na tendência que melhor coincidisse com os seus pontos de vista e objetivos.
No movimento nacionalista populista, tanto o Presidente da República quanto o ex-governador do Rio Grande do Sul “queriam o poder para si; cada qual a seu modo procurou utilizar o movimento (...)”. O Presidente tentou o seu projeto antes de se comprometer mais a fundo com os comunistas. Propôs o estado de sítio, a pretexto de uma suposta radicalização da direita, porém  sofrei oposição de todos os setores, inclusive da própria esquerda que também se sentiu ameaçada. A medida não foi aprovada.

Por sua vez, Leonel Brizola exigiu o Ministério da fazenda para si, posição que lhe garantia condições para realizar o seu projeto pessoal de conquista do poder. Também nesse episódio, a oposição foi tão grande que o Presidente não teve condições de nomeá-lo. Esse fracasso levou Brizola a nova postura, agora nitidamente insurrecional. Para ele a concretização das reformas só seria “possível, com a tomada do poder pelas armas, e com apoio do povo” O aliciamento de militares (oficiais nacionalistas, sargentos e marinheiros) seria na direção da articulação de um golpe nacionalista; e muitos se deixaram seduzir pelo discurso do ex-governador.
Em 1963, foram criados os chamados Grupos dos onze, que seriam as bases de massa e o braço armado de um futuro partido revolucionário, cujo objetivo seria a implantação de um governo nacionalista popular, conhecido como República Sindicalista.

Elementos de estrita confiança do comando nacionalista “ajudariam os sargentos a tomarem os quartéis e preservarem a legalidade. Cada sargento comandaria três grupos dos onze” (Denis de Moraes, A Esquerda e o Golpe de 64).
As reformas de base eram a grande bandeira do movimento nacionalista populista tanto como instrumento de mudanças institucionais, como de conquista do poder. As reformas eram mal explicadas, nunca se revelando exatamente o que seriam. Eram citadas: a reforma agrária, a reforma urbana, a reforma educacional, a reforma tributária, a reforma universitária, a reforma bancária, a reforma das relações com as empresas estrangeiras. Serviam para tudo, até para justificar um golpe popular.

A PEC 51 (Desmilitarização das Polícias Militares) não vai medir limites.


Os fins justificam os meios, nem que inocentes ou nem tanto sejam sacrificados pela causa. É o que acontece, vale tudo para justificar a desmilitarização das Polícias Militares e subjugá-las DEFINITIVAMENTE ao poder político.
As UPPs se não acabaram com o comércio de drogas, diminuíram drasticamente a ostensividade de armas, já que a PM, além dar segurança às comunidades contra invasão de grupos rivais, aumentaram significativamente o lucro cm a venda de drogas, já que “olheiros” e “soldados” do tráfico não eram mais necessários.

O já combalido governo PMDB do Estado do Rio de Janeiro, tão atacado por diversas denuncias de corrupção, não se sustenta numa eleição, mas, seu ponto positivo ainda é a UPP. É preciso desmoralizá-las por definitivo. Neste ponto os “Black Bloc” não obtiveram êxito nas manifestações de rua, assassinando um cinegrafista pelas costas. Até teriam conseguido, mas, graças à filmagens apresentadas, foi provado o quanto criminosos podem ser na busca de seu intento.


As UPPs mais atacadas em denuncias vazias foram as do Complexo do Alemão, o que já estava “dando na pinta”. Era preciso partir com acusações em outras, onde a paz estivesse restabelecida e a desordem controlada.

Em 18 de janeiro, o traficante “cachorrão”, foi morto numa troca de tiros. O dançarino do “esquenta” Douglas Rafael, postou em sua página numa rede social “PPG TA DE LUTO, E OS AMIGOS CHEIO DE ODIO NA VEIA, MAS TARDE O BICO VAI FAZER BARULHO…. “ Pronto! Uma vitima escolhida para desestabilizar a UPP.

Passando a limpo a tradução de um policial civil:


- “PPG” é a dita “comunidade” Pavão, Pavãozinho e Galo.


- “Bicos” são fuzis de uso restrito das forças armadas, de grosso calibre (7,62mm e 556mm) e altíssima letalidade, como COLT AR 15, M-16, AK-47, G3 e outros.


- “Os amigos” são os integrantes das quadrilhas que traficam drogas, cometem homicídios, sequestros, roubos e crimes variados.


- “Fazer barulho” é efetuar centenas de disparos, aterrorizando a população ordeira.


- “Cheio de ódio na veia” eu preciso explicar? Não é decerto o sentimento lindo de “miguxos” que querem obedecer a lei naquela noite e nos dias (meses e anos…) seguintes.


Sabe-se que a policia fazia uma operação para prender Pitbull e Douglas estava na cena. Porque? O que se sabe e que corria pulando muros fugindo de algo, o que não conseguiu. As causas de sua morte estão sendo investigadas.
 
Pois bem, após a descoberta do corpo de Douglas a “comunidade” foi para as ruas, mas não com intenção de se manifestar, foi com vontade de destruir e afrontar as pessoas de bem. Já viu isso antes? Agora pasmem!

Elisa Quadros, a Sininho, comanda vaias contra os policiais. Moradores levam faixas pedindo fim da UPP no Pavão-Pavãozinho.


Fonte: Veja

PT e PSOL são os mais empenhados na desmilitarização das PMs do País e os black bloc, há tempos ausentes, já mostraram a que vieram e a quem obedecem. Tá na hora de pensar. Os fins justificam os meios?
O que está na raiz da guerra que vitimou Douglas não é a “ideologia militar” da polícia, ainda que possa haver PMs culpados, mas a proteção legal que bandidos do naipe de Pitbull dispõem para se livrar da prisão e continuar tocando o terror na cidade e sobrecarregando as forças policiais. Os militantes que exploram a morte do dançarino do “Esquenta” em favor de causas políticas como a desmilitarização estão em boa parte a serviço do PT e do PSOL, os partidos que fazem de tudo para proteger bandidos como Cachorrão e Pitbull contra a sociedade. (Veja)

Se antecipam à pericia oficial e, antes mesmo de qualquer conclusão oficial culpam a PM, apontam para uma tortura seguida de morte. Querem não só o fim da PM, desacreditam todo o aparato policial, inclusive a pericia. Suas imposições de supostas verdades não podem ser contestadas.