segunda-feira, 30 de junho de 2014

Tardou mas tá chegando. Mão forte ombro amigo.


Não queremos choros e lamúrias, não queremos arrependimentos e anistias...Preparem-se e não digam que não foram exaustivamente avisados! O recado está dado! -TEMOS A OBRIGAÇÃO DE EVITAR UMA GUERRA CIVIL SANGRENTA, O QUE MANCHARIA NOSSA HISTÓRIA.
SE VOCÊ TIVER UM POUCO DE JUÍZO...LEIA TUDO O QUE SE SEGUE E PREPARE-SE PARA O QUE VEM PELA FRENTE !! NÃO VENHAM DIZER MAIS TARDE QUE NÃO SABIAM OU QUE NÃO FORAM AVISADOS. COMPARTILHE AO EXTREMO PARA SE TRANSFORMAR EM MAIS UM AVISO DE ABRANGÊNCIA NACIONAL POIS TEMOS A OBRIGAÇÃO DE EVITAR UMA GUERRA CIVIL SANGRENTA, O QUE MANCHARIA NOSSA HISTÓRIA.
(Roberto Mezian)

"Só para lembrar... que ainda estamos vivos, estamos nas ruas e de olho em tudo! Aos desavisados, aos que desejam o caos, aos que ferem a Constituição Federal, aos que minam por decreto espúrios a democracia brasileira. Lembramos que estamos mais vivos do que em 64 e que nenhuma ideologia é capaz de "fazer as cabeças" dentro das Forças Armadas Brasileiras... O tranco vai ser forte e quem não acreditar é bom começar a orar! Podem se preocupar, podem se desesperar aqueles que, políticos ou não, permitiram que a Nação chegasse ao atual estado de degradação político institucional".

"Não queremos choros e lamúrias, não queremos arrependimentos e anistias...Preparem-se e não digam que não foram exaustivamente avisados! O recado está dado!"

Palavras duras, de alerta e de aviso aos canalhas, corruptos e traidores da pátria. Cuidado, pois os homens dos botões dourados já marcham nas ruas.

FHC passou mais de duas horas em uma reunião de portas fechadas com o linha dura e democrata, o General do Exército do Comando Militar do Sudeste, João Camilo Pires de Campos. FHC saiu de reunião com o semblante nervoso e tenso. O que será que o General linha-dura e de quase dois metros de altura e olhar direto disse para FHC? Seria o Decreto de Dilma que extingue o Congresso nacional o motivo da reunião? Se o Decreto 8.243 for aprovado teremos um governo que governará o país por meio de decretos e através de assembleias bolivarianas. A democracia seria totalmente extinta e a nação inteira estaria sob uma ditadura do proletariado. O clima é o mesmo de 1964, quando o governo de João Goulart exercia um forte domínio sobre os movimentos revolucionários. Quando Jango incentivou as greves e fez ameaças à democracia. Quando Jango espalhou e insuflou o ódio na sociedade no intuito de gerar um conflito de classes. Quando Jango promovia discursos insanos e dementes incentivando a desapropriação e a invasão de terras e empresas.

Dias atrás em um programa de televisão, o apresentador Ratinho disse em bom tom: "Cuidado com os homens de botões dourados!".
Já Fernando Gabeira foi mais objetivo e disse: "Esquerdistas! Cuidado que a Polícia está chegando!" Seriam estes sinais de alerta para aqueles que zombam do povo e da justiça? O que estaria realmente acontecendo por trás das cortinas do poder que ainda não sabemos?

Há exatamente 25 dias Fernando Henrique Cardoso disse que os brasileiros não sabem o risco que correm. A preocupação de FHC com certeza tem algo em relação a uma possível reação militar do Alto Comando do Exército. Não faz muito tempo e um outro General Valmir Fonseca Azevedo disse que o Brasil corria o sério risco de uma guerra civil e que aqueles que não acreditassem em uma ação militar seria melhor se colocarem de joelhos ou irem para Cuba, pois muita gente poderia ser fuzilada em praça pública, um recado direto para os corruptos e traidores da pátria que se escondem por trás da democracia, ou melhor dizendo: Os caras vermelhas do PT. O General Valmir Fonseca Azevedo não está na ativa, mas tem uma grande influência dentro do Alto Comando Militar. Também de linha duríssima, o General não poupa o governo comunista de Dilma Rousseff e inúmeras vezes escreveu artigos contra os desmandos do governo para a Revista Militar. Para Gabeira, um ex-terrorista e ex-comunista dizer o que disse e para FHC pedir uma reunião conjuntamente com o General João Camilo é sinal de que alguma coisa muito séria estaria ocorrendo nos bastidores do país. No curral do PT os porcos já chafurdam suas cabeças entre os próprios excrementos e na falta de coragem passarão à come-los como última refeição. A hora do pau estaria chegando!

No Brasil dos corruptos e bandidos políticos, ainda há patriotas que ostentam o brasão da justiça, da dignidade, da honra e da moral. Que venha o que vier, pois o povo patriota estará sempre do lado da Lei e da Ordem. O Brasil se cansou de "ismos", comunismo, socialismo, liberalismo, modernismos e "ismos" e mais "ismos". O Brasil se cansou das roubalheiras, se cansou da corrupção, se cansou de politicagem, se cansou de políticos safados, de políticos corruptos, de Juízes vendilhões, de marginais que se escondem por trás da democracia. O Brasil se cansou de comunidades controladas e dominadas por marginais do tráfico, se cansou das drogas, da vagabundagem, se cansou dos bandidos, dos menores infratores, da violência urbana, das invasões de terras, da violência e da destruição familiar.

O Brasil se cansou da pedofilia, dos estupros incentivados pelo governo, da homofobia, do gaysismo, do coitadismo, do racismo. O Brasil se cansou da impunidade política, da corrupção da Justiça vendida, das obras superfaturadas, das obras inacabadas, dos crimes de Lesa pátria, dos rombos nas contas do governo, nos saques bilionários nas estatais, nos escândalos na política, das conspirações, dos crimes cometidos pelo governo contra o povo brasileiro, do inchaço do governo que onera o Estado brasileiro em bilhões de Reais. O Brasil se cansou das maracutaias, das lavagens de dinheiro, dos mensalões, dos propinodutos, dos desvios de verbas, das obras financiadas pelo governo do PT com dinheiro do povo brasileiro para beneficiar países comunistas e então, ligados ao Foro de São Paulo. O Brasil se cansou de traição, de mentiras, das farsas, das pesquisas compradas, da mídia corrompida, da liberdade controlada, da censura velada, das perseguições, do policiamento do Estado, dos projetos empurrados com a barriga, de obras inacabadas e inauguradas oficialmente pela "cara de pau" e pela horda de canalhas que só pensam no poder. O Brasil se cansou de tanto atraso, se cansou da falta de saúde, de hospitais decentes, de escolas decentes, de ensino de qualidade, de segurança pública, de estradas asfaltadas e bem cuidadas, de portos modernos, de aeroportos seguros e eficientes, de saneamento básico em todas as regiões deste país, de qualidade de vida e de projetos que realmente desenvolvam esta nação de milhões de brasileiros. O Brasil está cansado, enojado, furioso, revoltado. O recado está dado, se preparem pois haverá ranger de dentes!


OCC Alerta brasil

domingo, 29 de junho de 2014

Tá explicado. Ele nem se lembra da saúde, da educação e da segurança, quer que lembre nome dos "puxa saco$"



Dilma ganha fama por confundir nomes de aliados e autoridades

Por Luciana Lima - iG Brasília 

Presidente é conhecida pelas constantes trocas de nomes de aliados, petistas, governadores e ministros; Ao longo do mandato, petista aprendeu a reagir com bom humor após gafes

As frequentes trocas de nomes nos discursos da presidente Dilma Rousseff têm virado folclore no meio político. Os infindáveis cumprimentos que antecedem os discursos da presidente Dilma são vistos como armadilha perfeita para políticos terem suas marcas rebatizadas pela presidente e virarem alvo de comentários, principalmente quando Dilma se arrisca a não se prender ao roteiro.
Dilma é mestre na confusão de nomes. Troca nome de aliados, de petistas, de governadores e até de ministros do seu governo. Exemplo mais recente ocorreu nesta semana, durante a convenção do PROS, quando “aportuguesou” o nome do deputado federal Anthony Garotinho (PR). “Quero dirigir um cumprimento especial ao ex-governador do Rio, o deputado federal ‘Antônio’ Garotinho”, disse Dilma, sem perceber o erro.
Na sequência, Dilma se desculpou pela troca de nome, mas não de Garotinho, e sim, do prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PROS), que foi cumprimentado pela presidente com um desagravo. “Desta vez não vou errar o nome do prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio”, preparou Dilma. Ela já acumulava um histórico de pelo menos dois erros em relação ao prefeito.
“Se bem que ele já andou dizendo que não se importava porque, cada vez que troco o nome dele, nosso governo coloca mais dinheiro na prefeitura”, brincou a presidente que saiu da solenidade com a convicção de não ter trocado nome de ninguém. Garotinho preferiu não polemizar: “Sem comentários”, disse sorridente.
Já Roberto Cláudio, em uma das visitas de Dilma a Fortaleza, ao perceber que a presidente não se lembrava de seu nome, tentou ajudar. Dilma discursava: “Já tivemos uma primeira reunião com o governador Cid, e com o nosso prefeito aqui, aqui presente.”, disse a presidente, enquanto dava tapinhas no ombro do prefeito. O prefeito, que estava próximo, assoprou seu próprio nome: “Roberto Cláudio”.
Dilma retrucou: "Eu sei Roberto Cláudio, eu sei como é que você se chama, querido", disse Dilma. “Ele se apresentou agora para mim. Eu já encontrei ele pelo menos umas dez vezes por ai", disse a presidente se voltando para a platéia.

Em outra ocasião, quando a presidente anunciava um pacote de investimentos de mobilidade urbana na capital cearense, rebatizou o prefeito o chamando de “Antônio Cláudio”. Avisada da gafe, a presidente tentou se desculpar dizendo que tinha um amigo, chamado Antônio Cláudio, e que ela vivia o chamando de “Roberto Cláudio”.
Fama
A fama de campeã das trocas de nomes não é recente. Durante os dois primeiros anos do governo de Dilma foram raros os momentos em que ela acertou o nome do então presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS). Ela o chamava com frequência de “Marcos Maia” e nem percebia.
O petista minimiza. “Isso aconteceu uma centena de vezes, mas ela não é a única. Muita gente confunde. ‘Marcos’ é bem mais comum que ‘Marco’”, ponderou Maia, já acostumado com as confusões. “Antes, muita gente me chamava de Cesar Maia”, contou, referindo-se ao ex-prefeito do Rio. “Agora, depois que fui presidente da Câmara, fiquei sabendo que tem um monte de gente que chama o Cesar Maia de Marco Maia. Acho que fiquei mais famoso que ele”, comemorou.
A confusão de Dilma não poupa nem seus auxiliares. O ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, já perdeu a conta de quantas vezes foi chamado de Aldo “Rabelo” pela presidente. Só na posse, foram duas vezes.
Vídeo no youtube (Dilma erra nome do Ministro da educação), Link: http://youtu.be/BK4yavSJq6A
No primeiro ano de seu governo, ao discursar na Marcha das Margaridas, em Brasília, Dilma confundiu o nome do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, o chamando de “Agnelo Rossi”.
Na época, o governo estava às voltas com denúncias de irregularidades no Ministério da Agricultura, sob o comando de Wagner Rossi. “Quero cumprimentar o nosso governador Agnelo Rossi", disse a presidente. Em seguida, Dilma cumprimentou a mulher do governador, Ilza Queiroz, mas não percebeu a diferença de sobrenome.
No mesmo dia, mais tarde, Dilma aceitou o pedido de demissão de Wagner Rossi, acusado de ter viajado de carona no jatinho de uma empresa do ramo agropecuário que recebeu autorizações do ministério para produzir medicamento contra a febre aftosa.
Bronca
As confusões com nomes não se restringem às pessoas. As trocas em relação a lugares visitados por Dilma também renderam momentos de bronca na assessoria e também de bom humor da presidente. Ao decorrer do governo, com Dilma um pouco mais a vontade nos discursos, ela passou a tratar as gafes com mais naturalidade e rir de si própria.
Em 2011, quando participou de um encontro com todos os governadores do Nordeste, em Aracaju, um dos primeiros compromissos da presidente depois de tomar posse, Dilma deu bronca em público na assessoria. Ela chamou a cidade de Toritama, no sertão de Pernambuco, famosa pela produção de jeans, de Ibotirama. A correção no discurso veio de um aliado bastante próximo na época, o então governador de Pernambuco, Eduardo Campos, hoje seu adversário na campanha.
Dilma reagiu diante dos auxiliares: “Eu falei para vocês que não era Ibotirama. Vocês vejam o que é uma ótima assessoria. E eles acharam esse Ibotirama sabe onde? Na internet” explicou a presidente.

Já em visita ao Mato Grosso do Sul, Dilma se desculpou imediatamente com a plateia depois de se referir a Mato Grosso. “Do sul”, disse cantarolando. “Vocês me desculpem, Mato Grosso do Sul”.

Quando Dilma visitou Irecê, município do sertão da Bahia, para anunciar um aumento no benefício do Bolsa Família, errou a pronúncia da cidade de Ibititá, ao cumprimentar o prefeito do município, Doutor Francisco, que estava entre os vários dirigentes municipais presentes ao evento.
Dilma reagiu com bom humor e ainda aproveitou para dar uma “aulinha” de ortografia para os assessores, arrancando aplausos do público. “Agora, para saber que é Ibititá, tem que ter um acento no ‘tá’. Faltou o acento no ‘tá, Ibititá”, brincou a presidente.

Hi! "pudeu"! Mais um "pepino" nas mão de Beltrame. Blindados

28/06/2014
Jornal do Brasil
Claudia Freitas

Blindados chegam atrasados para a Copa causam polêmica por licitações suspeitas

Dois processos licitatórios, de 2012 e 2013, citam a compra dos veículos da Paramount


A chegada de oito veículos táticos blindados para o transporte de tropas das polícias civil e militar no Rio de Janeiro, no dia 21 de junho, tem causado polêmica nos corredores da Câmara e da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O vereador Marcio Garcia (PR-RJ) e o deputado Geraldo Pudim (PR-RJ) estão questionando a legitimidade do Pregão Internacional feito pela Secretaria Estadual da Casa Civil para a compra dos blindados, no ano passado, que teve como vencedora a empresa sul-africana Paramount Logistics Corporation, e eles devem recorrer ao Ministério Público Estadual (MPE), caso o governo não esclareça os motivos que levaram a realização da licitação.  
                                  Blindados recebidos pela Seseg e fabricados pela empresa sul-africana

"Pode ter acontecido uma manipulação nesse Pregão Internacional para afastar as possibilidade de participação de empresas brasileiras e seleção de projetos nacionais, como o Vespa 2, que seria uma alternativa muito mais barata para o país.", disse o vereador. A referencia de Garcia diz respeito a um projeto de fabricação de nova geração de veículos blindados pelo Exército Brasileiro, apelidado de Viatura Especial de Patrulhamento (Vespa 2), indicados para uso pelo Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e pela Polícia Militar, em substituição aos Caveirões, e que foi amplamente divulgado pelas forças armadas no ano de 2011. 

Na época, o Centro de Tecnologia do Exército (CTEx) publicou que o protótipo foi idealizado pelo então major Paulo Aguiar, era um veículo mais robusto e ágil, além de atender todas as especificações da PM e ser destinado a operações em favelas da cidade. O projeto, ainda com base nas reportagens, foi financiado pela Faperj (Financiadora de Estudos e Projetos), a pedido do governo do Rio e já havia sido testado na Restinga da Marambaia. Pelas especificações do CTEx, o veículo tinha blindagem para fuzis, seteiras (buracos para pôr o cano das armas e disparar), proteção do cofre do motor, capacidade para 10 pessoas, tendo como novidade a pestana (capa de aço no parabrisa) com acionamento interno e maior espaço interno, além de ar-condicionado, sirene e tração nas quatro rodas, para facilitar a circulação em aclives e declives e garante a aderência, evitando derrapagem. O peso do veículo é de 7,2 toneladas e ele atinge 100 km/h. 

“É uma solução customizada e ouvi bastante o Bope, que participou dos requisitos. É um projeto para atender a baixo custo e usa chassi e motor a diesel da Volks. Temos capacidade de fazer, preço interessante, Não será preciso importar”, contou o então major Paulo Aguiar, que atualmente ocupa o posto de tenente-coronel no CTEx. O oficial revelou também que o projeto foi custeado em R$ 430 mil. Procurado pelo Jornal do Brasil para comentar sobre a continuidade do projeto pelo CTEx nos últimos três anos, o tenente-coronel Aguiar disse que não tinha permissão para dar entrevista sobre o assunto sem a permissão da Assessoria de Comunicação do Centro. O JB tentou inúmeras vezes contato com a Comunicação do CTEx, sem sucesso. O CTEx é responsável pelas principais pesquisa e desenvolvimento de projetos tecnológicos do Exército e possui um quadro de “professores Pardais” para elaborar novos produtos de Defesa para o país.

O vereador Marcio Garcia citou ainda uma outra suposta licitação que aconteceu no ano de 2012, pela Secretaria Segurança Pública do Rio (Seseg), para compra de blindados e que também foi amplamente divulgado pela imprensa. As reportagens desse período destacam que os blindados viriam da África do Sul, produzidos pela empresa Paramount, já batizados de Maverick e haviam superado modelos como o russo Rosboron Tigre, o francês Panhard, o sul-africano Gila, o israelense Sand Cat e o brasileiro Vespa. Segundo as informações publicadas naquele ano, o governo do Rio havia adquirido, pelo menos, 10 unidades para substituir a frota de blindados.   
"Por que essa licitação foi abandonada pela Secretaria de Segurança? Ou o que aconteceu com esse processo? O governo precisa esclarecer essas questões.", disse Garcia. Na sua avaliação, os fatos apontam para indícios de irregularidade e uma "manipulação" para tirar dos processos licitatórios os projetos nacionais. "Eles [governo do Estado] colocam exigências, como as do combustível, por exemplo, para dificultar e até impossibilitar a participação das empresas nacionais. O Exército não conseguiria fazer determinadas adaptações que foram exigidas de última hora a tempo de participar da concorrência", destacou o vereador.  
Garcia disse que está aguardando esclarecimentos do governo do Estado sobre a questão, caso não obtenha retorno, vai apelar para o MPE com um pedido de investigação das licitações envolvendo os blindados. Segundo o vereador, um "sinal amarelo" acendeu logo que os blindados chegaram ao Rio e ele tomou conhecimento da licitação de 2012 e do projeto Vespa 2. "Em todos os casos os veículos táticos foram licitados com a mesma justificativa, serem utilizados nos megaeventos, sendo que a frota chega quase na metade da Copa no Brasil", comentou o vereador. "Se podemos ter um produto nacional bem mais barato e dentro das especificações da própria Seseg, qual o motivo de buscar uma empresa estrangeira? Isso causa muita estranheza", completou. Garcia montou uma equipe de pesquisa para estudar os preços de veículos semelhantes ao Maverick em outros países, assim como as regras dos processos licitatórios.
Compartilhando da mesma opinião de Garcia, o deputado estadual Geraldo Pudim (PR) considera que os episódios envolvendo os blindados e os processos de licitação demonstram a "incompetência e a certeza da impunidade" da Secretaria de Segurança Pública. Para Pudim, se existe um veículo que atende às demandas da segurança com tecnologia nacional, não há justificativas para se fazer uma licitação em nível internacional, quando favorece uma empresa sul-africana, que não conseguiu atender aos prazos estabelecidos para a entrega dos veículos, que deveriam servir aos eventos da vinda do Papa Francisco, a Copa das Confederações e a Copa do Mundo. "Os veículos só chegam no dia 21, já com duas semanas de Copa. Caracteriza a incompetência do governo. Não é a primeira vez que isso acontece.", reclamou o deputado.
Pudim relembrou que há poucos meses fez uma denúncia crime envolvendo a compra de viaturas para a PM pela Seseg, em um caso que na Bahia resultou em cadeia para diretores da empresa Julio Simões, os mesmos que assinaram o contrato com o secretário José Mariano Beltrame. "Mas aqui no Rio até agora não deu em nada.", reclamou o parlamentar. Ele ressaltou que a licitação das viaturas foi marcada pelo superfaturamento, o que deve chamar a atenção para outros processos licitatórios semelhantes. "Ao mesmo tempo que isso acontece, vemos um Batalhão de Choque andando de trem, recebendo comida estragada, policiais dormindo no chão, UPPs funcionando em latões. É um processo vergonhoso que mostra a falta de impunidade e incompetência do governo. E ficamos sabendo de mais policiais mortos.", disse Pudim.
O deputado revelou que se sente tolido do seu dever de fiscalização pela pressão da maioria esmagadora do governo na Alerj. Porém, vai recorrer à Lei de Transparência e pedir informações administrativas e técnicas do governo sobre a licitação dos blindados em 2012 e 2013, além dos motivos da tecnologia nacional não ter sido utilizada. Segundo ele, se não houver uma justificativa satisfatória, vai optar mais uma vez pela judicialização da questão. "Já que quando apresentamos questões dessa natureza na Alerj somos derrotados, vamos recorrer à Justiça", informou. 
Os blindados fabricados pela sul-africana Paramount chegaram ao Rio de Janeiro no dia 21 de junho. O Pregão Internacional aconteceu em janeiro do ano passado e o seu edital apresenta como justificativa para a compra dos equipamentos táticos, no valor de R$ 22,3 milhões, a garantia da segurança pública em megaeventos que já foram sediados na cidade em 2013, como a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), a Copa das Confederações e a Copa do Mundo, que estava no seu décimo dia de realização no país quando os veículos chegaram ao Porto do Rio.
O Jornal do Brasil entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública para esclarecer as questões levantadas pelos parlamentares envolvendo a compra dos blindados e a não utilização da tecnologia nacional do Exército. Até o fechamento desta reportagem a Seseg ainda não havia retornado. 




Beltrame e Fischtner nos casos das viaturas e blindados
No início do ano, o Ministério Público do Estado ajuizou uma ação civil pública contra o Secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, pedindo o bloqueio de seus bens e a suspensão dos direitos políticos por oito anos. Na ação, o MP acusa Beltrame de improbidade administrativa com base em denúncias feitas pela 7ª Promotoria da Tutela Coletiva e pelo Tribunal de Contas do Estado. Segundo o TCE, há “claros indícios de superfaturamento de preços” em três contratos assinados pela Seseg com empresas do grupo Júlio Simões, para a compra e manutenção de viaturas policiais. O MP destaca no conteúdo da ação que foram apresentadas notas fiscais genéricas e relatórios sintéticos, além do pagamento por serviços não prestados.
As investigações do MP apontam para um superfaturamento na compra das viaturas. O Ministério Público também concluiu que durante quatro anos o governo efetuou pagamento mensal no valor de R$ 100 mil por um serviço que deveria ser prestado pela contratada, mas que não foi executado. Os contratos foram firmados pela Seseg com o grupo Júlio Simões no período de 2008 e 2009. As denúncias foram feitas ao MP pelo ex- Corregedor da Polícia Militar, coronel Paulo Ricardo Paúl, no ano de 2009. Paúl teve acesso ao conteúdo do contrato e afirma que as cláusulas garantiam uma negociação "casada", ou seja, para compra e manutenção da frota da PM. "O comando da PM na época não aceitou esse acordo, então foi feito pela Secretaria de Segurança", contou o coronel.
No início de junho, o MP ajuizou duas novas ações de improbidade administrativa pedindo a devolução de R$ 730 milhões aos cofres públicos por conta do escândalo da compra superfaturada de viaturas da PM, dessa vez acusando o ex-chefe da Casa Civil Regis Fichtner e o seu ex-chefe de gabinete Artur Bastos, que atualmente é conselheiro da Agetransp. A segunda ação pública acusa o ex-chefe do Estado Maior da PM Álvaro Garcia de participação no mesmo esquema. O MP afirma que eles assinaram contratos superfaturados com a empresa CS Brasil, do grupo Júlio Simões, e os valores pagos pelo estado do Rio é 347% maior que a média do mercado.
O coronel Paulo Ricardo Paúl, autor das denúncias contra Beltrame e Fischtner, também achou "estranho" o Pregão Internacional autorizado pela Secretaria da Casa Civil para a compra dos blindados, no ano passado. "Levando em conta o caso das viaturas da PM, há de se prestar muita atenção nessas novas adquisições. É muito estranho o governo do Estado optar por uma empresa estrangeira para fabricar um veículo quando o Exército já havia apresentado um protótipo que atendia às especificações da própria Seseg, e para atuar nas comunidades e durantes os eventos. Tem que ser investigado e esclarecido", disse o coronel Paúl. 
Em função das ações que tramitam pelo Tribunal de Justiça do Rio, tanto Beltrame quanto Fischtner continuam com os seus bens bloqueados, a pedido do MP, que também solicitou a perda dos cargos públicos de ambos.

sábado, 28 de junho de 2014

Mais da "esquerda caviar", O Apê do Chico Buarque de Holanda.

"É divertidíssima a esquizofrenia de nossos artistas e intelectuais de esquerda: admiram o socialismo de Fidel Castro, mas adoram também três coisas que só o capitalismo sabe dar: bons cachês em moeda forte, ausência de censura e consumismo burguês. Trata-se de filhos de Marx numa transa adúltera com a Coca Cola."

Que golpe para quem ama o Chico como artista, nem podemos defende-lo...
Acabei de voltar de Paris, minha última passagem por lá fazia mais de 20 anos, portanto eu precisava ir novamente a todos aqueles pontos turísticos
manjados da cidade luz. O tempo era curto, apenas dois dias, porém eu precisava encontrar um espaço para encaixar uma visita a um ponto pouco
conhecido, totalmente fora do mainstream parisiense, o "Apê do Chico"...

Pois é, o comunista mais charmoso do nosso país, Chico Buarque de Hollanda, possui um belo apartamento em um dos endereços mais exclusivos de Paris.
Bem próximo à Catedral de Notre Dame, dividindo o Rio Sena no coração de Paris, existe uma ilha chamada "Ile de Saint Louis". *É para lá que ele vai durante o verão do hemisfério norte. E eu achando que era pra Havana...

Chico, que tanto defende o PT, Cuba, Fidel Castro, Mao Tse-Tung, Marx e tantas outras belas porcarias, não pratica a ideologia que defende.

Este é o endereço dele em Paris, de frente para o Rio Sena. 

Passei em uma imobiliária e verifiquei o preço de um apartamento nesta ilha, *R$18.500.000,00* ou RS$61.000,00 por metro quadrado. Quase três vezes mais caro que o Leblon, metro quadrado mais caro do Brasil. *Karl Marx iria adorar acabar com essa propriedade privada*.

Mais "esquerda caviar" que isso é impossível, Chico zerou o jogo no modo HARD.

Aos amigos Marxistas que estão lendo este e-mail com uma camisa do Che Guevara, me desculpem mas não pude resistir...

Obs: Recebido de um amigo em visita a cidade luz

O fascismo tropical. Hélio Fernandes



Embora sem ser historiador ou tiver a pretensão de sê-lo, enfileiro-me entre os que consideram a História uma ciência. Àquele, se obriga a acompanhar a vida social do homem desde a sua existência, pelo que dizem os estudiosos a mais ou menos 200 mil anos… Mas para mim, de cultura ocidental, o show do movimento histórico e o progresso da humanidade, não vem de tão longe, mas de 4.000 anos antes de Cristo.
 
O estudo científico projeta que cada época tem a sua própria análise filosófica e, no dizer do filósofo russo Giorgi Plekhanov, não deve se limitar a uma sucessão de fatos, mas saber a razão por que tais fatos se sucederam à sua própria maneira.
 
Hegel ensina que a filosofia da História é a História considerada como inteligência. Para ele, “Os fatos são tomados tais quais são, e o único pensamento que ela neles introduz é o pensamento de que a razão domina o mundo”.
 
Eu escrevo apenas o que acompanhei – sendo, como o antigo Repórter Esso, “testemunha ocular” – não adoto o fatalismo dos árabes ou o pensamento cristão, seja católico (Agostinho) ou evangélico (Calvino), de tudo depende da vontade de Deus.
 
Pretendo mostrar as coisas como são ao meu modo de ver, e o importante papel do indivíduo impondo-se aos acontecimentos. Vou ao exemplo colegial que ensinava na minha adolescência mostrando que se não tivesse ocorrido a Revolução Francesa, Napoleão teria morrido com as divisas de coronel ou talvez de general…
 
Nesta apreciação sobre a política brasileira, levo em conta de que percebi que as particularidades individuais se impuseram a situações causais. Não tivesse havido uma ruptura democrática com a derrubada de João Goulart em plena “guerra fria”, o general Golbery do Couto e Silva não teria assumido o importante papel que ocupou no regime militar.
 
E sem Golbery, a existência de Lula da Silva, como indivíduo, não passaria de um pelego sindical do ABC paulista; e que o Partido dos Trabalhadores possivelmente não teria existido. E os 12 anos de poder de Lula e do seu partido não teriam importância se não fosse o famigerado instituto da reeleição imposto por Fernando Henrique Cardoso.
 
Relembro que a criação do PT, “um novo gênero de partido”, nos deu uma organização política “acima das classes”, como Mussolini adotou ao estabelecer as bases do Partido Nacional Fascista na Itália. E assim, o PT vem se mostrando como uma cópia de papel carbono do mussolinismo.
 
Como o fascismo, o crescimento e a sustentação do lulo-petismo se devem principalmente à capacidade de modificar sistematicamente suas posições diante das situações difíceis, como ocorreu no caso do Mensalão; e se alicerça na bilionária propaganda de massa promovida pelo governo e pelas empresas estatais.
 
Enquanto o PT-governo enche de favores banqueiros, empresários e indústria automobilística, o partido recebe contribuições das empresas dependentes de contratos governamentais, principalmente das empreiteiras. E vem dinheiro também da arrecadação do dízimo de mais de 25 mil aparelhados ocupantes de cargos comissionados na administração pública.
 
Esta gorda “caixinha” fortalece a organização, sustenta uma vasta burocracia e atende à manutenção de agentes provocadores. Isto se viu recentemente com a mobilização de jovens atuando organizadamente nas redes sociais para enfrentar a oposição na internet; esse recrutamento tem as mesmas características dos Fasci Giovanilli di Combatimento, do Partido Nacional Fascista.
 
À similitude do lulo-petismo com o fascismo italiano, descrita acima, acrescenta-se que, como os fascios faziam com Mussolini, o PT vive à base do egocentrismo de um chefe, Lula, que tem sua personalidade cultuada.
 
Arriscando-se (acho quase certo) a perder as próximas eleições presidenciais, o lulo-petismo põe as garras de fora, abrindo um caminho para o estado totalitário através do decreto presidencial 8243, furtivamente baixado pela presidente Dilma.
.É uma lei de exceção, uma Carta Fascista para substituir a Constituição: Transfere o poder dos representantes eleitos para os farsantes “movimentos sociais”, as gangues dos sindicatos apelegados, MST e derivados, ONGs fajutas e toda espécie de arrumadinhos “caça níqueis” intitulando-se “do povo”
Este maldito decreto dá ao PT-governo o arbítrio eventual sobre toda sociedade. Torna-o, não um adversário político, mas um inimigo do povo brasileiro, com ilimitado poder totalitário. Permitirá a implantação de uma máquina policial tentacular, como a ditadura militar não teve.
 
Certamente irá suprimir as liberdades de imprensa, de opinião e reunião, e deixará as cabeças pensantes do País sem condições legais de divergir, obrigando-se a manter subterraneamente a luta pelas liberdades individuais e públicas.
 
Somos uma Nação que pela origem multi-racial e a consequente formação democrática e liberal, cristalizou uma cultura de resistência passiva. Mas a História está cheia de explosões populares, inúmeros levantes contra as invasões estrangeiras e a dominação colonial portuguesa são o melhor exemplo.
 
Para evitar isso, uma guerra civil fratricida, será preciso enfrentar uma batalha para que o decreto fascista do lulo-petismo não se imponha. Nas ruas, nas redes sociais, em família, na igreja, no trabalho e no clube.

Atirador pediu aval para abater suspeito na abertura da Copa


27/06/2014
Jornal do Brasil

Um atirador de elite do Grupo Especial de Resgate (GER) da Polícia Civil pediu autorização de seus superiores para abater um homem que andava armado próximo à tribuna onde estavam a presidente Dilma Rousseff, chefes de Estado e autoridades da Fifa, na Arena Corinthians, durante a abertura da Copa do Mundo, no último dia 12. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.
De acordo com a publicação, o sniper avisou a seus superiores sobre o suposto intruso via rádio. Informados, os membros da sala de comando, montada dentro do estádio, afirmaram que não havia nenhum PM do Gate na área restrita. O sniper pediu, então, autorização para fazer o disparo fatal.
Os comandantes do atirador pediram para que ele aguardasse mais um pouco. Após alguns minutos, um policial, cuja identidade não foi revelada, analisou as imagens e reconheceu o suspeito como um policial do Gate. O PM tido como suspeito retirou-se, então, do local.
A Secretaria de Segurança Pública paulista (SSP-SP) confirmou o ocorrido e disse que investiga o caso e que a situação resultou num reforço dos protocolos de segurança para outros jogos.
Segundo o jornal, o caso fez o secretário da Segurança do Estado, Fernando Grella Vieira, pedir relatórios ao comando das duas polícias. À publicação, a SSP reconheceu que houve um "erro", mas sem gravidade. "A Secretaria da Segurança Pública esclarece que, no episódio em questão, houve um erro de comunicação que foi rapidamente sanado, sem maiores consequências." Procurado, o Exército não se pronunciou ao jornal.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Imagina na campanha.


Quando a popularidade lhe era risonha e franca, a presidente Dilma Rousseff posava de leoa. A cada escândalo denunciado pela imprensa demitia um ministro e contabilizava o ato como lucro do governo no altar da austeridade.
Tratava o Congresso com indiferença e, a julgar pelas versões da assessoria palaciana sempre pronta a divulgar o quanto ela estava “irritada” com isso ou aquilo, lidava com a equipe na base da aspereza e da impaciência.
Agora, à medida que o sorriso da opinião pública amarela a cabeça da presidente Dilma Rousseff vai baixando e seus joelhos vão dobrando. Faz algum tempo que não se ouve mais falar que tenha ficado irritada com algo ou com alguém.
A mansidão chegou ao auge da submissão agora na fase final de fechamento das coligações concorrentes à Presidência. O PR, que havia sido envolvido em denúncias de corrupção no Ministério dos Transportes, passou a mandar na presidente.
O partido não gostou da substituição de Alfredo Nascimento por César Borges porque o escolhido por Dilma não atendia a contento os interesses dos parlamentares do PR. Dava preferência às questões do ministério.
A presidente achava que estava certo. Mas parou de achar assim que o PR endureceu e disse que não lhe daria os seus 62 segundos de tempo de televisão se ela não providenciasse a troca. Com isso, tirou-se Cesar Borges do caminho do PR.
Acertada a aprovação do apoio de Dilma na convenção de segunda feira, é desesupor que o partido esteja satisfeito com a parte do latifúndio da máquina pública que lhe foi reservado. Para fazer o que? Se antes reclamava atendimento a questões particulares, para atender o interesse público é que não deve ser.
Duvida semelhante paira sobre o empenho (para dizer o mínimo) da cúpula do PT em arrancar á força a aprovação da aliança, sem submeter à questão aos votos dos convencionais para não correr o risco da derrota. O presidente, senador Ciro Nogueira, simplesmente avocou a decisão à Executiva e deixou o recinto sob as vaias e os gritos de “vendido” de seus correligionários.
Ora, quando um acordo com o governo se sobrepõe ao compromisso da direção com o próprio partido que por isso é obrigado a recorrer a Justiça Eleitoral em defesa do direito colegiado de escolher, algo de obscuro há para que se recorra ao “manu militare” (locução latina que significa "através da força militar") como solução de emergência. E esse “algo” tem a digital do Estado.

A semana fechou com a revelação de que a Secretaria de relações Institucionais da Presidência da república pediu ao PMDB a lista dos nomes dos Prefeitos do Rio de Janeiro que estiveram no lançamento do movimento “Aezão”, duas semanas atrás.

                                              Começa com um convite de "almoço"

Esses prefeitos apoiam a candidatura do governador Luiz Fernando Pezão, do PMDB, para o governo do Estado e do senador Aécio Neves para a Presidência. Segundo o Ministro das Relações Institucionais, a ideia é convidar esses prefeitos para conversar. “É do jogo”, disse ele.

Sim, do jogo eleitoral, no qual pela regra não se inclui o Palácio do Planalto. Uma coisa é o assédio partidário sobre prefeitos que tendem a migrar para o adversário. Normal. Disputa de apoio político.

Outra coisa bem diferente é um “convite para almoçar” partindo da Presidência da República, com todo o peso dos instrumentos de poder que isso lhe confere. Sem contar que o mero envio de e-mail ao PMDB com pedido de lista para esse fim já caracteriza um ato de auxilio ao comitê de campanha da candidata a reeleição.


Se isso não se configura abuso e uso indevido do bem público, francamente, fica difícil definir o que seja. E se as coisas já estão assim nessa altura dos acontecimentos, quando a presidente, com todos os reveses, ainda está em primeiro lugar nas pesquisas, é de se imaginar do que será capaz o partido no poder para não correr o risco de perder o poder, quando de fato começar a campanha.
Obs: As imagens e grifo em vermelho não fazem parte do texto original, foram inseridos pelo RVChudo.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Juiz mostra em livro como financiamento privado alimenta e perpetua corrupção

Márlon Reis afirma que sistema eleitoral brasileiro está morto e diz esperar que sua obra sirva para romper imobilismo.

Por Vasconcelo Quadros - iG São Paulo
        Juiz Márlon Reis, Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, que conseguiu a aprovação da Ficha Limpa,
Realisticamente estarrecedor, o relato do juiz Márlon Reis no livro “O Nobre Deputado” (Editora Leya) desvenda o processo de corrupção alimentado por campanhas eleitorais bancadas pelo financiamento privado. A descrição de Cândido Peçanha, deputado fictício criado pelo autor para dar voz a seus entrevistados, mostra a política como alavanca de negócios e da corrupção eleitoral para manter feudos. As confissões não poupam nem o eleitor, sem o qual o sistema não existiria.
“Emendas parlamentares, licitações arranjadas, convênios fraudulentos e todos os esquemas para desviar dinheiro público para campanha de nada valeriam se não houvesse eleitores dispostos a vender seus votos”, diz Peçanha. “Você é um hipócrita. Se não votou por dinheiro, é minoria, como são minoritários os que não compram voto”, provoca.
Segundo Reis, que é fundador do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, que conseguiu a aprovação da Ficha Limpa, a engrenagem da corrupção começa com a compra e o controle do voto nos currais, onde o eleitor é rigorosamente monitorado pelos cabos eleitorais pagos. Financiado por empresas com interesse no setor público, o deputado já chega à Câmara com o compromisso de honrar o investimento.
“Ninguém doa dinheiro algum. O que existe de fato é um adiantamento de recursos para o candidato”, esclarece Peçanha. O financiamento, na verdade, é uma espécie de namoro que definirá o casamento ao longo de um mandato voltado para tirar vantagem dos cofres públicos.
“Todo altruísmo é desfaçatez. Na política não há espaço para ingênuos e sonhadores. A política é movida a dinheiro e poder. Dinheiro compra poder, e poder é uma ferramenta poderosa para se obter dinheiro. (...) Os novatos que ingressam com ilusões de mudanças são cooptados ou cuspidos pelo sistema”, descreve Márlon Reis na boca de seu personagem.
Segundo ele, o voto secreto é um mito. É rigorosamente controlado por cabos eleitorais nas secções com menor número de eleitores, como num caso na Serra Gaúcha, onde o candidato comprou voto distribuindo notas de R$ 50 cortadas ao meio, conforme afirma o juiz. O livro será lançado nesta sexta-feira (27), na Livraria Cultura, em São Paulo.
iG: Por que o senhor escolheu esse tema?
Márlon Reis:
 Há muitos anos pesquiso o tema da compra de votos, que passei a acompanhar mais de perto desde a conquista da primeira lei de iniciativa popular aprovada no Brasil, em 1999. Foi fruto de um movimento muito intenso iniciado pela Igreja Católica. Acabou por motivar diversas pessoas como eu a conferir maior importância ao tema. Desde então me tornei um estudioso do assunto. Em 2005, comecei a desenvolver estudos na Espanha e ainda este ano espero defender minha tese de doutorado, sempre sobre a corrupção nas eleições. Publiquei em 2006 meu primeiro livro, pela editora da FGV (Fundação Getúlio Vargas), já tratando dessa problemática. E não parei mais de estudar, proferir palestras e publicar livros e artigos.
Capa do livro
iG: Como o senhor avalia o fato de que o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), entrará com uma ação no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) contra o livro?
Márlon Reis:
 Reivindico meu direito à liberdade de expressão. Eles (os deputados) vão compreender melhor quando o livro, ainda não lançado, for lido. Minha pregação nunca foi colocar todos na mesma vala comum. Sempre digo que o sistema é falho e tem permitido a corrupção. Não generalizo. Não temo (a ação). O CNJ certamente não deixará de zelar pelo direito constitucional da livre expressão.
iG: Quantas pessoas o senhor entrevistou?
Márlon Reis: 
O livro nasceu de muitas pesquisas que realizei na última década. Cheguei a algumas conclusões por meio de pesquisas que envolveram centenas de pessoas e foram realizadas, em parte, sob patrocínio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, no Projeto Pensando o Direito. Para confirmar minhas observações, decidi tentar encontrar políticos dispostos a falar sobre as práticas ilícitas que tornam possível a conquista de um mandato. Essa foi a etapa mais difícil, pois envolvia encontrar pessoas dispostas a falar sobre crimes que elas próprias cometeram. Um dos ouvidos, só para exemplificar, voltará a atuar agora em 2014 como agente de mobilização de eleitores por meio da compra de votos. Ele conhece e opera todas as ferramentas da conversão de dinheiro em votos. Já “coordenou” diversas campanhas apenas fazendo isso.
iG: Que contribuição o livro pode dar para a política?
Márlon Reis: 
O livro contém informações chocantes. Ele pode ajudar o eleitor a identificar um “Cândido Peçanha” quando algum deles se aproximar pedindo votos. Mas também se presta a demonstrar a urgência da Reforma Política. Se existem parlamentares eleitos da forma descrita no livro, isso é em grande parte culpa de um sistema eleitoral ultrapassado, que não pode continuar a existir. Uma pesquisa da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) demonstra que os eleitos recebem doações em volume cinco vezes superior aos derrotados. E esse dinheiro - pasmem - vem todo de empresas (como empreiteiras, mineradoras, hospitais privados) diretamente interessadas em influir nas decisões do Congresso para ter acesso a verbas e regalias. Precisamos urgentemente superar o atual modelo político. O sistema eleitoral brasileiro está morto. Espero que o livro sirva para romper o imobilismo. A Reforma Política não sairá por benemerência dos atuais integrantes do Parlamento.
iG: O livro não chega um tanto atrasado, levando em conta que a Copa do Mundo e a pré-campanha estão a todo vapor?
Márlon Reis:
 O livro teve seu próprio tempo de maturação. Não levei em conta outros aspectos senão o tempo de que eu necessitava para pesquisar e escrever. É um livro sucinto, objetivo, que teve suas palavras pensadas milimetricamente para informar sem se tornar enfadonho como um artigo acadêmico. Não o escrevi pensando nas eleições de 2014. Escrevi preocupado com a qualidade da democracia brasileira, que não estará bem enquanto as regras atuais, baseadas nas doações por oligopólios, continuarem a ser a base das campanhas.
iG: Por que o senhor não tratou do papel do Executivo e do Judiciário, sem os quais não existiria eleitor vendendo voto, financiadores e políticos corruptos? Por que o Senado ficou de fora?
Márlon Reis:
 Neste livro tive como foco os parlamentos federal e estaduais. Considero o parlamento o centro da democracia. É o seu apogeu. Dentre as duas Casas do Congresso Nacional, chama-me mais a atenção a Câmara, por conta do número de membros e de sua composição segundo um sistema falido, que é o modelo proporcional de listas abertas atualmente adotado no Brasil. Mas não descarto realizar pesquisas similares sobre outros âmbitos da institucionalidade democrática no futuro.
iG: O enfrentamento à corrupção está mudando?
Márlon Reis: 
Sim. Está mudando na cabeça da sociedade em ritmo muito mais acelerado que nas nossas instituições. Por isso creio que logo chegará um momento de ruptura. Ou fazemos as mudanças de que necessitamos para responder aos anseios da sociedade por lisura e transparência ou condenaremos o parlamento a ver sua imagem cada vez mais amesquinhada.
iG: O sistema atual resiste a mais uma eleição?
Márlon Reis: O atual modelo eleitoral está morto, mas precisa ser definitivamente sepultado. Ninguém ganha com regras eleitorais responsáveis pela eleição de pessoas que sequer tiveram votos suficientes para legitimar os mandatos conquistados. Quase todos os deputados foram beneficiados por fórmulas matemáticas que permitem que se beneficiem dos votos concedidos a outros. Esse sistema é tão ineficiente quando deslegitimante. É tão opaco que flerta escancaradamente com a inconstitucionalidade. Felizmente estou certo de que na próxima eleição, graças ao julgamento de ação em curso do Supremo Tribunal Federal, não mais teremos esse grave erro que é a doação empresarial.
iG: Os eleitos em 2014 representarão a população?
Márlon Reis:
 Não. Eles representarão, salvo exceções, os conglomerados econômicos que bancaram as suas candidaturas. Candidatos vocacionados para a política e que não estejam dispostos a mercadejar seus mandatos ficarão de fora do Congresso mais uma vez.

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Ou acontece ou estaremos definitivamente subjugados


Plebiscito socialista do PT Campanha pela reforma política já conta com 400 comitês no País. 

Cursos de formação vão preparar cerca de 30 mil lideranças para mobilizar a militância em todas as regiões 31/05/2014 - 15h33 / Por Agência PT.  “Vamos nos mobilizar intensamente pelo Plebiscito Popular Constituinte da reforma política. Esta é a mãe de todas as reformas, pois mudando esse sistema viciado, abriremos caminho para as demais mudanças que hoje ficam emperradas justamente por causa do sistema”. A afirmação foi feita pelo presidente nacional da CUT ,Vagner Freitas, durante mobilização diante do prédio da Petrobrás na capital paulista, na terça-feira (27). 

Segundo seus organizadores, o ritmo de preparo para o Plebiscito permite otimismo. Entre abril e maio, 100 novos comitês foram organizados, superando agora os 400 e cobrindo as 27 unidades da federação. O principal deles, a Secretaria Operativa Nacional, está instalado na sede nacional da CUT. A maioria dos comitês funciona em espaços cedidos por entidades dos movimentos sociais. Outros não têm sede fixa, funcionando em casas de militantes. A coleta de votos em defesa do Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político vai acontecer entre os dias 1º e 7 de setembro. Até lá, segundo a CUT Nacional, as tarefas serão organizar comitês e formar, através de cursos que já tiveram início, mais de 30 mil multiplicadores. 

O desafio é massificar a ideia e cuidar da votação, levando urnas e materiais de divulgação para as ruas e praças, estações de ônibus, trens e metrô, locais de trabalho e sedes de organizações populares. Fonte – OCC – Alerta Brasil (GOOGLE)


Tá na hora de sair da inércia, a situação é extremamente grave!


Enquanto isso, na Câmara.....................

Decreto Legislativo que anula efeitos do Decreto 8243, de 2014
O senador Álvaro Dias(PSDB-PR) protocolou, nesta segunda-feira (02/06), na Mesa Diretora do Senado, Projeto de Decreto Legislativo para sustar os efeitos do Decreto Federal nº 8.243, de 23 de maio de 2014, que “institui a Política Nacional de Participação Social – PNPS e o Sistema Nacional de Participação Social – SNPS”.” Ex vi”:
“ O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º. Ficam sustados os efeitos do Decreto federal nº 8.243, de 23 de maio de 2014, que “institui a Política Nacional de Participação Social - PNPS e o Sistema Nacional de Participação - SNPS, e dá outras providências”.
Art. 2º Este Decreto Legislativo entra em vigor na data de sua publicação.”
Segundo o senador, o Decreto, editado pela presidente da República, é inconstitucional já que “não há, na Constituição federal, abertura para a ampliação do sistema de representação popular, nem para sua reinvenção, mais ainda por meio de ato unilateral advindo de um dos Poderes”.
Na verdade esse Decreto é ilegal e inexequível, mas o atual Presidente da Câmara dos deputados, Henrique Eduardo Lyra Alves (Rio de Janeiro9 de dezembro de 1948) é um advogadoempresário epolítico brasileiro no exercício do décimo primeiro mandato consecutivo de deputado federal pelo Rio Grande do Norte (PMDB), parece que está  engavetando o Decreto Legislativo de Álvaro Dias.
Porque será??? Que interesses escusos estão por debaixo da mesa do Presidente da Câmara??? Falta de patriotismo ou até falta de senso democrático??? Parece mesmo que há interesses pessoais de ascensão ao cargo de Governador do Rio Grande do Norte. Ele tem que cumprir a obrigação e o dever que lhe são impostos pela Constituição Federal. A sua mesa na Câmara não é casa de Mãe Joana, tampouco o quintal da sua casa. Como advogado então, ele fez juramento solene quando de sua consagração na Ciência do Direito. Ele está pecando duas vezes.
Deputado!!! V.Excia foi eleito para trabalhar e fazer a sua lição de casa direitinho, não para atrapalhar e não para ficar negociando com Dilma, quando duzentos e dois milhões de brasileiros estão, no momento, sob a sua guarda e o seu zelo, ansiosos para que o Decreto Legislativo seja assinado pelo Congresso Nacional. Fique esperto Deputado: - à sua ação ou omissão sempre corresponderá uma reação.

Juçara de Santis, Advogada.