terça-feira, 30 de setembro de 2014

Marina, "comandante de navio que se queixa do mar”


Josias de Souza diz que debate presidencial transmitido pela Record foi “uma espécie de luta de boxe na qual Marina Silva entrou com a cara”; segundo ele, de tanto se queixar dos boatos criados por adversários, a presidenciável do PSB corre o risco de se autofragilizar: “De resto, candidato que reclama de malandragens dos rivais pode acabar soando como comandante de navio que se queixa do mar”

O colunista Josias de Souza destaca em artigo nesta segunda-feira que Marina Silva tomou uma surra de seus adversários no debate da Record deste domingo.

“O debate foi uma espécie de luta de boxe na qual Marina Silva entrou com a cara. Dilma Rousseff esmurrou-a impiedosamente. Aécio Neves desferiu-lhe um par de jabs. Até a nanica Luciana Genro levou-a às cordas. No final, a parte da anatomia de Marina que mais apareceu no vídeo foi seu queixo de vidro”, disse.

Ele destacou a primeira pergunta da presidente para Marina que evidenciou uma mentira da candidata do PSB sobre a CPMF. “A senhora mudou de partido quatro vezes, mudou de posição de um dia para outro em problemas de extrema importância, como a CLT, a homofobia e o pré-sal. Num debate da Bandeirantes, a senhora disse que tinha votado a favor da criação da CPMF porque achava que era o melhor que se podia ter para a saúde. Qual foi mesmo o seu voto como senadora?”.

Segundo ele, sem poder negar o inegável, Marina ajustou a declaração que fizera antes. “De tanto se queixar dos boatos criados na usina de marketing de João Santana, a rival de Dilma corre o risco de se autofragilizar. De resto, candidato que reclama de malandragens dos rivais pode acabar soando como comandante de navio que se queixa do mar”.



HAITIANOS JÁ TEM TÍTULO DE ELEITOR E FORAM INSTRUÍDOS A VOTAR NO PT


O país escancarou suas fronteiras para 50 mil haitianos entre abril e maio desse ano. Pessoas sem qualificação ou estudo vieram buscar oportunidades no Brasil. Tudo muito estranho. Qual o interesse do Brasil em receber essa gente e qual o interesse dessa gente no Brasil? O Repórter da TV Amazônia News, Roberto Oliveira, foi atrás desse mistério e descobriu, após pesquisar no cartório e nos registros do Tribunal Regional Eleitoral do Acre que esses imigrantes possuem dupla cidadania e puderam fazer o título de eleitor, dentro do prazo legal para votarem nas eleições de outubro de 2014, que terminava em 5 de maio.
O PT previu que a disputa eleitoral será muito acirrada, e que qualquer voto a mais poderá fazer a diferença. No caso de uma derrota petista (que é muito provável), sabemos que haverá uma guerra civil, pois o PT irá declarar fraude e não irá entregar o poder. O repórter conversou com um desses imigrantes, que confirmou que veio ao Brasil após ser abordado por “gente do governo” que esteve no Haiti atrás de homens que topassem votar no partido em troca de abrigo, mas dispostos a lutar em caso de guerra.
Como 20.000 haitianos em situação de MISÉRIA conseguiram dinheiro para comprar passagens aéreas para o Peru, e de lá para o Acre, e do Acre para São Paulo?
Os Centros de Inteligência Militares, a Polícia Federal e a imprensa não nos informam.
O preço mais barato encontrado para o trecho Port-au-Prince / Lima foi US$ 650.00 e para o trecho Lima/Rio Branco US$ 912.00. Somando os dois = US$ 1.562,00
Com o dólar a 2,30 = R$ 3.592,00 + a passagem Rio Branco / Guarulhos = R$ 500,00.
Total: R$ 4.092,00"


Hoje obtivemos a resposta, mas parece que ainda não está completa.
VERDADE OU MENTIRA, estão bancando as despesas, porque dinheiro sabemos que eles não têm. 
O Haiti está localizado a  500 km de Cuba, e ninguém vai para lá nem tampouco para a Venezuela, mas vêm para Assis, no Acre, que dista, em linha reta, mais de 4 mil quilômetros. 

Quem está bancando a viagem de 50 mil haitianos para o Acre? Quem está bancando a viagem de 20 mil haitianos do Acre para São Paulo?

ONDE HÁ FUMAÇA HÁ FOGO!!!

Fonte: Alerta Brasil

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Cúpula da PM- CIntPMERJ e CGU, duas bostas que só investigam a base.

Cúpula da PM: especialistas defendem intervenção federal para apurar suborno.

Jornal do Brasil

O depoimento nesta terça-feira (23/9) de um dos 24 policiais militares presos na semana passada durante a operação Amigos S/A, para desarticular uma suposta quadrilha formada por agentes do Rio de Janeiro envolvidos em um esquema de corrupção, incluindo o coronel Alexandre Fontenelle, terceiro na hierarquia, pode ser a ponta de um iceberg que já começou a emergir e causar turbulências na cúpula da PM. Em troca do benefício da delação premiada, o policial revelou em depoimento no Ministério Público do Estado que os subornos chegavam ao Estado-Maior da corporação.
Segundo o policial, ele ouviu de dois oficiais detidos que todos os batalhões eram obrigados a pagar R$ 15 mil ao Estado-Maior da PM. As informações vazadas e divulgadas pela grande mídia sem que se saiba a identidade do informante, contribui para comprometer ainda mais a imagem da Polícia Militar no Estado. No âmbito corporativo, o vazamento do depoimento sem que haja na contrapartida ações enérgicas do governo, pode suscitar a sublevação dentro da PM. Ou mais grave que isso, pode gerar um estado de anomia. Nesse contexto, o criminoso de rua, agora, pode ter menos respeito ainda por um policial militar, pois vai ver ali outro criminoso, e não um agente que representa a lei.
Para o ex-secretário de Segurança do Rio, Marcelo Itagiba, uma intervenção federal nas investigações seria a solução mais segura para um resultado eficiente do caso considerado por ele muito grave. "Já era hora do secretário de Segurança ter se pronunciado, ou o governador, para tranquilizar e também dar explicações para a população", destacou. 
Itagiba acredita que a divulgação de processos envolvendo PMs, independentemente de hierarquia, deve tramitar de forma transparente, respeitando o direito da população de conhecer os fatos que envolvem dinheiro público. O presidente da Comissão de Segurança Pública da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ), Breno Melaragno, compartilha da mesma opinião que Itagiba, e acrescenta que o secretário de Segurança José Mariano Beltrame deve fornecer, o mais rápido possível, detalhes importantes que ficaram encobertos no depoimento do policial beneficiado com a delação premiada, mas que também não prejudiquem o andamento das investigações.
Avaliando por um aspecto jurídico, Melaragno afirma que algumas partes confidenciais do processo devem ser preservada e mantidas sob sigilo de justiça, visando o interesse na busca "da verdade real". "Os fatos são graves e caminham para uma suposta corrupção que pode chegar até o Estado-Maior da PM. O depoimento foi dado em uma delação premiada, então o vazamento de informações agora é algo delicado e que pode atrapalhar o andamento do processo", ressaltou, citando como exemplo a delação premiada do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa.
O jurista da OAB-RJ esclarece que as "suposições" levantadas pelo PM delator do esquema devem ser investigadas pelos órgão competentes e encaminhadas ao Ministério Público Estadual, que por sua vez deve complementar as investigações. No entanto, ele não descartou a possibilidade do processo trilhar outro caminho, que poderia ser de uma Subprocuradoria-geral, ligada ao Ministério Público Federal. Neste caso, teria a intervenção federal cogitada por Marcelo Itagiba. 
A crise na Polícia Militar do Rio vem ganhando maiores proporções a cada ano, como apontam os próprios números do Instituto de Segurança Pública, apresentados na reportagem ""Perdeu, perdeu". Temida frase ecoa na cidade refém do crime e da corrupção", publicada no último domingo (21), pelo JB. Em 2012, o próprio atual governador Luiz Fernando Pezão, na época vice governador de Cabral, entrou nas estatísticas da criminalidade. Enquanto fazia uma viagem para a Europa, Pezão teve o seu apartamento no Leblon invadido por bandidos, que levaram objetos de valor - "Polícia Civil investiga assalto à casa de vice-governador". Os assaltantes deixaram 15 caixas de jóias vazias em cima da cama do governador. Até hoje, a polícia não solucionou o caso.
Andamento do caso
O policial que prestou depoimento e teve a sua identidade preservada já está em liberdade. Depois do depoimento do PM, a promotoria de Justiça deve encaminhar o processo para a Corregedoria-Geral Unificada (CGU) com o pedido de investigação do comando da Polícia Militar e dos oficiais ligados ao Estado-Maior. Dependendo do andamento das investigações, comandos anteriores também podem ser alvos das apurações. 
O comandante geral da PM, coronel Luís Castro , disse que vai convocar os comandantes para prestar esclarecimentos sobre o suposto esquema de corrupção. Até militares da reserva podem receber a intimação. A Promotoria de Justiça requisitou à Auditoria Militar a instauração de sindicância para avaliar o patrimônio de todos os acusados na operação Amigos S/A, que será conduzida pela CGU. O comandante da PM destacou que as denúncias feitas até agora são referentes ao período entre setembro de 2010 e outubro de 2011. Nessa época, o coronel Alexandre Fontenelle comandava o 41º BPM (Irajá) e não estava ainda à frente do comando-geral da corporação. 
O Corregedor-geral das Polícias do Rio, desembargador Giuseppe Vitagliano, se negou a cumprir o pedido do Ministério Público do Rio (MP-RJ) para que fosse aberta sindicância para investigar a evolução patrimonial do atual comandante geral da Polícia Militar do Rio, coronel José Luis Castro Menezes. O corregedor afirmou que "não há, até o momento, elementos que fundamentem a instauração de Procedimento Administrativo Disciplinar e de Sindicância Patrimonial contra o Comando e o Estado Maior da PM".

Esse desembargador já devia ter caído fora da CGU, é um boneco dentro da instituição que gasta milhões sem resultado prático. Pode-se protocolar dezenas de documentos naquela merda apontando abusos de oficiais, se restringem a pedir informações a CIntPMERJ, que é outra merda e ambas prevaricam nas suas funções,ignorando o que está evidente nos documentos.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Empresário ligado a caciques do PMDB acumula R$ 480 milhões em contratos com o governo estadual

25/09/2014
VEJA

Mario Peixoto é sócio do presidente da Assembleia Legislativa, Paulo Melo, e do presidente do PMDB fluminense, Jorge Picciani. Os dois políticos foram seus padrinhos em casamento de luxo na Itália.


Leslie Leitão, do Rio de Janeiro
                                          Sede da Atrio Rio Service, do empresário Mario Peixoto, no Centro do Rio (VEJA)

O castelo Orsini-Odescalchi é uma imponente construção medieval do século XV que se destaca na paisagem da pequena Bracciano, cidade a 30 quilômetros de Roma. É um cenário cinematográfico, onde se casaram, em 2006, Tom Cruise e Katie Holmes. Noivas de todo o mundo sonham trocar alianças ali. No último dia 24 de maio, o empresário Mario Peixoto, de 56 anos, ao mesmo tempo um dos mais poderosos e obscuros homens de negócios do Rio de Janeiro, concretizou nos jardins do castelo o desejo de sua bela noiva, Carla Verônica de Medeiros, de 44, numa festa para 50 convidados seletos. No altar, abençoando a união, dois caciques do governo estadual: o presidente da Assembléia Legislativa, deputado Paulo Melo (PMDB), e o presidente do PMDB fluminense, Jorge Picciani.

video

As cenas dos dois políticos no altar e depois, divertindo-se na festa, aparecem num vídeo produzido por um dos convidados e obtido por VEJA. O filme mostra ainda Picciani e Melo na véspera, saindo do luxuoso Hotel Saint Regis, no coração de Roma, para um passeio turístico com as respectivas mulheres em uma van fornecida pelo anfitrião. Motivos para comemoração havia de sobra. Amigo e sócio dos dois próceres peemedebistas em empresas de incorporação imobiliária, Peixoto se tornou, nas gestões de Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão, do mesmo partido, um dos maiores prestadores de serviços do Rio. Com o governo do Estado, os contratos somam 480 milhões de reais, dos quais muitos são "de emergência", ou seja, sem licitação. A maior parte (70%) vem de aditivos. Mais de 281 milhões foram contratados junto às prefeituras do Rio e de Duque de Caxias, comandadas por aliados.
Para os padrões de Peixoto, o casamento no castelo italiano foi uma extravagância – e não pelas cifras envolvidas, porque, como se vê, dinheiro não tem sido um problema. A questão é que, ao longo dos últimos sete anos, ele conseguiu ganhar espaço no governo e tocar seus negócios sem chamar atenção. Tanto que até hoje é desconhecido de boa parte dos membros da base governista. Procurado por VEJA, Peixoto não fez nenhuma questão de dissipar a nuvem de mistério que paira sobre ele. Deixou escapar, porém, ter disputado uma eleição para deputado estadual na década de 90, ocasião em que conheceu Melo e Picciani.
Quando se analisa as contas do Estado, contudo, é impossível ignorar Mario Peixoto. Várias empresas em seu nome ou de prepostos, como irmãos e funcionários, aparecem nas listas de pagamentos, em contratos de prestação de serviços de auxílio administrativo e operacional, limpeza, vigilância e até de auditoria contábil. Nessas planilhas, destaca-se também uma entidade com que ele tem conexões: o Instituto Data Rio (IDR), organização social (OS) administrada por um sócio e onde trabalha sua ex-mulher. Entre 2012 e 2013, o IDR recebeu 197 milhões de reais para administrar dez Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) no Estado. O próprio empresário admite que algumas de suas firmas, como a HBS Vigilância, a Local Rio e a Atrio Rio Service, receberam parte dessa bolada. Mas, como os contratos das OSs não são públicos, não é possível dizer  quanto, coisa que Peixoto também não esclarece. “Não sei o valor de cabeça."
O empresário também ganhou contratos em alguns dos maiores municípios, como Duque de Caxias, Queimados, Maricá e a própria capital. Nesses locais, o contratado é o Consórcio Mais Saúde, em que Peixoto é sócio do presidente do IDR. Pela participação no consórcio, a Atrio recebeu 281 milhões de reais só do Rio e de Caxias. 
Considerando a importância das empresas e organizações sob a influência do amigo de Picciani e Melo – e ainda o pendor pelo luxo demonstrado por ele em seu casamento – seria de se imaginar que as firmas seguissem o mesmo estilo. Não é o caso, como VEJA constatou in loco. Três delas se espremem em dois andares de um prédio de escritórios da praça Mauá, no centro da cidade. Já a sede do IDR fica em Saquarema, na Região dos Lagos. Mas, no endereço onde deveria estar funcionando, há apenas um cubículo e uma mulher de plantão, que informa: “Não trabalho para o IDR. Só estou aqui para receber correspondências”. Ela, então, indica outro endereço, desta vez no Rio, onde não há ninguém nem para atender a porta.
O mesmo acontece nas empresas em sociedade com Melo e Picciani. Peixoto e o presidente do PMDB fluminense são sócios em uma incorporadora imobiliária em Búzios, região dos Lagos. Batizada de Vila Toscana, é uma sociedade entre uma das firmas ligadas a Peixoto e a Agrobilara, holding de criação de gado da família Picciani. Enquanto o cacique peemedebista negou a VEJA a sociedade, Peixoto a admitiu, mas disse que a empresa só existe no papel. “Compramos 25% de um terreno, mas o empreendimento não vingou.” Já a incorporadora que Melo, o presidente da Assembleia Legislativa, formou com dois irmãos do empresário, funciona, sim, e está inclusive construindo prédios na Zona Oeste do Rio. Tem capital social de 10 milhões de reais. A sede fica no endereço da própria obra. Embora os documentos da junta comercial atestem que Melo tem 25%, o deputado garante que não tem nada a ver com ela.

Por que ages assim?


Ao postar esta imagem de um Coronel PMERJ, merecedor de crédito e vitima do Governo Sergio Cabral, pois foi preso e esteve em risco de perder sua patente em nome de uma causa comum a todos os PMs e BMs. Cel. Rabelo sempre esteve à frente da luta pela aprovação da PEC 300, utilizando seus recurso em diversas viagens à Brasília com intuito de pressionar parlamentares nesta aprovação. Os comentários de deboche que iniciaram com esta postagem desrespeitam um seu igual, um policial militar, independente de graduação ou patente.

Existe um compromisso assinado e registrado nas mãos de quem sempre esteve à frente desta aprovação em Brasília, desacreditar e debochar, é uma afronta aos que ainda se manifestam por nós.  Outrossim, existe a figura do Vice Governador na chapa de Garotinho, um Major BM que pôs em risco sua carreira em prol dos militares do Estado do Rio do Rio de Janeiro. Certamente o descumprimento do compromisso vai gerar muita insatisfação, gerando uma onda de manifestações que porão o governo em ”xeque”, como aconteceu com Sergio Cabral.

Não sou admirador de Garotinho, mas dentre os que se apresentam é meu escolhido. Claro que Cabral disponibilizou uma frota de viaturas novinhas, que circulam pelas ruas com vidros levantados e ar condicionado ligado. Até quando baseadas estão nesta condição, motor ligado e a guarnição confortavelmente dentro do frescor que a viatura lhes proporciona, um alvo inofensivo para qualquer meliante que se interesse em mata-los.
Nada como um ar condicionado na viatura

                           Cadê o PM desta cabine blindada comprada a um custo milionário?

Cabral renova esta frota por sua preocupação com o conforto do PM? Claro que não, ele vislumbrou uma oportunidade de fazer caixa dois, quando a quantia paga pela terceirização compra outra em três meses. Uma viatura tem vida útil de dois anos sem manutenção corretiva, só preventiva, que é a mais barata. Então, após decorrido este tempo, são descartadas da PMERJ, iniciando-se outra frota nova. Um excelente negócio para se fazer fortuna com dinheiro público.

Estou na PMERJ desde o final do governo Chagas Freitas e, em todos os que vieram depois presenciei a morte de policiais, aconteceu em todos. Lógico que com o crescimento da criminalidade e do efetivo PMERJ as mortes aumentaram proporcionalmente, não é privilégio de um só governo, é de todos.  Houve  uma época que um grupo de PMs  saia às ruas para matar PM bandido de serviço, garantindo os direitos da família.

Quanto a salários, nenhum valorizou os policiais financeiramente, lembro-me de um que pôs até os PMs para marchar pelas ruas comemorando uma “isonomia” com militares federais, que nunca aconteceu. Por mais estranho que pareça, este mesmo governo quando se referia a aumento,  falava: “aumento por que? Já não têm uma arma e uma carteira de polícia?”, diziam os mais próximos a ele. Estranhamente neste governo só foi excluído policial que fosse pego assaltando, o trabalhador.

Não sou beneficiado em nada com político, como sugeriu um dos comentaristas, faço até um esforço para não ser indelicado neste escrito. Minha vida profissional foi em diversos serviços, a maior parte nas ruas, onde fiz, e presenciei o que a maioria de vocês nem ousam pensar.

Se hoje estamos no patamar financeiro que estamos, devemos isso à iniciativa dos BMs, que ousaram e foram pra cima “delles”, o Estado tem muito mais arrecadação do que se imagina; Cabral, Pezão e Sergio Cortes são provas vivas disso.

Ao contrario do que declarou um dos comentaristas, Vice é uma posição de destaque dentro do governo, assim como Pezão o foi na administração de Cabral, com as UPPs e UPAs de lata. Nossas viaturas merecem e necessitam de blindagem, pelo menos dos vidros. Nossas armas, hoje automáticas ou semi automáticas, merecem manutenção preventiva. Lembram do ataque à UPP do Alemão? Vários policiais declararam falhas nas armas.

                                                 Reclamar pra que? Ninguém tá vendo.

Passando ao Crivella, conhecem o vice dele? Não?  Procure saber entre os militares que serviram com ele.

Cúpula da Polícia Militar vai se explicar sobre esquema de propinas

Comandante da corporação e chefe do Estado-Maior enfrentarão processo e sindicância da Corregedoria

ADRIANA CRUZ E VANIA CUNHA
Rio - A denúncia de que até o Estado-Maior da PM recebia propina de R$ 15 mil de todos os batalhões atingiu a cúpula da corporação. Após a delação feita por um dos 25 presos na operação Amigos S/A há uma semana, o Ministério Público determinou ontem que a Corregedoria Geral Unificada instaure Processo Administrativo Disciplinar e sindicância patrimonial para investigar o comandante da PM, José Luís Castro Menezes, o chefe do Estado-Maior, Paulo Henrique Moraes e o chefe do Estado-Maior Administrativo, Ricardo Coutinho Pacheco.
Coronel Paulo Henrique e Comandante José Luís Castro serão investigados pela Corregedoria Geral Unificada a pedido do Ministério Público

O PM que delatou a propina paga ao Estado-Maior ganhou a liberdade. Ele prestou dois depoimentos ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MP. Detalhou como funcionava o esquema de propina com a extorsão de empresários, vans e bancos. O resultado da arrecadação era repassado ao coronel Alexandre Fontenelle, ex-chefe do Comando de Operações Especiais (COE) e até à cúpula da PM, como confidenciou o major Nilton João dos Prazeres Neto e Édson Alexandre Pinto Neto. 

Segundo os relatos, o recebimento de propina no alto comando da PM só foi interrompido de setembro de 2011 a agosto de 2013, quando o coronel Erir Ribeiro da Costa Filho estava à frente da tropa. A atual gestão será investigada pela CGU. Ontem também o comandante-geral, coronel José Luís Castro Menezes, determinou a abertura de um Inquérito Policial Militar para apurar as denúncias contra integrantes do Estado-Maior. Mas como Castro terá que se defender na CGU, alegou em nota que apresentará comprovantes de seu patrimônio. 

A partir das revelações do delator, o juiz da 1ª Vara Criminal de Bangu, Tiago Fernandes de Barros, concedeu sua liberdade. Ele pode até conseguir o perdão judicial ou a redução de pena. A operação Amigos S/A foi deflagrada pela Subsecretaria de Inteligência, da Secretaria de Segurança, e pelo Gaeco há uma semana. Os 23 PMs e um mototaxista estão presos. Na casa do major Edson Góes foram encontrados R$ 287 mil. As investigações apontam aumento patrimonial do coronel Fontenelle e de outros PMs. Com o oficial havia lista de pagamento de propina de R$ 27 mil. Extratos bancários ainda estão sendo analisados.

Tráfico: Outra fonte de renda
O tráfico de drogas seria outra fonte de renda montada pelo grupo do coronel Alexandre Fontenelle, que segundo as investigações agia desde de 2010. Segundo relato do colaborador, quando Fontenelle estava à frente do 41º BPM (Irajá), somente os traficantes da favela de Acari pagavam R$ 20 mil ao comando da unidade. Os valores eram arrecadados semanalmente pelos policiais do Grupamento de Ações Táticas (GAT).

Coronel Alexandre Fontenelle Ribeiro de Oliveira (cabeça raspada), comandante do COE, foi preso na manhã desta segunda, em sua casa, no Leme, Zona Sul


Na ocasião, os policiais que trabalhavam na ronda de trânsito eram os responsáveis por trazer das ruas propina de R$ 15 mil a R$ 18 mil. Desses valores, apenas uma pequena parte, o equivalente a R$ 750, ficava com os praças, chamados de ‘assalariados’ porque, independe dos valores recolhidos, a parte deles era determinada pelos oficiais. 

No esquema montado para cobrar propina, que começou no 24º BPM (Itaguaí), o 41º BPM (Irajá) e o 14º BPM (Bangu) e pode ter ido até o COE, os policiais não deixavam de fora nem as pessoas que faziam frente de supermercado. Esses pagavam, assim como mototaxistas e táxis piratas, a quantia de R$ 600, por semana, na região de Bangu. Empresários de empresas de ônibus e caminhões da Zona Oeste também eram alvos. 
Para fortalecer o esquema, o major Edson Góes queria promover o delator a comandante da patrulha de trânsito no 14º BPM. O objetivo era recolher mais dinheiro de motoristas de caminhões e vans da Cooperativa Rio da Prata. O pagamento deveria ser fixo e periódico.

PMs elegiam os ‘melhores’ batalhões
Cinco unidades operacionais são eleitas pelos maus policiais como as mais rentáveis. Segundo o PM colaborador da Justiça, na visão dos corruptos os “melhores” batalhões são Bangu, Irajá, Rocha Miranda, São Gonçalo e Duque de Caxias.

No caso de Bangu, quando Alexandre Fontenelle estava à frente do comando, os policiais que mais arrecadavam propina ganhavam o status de fazer parte do “círculo de confiança” do oficial. Eles tinham que “bater”, intensificar a fiscalização nos comerciantes do Ceasa, os resistentes ao pagamento.

Até policial que estava de licença recebia “salário” da propina por ordem do coronel Fontenelle, com quem tinha amizade desde a época do Batalhão de Policiamento de Vias Especiais. Mas havia discórdia entre o grupo porque um capitão exigia que os policiais pagassem a ele R$ 150 independente da arrecadação da propina.

O delator descreve Fontenelle como um homem discreto, que evitava ostentar vaidade, o que no jargão policial era apelidado de “Bill”. Porém, os subordinados faziam questão de deixar em evidência o patrimônio. Os majores Edson Góes e Nilton Neto exibiam cordões e pulseiras, além de carros importados como um Dodge Journey, avaliado em R$ 112 mil.

Patrimônio é principal alvo
O patrimônio dos policiais se transformou no maior alvo das novas investigações. Em depoimento, o colaborador revelou que recebia do major Edson Góes quantias entre R$ 7,5 mil a R$ 13 mil, para serem depositadas uma vez por semana em contas pessoais do oficial, em dois bancos diferentes.
“O dinheiro seria do tráfico em virtude do forte cheiro de maconha que estava impregnado nas cédulas”, afirmou ele. Em função do esquema, policiais tinham negócios diversificados como depósito de gás (onde eram escondidas cervejas, fruto de propina), agência de veículos, casas e apartamentos.

Fonte: O DIA 23/09/2014

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Em MG, exame médico prega 'Fora Dilma'

Em MG, exame médico prega 'Fora Dilma'; investigação não deve apontar autor

Fontes ligadas à Santa Casa de BH afirmam que 'seria impossível' identificar quem manipulou o equipamento oftalmológico.

Era só mais um exame oftalmológico de rotina: "A!", "F!", "W!", repetia o paciente, enquanto tentava enxergar letras cada vez menores. Ao receber o resultado impresso de suas taxas de miopia e astigmatismo, porém, os olhos do paciente saltaram: "Fora Dilma", dizia em letras maiúsculas um trecho do laudo médico.
O caso aconteceu na segunda semana de setembro, dentro da clínica de olhos da Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte - hospital cujo atendimento é 100% vinculado ao SUS.

Após a eclosão da história, descoberta pelo jornal mineiro O Tempo, a entidade divulgou uma carta pública, pedindo desculpas à presidente Dilma Rousseff, e anunciou abertura de sindicância para investigar o que considerou um "ato de sabotagem" contra a instituição.

O episódio ilustra a crise entre parte da classe médica e o governo federal, acirrada especialmente após o lançamento do programa Mais Médicos, em junho do ano passado.

Fontes ligadas à Santa Casa mineira, entretanto, afirmaram à BBC Brasil que a investigação sobre o caso não deverá trazer resultados objetivos, já que seria impossível identificar quem manipulou o equipamento, que seria manuseado por dezenas de profissionais.

Equipamento
Conforme a BBC Brasil apurou, pelo menos dez profissionais de saúde utilizam simultaneamente o equipamento - o que coloca em dúvida a tese de que a informação teria sido escrita pelo médico que atendeu diretamente o paciente que registrou a queixa ao jornal.
Segundo relatos, outros pacientes também teriam recebido laudos com a inscrição "Fora Dilma" - os primeiros registros foram publicados no Twitter em maio deste ano.
"A dedução de que um dos médicos teria digitado a mensagem é óbvia, mas isso poderia ter sido feito por enfermeiros, técnicos ou qualquer outro profissional que estivesse ali", disse o entrevistado, que optou por manter seu nome em segredo por medo de represálias.
A imprensa mineira chegou a indicar, sem citar nomes, um dos médicos de plantão como responsável pelo caso. Nas redes sociais, o suspeito postaria recorrentemente mensagens críticas à atual presidente e candidata à reeleição pelo PT.

Por conta da quantidade de profissionais com acesso à máquina oftalmológica, entretanto, ainda não é possível confirmar quem foi o responsável. Procurado pela BBC Brasil, o departamento de imprensa da Santa Casa afirmou, apenas, que a sindicância ainda não foi encerrada.

'Ato isolado'
"O Grupo Santa Casa BH manifesta publicamente seu pesar e apresenta formalmente pedido de desculpas pelo lamentável ato de sabotagem ocorrido na Clínica de Olhos da instituição e noticiado por órgãos da imprensa no dia 10 de setembro", afirma a nota divulgada [veja o texto completo abaixo].
"Importante ressaltar que, em seus 115 anos de existência, a instituição sempre se pautou pela isenção, neutralidade e decoro em processos eleitorais e disputas partidárias", continua a nota, que se encerra convidando a presidente da República a visitar pessoalmente as instalações do hospital.

Após ameaçar denunciar o caso ao TRE-MG (Tribunal Regional Eleitoral), o PT disse considerar a mensagem um ato isolado.
Segundo a sigla, o ato teria sido realizado por "um profissional da área de saúde que não tem compreensão das ações do governo Dilma na área".

Veja a nota completa do Grupo Santa Casa BH:
"À EXMA. SRA. Dilma Rousseff
O Grupo Santa Casa BH manifesta publicamente seu pesar e apresenta formalmente pedido de desculpas pelo lamentável ato de sabotagem ocorrido na Clínica de Olhos da instituição e noticiado por órgãos da imprensa no dia 10 de setembro.
Por repudiar qualquer tipo de manifestação de desrespeito à figura da Presidenta da República, de intolerância a qualquer corrente de pensamento ou de uso indevido do nome ou imagem da Santa Casa BH na tentativa de influenciar a escolha soberana e democrática da população brasileira, o Grupo Santa Casa BH abriu sindicância para apurar o fato e identificar o(s) responsável(eis) por este mal feito e para que sejam aplicadas as medidas legais cabíveis.
Importante ressaltar que, em seus 115 anos de existência, a instituição sempre se pautou pela isenção, neutralidade e decoro em processos eleitorais e disputas partidárias. Em seu Conselho, conta com pessoas ilustres que exercem ou exerceram cargos públicos, filiados a diversos partidos políticos de diferentes correntes de pensamento.
A principal missão da Santa Casa BH é servir a população mineira com serviços hospitalares e ambulatoriais de excelência, atualmente 100% dedicados ao Sistema Único de Saúde. Nos últimos anos, experimentamos notável crescimento e qualificação nos atendimentos prestados graças às profícuas parcerias junto aos poderes Federal, Estadual e Municipal.
Por fim, gostaríamos de convidá-la a visitar pessoalmente a nossa instituição, nacionalmente conhecida como um exemplo de sucesso na prestação de serviços ao Sistema Único de Saúde e de amor ao povo mineiro."

Valeu! Uma mentirinha para uma mentirosa.

"O General que não quis ser Coronel"


Não vou dizer que foi fácil, mas foi rápido. Começamos de um nada, sendo chamados de ”meia dúzia de gatos pingados” que começavam a se manifestar reivindicando DIGNIDADE e RESPEITO.
Represálias vieram, os serviços reservados estavam sempre na espreita registrando tudo e a TODOS.





Foram quatro anos participando e me manifestando em várias frentes e reuniões. Valeu a pena.
Aprendi com os Bombeiros Militares que, entre erros e acertos, conseguiram. Conseguiram se firmar como força política, elegeram seu representante na Câmara Municipal do Rio de Janeiro com quase 14.000 votos. Surpreendente!


Nós, PMERJ, devemos tirar proveito desta história vitoriosa, com união de todos em busca do bem comum. Nossos “representes” não nos representam, não se consideram eleitos por nós, como não foram. Só reclamamos e apontamos erros, nos diluímos em falsos ideais, ficamos sempre ”órfãos”.



Um Militar do Estado do Rio de Janeiro é um forte candidato na disputa pelo governo do Estado, mereceu ser chamado de General, “o General que não quis ser Coronel”, abriu mão de seu ideal promissor na carreira de Bombeiro Militar para se juntar aos que queriam melhorias.


Em carreata organizada em Irajá, mostra que é o representante da sociedade de bem e indiscutivelmente dos militares em geral. Foram mais de trezentas pessoas e cinquenta veículos, pessoas que acreditaram que seria possível, pessoas que anos atrás começavam um movimento que fica na história.



Muitos ficaram pelo caminho, outros trilharam por outras ideologias, outros se simpatizaram com as ”benesses” da fama repentina, mas no final alguém restou incólume, Marcio Garcia com apoio dos precursores desta trajetória.
Um dia a PMERJ também vai entender que só a união em torno de um ideal comum pode sanar as diferenças.











Quando entrar setembro
E a boa nova andar nos campos
Quero ver brotar o perdão
Onde a gente plantou
Juntos outra vez
Já sonhamos juntos
Semeando as canções no vento
Quero ver crescer nossa voz
No que falta sonhar
Já choramos muito
Muitos se perderam no caminho
Mesmo assim não custa inventar
Uma nova canção
Que venha nos trazer
Sol de primavera
Abre as janelas do meu peito
A lição sabemos de cor
Só nos resta aprender
Sol de Primavera



terça-feira, 23 de setembro de 2014

Motéis diferentes pelo mundo

JAULA SADOMADOQUISTA

Gaiola, correntes, algemas, chicotes: todas as fantasias sadomasoquistas podem ser realizadas nesta suíte compacta e muito bem equipada 

Motéis são, via de regra, a alternativa mais prática para os casais que querem sair da rotina e não dispõem de tempo livre para fazer uma viagem. O esquema é conhecido por praticamente todas as pessoas: chega-se ao local, pede-se um quarto e as próximas quatro horas (no mínimo – é possível passar uma noite inteira e fazer o checkout pela manhã) serão de pura diversão.Nada de se preocupar se os vizinhos ou os filhos estão ouvindo os gritos e sussurros da transa ou se a roupa de cama ficará suja com produtinhos de sex shop ou chantilly.


No Brasil, todas as cidades grandes – e muitas das pequenas também – têm motéis. As opções de suítes vão desde as mais simples, com uma cama e um banheiro com chuveiro, até as mais sofisticadas, com decorações temáticas (grega, japonesa, romana), acessórios como cadeira erótica e estrutura para pole dance, banheiros luxuosos e até piscinas com tobogãs.

Pelo mundo, há casos de motéis que levam a criatividade às últimas consequências na hora de decorar as suítes. 

ACORDO MILIONÁRIO ENTRE GOVERNO E IBOPE


Se você concorda em enviar o petismo para o INFERNO (aliás, o lugar deles!), por favor ajude a divulgar essa mensagem para todos os seus contatos.
Se você pensa diferente disso, favor deletar.


Não à reeleição! FORA A CANDIDATA DO PT! FORA DILMA! Abaixo as mentiras que inundam a campanha facilitada pela máquina do governo.

Os institutos de pesquisa maquiam os resultados para que a roubalheira na contagem possa ser feita sem levantar suspeitas.
 
Como o brasileiro (ignorante) vota ou torce para quem está ganhado, é induzido e manipulado.
ACORDO MILIONÁRIO ENTRE GOVERNO E IBOPE

O Ibope está acabando o "campo" da pesquisa que, segundo antecipam as fontes de sempre, deve mostrar que Dilma parou de cair e até cresceu um ou dois pontinhos na disputa pela presidência da República. O suficiente para não dar certeza de segundo turno. Com um aumento dos brancos, nulos e indecisos. Talvez até mesmo com Aécio Neves crescendo também um pontinho, para não dar na vista. A pesquisa é feita logo após a veiculação do programa do PT na TV e das veiculações de comerciais, além de uma bem estudada agenda de Dilma pelo Brasil à fora.

O custo da pesquisa registrada no TSE é de R$ 180.000,00. O cliente não é um jornal, uma entidade de classe, uma emissora de TV. É o próprio Ibope. Os resultados devem sair a tempo de figurarem nas edições de sábado e domingo dos principais jornais. Mas a pesquisa está cercada de suspeitas.

O Ibope tem contratos milionários com o Governo Federal. Dizem que totalizam R$ 4,6 milhões. Daria para fazer 25 pesquisas como esta, em andamento. Um destes contratos (veja abaixo), firmado em 2013, é de R$ 2.070.000. O último pagamento registrado foi feito em 17 de fevereiro último. O objetivo do contrato é amplo e, obviamente, deve estar incluindo pesquisas de preferência partidária ou eleitoral. Não há como fiscalizar. Veja abaixo.

Junto com os boatos antecipando resultados, corre outra grave denúncia: o Ibope, ao montar a amostra de cidades, teria incluído cidades onde Dilma esteve em eventos nos últimos dias. Cidades como Uberaba, Ipatinga, Governador Valadares, Juazeiro do Norte, Cabedelo, Parnaíba e Guarulhos. Além de cidades e até mesmo bairros com obras do Minha Casa, Minha Vida. A legislação permite que a amostra com cidades e bairros seja publicada em até sete dias após o registro da pesquisa. No caso desta pesquisa do Ibope, até o dia 24 de maio, próximo sábado. Como é final de semana, possivelmente só estará no site do TSE na próxima segunda-feira.

O Ibope passou os últimos dois anos fazendo pesquisa para Dilma Rousseff. Tem a radiografia dos melhores e piores lugares em termos de apoio ou não ao atual governo. Não tem isenção para fazer uma pesquisa séria e, como em outras eleições, este instituto vai ajustar os seus resultados só lá na frente, na boca de urna. Vai sempre puxar para o seu cliente, neste caso o Governo Federal. Existe até mesmo uma piada no mercado político brasileiro: você compra uma pesquisa Ibope e ganha de brinde a margem de erro. Mas este é o Brasil de hoje, onde o STF solta um bandido de R$ 6,5 bilhões e a PF prende um governador porque tem uma pistola velha guardada em casa.



segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Muita coisa acontecendo perto das eleições, a frágil Democracia em perigo.

Até o momento não se tem informações se alguém ficou ferido com os tiros. O caso deve ser investigado pela própria instituição.

21.09.2014 
DA REDAÇÃO

                                                                     Policiais militares e do BOPE estão no local

Ao menos dois homens, ainda não identificados, invadiram o 44º Batalhão de Infantaria Motorizada de Cuiabá, no início da noite deste domingo (21). Eles se dirigiram a reserva (onde o armamento é guardado), quando foram flagrados pelo soldado da guarda. Ao flagrar a dupla, o militar atirou, espantando os criminosos, que fugiram em direção ao muro de trás da instituição. O quartel é localizado na Avenida Lava Pés, no bairro Duque de Caxias, em Cuiabá.
Ao RepórterMT, um soldado que não quis se identificar, explicou que com os tiros, a Polícia Militar e o Batalhão de Operações Especiais (BOPE) foram acionados. Rapidamente, os policiais iniciaram as rondas na região para localizar os criminosos.
Com a suspeita que os criminosos ainda poderiam estar dentro do batalhão, os policiais bloquearam parte da Avenida Senador Filinto Muller e General Ramiro de Noronha. No entanto, ao realizar a varredura no perímetro desbloquearam as vias, já que ninguém foi encontrado.
Até o momento, não se tem informações se alguém ficou ferido com os tiros. O caso deve ser investigado pela própria instituição. 

Juiz federal nega acesso à delação de diretor da Petrobras

Pedidos rejeitados foram encaminhados pela Controladoria Geral da União e pela CPMI da Petrobras

Juiz federal responsável pelas ações resultantes da Operação Lava Jato, Sérgio Moro rejeitou nesta segunda-feira (22) o acesso aos depoimentos prestados pelo ex-diretor de abastecimento e refino da Petrobras Paulo Roberto Costa. Os pedidos foram encaminhados pela Controladoria Geral da União (CGU) e pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras.
                           Ex-diretor da Petrobras silencia na CPMI que investiga irregularidades na estatal
No despacho, Moro explica que, como os depoimentos concedidos sob o regime de delação premiada ainda não foram homologados pela justiça, fica impedido o compartilhamento de informações neste primeiro momento.
"Reconheço o papel relevante da CGU e das CPIs na investigação criminal e no controle da Administração Pública, bem como o auxílio que a Petrobras S/A tem prestado, até o momento, para investigação e instrução dos processos neste feito, bem como o interesse legítimo das três em obter cópia dos supostos depoimentos prestados por Paulo Roberto Costa. Entretanto, o momento atual, quando o suposto acordo e os eventuais depoimentos colhidos sequer foram submetidos ao Juízo, para homologação judicial, não permite o compartilhamento, sem prejuízo de que isso ocorra no futuro".
Nesta terça-feira, parlamentares ligados à CPMI, que tentaram sem sucesso colher o depoimento de Paulo Roberto Costa na semana passada, se reúnem com ministros do Supremo Tribunal Federal e com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na tentativa de sensibilizar esses órgãos a agilizar o acesso às denúncias de Paulo Roberto Costa. 
Qual interesse em se apoderar destas informações? Seria na "celeridade" dos processos? Não, acho que querem privilégio da informação, estão com o cu na mão.