quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Começou a viadagem


Um juiz, que por grande período teve sob sua responsabilidade a “vara” da infância e juventude e nada fez a não ser observar a “protuberância” dos “dimenor” com 17 anos, 11 meses e 29 dias que, dentro dos centros de recuperação praticavam diversos delitos contra os “de menor” de menor periculosidade, os estuprando, violentando e tendo-os como sua propriedade para satisfazer seus instintos perversos. Um juiz, agora desembargador que defende criminosos agindo no interesse de políticos de índole marginal, tal qual os “dimenor” da “vara” da infância que estava ajuizada por ele.


Todos sabemos que a desmilitarização é um interesse político, que encobre o domínio de toda uma Nação através da força, uma força que não medirá suas ações para mantê-la sob seu completo controle.

Acharam um “bode expiatório”, acharam um coronel que mandou baixar a porrada em quem dava porrada também.


Manifestação é direito sim, mas dentro dos limites da lei, não com destruição do patrimônio público e privado, com agressões aos policiais que tentavam de toda maneira manter o controle e não conseguiam. Seu juiz, seu interesse não é a justiça, seu interesse é o mesmo dos que estão junto a ti.

Pois bem, não se admirem se um dia este mesmo desembargador livrar da pena legal o assassino que matar um policial que ousou mantê-lo sob a mira de sua arma, livrar com o argumento que agora usa, o da legitima defesa, legitima defesa do bandido sob o policial.

Para Siro Darlan, cabe agora ao Ministério Público o cumprimento da lei com relação a quem incita a violência. "Quem pratica deve ser processado, e cabe ao Ministério Público decidir", disse, lembrando que até hoje há manifestantes presos. "Numa guerra só se prende de um lado? O Ministério Público é conivente, já que não houve denúncia? O Judiciário é conivente, já que as prisões foram de um lado só, e sempre do lado mais frágil?", questionou.

Siro Darlan: Papa é comunista. Eu também

Não é a pobreza que produz a violência, mas a inexplicável desigualdade econômica e uma publicidade voltada para o consumo


Não estou aqui para defender coronel, se excedeu deve ser responsabilizado. Mas que sejam absolvidos os que estavam sob suas ordens, ou que tenham sua pena diminuída. Agora é fato concreto que os “manifestantes” não só ameaçavam, agrediam e destruíam, eles mataram!
Mensagens pela via comentada (WhatsApp) são restritas a um grupo, então, um destes do grupo deu ou vendeu seu conteúdo. Agora é uma arma na mão dos meliantes políticos para mais uma vez tentar inocentar assassinos e de quebra alimentar a desmilitarização das PMs.

Legítima defesa
O advogado criminalista, professor de Direito da UnB e juiz federal aposentado Pedro Paulo Castelo Branco Coêlho conversou com o JB sobre o polêmico caso.
"Se as manifestações ocorridas foram de conteúdo pacífico, sem qualquer provocação contra quem quem quer que seja, policiais ou não, e tendo os manifestantes sido alvo de violência ou injusta agressão, é claro que a sua reação aos seus algozes corresponderá a verdadeira legítima defesa. É evidente a posição antípoda, tendo em vista que a cada ação corresponde uma reação", afirmou. 
Isso é manifestação pacifica?






A mídia, em suas diversas postagens, fala no conteúdo das mensagens, mas, elas só serão consideradas provas quando, depois da quebra do sigilo telefônico, forem anexadas aos autos. Até agora são mera especulação.

Ao anexar o novo documento ao IPM, a Corregedoria passou a apurar o suposto envolvimento de Fábio e dos outros oficiais com o atentado, embora todos tivessem sido ouvidos apenas como testemunhas. O coronel Gilson, encarregado do inquérito, pediu a quebra do sigilo telefônico das pessoas que faziam parte do grupo.

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