domingo, 25 de janeiro de 2015

O "tiro amigo" também mata.

Tiro de policial matou comandante da UPP Nova Brasília, em setembro

Revista 'Veja' desta semana faz a revelação



A revista 'Veja' desta semana mostra que a investigação sobre a morte do capitão Uanderson Manoel da Silva, 34 anos, comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) de Nova Brasília, no Complexo do Alemão, na noite do dia 11 de setembro, aponta que ele foi vítima de um tiro de fuzil disparado por um policial. 
Após três meses de análises de laudos periciais e de tomadas de depoimentos, a principal linha de investigação da Divisão de Homicídios revela que a bala que o alvejou debaixo do braço e atravessou seu peito foi disparada por um PM que seguia atrás do comandante durante a operação em um beco da comunidade. 
Segundo a revista, as circunstâncias definitivas da morte de Uanderson serão esclarecidas em uma reprodução simulada, que vai reunir todos os envolvidos na noite do tiroteio. 
Oficialmente, os órgãos de segurança não falam sobre as circunstâncias dramáticas da morte do capitão, limitando-se a declarar que “o inquérito ainda não foi concluído”. Nos bastidores, porém, o chefe da Polícia Civil, Fernando Veloso, já levou as informações disponíveis ao secretário de Segurança, José Mariano Beltrame.
De acordo com a 'Veja', não houve a intenção de matar Silva — faltaram ao autor do disparo, isso sim, o treino e a experiência que teriam evitado o trágico desenlace.
Como já dito e escrito exaustivamente, o Estado mata seus policiais e seus cidadãos, na medida em que coloca nas ruas, como se formados fossem, jovens inexperientes e sem a formação adequada. Para o governo a morte de policiais é só uma mudança o próximo edital, aumentando o numero de vagas.

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