segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

A fixação de Eduardo Cunha por homossexuais

                                  Eduardo Cunha (PMDB-RJ) em discurso na sua posse como presidente da Câmara.

Os trechos abaixo, com as devidas correções ortográficas, vieram do Twitter de Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados.
Que chique será viver na república gay. Terá o Ministério do Babado? Bacana seria ver Ivete Sangalo como a primeira ministra trans do Brasil. A ideia de uma república gay, dividida nos três poderes (top, bottom e versátil), só confirma o quanto é sem graça hoje o nosso Estado laico e heteronormativo, sem cor e sem vida.
A obscenidade está nos olhos de quem vê, nos ouvidos de quem ouve. Já reparou no modo libidinoso como a Globo anuncia os filmes da Tela Quente? Cresci numa época em que crianças viam TV Colosso, um programa infantil apresentando por uma cadela nua. Nua!
Sobre a sodoministra, uma questão: qual a razão de um sodomita querer abortar? Tudo isso é novidade para mim. Sou fascinado pela anatomia humana, mas confesso que agora estou confuso sobre quais seriam os órgãos que compõem o sistema reprodutor.
Poxa. Fosse o vice-presidente satanista, seria até mais divertido.
O que esperar de uma geração que cresce vendo beijo gay na novela? Logo os jovens se projetarão nas personagens homossexuais e veremos na rua uma gente mais bem vestida e ouvindo Rihanna no celular. Acredito que piercing no mamilo seja uma moda passageira.
Opção sexual é aquele momento em que o sujeito para, fuma e pensa: “Tá, será que eu tenho desejo por homens ou tenho desejo por mulheres? É, é, melhor eu ter desejo por mulheres pra não correr o risco de apanhar na rua.”

Estranhamente, o homossexual que deseja ter um filho está destruindo a família. Simplesmente não faz sentido. E tanta criança precisando de um pai lá fora. Nada ameaça mais a família do que uma autoridade que quer limitar o conceito de família.
Um político me dizendo o que é uma família. Autoridades odeiam o cidadão livre. A ideia de um cidadão livre é um horror. E quando você diz que, como indivíduo, constitui a família que quiser, falam da manipulação da mídia, do lobby gay.
Olha lá, não falei?
Às vezes eu tenho a impressão de que essas pessoas sabem que ser gay é um negócio tão bom, tão divertido, que eles se incomodam de não poder brincar também.
Em breve, liberarão também o casamento entre abortos do mesmo sexo e, não duvido, aprovarão a legalização das drogas como método contraceptivo. Na Bélgica, eutanásia infantil é uma realidade. Daqui a pouco vai ser possível a um aborto gay decidir se quer falecer mergulhado num frasco de poppers.
A heterofobia, já falei antes, surge muito cedo. A criança carrega consigo uma aversão à heterossexualidade desde pequena. Muitos pais são expulsos de casa quando o filho descobre que eles são heterossexuais. Disso pouco se comenta.
Algumas pessoas acreditam mesmo naquilo que ouvem na lotação e saem reproduzindo por aí o discurso que ouviram. Nesse caso, se os gays estão dominando o mundo, cadê o meu Apple Martini? E por que tanta insistência em falar de gays? Parece reunião de pauta de um programa da Luciana Gimenez.

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