domingo, 29 de março de 2015

Falando sobre manifestações intervencionistas.

Neste dia 29 de março, com manifestações marcadas na Candelária e CML no Rio de Janeiro, começamos a nos reunir na Central do Brasil, onde fica o Comando Leste do E.B.

Outros seguiram para a Candelária, que também não havia grande numero de pessoas. Na Candelária, uma das participantes, após ouvir diversos discursos, inclusive sobre “reforma política”, resolveu angariar o maior numero de intervencionistas para seguir destino ao CML, já que o discurso ali apresentado não os agradava.
Várias pessoas tentaram desmotiva-los, mas seguiram para o CML.



Embora o grupo tivesse aumentado, não via vontade de ousar. Então, convidei os manifestantes para irmos para frente do CML e dali, numa ação rápida, proferir nosso discurso. Foi então que meia dúzia, vendo aquela intenção, se apressou em apresentar argumentos desmotivando aquela intenção; colocando duvidas na cabeça das pessoas.

Disseram que não poderíamos afrontar o E.B., que a manifestação é pacifica, que o E.B. poderia não aceitar tal provocação e repelir esta tentativa causando prejuízo ao movimento.

Diante disso, lhes disse que convidei, mas caso não quisessem ousar, eu iria mesmo só. Como foi feito, sendo seguido por cinco pessoas. Tanto na frente do CML como diante do Phanteon de Caxias, o que tinha para ser dito o foi.


Algumas pessoas presentes nos atos intervencionistas não compactuam com a intenção e, de ouvido em ouvido, vão desestimulando as pessoas. Uma pessoa foi questionada por ter sido vista conversando com organizador do evento Candelária e, embora tivesse sido vista por muitos, alegou não ter estado lá.

Às 16 horas tive que me retirar dali, pois não vivo de doações de partidos nem de particulares, meus gastos são oriundos de meu trabalho. Após soube que elementos adentrarqam o movimento para agressões, o que foi plausivelmente repelido pela PMERJ que sempre nos honra com sua presença.

Pois bem, notoriamente, como antes ocorrido, tanto rasteiramente como ostensivamente, pessoas se prestam a tomar parte neste esquema invasor na tentativa de desmobilizar os intervencionistas. Já foi provado nas mídias sociais que a intervenção é vontade da maioria e, que se esta vier em peso para as ruas, ela acontece.

Continuo a fazer parte das ações, mesmo em ações isoladas. Por vezes é melhor termos poucos com qualidade do que muitos em quantidade.
Parabéns a todos que estiveram presentes, mesmo os que se deixaram intimidar por ameaças ao pé de ouvido.




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