domingo, 19 de abril de 2015

Dia do Exercito Brasileiro

SINTO VERGONHA POR MAIS ESTA SUBMISSÃO

Depois de José Genuino, que de mérito só teve sua rendição e possivel delação de seus companheiros, agora o Exercito Brasileiro tem a ousadia de conceder a mais alta condecoração a outro "meliante", o "surubeiro" Jaques Wagner e o Presidente do antro mercenário (Camara dos Deputados) Eduardo Cunha.

Durante o maior evento comercial de Armamento, Defesa e Soberania Aeroespacial Marta Serrat colunista do www.ojornaldoestado.com.br participa da coletiva de imprensa com o Ministro da Defesa na presença dos tres comandantes das Forças Armadas e pergunta ao Ministro sobre a atuação do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra(MST) liderado por João Pedro Stédile.



Solenidade do Dia do Exército na Guarnição de Brasília

Brasília – No dia 16 de abril, foi realizada a solenidade comemorativa ao Dia do Exército no Palanque Monumental do Quartel-General do Exército. A cerimônia foi iniciada às 9 horas, com as honras de gala concedidas à Presidenta da República Dilma Rousseff.
Nos primeiros momentos da formatura, o Comandante do Exército, General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, realizou a leitura da Ordem do Dia, ressaltando que a história do Exército confunde-se com a formação da nossa nacionalidade. Destacou, também, os 150 anos do nascimento do Marechal Rondon, Patrono da Arma de Comunicações, e os 70 anos das vitórias da Força Expedicionária Brasileira em solo italiano, durante a II Guerra Mundial, que culminou com a vitória aliada no dia 8 de maio de 1945.
Durante a formatura, foi realizada a imposição da Ordem do Mérito Militar, mais alta condecoração concedida pelo Exército, a personalidades e organizações militares que, pelos serviços prestados à Instituição, tornaram-se merecedores dessa distinção. Neste ano, o Presidente da Câmara dos Deputados, Sr Eduardo Cunha, o Ministro da Defesa, Sr Jaques Wagner, e o Ministro das Relações Exteriores, Embaixador Mauro Vieira, foram agraciados com a condecoração.

                                                           

ORDEM DO DIA


Em 1645, dezoito patriotas inconformados com o domínio do invasor holandês, sob a liderança do português João Fernandes Vieira e conduzidos por André Vidal de Negreiros, Felipe Camarão e Henrique Dias, na harmonia das três raças fortes - branco, negro e índio -, assinaram a proclamação: “Nós abaixo assinados, nos conjuramos e prometemos, em serviço da liberdade, não faltar, a todo o tempo que for necessário, com toda a ajuda de fazendas e de pessoas, contra todo o risco que se oferecer, contra qualquer inimigo, em restauração da nossa Pátria...”. Estava firmado o compromisso de luta contra o jugo estrangeiro ao país. 

Homens rudes, com invulgar sentimento nacional, semearam naquele momento a semente do patriotismo que hoje anima e enche de orgulho cada integrante do Exército de Caxias. Tinha início uma trajetória de mais de três séculos, alternando o sacrifício das lutas pela integridade territorial, integração nacional e defesa da nossa soberania, com a aspereza dos treinamentos no dia-a-dia dos quarteis. 

A história do Exército Brasileiro confunde-se com a formação da nossa nacionalidade, na exata medida em que a vida dos nossos soldados insere-se na sociedade a que servem e da qual provêm. Neste ano em que alcançamos 367 anos, homenageamos também duas fontes perenes de inspiração do mais puro e verdadeiro patriotismo. 

Há 150 anos nascia Cândido Mariano da Silva Rondon, o Marechal Rondon, cuja trajetória de vida foi caracterizada por desafios, dificuldades e perseverança, típicos da vida militar. Ninguém o superou no esforço épico pela integração nacional, muito menos pela grandeza e sentimento humanitários na proteção dos indígenas brasileiros. Rondon, o grande pioneiro e desbravador, é a mais bela síntese de cidadão-soldado do Brasil do Século XX. 

No próximo dia 8 de maio, celebraremos, também, os 70 anos da vitória na memorável campanha da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial, construída por homens e mulheres comuns, mais uma vez negros, índios, pardos e brancos, enviados para lutar em solo estrangeiro, muito longe da Pátria e em defesa dos ideais de liberdade e democracia tão caros ao povo brasileiro. 

Hoje, o Braço Forte e a Mão Amiga se desdobram no processo de Transformação para configurar uma nova Força Terrestre que assegure ao Exército de sempre a capacidade de atender aos novos desafios exigidos por um Brasil protagonista na comunidade internacional. Uma nova Força Terrestre para o mesmo Exército, sempre presente nos mais remotos rincões do território, a proporcionar estabilidade, segurança, defesa e ações em prol do desenvolvimento econômico, científico, tecnológico e social. Uma nova Força Terrestre para o mesmo Exército, sempre democrático, apartidário e inteiramente dedicado ao serviço da Nação, desenvolvendo suas atividades em ambiente respeitoso, humano, fraterno, digno, honesto, disciplinado, responsável e solidário. Uma nova Força Terrestre para o mesmo Exército, sempre orgulhoso de sua história e apegado aos valores que o sustentam e lhe dão coesão, com forte senso de responsabilidade social, consciente da necessidade de ir além do que prescreve a destinação tradicional de uma força armada, ciente do papel de provedor de necessidades básicas de populações cuja segurança e até mesmo sobrevivência não encontram alternativas que não as proporcionadas pelo “Braço Forte - Mão Amiga”. 

Parabéns Exército Brasileiro! Parabéns aos nossos que diuturnamente cumprem suas missões de soldado com devoção, movidos tão somente pelo amor ao dever, ao Exército e ao Brasil. Aos que neste momento guarnecem nossas fronteiras; aos que neste momento se desdobram nas inóspitas frentes de trabalho; aos que neste momento lutam pela paz no Haiti; aos que nesse momento se dedicam à missão pacificadora na Comunidade da Maré, onde o Sargento Mikami doou sua vida, como fizeram os heróis de Guararapes. Reverenciamos a sua honra e coragem para vencer desafios, e o seu sentimento do dever, exemplos para todos nós. Assim, mais do que receber um fraternal reconhecimento de consideração, estima, respeito e confiança, o Exército faz por merecê-lo, atento ao que disse o historiador Gustavo Barroso: “Todos nós passamos. O Brasil fica. Todos nós desaparecemos, o Brasil fica. O Brasil é eterno. E o Exército deve ser o guardião vigilante da eternidade do Brasil”. 

Brasília, DF, 19 de abril de 2015. 
General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas 
Comandante do Exército



Juro! Eu esperava mais "brasilidade" do Exercito.


Um comentário:

  1. Faço minhas , sua palavras nobre rvchudo. Só fiquei um pouco decepcionada com esta parte, pois além de serem civis, nada tem com o nosso Brasil.
    Durante a formatura, foi realizada a imposição da Ordem do Mérito Militar, mais alta condecoração concedida pelo Exército, a personalidades e organizações militares que, pelos serviços prestados à Instituição, tornaram-se merecedores dessa distinção. Neste ano, o Presidente da Câmara dos Deputados, Sr Eduardo Cunha, o Ministro da Defesa, Sr Jaques Wagner, e o Ministro das Relações Exteriores, Embaixador Mauro Vieira, foram agraciados com a condecoração.
    Espero ardentemente que tal facto não se repita. Para que eu e outros patriotas, verde oliva ou não, não passem por essa tristeza, decepção.

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