segunda-feira, 13 de abril de 2015

Maçons aderiram aos protestos

JB OPINIÃO

Em meio ao sol escaldante, a 10ª Regional da Maçonaria Goiana desfilou de ternos pretos, gravatas e óculos escuros. Os maçons carregavam faixas contra a corrupção.

É bom lembrar que em abril de 2014, um grupo maçônico de São Paulo se reuniu diante do pórtico que pertenceu à casa do segundo presidente republicano, o general Floriano Peixoto. Lá, os integrantes da Loja Maçônica Força, Lealdade e Perseverança 319 celebraram o aniversário de 50 anos do golpe de 1964. 


                             Maçons protestam contra a corrupção em Catalão, Goiás (reprodução TV)

Os adeptos da ordem reverenciaram a ditadura e afirmaram que “A Revolução de 1964 será sempre uma ‘árvore boa’”. 
Eles criticaram o atual governo, citando “sinais de incipiente desobediência civil”. O manifesto lançado pelo grupo questionava: “É essa a democracia que desejamos?”. 


E não parou por aí. O texto trazia um tom ameaçador: “Pensam que os integrantes das Forças Armadas - quietos, calados e parecendo subservientes - assistem passivamente aos acontecimentos atuais com sua consciência adormecida. Não é bem isso que está acontecendo.”
Parece óbvio o tipo de “democracia” que esses nobres senhores estão defendendo. 
Embora a noticia do JB, em seu ultimo parágrafo,  tenha um tom tendencioso e critico aos Maçons por defenderem uma Intervenção Constitucional, não leva em consideração que a democracia já não existem em nosso País.

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