quarta-feira, 6 de maio de 2015

Exercito tenso


Anda tenso, muito tenso o ambiente no Comando Militar do Leste desde que Dilma Rousseff decidiu, de última hora, participar na sexta-feira da cerimônia anual em comemoração ao final da II Guerra, que as Forças Armadas realizam no Monumento aos Pracinhas, no Rio de Janeiro.
Há, claro, o temor de manifestações. E o Comando Militar do Leste está se preparando para isso. Vai isolar a área do máximo possível.
Ironia das ironias, talvez caiba ao Exército o papel de defender Dilma das multidões.
A propósito, no primeiro mandato Dilma não compareceu a nenhuma dessas cerimônias do Dia da Vitória.



O Brasil, embora, na época, estivesse sendo comandado por um regime ditatorial simpático ao modelo fascista (o Estado Novo getulista) dos Países do Eixo, acabou participando da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) junto aos adversários destes, os Países Aliados.


Vargas contraía empréstimos com os Estados Unidos, comandava um governo próximo aos ditames experimentados pelo totalitarismo nazi-fascista. Dessa maneira, as autoridades norte-americanas viam com preocupação a possibilidade de o Brasil apoiar os nazistas cedendo pontos estratégicos que poderiam, por exemplo, garantir a vitória do Eixo no continente africano.


Dai eu pergunto: O que Dilma vai fazer junto aos militares na comemoração do Dia da Vitória comemorado no Monumento aos Pracinhas?



Mussolini foi executado em 1945, pelo próprio povo italiano que anos antes o apoiara incondicionalmente.

Nenhum comentário:

Postar um comentário