segunda-feira, 11 de maio de 2015

Manifestação na Urca


Nós fomos lá, na Urca. Bairro até então calmo e seguro, onde se concentra muitas unidades militares que hoje também começa a sentir os efeitos da ousadia de bandidos.




Dia 9 de maio, às 10 horas o dispositivo estava montado. Diversos banners e o som ligado. Sim, dirão: São poucos. Considere a qualidade destes poucos que tem a coragem de se expor publicamente dando visão a quem queira ouvir, o que todos ignoram.


Agradeço os presentes, destacando a presença do Comendador italiano Antonio Caruso e do ex Combatente brasileiro pela ONU Ivanir Rodrigues da Silva, ambos senhores de idade, a quem muito agradeço e respeito a presença.


Exercemos nosso Direito Constitucional de nos manifestarmos, coisa que a esquerda não entende, querem respeito mas não respeitam. Dentro deste conceito, uma senhora que representa o que mais odioso tem na esquerda, nos ameaça; inclusive ofendendo o velho combatente e ameaçando arremessar um coco que estava em suas mãos. Naquele momento me veio na mente a figura de Marilena Chaui, aquela professora de filosofia da USP que odeia a classe média. Odeia mas usufrui de seus mais de R$ 15.000,00 por mês.

“E porque é que eu defendo esse ponto de vista? Não é só por razões teóricas e políticas. É PORQUE EU ODEIO A CLASSE MÉDIA. (colérica, sob, finalmente, aplausos entusiasmados) A classe média é o atraso de vida. a classe média é a estupidez. É o que tem de reacionário, conservador, ignorante, petulante, arrogante…[perde-se procurando mais outro adjetivo ofensivo gratuito] terrorista. (risos da platéia)
A classe média é a uma abominação política (risos da platéia), porque ela é fascista. Ela é uma abominação ética porque ela é violenta, e ela é uma abominação cognitiva porque ela´é ignorante. Fim.” (Marilena Chaui)

Lembram dela?


Respeito é bom e nós também gostamos!
Vimos alguns jovens, reacionários de esquerda falando que a vontade deles era colocar fogo nas faixas. Como são frouxos, um simples olhar para dentro da cara deles, imediatamente saem em retirada. Não ousam em minoria enfrentar da maneira usual deles, com xingamentos e agressão física.

Qual dessas pessoas que nos agride e ofende sabe a letra de canções que representam nossos Simbolos, a letra de nosso Hino Pátreo? Não sabem, ficariam perdidos. O Hino Nacional cantado em Praça Pública foi o que mais os ofendeu, foi o momento que uma senhora esquerdista ameaçou arremeçar um coco em nosso ex combatente, chamando-o de "palhaço". Quem fez palhaçada?



A esquerda acabou com o sentimento patriota, destruiu valores e conceitos, com a co-participação da sociedade e de militares omissos .

Fizemos sim, uma manifestação por Intervenção Constitucional, única e eficaz maneira de deter o apetite pors verbas públicas; única e eficaz maneira de renovar a democracia.

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