sábado, 2 de maio de 2015

O fantasma no Planalto

Publicado originalmente no economist.

Dilma Rousseff está no escritório, mas não está mais no poder



"DILMA Fora, e PT para fora," tocou os cantos furiosos em cima e para baixo de São Paulo, na Avenida Paulista em uma tarde escaldante, domingo em 12 de abril. Eles foram ecoados em vilas e cidades de todo o Brasil. No entanto, os manifestantes já ganharam mais do que eles imaginam. Menos de quatro meses depois de seu segundo mandato, a presidente Dilma Rousseff permanece no cargo, mas para muitos propósitos práticos, não está mais no poder. E o esquerdista Partido dos Trabalhadores nominalmente no poder (PT) não chama a tiros em Brasília, a capital.


Mesmo arrendamento de Rousseff no Palácio do Planalto não é totalmente certo. Graças à combinação inflamatória de uma economia em deterioração e um enorme escândalo de corrupção na Petrobras, a companhia estatal de petróleo, ela está agora profundamente impopular. Os manifestantes querem ela cassada, assim como 63% dos entrevistados numa pesquisa recente. Esta semana a oposição estava recebendo pareceres jurídicos para saber se ela pode ser cassada, sobre a Petrobras ou por violar a lei de responsabilidade fiscal que é suposto para evitar os alarmantes gastos para ela ser reeleita.

É um revés extraordinário. Durante 12 anos o PT dominou a política do Brasil, graças às políticas sociais e de relacionamento com as pessoas comuns de Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente em 2003-10, bem como para o crescimento inesperados de um boom de commodities que acabou de terminar. Dilma não tem as habilidades políticas de Lula, e suas relações são agora nada cordiais. Mas, ainda assim, a elevação dos padrões de vida eram apenas o suficiente para ganhar-lhe um segundo mandato em outubro passado.

Duas coisas erodiram sua autoridade desde então. Em primeiro lugar, os erros de seu primeiro mandato ter tomado Brasil à beira de uma grave recessão. Enfrentando a perda de premiado  grau de investimento rating de crédito do país (o que elevaria o custo dos empréstimos para empresas e famílias), ela designou Joaquim Levy, um falcão fiscal treinado em Chicago, como seu ministro das Finanças. Ele está ocupado no cancelamento de subsídios e corte apostilas-austeridade que é um anátema para o PT. Dilma não deu importância micromanages a economia.
Ela também não comandou a agenda política. Ela perdeu o controle do Congresso para o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), uma aglomeração centrista de barões políticos regionais, que é o principal parceiro de coalizão do PT. No PMDB muito se queixam de que o PT monopolizou os principais ministérios. Agora ele exigiu sua vingança. Eduardo Cunha, um congressista conservador astuto do Rio de Janeiro, esmagou o candidato do PT para ganhar para o PMDB o poderoso cargo de presidente da câmara baixa. O hiperativo Cunha está buscando sua própria agenda. Ele reivindicou os escalpos de quatro ministros em suas 10 semanas no cargo, e tem Jibbed em algumas das medidas fiscais do Sr. Levy. Seus acólitos chamá-lo de "primeiro-ministro".

Para facilitar este atrito, este mês Rousseff acionou o ministro PT de coordenação política, entregando o trabalho de Michel Temer, seu vice-presidente e líder titular do PMDB, e com ela o poder valorizada para nomear funcionários de segunda linha.
O que torna esta hemorragia de poder presidencial tão dramática é que Dilma ainda tem quase mais quatro anos no cargo. Nesse tempo a economia certamente irá piorar antes que fique melhor. Ela pode sobreviver? Nas últimos seis décadas, o Brasil tem visto quatro maneiras diferentes em que os presidentes não conseguiram completar seus termos. Um presidente cometeu suicídio. Outro renunciou. Um terceiro foi deposto por um golpe militar, enquanto um quarto foi cassado.

Felizmente, é difícil imaginar suicídio ou um golpe. Também é difícil ver Rousseff, ex-guerrilheira urbana dura, que sobreviveu a tortura, renunciando. E a lei brasileira afirma que um presidente pode ser destituído apenas por crimes políticos ou comuns cometidos durante seu mandato em curso, embora essa regra seria necessariamente isentar qualquer conduta ilegal durante seu primeiro mandato não é clara. Até agora nada gravatas Rousseff à corrupção; alguns gostariam irresponsabilidade fiscal a ser impeachable, mas provavelmente não é. É por Cunha para decidir se pretende iniciar impeachment, e ele é um dos 52 políticos sendo investigado por supostas doações ilegais da Petrobras.

Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente que continua a ser líder intelectual da oposição, advertiu que impeachment seria "imprudência". Isso soa bem. Aos movimentos sociais por trás dos protestos seria melhor passar os próximos três anos pressionando para que seja feita justiça no escândalo Petrobras e reinventar uma oposição em grande parte moribunda. Quanto à quase sem amigos Rousseff, ela enfrenta um grind longo e desanimador para tentar recuperar o poder que ela perdeu. Será que ela tem a coragem para isso?

Lula no dia do trabalho, utiliza de discursos separatistas e dissemina o ódio, a mentira e a discriminação entre os brasileiros. Menciona a operação Lava Jato, mas não esclarece coisa alguma. Chama a imprensa nacional de LIXO que não vale nada e manda “enfiar jornalista um dentro do outro”! E o PIOR de tudo, ele diz que vai brigar com o povo brasileiro honesto e trabalhador que ficam denunciando o partido corruPTo.

E então Lula? O que tem a dizer da imprensa estrangeira, que mais que a nossa, “fuzila” este governo o tempo todo?




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