sexta-feira, 22 de maio de 2015

Querem Intervenção? Primeiro aprendam a pensar


Como esperam que haja credito neste tipo de "manifestantes intervencionistas"? E ainda acham que as FFAA estão inertes, serão estupidos em confiar em nós?

Não vou entrar em polêmicas de citar nomes, estaria incorrendo nos mesmos erros de minhas criticas. Há três anos indo para as ruas com grito por intervenção e só vi a coisa piorar, do emprego a saúde.

Ao contrário dos políticos, nos afastamos um dos outros em criticas e ações nada gratificantes. Uns se disfarçam de intervencionistas, mas defendem e recebem por impeachment; outros propagam seus diversos produtos de manifestação a preços nada condizentes. Conversas rolam com pesadas criticas e ofensas a pessoas que estão nas ruas clamando por intervenção, conversas até gravadas. Uns acham que devemos ir para a porta dos quartéis, outros se acham competentes em agrupar um milhão de pessoas nas ruas. Pedintes de diversas quantias não se cansam de explorar quem, na falta, deseja um líder. Líder que não presta conta do dinheiro que arrecada. O dinheiro é de quem o possui, se doar sem prestação de contas lhe satisfaz, não sou eu que vou criticar.

Pois é, no decorrer destes três anos vejo o movimento por intervenção se dissipar. Não por falta de vontade, mas porque “lideres” estão com comportamento tal qual os políticos, tudo por dinheiro e seu momento de visibilidade.

Desestimulam em rede social o comparecimento em qualquer outra iniciativa que não seja a sua. Ao invés de somar, marcam local diferente de evento anteriormente marcado. Comparecem a evento marcado por outro para transmitir em whatsapp que a presença é insignificante.


Como ter liderança em quem não apresenta mérito por respeito? Como ter confiança em pseudos generais, coronéis, capitães e diversas outras patentes fajutas declaradas aqui. Como ter confiança em pedintes e vendedores de bugigangas "manifestivas". Tá difícil mesmo!

Um comentário: