quinta-feira, 28 de maio de 2015

Tudo ao seu tempo, até Intervenção.

Vivemos num mundo globalizado, diferente de 64 quando as comunicações eram demoradas e as ideias demoravam mais tempo para se multiplicar.

Em 2012, os militares venezuelanos já viam o destino em que seu país estava condenado, desencadeando uma ação impensada e sem calculados de seus efeitos. As políticas assistencialistas implantadas pelo governo compraram votos como também a visão da maioria da população que foram às ruas em defesa de Hugo Chavez.

De inicio os Estados Unidos e a Espanha reconheceram o novo governo, voltando atrás diante da reação popular. A Intervenção na Venezuela foi dada como golpe, obrigando a restituição de Chavez ao Poder e condenando a destino incerto os militares que ousaram fazê-la sem planejamento e provas justificativas. Hoje vemos que elas estão aparecendo, mas não de origem na Venezuela e sim vindas do estrangeiro.

No Brasil de hoje, embora as denúncias estejam diariamente sendo postadas nas redes sociais sem apoio da imprensa nem dos Poderes Constituídos, elas existem. Mas sua existência deve ser provada e, enquanto isso, nenhum Comando Militar irá se insurgir com inicios, a Intervenção tão desejada não virá de indícios reclamados aqui, virá com as provas construídas lá fora.

Nenhum indicio, declaração ou laudo irá prosperar quando três poderes que deveriam ser independentes estiverem aparelhados. Um Congresso comprado e um STF construído por ministros sem mérito, só com ideologia.

Durante a Copa 2014, realizada aqui, as denuncias “bombaram” aos quatro cantos, mas não prosperaram, todos receberam seu “quinhão” na partilha.

Na eleição presidencial 2014, novamente denuncias, depoimentos e até provas de manipulação das urnas eletrônicas “explodiram”, mas enquanto houver um Toffoli, estrategicamente colocado à frente do TSE, não prospera.

Não é possível cometer erros, e militar é estrategista por excelência, a informação e contra informação são armas silenciosas.


As manobras e jogadas de nossos políticos estão sendo avaliadas, cumprindo-se o que preceitua uma democracia saudável (tão citada pelos militares). Na ausência desta, ai sim, o cenário muda toda a história.

No mundo globalizado é preciso estar bem claras as intenções golpistas e sorrateiras da esquerda do Brasil, que não se conforma em fazer parte da democracia, querem o poder total.
As urnas eletrônicas, sob suspeita aqui, estão sendo investigadas lá fora, já existem dados confiáveis de sua adulteração em beneficio de quem as manipula.

As investigações que aqui são morosas, lá fora tem tramitação veloz, vimos o que aconteceu com dirigentes da FIFA.


Nossa policia, tão “encabrestada” politicamente, nada fez. Mas agora é obrigada a cumprir mandados judiciais (precatórios) oriundos do exterior no caso da FIFA.

É claro que não aqui, mas do exterior virão todas as provas irrefutáveis que só uma Intervenção Constitucional é capaz de varrer toda esta sujeira, que almeja se perpetuar, pra longe da vida politica do Brasil. É só esperar a hora para que não se julgue como um “golpe” e sim como uma ação de defesa necessária.



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