domingo, 14 de junho de 2015

Agora eles tem pressa, Claro, com o Exercito Brasileiro a obra sai.

Obras de transposição do São Francisco serão entregues até 2017, diz ministro.


O ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, disse nesta quarta-feira, 10, que as obras da Transposição do Rio São Francisco serão entregues até 2017 mesmo com os cortes impostos no ajuste fiscal. Em entrevista após evento em Belo Horizonte, ele explicou que os trechos serão inaugurados gradualmente, a partir de setembro. Paralelamente, anunciou, o governo lançará um plano de revitalização do Velho Chico.
A pasta teve um contingenciamento de 17% este ano, o que reduziu o orçamento para R$ 3,9 bilhões. Desse total, segundo o ministro, deve ser aplicado R$ 1,4 bilhão na transposição até dezembro. "Nossa expectativa é de que entregaremos essa obra em 20, 24 meses. Essa é uma obra que irá dar solução hídrica para 12 milhões de brasileiros", prometeu Occhi, após reunião com o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), no Palácio da Liberdade, na qual discutiu investimentos no abastecimento de água no Estado.
Segundo o ministro, a partir de setembro, o governo pretende entregar trechos de 50 quilômetros cada nos eixos Leste e Norte da transposição. Além disso, até o fim do ano, deve ser apresentado um plano de revitalização do rio pelos próximos dez anos. "A degradação se deu nos últimos 50, 60 anos. Recuperar isso exige um investimento de longo prazo", justificou.
O governo iniciou as obras de transposição em 2007, no segundo mandato do ex-presidente Lula, e vem reeditando as promessas de entrega da obra, cujos custos, que hoje ultrapassam R$ 8 bilhões, também estouraram. Inicialmente, a previsão era de inaugurar os canais e serviços complementares em 2012, depois em 2015 e, agora, 2017.

Depois de varias denuncias envolvendo bilhões superfaturados só na transposição do Rio São Francisco, o que inviabilizou a obra que ficou parada e se deteriorando, o governo acena com sua conclusão. Mas omite a participação do Exercito Brasileiro nesta empreitada, que certamente gera criticas de empreiteiras acostumadas com os procedimentos do governo, com os “aditivos”, os desvios de dinheiro, os caixa dois e a ladroagem geral de ambas as partes do contrato, governo e empreiteira.
Que esta publicação seja compartilhada e mostrada a cara de pau destes FDP que omite o real responsável pela conclusão de uma obra objeto de descredito do governo.





Na transposição do São Francisco os trechos a cargo da instituição estão quase concluídos
A eficiência, honestidade e a rapidez do Exército na execução de obras de construção e reforma pelo país estão incomodando as empreiteiras, que se queixam de “concorrência desleal” por parte da corporação.
O presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), Paulo Safady Simão, reclamou esta semana da participação do Exército Brasileiro em obras desenvolvidas pelo governo federal. O setor da construção civil não vê com bons olhos a atuação do Exército em obras como duplicação de estradas e construção de aeroportos. Não há necessidade de os militares assumirem obras desse tipo”, disse. “O Exército é hoje a maior empreiteira do país”, reclama também João Alberto Ribeiro, presidente da Associação Nacional das Empresas de Obras Rodoviárias. Segundo ele, poucas construtoras no país têm hoje uma carteira de projetos como a executada pelos batalhões do Exército. No PAC, há 2.989 quilômetros de rodovias federais sob reparos, em construção ou restauração, com gastos previstos em R$ 2 bilhões. Destes, 745 quilômetros – ou R$ 1,8 bilhão – estão a cargo da corporação. “Isso equivale a 16% do orçamento do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes neste ano”, disse.
O general Jorge Ernesto Pinto Fraxe, da Diretoria de Obras de Cooperação (DOC), do Departamento de Engenharia e Construção do Exército (DEC), rebateu as declarações dos representantes das empreiteiras e afirmou que “a atuação dos militares só ocorre quando é bom para o país e para a instituição”. O general declarou que “algumas das obras assumidas pelos militares eram consideradas prioritárias e estavam tendo problemas para serem tocadas pela iniciativa privada”. “A gente não pleiteia obras. Elas são oferecidas e aceitamos quando elas são importantes para o desenvolvimento do país e para nosso treinamento”, destacou. No auge das obras, 12 mil soldados atuaram na construção civil para o governo.
Ele lembra, por exemplo, que havia uma briga no consórcio vencedor da licitação para a duplicação da BR-101 e que as empresas fugiam do início das obras da transposição do São Francisco. A alegação para o retardamento do início das obras era que o canteiro ficava no polígono da maconha. O general conta que o Exército fez um trabalho social na área e que dois hospitais chegaram ser montados na região, para atendimento à população.
Obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) estão sendo conduzidas pelos militares. Os militares receberam R$ 2 bilhões nos últimos três anos para executar duplicações de estradas, construção de aeroportos, preparar novos gasodutos e iniciar a transposição do Rio São Francisco. No total seriam 80 obras.
A transposição do São Francisco é o caso mais emblemático. Enquanto os trechos que ficaram sob a responsabilidade do Exército estão quase prontos, a parte que cabe às empresas privadas está atrasada ou paralisada. Em Floresta (PE), onde o percentual de execução não passa de 13%. Em outros lugares chega só a 16%. Nos trechos feitos pelo Exército, a obra avançou 3 vezes mais que os das empreiteiras no Eixo Norte (80% está concluída) e 5 vezes mais no Eixo Leste. Por sua vez as empresas privadas estão pedindo mais dinheiro para continuar as obras.
As empresas privadas, algumas delas organizadas em cartéis, depois de retardarem obras importantes para o país, de exigirem reajustes absurdos nos preços, criticam quando o Exército é acionado para garantir as obras prioritárias. Elas alegam uma suposta “concorrência desleal’. Segundo os empreiteiros, a participação expressiva dos militares “inibe o investimento e impede a geração de empregos”.
“O Exército não é um construtor. Quem pensa que vamos concorrer com as empresas está equivocado. Só atuamos para treinar nosso pessoal”, disse o general, que afirma que contrata empresas privadas para a construção de pontes e viadutos.
Os militares também fizeram obras para estatais – como as clareiras na selva para a construção do gasoduto Coari-Manaus, e para outros níveis de governo, como a atual construção do Caminho da Neve, estrada que Santa Catarina quer abrir para unir Gramado (RS) a São Joaquim (SC), favorecendo o turismo de inverno.
Estima-se que, quando concluídas, as obras entregues ao Exército terão um custo até 20% menor para os cofres públicos. “A corporação não pode lucrar com os serviços que presta”. Como emprega os próprios oficiais e soldados, já remunerados pelo soldo, o custo da mão de obra deixa de ser um componente do preço final da empreitada. Por tudo isso, o Exército está desempenhando um papel fundamental na infraestrutura necessária para o Brasil.

2 comentários:

  1. Só para LEMBRAR!!!!
    O BRASIL NO TEMPO PASSADO, O EXÉRCITO REALIZOU IMPORTANTE OBRAS DE INFRA-ESTRUTURA, QUE A MIDIA COMPRADA NUNCA AS DIVULGOU E QUE OS POLITICOS CORRUPTOS,NÃO QUEREM QUE OS MILITARES DAS FORÇAS ARMADAS FAÇAM NOS TEMPOS DE HOJE.... FUI!

    ResponderExcluir
  2. No periodo miitar foram feitos pelo exercito. Construção da rodovia Rio-Santos (BR 101, Construção da Ponte Rio-Niterói; Construção da Ferrovia do Aço (de Belo Horizonte a Volta Redonda); Ferrovia da soja;Construção da usina hidrelétrica de Boa Esperança, no Rio Parnaíba; Asfaltamento da rodovia Belém-Brasília; Construção do Porto de Itaquí e do terminal de minério da Ponta da Madeira, na Ilha de S. Luís, no Maranhão; Implementação do Metrô em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Fortaleza; Duplicação da rodovia Rio-Juiz de Fora;Construção das maiores hidrelétricas do MUNDO: Tucuruí, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipú e muitos outras tantas

    ResponderExcluir