domingo, 21 de junho de 2015

Foi ameaçado de morte? Ôda-se!

Pratica comum entre políticos safados quando se vêm sob criticas, levantar uma ameaça a sua vida. Não cola mais, os comentários são pró a concretização da ameaça.

Dentre os “ameaçados” destacam-se Marcelo Freixo, Jandira Feghali e agora,  surpreendentemente, também Maria do Rosário; todos defensores de Assaltantes, homicidas e outros dejetos da sociedade.

As redes sociais são termômetro dos políticos. Alguns mantêm, às nossas custas, pessoal que rastreia seus “patrões”, medindo comentários sobre eles. A qualquer sinal de desaprovação, o “coitadismo” é acionado, tentando-se se fazer de vitima.

Não cola mais! Já se deviam ter dado conta. A cada “denuncia” de que foram ameaçados, surgem os comentários incentivando a concretização. Apercebam-se do que estão fazendo! Não usem de utopia, pode virar realidade.

O factoide de lutas contra milícias serviu de pretexto de licença e gozo de umas “férias” no exterior. Porém, as milícias estão cada vez mais fortes e presentes, principalmente na Zona Oeste do Rio de Janeiro.




O deputado estadual Marcelo Freixo (PSol-RJ) informou ontem que vai abandonar o país hoje, com sua família, para um lugar incerto, após receber sete ameaças de morte no último mês. Milícias do Rio de Janeiro estariam planejando assassiná-lo.

O lixo do lixo esquerdista, Jandira Feghali.
Nas mensagens recebidas, Jandira é xingada por ser comunista.

Qual pequeno empresário dono, por exemplo, de um pequeno restaurante, tiraria do caixa 2,5 mil dólares para uma passagem na classe executiva sendo que poderia pagar 1/3 desse valor na classe econômica? Nenhum. Nenhum porque todo pequeno empresário sabe o valor do dinheiro, sabe os sacrifícios que precisa fazer para conseguir algum luxo; e viajar de classe executiva é um luxo acessível apenas aos maiores empresários, artistas ou políticos.



E a mais recente “vitima”, a incomivel Maria do Rosário.


Segundo Maria do Rosário, “O pior não é nem o ato em si, a violência gratuita praticada pelo policial. O que é mais chocante é a reação das pessoas, habituadas à cultura da violência, acabam reproduzindo o discurso elitista, reacionário, neo-liberal e fascista de que bandido bom é bandido morto.”
Ela explica também que “o conceito de ‘bandido’ adotado pelo senso comum é um engodo. Tem que ser levado em consideração o fato de que essas pessoas, que não tiveram oportunidade de estudar, trabalhar e receber salários dignos, adquiri bens, são, na verdade, vítimas da sociedade. Por isso acabam enveredando para esse chamado ‘mundo do crime’”.




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