segunda-feira, 29 de junho de 2015

Não difamem nossas Forças Armadas, liderança em Intervenção são os Militares no Generalato.


 “Poder Nacional é a capacidade que tem o conjunto dos homens e meios que constituem a Nação, atuando em conformidade com a vontade nacional, para alcançar os Objetivos Nacionais”

A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) publicou uma nota em apoio ao juiz Sérgio Moro
A Ajufe não vai admitir alegações genéricas e infundadas de que as prisões decretadas nessa 14ª fase da Operação Lava Jato violariam direitos e garantias dos cidadãos.
A Ajufe também não vai admitir ataques pessoais de qualquer tipo, principalmente declarações que possam colocar em dúvida a lisura, eficiência e independência dos magistrados federais brasileiros.


Diversos debatedores em “hangouts” falam sobre Intervenção. Que os militares só agirão com o povo nas ruas, que os militares estão coniventes, que precisamos pressionar os militares. Mas, por fim, pedem dinheiro. Contas para deposito são divulgadas com a intenção de angariar fundos para viagens dos “lideres” intervencionistas, os pseudo capitães, coronéis e generais.
Se gastos tiverem de ser "cotizados", que haja prestação de contas, não calote.

A Intervenção não é nem pode ser comprada, não depende de dinheiro nem de financiamento de viagens e hospedagens de lideres, o que não há. 
Liderança em Intervenção são os Militares no Generalato, possuidores de curso de estratégia política e, diga-se, de excelência, ministrado pelas Escolas de Comando de Estado Maior das Forças.




Lógico que cientistas políticos se esmeram neste aprendizado, conseguindo debater com certa confiança em suas palavras. Porém, com algumas restrições.

Antônio José Ribas Paiva, Advogado, é Presidente do grupo de estudos União Nacionalista Democrática.

Militar sem visão ampla até tem, mas aos que estão na atividade fim da caserna, o Generalato tem visão abrangente, tanto nacional como do mundo.

Mas só os militares estão diariamente visualizando, interpretando e avaliando o cenário político.
Só a eles cabem decisão acertada sobre nosso destino como Nação independente, como está acontecendo. Basta ouvir o silêncio.
Não esperem tanques nas ruas, pelo menos por enquanto.

Não difamem as Forças Armadas, não as desmereçam, não as acuse de leniência e conivência. Isso que a esquerda quer, fazem há décadas.


Façam a Intervenção acontecer, mostrem total apoio às nossas Forças Armadas, aos Juízes de Fato e de Direito que com mérito alçaram seus cargos. 

Nada de acusações de conivência, nada de pessimismo com palavras como “vai acabar em pizza”, “não vai dar em nada”. É isso que a esquerda quer. Contar com o descrédito como aliado, é só o que lhes resta.

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