segunda-feira, 22 de junho de 2015

Qual é gestor PMERJ? Com educação não se brinca nem se economiza!


O colégio da PMERJ foi um sonho antigo, desde meu ingresso escutava sobre os anseios em concretizá-lo. Numa viagem que fiz a Bahia, visitei o Colégio da Polícia Militar de lá e me encantei com o que vi. Jovens uniformizados seguindo seu aprendizado, reconhecendo o que é hierarquia com disciplina.
Enfim, a PMERJ conseguiu seu colégio, instalado nas dependências do outrora CQPS, no Bairro Fonseca em Niterói.



Esteve em risco de ser extinto em 2011, colocando pais e alunos em atividade em prol de sua continuidade, conseguiram. Mas há fiscalização em seu conteúdo? Bem, creio que não, o conteúdo ideológico aos poucos vai adentrando ali.

Naquele estabelecimento de ensino há professores militares, aproveitando o potencial do efetivo habilitado na missão da educação. Porém, uns bons, outros nem tanto.

Para o ensino de 2º grau, foi escolhido o livro História Conexões, de Alexandre Alves e Leticia Fagundes de Oliveira, com conteúdo se não ideológico, mas desvirtuando a verdade.


Letícia Fagundes de Oliveira e Alexandre Alves prepararam a coleção Conexões com a História para o PNLD 2015 com base em um programa de leitura de fontes históricas de diversos tipos e gêneros. Ao longo dos volumes, os alunos trabalham com imagens e testemunhos do passado e com pontos de vista de diferentes pesquisadores sobre os contextos estudados.

No livro, sobre Guerra Fria e Descolonização da África e Ásia, percebe-se DESCARADAMENTE a posição parcial pró-comunistas dos autores. Retratam o capitalismo, E.U.A e Inglaterra como influência maléfica no mundo pós-guerra. Sequer mencionaram sobre a Primavera de Praga e o regime de Stálin na URSS; colocou Chiang Kai-shek como um covarde, enaltece em várias páginas Mao Tsé-tung e a sua "Revolução Cultural" da China como modelo a ser seguido.
Cuba colocando os Estados Unidos de joelho.

Foi uma escolha dos professores que lecionam para o 2º grau? Não sei, o que sei é que ideologia também se compra e a PMERJ não está livre disso.

Neste momento nas redes sociais são denunciadas as atividades ideológicas no ensino, omitindo a verdade e o verdadeiro curso da História, ficando os alunos presos a uma verdade incompleta. PMERJ, faça com que o Diretor do Colégio revise o conteído destes livros, avalie com sugestões de profissionais (professor) da área, se é o mais indicado para a formação do futuro cidadão formado neste estabelecimento de ensino.

Preocupo-me com o destino da Corporação Policial Militar do Estado do Rio de Janeiro, que embora constituida de homens e mulheres dignos, os gestores não cumprem seu PODER/DEVER.

Vimos recentemente noticias de ROUBOS cometidos por gestores, desviando dinheiro descontado dos contra cheques de policiais para custeio da saúde da Corporação. Dinheiro este que, na falta, certamente influi na precariedade do serviço prestado ao policial militar pelos hospitais e clinicas próprias.

Mas eu pergunto: Qual o custo do Colégio PMERJ? Não deve ser alto comparado ao beneficio que traz. Com desculpa de redução de custos, cortaram o almoço dos alunos. 


Ora, muitos alunos saem de casa as 4:30 da manhã, pegam o ônibus para estarem no Colégio, dentro da sala de aula as 7:00 hs. Saem as 12:10 hs, com destino à suas casas, que chegarão por volta das 14:00. Todo esse tempo só com biscoitinho e um suco. PQP! Em educação não há o que se pensar em economia, tudo é investimento, até a alimentação dos alunos.

Podemos ficar calados, mas podemos esbravejar, espernear. Talvez, muitos destes alunos contem só com esta alimentação de qualidade que foi cortada.

Com os sinais de corrupção apontados dentro da Corporação, acho que poderiam fiscalizar os gastos do Colégio, pois os gestores não estão nada confiáveis.

Fonte: Narração de um aluno do Colégio PMERJ e pesquisa sobre o livro adotado.


Nenhum comentário:

Postar um comentário