segunda-feira, 20 de julho de 2015

20 DE JULHO, ANIVERSARIO DE ALBERTO SANTOS DUMONT- PAI DA AVIAÇÃO


AO LONGO DA HISTÓRIA, A LIBERTADORA VIRTUDE DA INTELIGÊNCIA HUMANA REVELAR-SE-IA COMO PRIMORDIAL ELEMENTO PARA O VIGOROSO CRESCIMENTO DA PRODUÇÃO ARTÍSTICA.
TÃO VALOROSO ATRIBUTO FAZIA-SE PRESENTE EM CADA SINGELA PARTITURA MUSICAL; NAS RETUMBANTES PERFORMANCES DOS ORADORES; NAS DETALHADAS E RICAS NARRATIVAS DOS HISTORIADORES; E NAS MEMORÁVEIS INTERPRETAÇÕES DOS ATORES.
ASSIM, NOS IDOS DO SÉCULO XX, EMBALADO PELO CRIATIVO E DESAFIADOR ESPÍRITO DA BELLE ÉPOQUE EUROPÉIA, UM RENOMADO ESCRITOR BRASILEIRO LEGARIA À POSTERIDADE UMA PRIMOROSA OBRA ACADÊMICA E CIENTÍFICA.
SEUS LIVROS NOTICIAVAM EPISÓDIOS BIOGRÁFICOS, RESUMIAM IMPRESSÕES AERONÁUTICAS COM A SIMPLICIDADE DOS DIÁRIOS DE BORDO. NESTES VISIONÁRIOS ESCRITOS AÉREOS NÃO ESTARIA, PROPRIAMENTE, UM AUTOR LITERÁRIO, MAS O PAI DE 14 BALÕES E 02 VITORIOSOS AEROPLANOS.
CERTAMENTE, FOI O SOPRO DIVINO A IMPULSIONAR ESSE VITORIOSO BRASILEIRO A PATENTEAR UMA DAS MAIS GRANDIOSAS E EMPOLGANTES REALIDADES MODERNAS – O VOO DO HOMEM.
PRIMEIRAMENTE, O NOSSO DESAFIADOR 14-BIS TERIA ALÇADO UM VOO INCOMPLETO, NÃO MAIS DO QUE 60 METROS. PARA ALGUNS OBSERVADORES, UM MERO SALTO.
MAS O MAIOR DOS AVIADORES, SENTINDO QUE VOARA, ANSIOSAMENTE REPOSICIONOU O APARELHO, TEIMOSAMENTE GIROU-O AO NÍVEL DO SOLO, PARA CONDUZÍ-LO, SEM HESITAÇÕES, PERANTE OLHOS ESTUPEFATOS, A VENCER INIMAGINÁVEIS 250 METROS SOBRE O VERDEJANTE CAMPO DE BAGATELLE.
AQUELE MINUTO INCOMPARÁVEL NA CRONOLOGIA DA NAVEGAÇÃO AÉREA, REGISTRADO POR TODA A IMPRENSA MUNDIAL, TORNAVA-SE UM MARCO NA LEMBRANÇA DOS HOMENS DE SUA ÉPOCA.
AGITAR-SE-IAM AS MENTES DO MUNDO INTEIRO!
O FASCINANTE CONTROLE DOS APARELHOS MAIS-PESADOS-QUE-O-AR COROARIA OS SONHOS DA INFÂNCIA DO PATRONO DA AERONAÚTICA BRASILEIRA, POIS NAQUELES ÁUREOS ANOS O PETIT SANTOS, COMO AFETUOSAMENTE VIRIA A SER CHAMADO PELOS PARISIENSES, FORA O GENTIL HÓSPEDE DO NAUTILUS, AVENTURANDO-SE, EM SEU IMAGINÁRIO, NAS INÚMERAS PAISAGENS DELINEADAS PELA MÃO DE JÚLIO VERNE.
ASSIM, AO CELEBRARMOS O 142º ANIVERSÁRIO DE NASCIMENTO DO PAI DA AVIAÇÃO, NÃO SERIA O MERO ACASO QUE, NAQUELE MESMO PROMISSOR ANO DE 1873, ESSE MESMO AUTOR PUBLICASSE MAIS UM DE SEUS CÉLEBRES LIVROS: “A VOLTA AO MUNDO EM OITENTA DIAS”.
A HUMANIDADE SEQUER DESCONFIARIA QUE O RESPONSÁVEL POR DAR VIDA ÀQUELA PRIMOROSA OBRA DE FICÇÃO SERIA O NOSSO INVENTIVO ALBERTO SANTOS DUMONT.
BRASILIA - MINISTRO DA AERONAUTICA (2014)


HISTÓRICO DE ALBERTO SANTOS-DUMONT
Tendo dedicado sua vida à aviação, Santos Dumont foi o primeiro aeronauta a alcançar, definitivamente, a dirigibilidade dos balões e a voar num aparelho mais pesado que o ar com propulsão própria.
Santos Dumont era um rapaz provinciano, de estatura baixa e corpo franzino quando chegou a Paris, em 1892, prestes a iniciar seus estudos.
Nove anos depois, transformou-se em modelo para os franceses, ganhou diversos prêmios, ultrapassou barreiras e limites impostos aos estrangeiros e construiu, na fantasia popular, a imagem de "Super-Homem".
De comportamento inquieto e espírito obstinado, nunca desistiu de realizar seus projetos. Dos acidentes que sofreu, nenhum abalou sua determinação em conquistar os ares, vontade essa que se consolidou com o voo do 14 Bis e a conquista da Taça Archdeacon.
Influenciado por vários precursores, Santos Dumont também influenciou os construtores que despontaram a partir de 1906, atraindo, ainda, a atenção do Exército para as possíveis aplicações dos artefatos aéreos.
Seus anseios e sonhos, seus hábitos e superstições formaram uma personalidade muito singular, que acabou por conduzir o rumo da sua própria vida.
No ano de 1910, Santos Dumont encerrou sua carreira na aviação com o "Demoiselle", abrindo espaço para outros aviadores e construtores.
Já afastado da atividade aérea, presenciou a Primeira Guerra Mundial e decidiu retornar ao Brasil em 1915, onde passou os últimos anos de sua vida.
Alberto Santos Dumont é considerado o Pai da Aviação. A Lei 3636, de 22 de setembro de 1959, concedeu-lhe o posto honorífico de Marechal do Ar.


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