quarta-feira, 15 de julho de 2015

A esquerda mais uma vez deu com os BURROS n'água.

A mídia não divulgará, pois não gosta de dar créditos aos militares. Mas ele prestou continência enquanto a Bandeira Nacional subia. 

Sargento Chibana, medalha de ouro no Judô Panamericano. 


A continência é o cumprimento do militar e é prestada aos Símbolos Nacionais, aos superiores que deverão responder e também ao civil, já que é um cumprimento, não sinal de uma ideologia. É educação, é Hierarquia, é Disciplina, é Respeito!
Mas a esquerda, como de costume, mente e distorce os fatos, afinal, as características citadas acima, pertencentes aos militares, nunca esteve presente nas ações deles.
Postaram o gesto do Sargento EB, Chibana, atleta do Judô, como representação de uma ideologia, que o gesto era proibido pelo COI (Comitê Olímpico Internacional). 


Ao serem desmascarados pelos mais atentos, com muitas publicações desmentindo a proibição, retiraram a postagem. COVARDES!

"Represento o Exército brasileiro. Somos ensinados que, sempre que o hino toca, o militar, por respeito, tem de bater continência e ficar em posição de sentido. É uma forma de respeito pela minha bandeira e meu país", completa Léo de Deus, campeão dos 200m borboleta.  "É pelo orgulho que temos de representar as Forças Armadas", completa o também judoca Luciano Correa.

              Judoca Mayra Aguiar, medalha de prata na categoria até 78 kg

"De maneira alguma [vejo como forma de propaganda ou marketing]", afirma o chefe de missão do COB no Pan. "Acho absolutamente normal, uma forma de respeito à bandeira. Eles não precisam fazer, mas eu acho um gesto lindo, me emociona. É uma honra que o atleta sente".
               Judoca Tiago Camilo, medalha de ouro na categoria até 90 kg
"Além de representar o Exército, eles ajudam bastante. Fazem de tudo para dar suporte, não pegam no nosso pé. Deixam a gente trabalhar tranquilo", fala Léo de Deus. "É um orgulho poder prestar essa homenagem e lembrar quem está nos ajudando", diz Mayra.
                  Luciano Corrêa, medalha de ouro na categoria até 100 kg
Para os dirigentes brasileiros, não há problema na manifestação. "No judô é natural. O primeiro atleta campeão mundial militar foi o Wagner Castropil em 1994. Depois, o Sebastian Pereira em 2000. Isso vem de muitos anos. É uma tradição nas Forças Armadas ter judocas. Aqui, é uma coisa tratada como natural", analisa Ney Wilson, gerente de alto rendimento da Confederação Brasileira de Judô.
                   Leonardo de Deus, medalha de ouro nos 200 m borboleta
 "O Regulamento de Continências, Honras e Sinais de Respeito prevê que 'continência é a saudação do militar'. É um sinal de respeito que deve ser prestado, estando ou não com a cabeça coberta. Reza ainda que o militar da ativa deve, em ocasiões solenes, prestar continência à Bandeira e Hino Nacional Brasileiro e de países amigos. É bom notar que esses atletas não são militares apenas quando estão fardados, mas sim, todo o tempo. O COB entende, portanto, que a continência, além de regulamentar, quando prestada de forma espontânea e não obrigatória, é uma demonstração de patriotismo, sem qualquer conotação política, perfeitamente compatível com a emoção do atleta ao subir no pódio e se saber vencedor. Segundo muitos deles, representa também um reconhecimento pelo apoio que recebem das Forças Armadas e uma manifestação do orgulho que têm em representar o país".

                     Victor Penalber, medalha de bronze na categoria até 81 kg


Atualmente, 610 militares fazem parte do Programa Atleta de Alto Rendimento, sendo 222 da Marinha, 200 do Exército e 188 da Força Aérea Brasileira. “Esses atletas têm direito a soldos, 13º salário, locais para treinamento, recursos humanos qualificados nas comissões técnicas, participação nas competições do Conselho Internacional do Esporte Militar (CISM), além de plano de saúde, atendimento médico, odontológico, fisioterápico, alimentação e alojamento”, afirmou o Major-Brigadeiro Amaral.
       Maria Sullen Altheman, medalha de bronze na categoria acima de 78 kg

                   Rafaela Silva, medalha de bronze na categoria até 57 kg



Não foi só o medalhista no Judô, Sargento E.B. Chibana, foram todos os militares medalhistas que prestaram Continência Regulamentar ao Simbolo Nacional.

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Mais uma vez a esquerda se afunda na merda deles próprios, a merda que destrói o País, a merda que condena milhões a um destino incerto, a merda que na administração surrupia o dinheiro destinado ao bem de todos ao bem só deles. Mas, conformem-se com seu troféu, este é certo e não merecerá a Continência de nenhum militar nem do povo de bem deste Brasil.


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