domingo, 9 de agosto de 2015

Pronto! Tá no saco, que assuma o próximo.

A única maneira de ascender ao ultimo posto do trafico é com eliminação do atual.

No dia a dia vemos o poderio bélico do tráfico e como é o enfrentamento com a polícia em seu domínio. Eles são conhecedores do terreno e os moradores lhes dão cobertura.
Mas como “playboy” foi morto tão facilmente?
Voltemos no tempo, na morte de Tim Lopes, jornalista da GLOBO.

O traficante Elias Pereira da Silva, o Elias Maluco, foi preso por policiais civis do Rio de Janeiro na Favela da Grota, dentro do Complexo do Alemão, nesta manhã, após 50 horas de cerco policial. Ele estava em um barraco na rua Gastão Sebastião de Carvalho e não resistiu à prisão. Maluco, acusado pela morte do jornalista Tim Lopes, foi levado para a Chefia da Polícia Civil, no Centro do Rio.

Um outro traficante que estava com Maluco no momento da prisão também foi detido para averiguações. O nome não foi divulgado. A dupla não estava armada e estava escondida em um barraco que seria de um casal de idosos. O local fica perto de um posto de Polícia. Ao ser preso, Maluco teria dito ao policial: "Perdi, chefe. Só não esculacha, não"
Traficantes presos que prestaram depoimento dias após o crime confirmaram que Lopes havia sido torturado por um grupo de nove homens e morto por Elias Maluco com um golpe de espada.
Link: TERRA

O cerco policial já se estendia há dias na localidade, mas Elias conseguia se camuflar na comunidade. Lógico que o comercio de drogas parou, os “clientes” não mais buscavam sua droga ali, buscavam em outras localidades, onde a policia não estava presente.

Então a “lâmpada se acendeu”, eliminemos a causa. Deram Elias Maluco de bandeja, foi só chegar e pegar. Sem armas, sem proteção, já esperava a chegada da polícia; que nem teve de andar muito, eles o colocaram bem perto do posto policial.
"Perdi, chefe. Só não esculacha, não".

Vamos ao  “playboy”.


Delegados de diferentes corporações detalharam na tarde deste sábado (8) a operação que terminou com a morte de Celso Pinheiro Pimenta, o Playboy, no Conjunto de Favelas da Pedreira, Zona Norte do Rio, neste sábado. Segundo Fabrício Pereira, da Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil, Playboy tentou resistir a tiros de pistola. Ele afirmou que uma pistola Glock foi apreendida na casa onde o traficante morreu e, na residência de sua namorada, foi encontrado um Fuzil 762.

Link: G1


Facinho, não? Vimos em noticiários como é difícil para a polícia progredir em incursões naquele complexo de favelas, são muitos bandidos, centenas de fuzis e granadas para esbanjar a vontade. Mas o “chefão” tava só, foi só chegar e encher ele de tiros sem nenhuma resistência. Claro, com uma pequena resistência para legalizar a ação (Playboy tentou resistir a tiros de pistola).


Pronto! A mídia foi desviada de lá, juntamente com as ações policiais. O comercio de drogas agora pode “bombar”. Pode vir “narigudos”, “beiçudos” e “kracudos”.
Mas em cairá a culpa pela delação do homizio de playboy? Pode cair em cima de seu segurança preso recentemente.

                      Diogo Ribeiro da Silva, de 28 anos, é suspeito do fazer segurança para Playboy
Link: GLOBO
Mas como explicar a facilidade da progressão policial e da falta de seguranças com o “chefe”. Ai já é outra história, “só pode haver um”, então é preciso eliminar o atual para que um novo assuma.


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