quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Completamente derrotados na batalha filosófica os comunistas inventam inimigos.

Prova do CRIME!




Jornais cariocas nesse final de semana fizeram alarde com algumas imagens divulgadas nas redes sociais. 
O GLOBO disse “… amanheceu no último sábado, dia 19, com mensagens de intolerância racial, religiosa e sexual coladas em seus postes. Os cartazes, que fazem ameaças a muçulmanos, homossexuais e judeus, entre outros grupos, são assinados por uma organização que se denomina “Imperial Klans of America Brasil“. Junto, estão ilustrações de integrantes da Ku Klux Klan, a organização dos Estados Unidos conhecida pelo discurso de supremacia racial.
O jornal O GLOBO, que publicou as fotos, esqueceu de dizer – será que não perceberam? – que a pessoa que divulgou as imagens em redes sociais de esquerda provavelmente foi a mesma que pregou os cartazes. Em uma das imagens percebe-se a cola fresca ainda escorrendo de um cartaz.
A imagem nos foi enviada por um membro do grupo Instituto Liberal – SP


Esse tipo de ação pode criar ódio e medo e acaba estimulando o nascimento de um conflito que não existe em nosso país.
Percebe-se aí que permanece vigente a estratégia de polarizar a sociedade.
Um advogado, da Comissão de Direitos Humanos da OAB se pronunciou, disse nas redes sociais que “É preocupante e devemos agir o quanto antes“. Ok, ótima sugestão. Que a OAB, ou qualquer pessoa realize uma queixa formal, ou que isso parta do próprio MP. Basta uma busca nos arquivos de câmeras da região central de Niterói para a identificação dos “terroristas”. E, depois se identificados, independente de sua posição ideológica, que sejam devidamente processados e punidos.
Ao que parece, a intenção é criar uma áurea de perseguição. Notícias dessas tem o potencial de gerar mais união e ativismo entre os próprios esquerdistas niteroienses – que andam meio desestimulados por conta do fracasso do governo atual.
A esquerda tentaria também com isso colocar no mesmo balde comunista, os negros, muçulmanos, judeus, pedófilos e anarquistas. Pela clara incoerência, parece mais um cartaz idealizado por um daqueles eternos estudantes de universidade pública, líder estudantil e ativista profissional, daqueles que buscam em todo o tempo justificar a própria existência.
Prova do crime

Neste cenário de esquerdopatas, a polícia paga também seu preço, com articulações de menores de comunidades para aterrorizar pessoas de bem e até mesmo matar por um celular ou bicicleta. 


Pra eles não importa se é rico ou pobre, se é branco ou negro, se é hetero ou gay, se é pela lei ou contra ela. Todos podem servir aos seus interesses e não importa quantos venham a morrer por isso.

“Não estudo nem trabalho, sou nova, quero me divertir. A gente fica com muita coisa que consegue na praia, outras a gente vende e ninguém pergunta de onde vem o bagulho. Eu quero curtir a vida, não quero historinha, nem mochila (filho). Já engravidei e tirei, o pai do bebê queria, mas eu não quero. Com o dinheiro que a gente ganha, compramos balinha (droga sintética), lança (lança-perfume) ou maconha, uso de tudo, menos crack que o bagulho é doido demais. Vamos em 20, 30 para a praia, todo mundo daqui. Se minha mãe soubesse dos arrastões, bateria na minha cara.”
Y, participante de arrastões, 17 anos (Jornal O DIA)

“A gente não vive no mundo de fadas. Quero ser bandida, chefe da boca”
“Participo dos arrastões há muito tempo. Conseguimos telefone, bolsa, carteira, relógio. Não tenho medo de rastrearem telefone não, até hoje ninguém veio atrás. Moro com minha mãe, mas ela não sabe o que eu faço da vida, digo que foi o namorado que deu e ela acredita. A gente vai para a praia para roubar mesmo, a gente pega ônibus, bicicleta, vai andando. Pega o que for e vai pra lá, o negócio é chegar. Eu não tenho sonhos. Sonhar pra que? A gente não vive no mundo de fadas não, a gente vive no mundo real. Quando crescer quero ser bandida, chefe da boca.”
X, participante de arrastões, 16 anos (JORNAL O DIA)

Menores são escolhidos para serem a vitima útil para atiçar a ira da sociedade na polícia, esquecendo-se que este é o profissional no manuseio de arma. Vitima inocente, mas que com 11 anos já ostenta o sinal da maior facção de traficantes do Rio de Janeiro que já ceifou milhares de vidas em toda a sociedade.




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