terça-feira, 1 de setembro de 2015

DESTA VEZ A ODEBRECHT SIFU COMPLETAMENTE.

E O LULADRÃO VAI JUNTO.


VEJA AS PROVAS ABAIXO.

Documentos bancários enviados pela Suíça comprovam que Odebrecht pagou propina a quatro ex-diretores da Petrobras.

Documentos bancários comprovam que a propina saía de contas controladas pela Odebrecht no PKB, conforme adiantado por ÉPOCA.
Os diretores que receberam propina: Paulo Roberto Costa, Jorge Zelada, Cerveró e Renato Duque, além de Barusco.
As contas controladas pela Odebrecht: Arcadex, Smith & Nash e Havinsur. Todas no PKB.
A Suíça também comprovou que a Construtora Del Sur, do Panamá, pela qual Youssef pagava propina, é controlada pela Odebrecht.
A Del Sur, uma empresa de fachada, era controlada pela Odebrecht por meio da Rodira da Golac Project and Construction, na Suíça.
Os extratos mostram o caminho da propina, do início (Odebrecht), passando pelo meio (offshores laranjas) ao fim (dir da Petrobras).
Tudo que a Odebrecht negava está comprovado nos documentos da Suíça. É inescapável.
As contas secretas da Odebrecht na Suíça eram abastecidas por três filiais da empresa: Venezuela, Angola, República Dominicana.
O que essas três filiais têm em comum? Dinheiro do BNDES para obras no exterior.

As provas da Suíça (oito partes).
Parte um: as offshore controladas pela Odebrecht.

Parte dois: os depósitos das contas secretas da Odebrecht para Paulo Roberto Costa.

Parte três: a offshore Arcadex, controlada pela Odebrecht; pagamentos a Duque e a Zelada.

Parte quatro: como a Odebrecht controlava a Construtora Del Sur para pagamentos de propina.

Parte cinco: as propinas da Constructora Del Sur aos diretores da Petrobras.

Parte seis: uma das offshore da Odebrecht deposita mais propinas para diretores da Petrobras.

Parte sete: as offshore controladas pela Odebrecht são ligadas às subsidiárias do grupo.

Parte oito: a lista da propina. Origem - Odebrecht na Rep. Dominicana, em Angola e na Venezuela.

As consequências penais desses documentos, para a Odebrecht, são gravíssimas - no Brasil, nos EUA, na Suíça e onde mais haja investigação.
As consequências financeiras, para a Odebrecht, são igualmente terríveis. Está perto de entrar nas listas negras dos credores internacionais
Ou a empresa muda sua estratégia de defesa e passa a colaborar, em todos os países - ou é difícil saber o que sobrará dela após esse furacão
Se mantiver a linha de defesa, a Odebrecht tem todas as condições de virar um case negativo mundial nos estudos de corrupção corporativos.
Repassem para todos quantos puderem... está cada vez mais próximo de pormos o chefe da quadrilha na cadeia...

Diego Escosteguy

Editor-chefe da revista ÉPOCA. ÉPOCA 

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