terça-feira, 8 de setembro de 2015

Falando sério sobre Jair Bolsonaro

Jair Bolsonaro é popular? SIM!
Pode ser um ótimo candidato à Presidência do Brasil? SIM!
Se eleito em 2018 vai conseguir governar? NÂO!
Pode ser cassado? SIM!

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             Não se acaba com uma epidemia sem descontaminar o foco




Com mais de 24 anos de mandato Bolsonaro é o cara mais popular da Direita Brasileira, tanto que sendo candidato neste cenário seria eleito. Mas governaria? Claro que não! Assim como ele não gosta de colocar “azeitona na empada de outros”, estaria só.


Nestas mais de duas décadas na Câmara Federal os militares perderam direitos que há muito possuíam, como Licença Premio, Auxilio Moradia e Soldo acima na passagem para a Reserva. Isso sem nenhum retorno compensatório, como horas extras e fundo de garantia, direito dos trabalhadores civis celetistas.



Embora ele seja polêmico, o que o faz popular, repete sempre o mesmo discurso que todos nós já sabemos. Dilma é ladra, Dilma é terrorista, direitos humanos só defendem bandidos e etc.

A verba que tinha ou tem disponível para campanha, poderia ter elegido diversos militares que foram candidatos à Câmara Federal a se elegerem, bastaria aparecer junto a eles os apoiando. Teria um grande reforço no apoio às suas demandas naquela Casa Legislativa.

Câmara aprova pela primeira vez emenda de Jair Bolsonaro


"Sou completamente discriminado porque eu sou um homem de direita", afirma. "Alguns projetos eu dou para (outro) deputado apresentar porque, se pintar meu nome, não vai para frente" - ele não informou quais teriam sido estes projetos.

Entendeu?

Não sou difamador de Bolsonaro, mas deveria ser menos vaidoso e pessoal e passar a ser mais Brasil.

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Se Jair Bolsonaro com sua imensa popularidade apoiasse uma Intervenção Constitucional, teria aclamação de todos, levaria grandes massas às ruas, seria impossível não ceder aos apelos. Depois, restaurada a Democracia, eleições onde ele teria lugar de destaque para a vaga da Presidência da Republica.




              Dia 7 de setembro ao final do desfile no Rio de Janeiro
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2 comentários:

  1. Discordo de algumas coisas que voce diz, por exemplo:
    Assim como ele não gosta de colocar “azeitona na empada de outros”, estaria só. Ele tem em mente pessoas de grande capacidade e popularidade.

    Nestas mais de duas décadas na Câmara Federal os militares perderam direitos que há muito possuíam, como Licença Premio, Auxilio Moradia e Soldo acima na passagem para a Reserva. Isso sem nenhum retorno compensatório, como horas extras e fundo de garantia, direito dos trabalhadores civis celetistas. Culpa dos prostitutos políticos na Câmara, inclusive o PP.

    Embora ele seja polêmico, o que o faz popular, repete sempre o mesmo discurso que todos nós já sabemos. Dilma é ladra, Dilma é terrorista, direitos humanos só defendem bandidos e etc. Ele coloca muitos outros podres para que o povo tome conhecimento. E defende as FFAA atacadas pelos prostitutos que existem na Câmara.
    A verba que tinha ou tem disponível para campanha, poderia ter elegido diversos militares que foram candidatos à Câmara Federal a se elegerem, bastaria aparecer junto a eles os apoiando. Teria um grande reforço no apoio às suas demandas naquela Casa Legislativa. Ele não somente ajudou com sua presença a eleição de seus filhos, como de outros colegas militares.

    Não sou difamador de Bolsonaro, mas deveria ser menos vaidoso e pessoal e passar a ser mais Brasil. Mais Brasil do que ele, em 60 anos de vida, não conheço mais nenhum.

    Se Jair Bolsonaro com sua imensa popularidade apoiasse uma Intervenção Constitucional, teria aclamação de todos, levaria grandes massas às ruas, seria impossível não ceder aos apelos. Depois, restaurada a Democracia, eleições onde ele teria lugar de destaque para a vaga da Presidência da Republica. Isso poderá ainda vir ocorrer. Depende de seus pares e do povo.
    Quanto á humildade, quem foi eleito deputado federal em primeiro lugar, ainda estaria residindo na mesma casa? A anos?
    Ele não é Collor que colou com as pessoas erradas. Até porque ele, Collor era errado.

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  2. A propósito, Ir.'. estão dispostos a apoia-lo. No meu caso cunhados.

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